Artigos

MEMÓRIA DO FUTURO: O futuro que você criou com a Lei da Atração

O futuro que você criou com a Lei da Atração

E se a memória mais poderosa da sua vida não estivesse no passado, mas sim no futuro? À primeira vista, essa ideia pode parecer paradoxal. No entanto, quando olhamos com mais atenção para os avanços da neurociência e para pressupostos amplamente discutidos na Programação Neurolinguística, percebemos que o cérebro humano opera de forma muito mais dinâmica e criativa do que imaginávamos. É justamente nesse contexto que surgem os conceitos de Memória do Futuro e lei da atração — duas abordagens que, embora tenham origens distintas, convergem em um ponto essencial: a ideia de que aquilo que você imagina com intensidade pode influenciar diretamente seus comportamentos, suas decisões e, consequentemente, os resultados que você vive.

De um lado, a lei da atração sustenta que nossos pensamentos e emoções influenciam aquilo que atraímos para a nossa realidade. De outro, a neurociência mostra que a forma como representamos mentalmente o futuro altera nosso estado emocional e, portanto, nosso padrão de ação. Assim, quando conectamos Memória do Futuro e lei da atração, percebemos que ambas apontam para o mesmo princípio: aquilo que você ensaia mentalmente tende a se transformar em direção prática.

O que releva a neurociência

Durante muito tempo, acreditou-se que a memória funcionava como um arquivo estático, guardado em algum compartimento específico do cérebro. Entretanto, pesquisas em neurociência mostram que, cada vez que acessamos uma lembrança, na verdade, nós a recriamos. Em outras palavras, lembrar não é simplesmente recuperar; é reconstruir. E, sendo assim, o ato de recordar é também um ato criativo. Portanto, se recriar o passado já envolve imaginação, projetar o futuro é, inevitavelmente, um processo igualmente criativo. E aqui a lei da atração ganha um novo significado, mais estratégico e consciente.

A partir dessa compreensão, torna-se ainda mais fácil entender por que a visualização criativa exerce tanto impacto sobre nossas ações. Diversos estudos indicam que memória e imaginação ativam circuitos neurológicos semelhantes. Logo, quando você imagina intensamente uma situação, seu cérebro reage como se aquela experiência estivesse, de fato, acontecendo. Consequentemente, suas emoções se ajustam, seu corpo responde e suas decisões começam a se alinhar com aquela representação mental.

Pense, por exemplo, em um momento constrangedor do passado. Provavelmente, ao lembrar, seu corpo reage: o coração acelera, o rosto esquenta, a respiração muda. Da mesma forma, ao recordar uma situação de injustiça ou uma apresentação em que você travou, seu organismo responde com tensão e desconforto. Isso ocorre porque o cérebro não distingue com precisão absoluta uma experiência vivida de uma experiência intensamente imaginada. Portanto, se memórias negativas continuam influenciando seu comportamento no presente, nada impede que memórias futuras positivas façam o mesmo — exatamente como propõe, em essência, a lei da atração.

Memória do Futuro e Lei da Atração

Consequentemente, se essa dinâmica pode reforçar memórias dolorosas, ela também pode e deve ser utilizada para criar memórias futuras de sucesso. É exatamente aqui que o conceito de Memória do Futuro ganha força prática. Se você imagina, com riqueza de detalhes, uma conquista já realizada, seu cérebro começa a alinhar emoções, foco e comportamento na direção dessa “lembrança antecipada”. Assim, a lei da atração deixa de ser apenas uma ideia abstrata e passa a ser compreendida como um processo interno de alinhamento entre pensamento, emoção e ação.

A imaginação, portanto, não é um devaneio improdutivo. Ao contrário, funciona como um verdadeiro simulador de voo mental. Quanto mais você treina mentalmente o “pouso perfeito”, maiores são as chances de executá-lo com precisão na vida real. Dessa maneira, em vez de apenas desejar o futuro, você passa a ensaiá-lo internamente até que ele se torne mais provável externamente. E, nesse ponto, a lei da atração se manifesta não como mágica, mas como consequência de coerência comportamental.

E como aplicar esse princípio?

Mas, afinal, como aplicar esse princípio de forma prática e consistente?

Projeção de 5 Minutos

Primeiramente, podemos utilizar a chamada Projeção de 5 Minutos, que consiste em criar a pré-vitória antes de um desafio. Antes de uma apresentação, por exemplo, feche os olhos e imagine não apenas o discurso, mas, sobretudo, a sensação posterior de dever cumprido. Visualize-se sentindo leveza, satisfação e confiança após concluir com sucesso. Ao fazer isso, você oferece ao seu cérebro uma referência emocional positiva. Assim, quando o momento real chegar, ele buscará reproduzir o estado interno já ensaiado. Dessa forma, você ativa conscientemente o mecanismo que muitos associam à lei da atração: foco direcionado com emoção coerente.

