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Coaching e a dificuldades para planejar

 

O Coaching atua por meio de estrutura, empatia, foco e resultados, com o objetivo de fazer com que consigamos sair de um estado atual e chegar a um estado desejado.

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Boas ideias na cabeça, um objetivo a ser alcançado, início promissor. E pouco tempo depois, frustração, abandono e chateação. Passado um período o ciclo se reinicia. Conhece uma história assim?

Talvez seja o resumo do enredo da vida de pessoas, equipes e empresas. Pode ser até algo que já aconteceu com você. Mas por qual motivo isso acontece?

Alguns podem dizer que se trata de características pessoais, outros afirmam que é somente falta de tempo. Ou ainda, que são traços culturais. Embora todas as colocações anteriores possam interferir, uma coisa é comum em quase todas as situações: falta de um plano de ação bem estruturado.

Logicamente as características pessoais e o perfil de comportamento interferem. Bem como o tempo cada vez mais curto para realizar tanta coisa e nosso jeito brasileiro, baseado na criatividade, no jeitinho e no jogo de cintura ao invés de planejar colaboram para isto.

E a pergunta que fica é…

Não seria falta de planejamento?

Repito o que disse anteriormente. Mais do que falta de planejamento, é falta de um plano de ação. A diferença entre eles? Nada garante que um planejamento será seguido e executado. Enquanto isso, um plano de ação bem elaborado reúne em si as boas estratégias de uma estruturação que o planejamento possui associado a algo inevitável para a obtenção de resultados: agir.

É aí que encontra o Coaching

É exatamente neste ponto que entra o Coaching, uma metodologia extremamente eficaz e cada vez mais presente na vida de pessoas, empresas e equipes. E o mais bacana: o que antes era reservado a celebridades, atletas de alta performance, altos executivos e grandes empresas está acessível a todos nós.

O Coaching é um processo, em que o coach, profissional habilitado a aplicar ferramentas e uma metodologia direcionada a obtenção de metas, objetivos e propósitos. O coach auxilia o coachee (cliente) a definir e atingir suas diretrizes.

Como características principais, o Coaching possui uma maneira de atuar por meio de estrutura, empatia, foco e resultados. Sempre com o objetivo de fazer com que consigamos sair de um estado atual e chegar a um estado desejado. Isso acontece pelo desenvolvimento de recursos internos, competências e de uma estratégia adequada para tal objetivo.

A cada sessão o cliente sai com ações a serem executadas até o próximo encontro. A conclusão de tais ações vai direcionando naturalmente o cliente em direção à meta, além de fortalecer competências do cliente.

Felizmente essa simples e ao mesmo tempo poderosa metodologia se encontra cada vez mais próxima de todos nós. Daqui por diante, vai ficar um pouco mais difícil de arranjar desculpas.

E o melhor… Você pode estar dos dois lados desta equação: passando pelo processo, como coachee ou se tornando um Coach. E então, o que prefere?

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Autor: José Carlos Carturan Filho

Coisas que o futebol me ensinou

Free Photo | View of soccer ball on the field grass futebol

Há algum tempo, fui convidado a escrever um texto que faria parte do livro Objetos e Memórias 2, voltado a fins assistenciais. O texto deveria ser sobre qual o objeto que mais marcou minha vida.  Nunca havia parado para pensar nisto. O objeto que mais marcou minha vida? Se fossem pessoas seria bem mais fácil. Contudo, ao parar para considerar tal fato e com a pronta e imediata concordância de minha mãe, não tive muita dificuldade para definir. Algo simples, contumaz, mas que gerou marcas e aprendizados permanentes para mim: uma bola de futebol.

Mas, afinal que significado tão especial isto poderia ter? Foi a bola que despertou em mim duas paixões que faço questão de nutrir até hoje: o futebol e o meu time, São Paulo Futebol Clube. Certamente foi este objeto (na realidade foram dezenas de bolas de futebol durante minha vida) e esta paixão instantânea que proporcionaram a oportunidade para que eu praticasse este esporte competitivamente por mais de 20 anos. E nesta trajetória aprendi algumas premissas que carrego comigo até hoje e que me norteiam em meu cotidiano.

 

O que aprendi com o futebol

Aprendi sobre competitividade, sobre espírito de equipe, companheirismo, amizade, lealdade, deslealdade, garra. Aprendi a NÃO gostar de perder, mas também que há limites éticos nas estratégias usadas para ganhar.

Percebi que para ter êxito tinha de ser melhor do que os que jogavam contra mim ou os que disputavam comigo a posição no time titular. Mas que isto de nada adiantaria se não conseguisse ser, a cada dia, melhor do que eu mesmo. Tive alegrias, tristezas, decepções, conheci bons amigos e tive o privilégio de participar de grandes combates, contra adversários fortes. Foram diversas vitórias heroicas e inesquecíveis e outras tantas derrotas amargas e tão inesquecíveis quanto.

Tive de aprender sobre estratégia, tática, planejamento. E que ainda assim as coisas não saem bem como queremos, pois no futebol (e na vida) nem tudo está no nosso controle. Outros conceitos que aprendi, às vezes a duras penas? Coragem, determinação, superação, resignação, paciência, autoconfiança, dedicação, hombridade, honra.

Tive a sorte de conviver com as mais variadas pessoas e ambientes. E isso fez com que eu aprendesse respeitar as diferenças.

Pude distinguir claramente o que se deve e o que não se deve fazer. E que nem sempre as coisas são tão justas. Ou melhor, que nem sempre acompanham o nosso conceito de justiça.

Precisei diferenciar entre quando me defender, quando defender os outros e quando atacar. A ficar calado na hora certa e esbravejar, sempre com respeito, quando necessário.

Meu status atual sobre futebol?

Cada vez mais são paulino e me recuperando da segunda cirurgia no joelho (uma em cada um deles). Prova viva de que, ainda hoje, muito do que sou para o bem e para o mal é devido a este objeto, a bola, que permeia o sonho de tantos jovens e, que para mim, além de um passado feliz e saudoso, faz parte de uma realidade que nunca vai se apagar.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Zé do Parafuso: A expertise de cada um deve ser valorizada

Nos treinamentos que ministro em empresas, menciono algumas histórias que direta e indiretamente fazem alguma alusão aos contextos profissionais de forma geral, do mais simples ao mais elaborado ofício. Esta é possível que você já tenha ouvido por aí. É a história do Zé do Parafuso.

Parafusos Imagens – Download Grátis no Freepik Zé do Parafuso

 

A história do Zé do Parafuso

Diz a lenda que esse senhor era um exímio mecânico de máquinas. Consertava tudo, desde liquidificador, até máquinas que valiam milhares de dólares. E como se não bastasse consertar tudo, ainda na maioria das vezes fazia o serviço muito rapidamente. Era um sujeito humilde, simplório, mas muito bom no que fazia. Sua fama corria a boca pequena nas fábricas que se espalhavam pelo país.

Sua técnica? Segredo absoluto. Seus instrumentos e equipamentos de trabalho? Nada de excepcional. Uma pequena mala de ferramentas que qualquer ser humano precavido deve ter em casa. Ou seja, chave de fenda, martelo, grifo. Nada de equipamentos modernos e eletrônicos. Orgulhava-se em dizer que seus equipamentos mais modernos eram seus olhos, ouvidos, mãos e a cabeça que punha para pensar.

Eis que uma grande indústria, daquelas que não podem se dar ao luxo de ter um equipamento danificado, passou por um sério apuro. Justamente a máquina mais cara, que produzia as peças mais minuciosas e que era o centro da produção pifou. Nada a fazia funcionar novamente. A tal máquina era importada e depois da visita mal sucedida de três técnicos, um dos funcionários disse:

– Para arrumar isso aí, só o Zé do Parafuso.

O diretor quis saber de quem se tratava e pediu que o trouxessem imediatamente à fábrica. Assim, Zé do Parafuso, também famoso pela sua presteza, chegou ali pouco tempo depois. A expectativa era grande, afinal quase uma centena de homens estava parada e isso significava muito dinheiro perdido.

Zé do Parafuso perguntou como havia sido o barulho. Então, deu a volta na máquina, tocou-a carinhosamente até que seus olhos pararam em uma das engrenagens. Com um sorriso de canto de boca simplesmente agachou, tirou uma chave da mala, apertou um parafuso e ordenou:

– Liga a danada!