Diário do Futuro

Em segundo lugar, há a técnica do Diário do Futuro. Nesse exercício, você escreve sobre suas metas como se já tivessem sido alcançadas. Em vez de registrar “quero correr uma maratona”, descreva a cena da linha de chegada como um fato consumado. Inclua detalhes sensoriais: o som da torcida, a sensação do suor, a presença das pessoas importantes. Ao agir dessa maneira, você fortalece a visualização criativa e cria evidências simbólicas que seu cérebro passa a considerar possíveis — e até familiares. Consequentemente, suas ações diárias tendem a se alinhar com essa narrativa futura, reforçando, na prática, o princípio da lei da atração.

Filtro da Crença

Além disso, é fundamental trabalhar o Filtro da Crença. Afinal, se a imaginação pode construir memórias futuras de sucesso, também pode criar cenários de fracasso. Pensamentos automáticos como “eu não consigo” ou “vou travar” funcionam como ruídos internos que sabotam o processo. Portanto, sempre que uma crença limitante surgir, questione: “Se eu já tivesse a memória de ter conseguido, como estaria pensando agora?”. Ao fazer essa pergunta, você interrompe o padrão negativo e redireciona sua energia mental. Gradualmente, essa prática modifica seu padrão emocional e comportamental, tornando a lei da atração um processo consciente de reprogramação interna.

Em síntese, o cérebro é uma máquina de criar realidades internas que influenciam diretamente as externas. Quando você alimenta imagens recorrentes de medo, ele se prepara para evitar riscos. Por outro lado, quando cultiva imagens vívidas de superação e conquista, ele se organiza para buscar essas experiências. Portanto, a lei da atração pode ser entendida como o reflexo externo de uma organização interna consistente.

A visualização criativa como estratégia

Por isso, a visualização criativa não deve ser vista como pensamento mágico, mas como estratégia cognitiva e emocional. Trata-se, acima de tudo, de treinar o cérebro para reconhecer o sucesso como algo familiar e alcançável. Assim, em vez de esperar passivamente por um futuro melhor, você começa a construí-lo a partir das representações mentais que escolhe fortalecer diariamente.

No final das contas, o futuro deixa de ser apenas expectativa e passa a ser memória antecipada. E, quanto mais consistente for essa memória, maior será a coerência entre o que você imagina, o que você sente e o que você faz. Logo, quando pensamento, emoção e ação caminham na mesma direção, aquilo que a lei da atração simboliza começa a se concretizar por meio de atitudes alinhadas.

A pergunta, então, não é se o seu cérebro criará memórias do futuro. Ele já faz isso o tempo todo. A verdadeira questão é: que tipo de memória e, consequentemente, que tipo de realidade você está escolhendo construir hoje?

Profissional antifrágil: Como crescer com críticas, crises e caos

O profissional antifrágil

Se você compreender profundamente o que será apresentado neste artigo, críticas, crises e instabilidades deixarão de ser fatores paralisantes e passarão a ser elementos de fortalecimento para você se tornar um profissional antifrágil. Afinal, a grande diferença entre quem quebra sob pressão e quem cresce por causa dela não está na intensidade do impacto, mas na estrutura emocional que sustenta cada pessoa.

Introdução

Em primeiro lugar, é preciso reconhecer algo desconfortável: muitas vezes, o que nos paralisa não é a crítica em si, mas a fragilidade emocional que ela revela. Uma observação direta em uma reunião, um feedback mais duro do que o esperado ou uma avaliação mal interpretada podem ser suficientes para gerar semanas de insegurança, autossabotagem e retração. No entanto, enquanto alguns profissionais se fecham e passam a evitar exposição, outros utilizam exatamente essa experiência como ponto de ajuste e crescimento.

Considere, por exemplo, aquele profissional tecnicamente brilhante, estudioso, competente e reconhecido. Até que, em determinado momento, recebe uma crítica objetiva — nada ofensiva, apenas direta. Ainda assim, algo se rompe internamente. Ele passa a duvidar de si, evita se posicionar e reduz sua presença. Meses depois, quem é promovido não é ele, mas alguém menos técnico, porém emocionalmente mais preparado para lidar com pressão e instabilidade. O mais preocupante é que essa diferença não aparece no currículo. Ela se manifesta quando o caos chega.

Nesse contexto, torna-se fundamental compreender que esperar estabilidade pode ser um dos maiores erros da carreira. Durante muito tempo, aprendemos a valorizar a resiliência, isto é, a capacidade de suportar o impacto e retornar ao estado original. Contudo, em um ambiente cada vez mais instável, apenas resistir já não é suficiente. Ou você cresce com o impacto ou alguém avançará enquanto você permanece no mesmo lugar. É aqui que entra o conceito de antifragilidade.