Diante de homens boquiabertos e nem cinco minutos depois de ter chegado, a danada voltou imediatamente a funcionar.

O diretor radiante de felicidade, perguntou qual o valor do serviço. Mas em um segundo a alegria se transformou em indignação e perplexidade. Valor do serviço: 1.000 reais.

– Como assim? Nem cinco minutos de serviço e este caboclo me cobra 1000 reais? Ele está louco!

Ao voltar para a sala, ainda esbravejando, foi ler a nota que discriminava o serviço, escrita em uma folha de caderno toda amassada:

“Ajuste do parafuso: 1,00 real. Saber qual era o parafuso que deveria ser apertado: 999,00 reais.”

O diretor, então, sorriu com a mescla de simplicidade e sabedoria daquele homem.

 

Conclusão

Costumo contar esta história para salientar a importância de cada um dentro da organização. A expertise deve ser valorizada e remunerada de forma justa, de acordo com a qualidade dos profissionais envolvidos. Jamais devemos minimizar a importância ou colocar preço no trabalho dos outros. Quem é bom no que faz deve ser valorizado.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Wabi Sabi: A beleza das coisas imperfeitas e incompletas

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O que é wabi sabi?

Wabi sabi é a expressão que os japoneses inventaram para definir a beleza que mora nas coisas imperfeitas e incompletas. O termo é quase que intraduzível para o português.

De maneira mais concreta, wabi sabi é um jeito de ver as coisas através de uma ótica de simplicidade, naturalidade e aceitação da realidade.

Diz-se que este conceito surgiu por volta do século XV. Um jovem chamado Sen no Rikyu queria aprender os complicados rituais da Cerimônia do Chá. Por isso, foi procurar o grande mestre Takeno Joo.

Para testar o rapaz, o mestre mandou que ele varresse o jardim. Rikyu lançou-se ao trabalho feliz. Limpou o jardim e, ao terminar, examinou cuidadosamente o que tinha feito. O jardim estava perfeito, impecável, cada centímetro varrido, cada pedra no lugar, todas as plantas ajeitadas e na mais perfeita ordem.

Contudo, antes de apresentar o resultado ao mestre, Rikyu chacoalhou o tronco de uma cerejeira e fez caírem algumas flores que se espalharam displicentes pelo chão. Mestre Joo, impressionado, admitiu o jovem no seu mosteiro. Rikyu virou um grande Mestre do Chá. Desde então é reverenciado como aquele que entendeu a essência do conceito de wabi sabi: a arte da imperfeição. É a mesma premissa adotada em relação aos tapetes persas. Eles sempre têm um pequeno defeito, apenas para lembrar a quem olha de que só Deus é perfeito.

 

A beleza das  coisas imperfeitas no dia a dia

Esta expressão, wabi sabi, teria muita utilidade se utilizada em nosso dia a dia. Em um contexto de exigência, cobranças e críticas que temos em relação a nós mesmos e aos outros, seria um alento se conseguíssemos desenvolver tal maneira de ver as coisas. Esta busca demasiada e sem critérios pela perfeição advém de uma necessidade de adequação a padrões impostos pela sociedade ou por nós mesmos.

O desejo de acertar sempre, a necessidade de estar no controle aumenta a ansiedade e nos impede de evoluir. Há sim beleza e virtude nas coisas imperfeitas. Mas elas devem ser vistas através de uma ótica de simplicidade, naturalidade e aceitação da realidade.

Quantas pessoas passam uma boa parte do tempo sofrendo porque não se sentem adequadas a determinado contexto? Quantos se torturam por não estarem enquadrados em certo padrão de beleza? Quantos sofrem preconceitos porque não são exatamente aquilo que é considerado certo ser?

Os reflexos disto podem ser sentidos também nas relações humanas, onde expectativas quase irreais são depositadas nos ombros das pessoas e estas sentem-se obrigadas a cumpri-las e os resultados são quase sempre conflitos, sofrimento, frustração, ansiedade e estresse.

Os mestres orientais, com a cultura inspirada nos ensinamentos do taoísmo e do zen budismo, perceberam que a ação humana sobre o mundo deve ser tão delicada que não impeça a verdadeira natureza das coisas de se revelar.

E a natureza é que tudo percorra seu ciclo de nascimento, desenvolvimento e morte, já que todas as coisas são impermanentes, imperfeitas e incompletas. E se não fosse assim? Se não fôssemos imperfeitos e tivéssemos a chance de evoluir e melhorar, que sentido teria a vida? A vida que é feita de tantas coisas não convencionais…

Autor: José Carlos Carturan Filho

Sentido da vida: Um dia a mais ou a menos?

Talvez sejam estas algumas das maiores angústias do ser humano: Não saber ao certo a que veio, o sentido da vida, e muito menos quanto tempo resta para descobrir e efetivamente fazer o que deve ser feito.

Página 4 | Adulto Sozinho Imagens – Download Grátis no Freepik Sentido da vida:

Não sei quando, onde ou em que circunstâncias você está lendo este texto. Não sei também se ao final você irá gostar ou não dele. É muito provável que também eu não conheça você pessoalmente. Mesmo com toda esta falta de informações a seu respeito, sei algo sobre você que é inexorável:

Se está sendo agraciado com o dia de hoje é porque ainda tem algo a fazer.

Pode parecer piegas em um primeiro momento, mas pare e pense. É ou não é verdade? Talvez você ainda não saiba muito bem o que é, menos ainda como vai chegar até lá, mas que você tem algo a fazer, isso tem.

Aliás, talvez sejam estas algumas das maiores angústias do ser humano: Não saber ao certo a que veio, o sentido da vida, e muito menos quanto tempo resta para descobrir e efetivamente fazer o que deve ser feito. Um dia a mais que vivemos é um dia a menos que temos para viver. Com base neste raciocínio, pare e pense. Não seria sem sentido a vida se não houvesse um propósito maior?

Tá, tudo bem. Concordo que seja bacana em muitos momentos viver. Quando estamos com quem gostamos ou fazendo as coisas que gostamos, passeando, dando gostosas gargalhadas, ou seja  lá o que for. Contudo, há o outro lado da moeda. Dificuldades, lágrimas, sofrimento, incerteza. Faz parte. Não haveria aprendizado se não fosse assim.

 

Qual o sentido da vida?

Mas, sendo bem objetivo, você sabe o porquê Dele, Deus, ter permitido a você mais um dia? Sabe qual sua missão aqui na Terra? Qual o sentido da vida?  Pois é… Estas são as pergunta que provavelmente mais de 80% das pessoas não sabem responder. E dos outros 20%, pelo menos metade, apenas acha que sabe, pois arrumou um modo mais fácil de fugir deste questionamento. Simplesmente aceitou o destino que lhes foi imposto e acha que é assim mesmo, não há nada a fazer para mudar tal sorte.

Isto é perfeitamente compreensível. É muito mais cômodo atribuir nossos insucessos a fatores externos, a outras pessoas ou a um Deus que supostamente está querendo nos fazer passar por provações. É mais fácil reclamar da vida e achar que a recompensa virá quando passarmos desta para uma melhor.

Buscar o que se deseja, ir a fundo para se entender o que realmente viemos fazer, nos traz um custo. Só o fato de tentar ser diferente da maioria já traz desconforto. Vivemos buscando caminhos, mas caminhos são trilhas que nos levam a outros caminhos. Este ciclo se repete insistentemente e a jornada só termina quando estamos realmente alinhados ao que realmente viemos fazer neste mundo.

Há também aqueles que no fundo sabem o que tem de ser feito, mas não acreditam em sua intuição, em seu potencial ou acham penoso demais o caminho para alcançar seus objetivos. A pergunta que cabe nestas situações é…

Até onde você está disposto a ir para alcançar seus sonhos?

Ressalto que não estou falando apenas de conquistas materiais, mas de algo que transcende isto. Existe algo que fez com que Ele lhe trouxesse a este mundo. Cabe a você desvendar este enigma e ser digno da missão que te foi confiada. E ao final de cada dia se perguntar: Este foi um dia a mais que usei da melhor forma possível? Ou um dia a menos que tenho para descobrir o que quero?

Autor: José Carlos Carturan Filho

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