O filósofo e ensaísta Nassim Nicholas Taleb descreveu sistemas antifrágeis como aqueles que se beneficiam do estresse, do choque e da volatilidade. Em vez de apenas suportar a pressão, eles se fortalecem com ela. Portanto, ser antifrágil significa aprender com o erro, evoluir com a crítica e transformar incerteza em vantagem competitiva.

O Mundo VUCA e o Mundo BANI

Para compreender melhor esse cenário, é importante revisitar dois conceitos amplamente discutidos nas últimas décadas: o Mundo VUCA e o Mundo BANI.

Durante muitos anos, utilizamos o termo Mundo VUCA para descrever uma realidade volátil, incerta, complexa e ambígua. A sigla, derivada de Volatility, Uncertainty, Complexity e Ambiguity, surgiu no contexto militar e, posteriormente, foi incorporada ao universo corporativo e ao desenvolvimento humano. Nesse ambiente, adaptação e flexibilidade já eram competências essenciais.

Entretanto, o cenário evoluiu — e evoluiu rapidamente. Avanços tecnológicos acelerados, transformações sociais profundas e, sobretudo, os impactos globais da pandemia intensificaram a sensação de instabilidade. Surge, então, o conceito de Mundo BANI: Frágil (Brittle), Ansioso (Anxious), Não linear (Nonlinear) e Incompreensível (Incomprehensible). Nesse novo contexto, sistemas aparentemente sólidos colapsam com facilidade; a ansiedade se torna constante; causa e efeito deixam de ser previsíveis; e a sobrecarga de informações dificulta a tomada de decisão.

Se, no mundo VUCA, adaptar-se já era necessário, no mundo BANI adaptar-se é apenas o ponto de partida. Agora, desenvolver antifragilidade tornou-se condição de sobrevivência. Em outras palavras, fortalecer a saúde emocional, investir em aprendizado contínuo e aprender a lidar com a incerteza deixaram de ser diferenciais e passaram a ser exigências básicas para quem deseja se manter relevante.

Nesse sentido, emerge uma questão incômoda: o mundo não vai desacelerar. A pergunta não é se você enfrentará pressão, mas se está emocionalmente preparado para lucrar com ela.

O grande erro

O grande erro de muitos profissionais, entretanto, é esperar que a empresa, o gestor ou o mercado invistam em seu crescimento. Embora organizações possam oferecer oportunidades, a responsabilidade pelo desenvolvimento é individual. O mercado não resgata; ele seleciona. Portanto, assumir o protagonismo da própria evolução é o primeiro passo rumo à antifragilidade.

Isso implica investir deliberadamente em autodesenvolvimento. Significa identificar lacunas, aprimorar soft skills como inteligência emocional, comunicação efetiva, análise crítica e liderança adaptativa, além de buscar cursos, certificações e experiências que ampliem repertório. Quando você assume o controle do próprio crescimento, passa a depender menos das circunstâncias externas.

Além disso, há uma prática que diferencia profissionais antifrágeis dos demais: a busca ativa por feedback. Enquanto a maioria evita críticas por receio de desconforto, o antifrágil as procura estrategicamente. Feedback não é ataque; é informação. É a oportunidade de enxergar pontos cegos e ajustar comportamentos antes que se tornem obstáculos maiores.

No ambiente profissional, isso significa perguntar de forma específica: “O que eu poderia ter feito para tornar minha apresentação mais clara?” ou “Qual foi o ponto mais vulnerável da minha proposta?”. Na esfera pessoal, implica solicitar a alguém de confiança uma percepção honesta sobre como você reage sob pressão. Ainda que a dor inicial seja desconfortável, ela representa o preço do crescimento consciente.

Da mesma forma, crises inevitavelmente surgirão. Demissões, mudanças estratégicas, rupturas pessoais, planos que fracassam. A diferença, novamente, está na resposta. O frágil quebra; o resiliente resiste; o antifrágil se beneficia. Em vez de reagir com pânico ou vitimização, o profissional antifrágil pergunta: “O que posso aprender com isso?” e “Como posso sair dessa situação mais preparado do que entrei?”.

Crises revelam fragilidades, mas também expõem oportunidades ocultas. Elas forçam inovação, revisão de prioridades e expansão de competências. Portanto, embora o desconforto seja inevitável, o crescimento é opcional — e depende da postura adotada.

Conclusão

Em síntese, o mundo continuará mudando. Críticas continuarão acontecendo. Instabilidades não desaparecerão. Diante disso, a questão central permanece: você pretende apenas sobreviver ao próximo impacto ou escolherá crescer com ele?

Antifragilidade não é um dom inato, mas uma mentalidade construída por meio de consciência, responsabilidade e aprimoramento contínuo. E, em um cenário cada vez mais imprevisível, ela não é luxo, mas necessidade.

Não espere que o ambiente se torne estável para então evoluir. Aprenda a crescer exatamente na instabilidade.

Você não está atrasado! Você está no tempo certo!

Você está exatamente no seu tempo certo

Você já rolou o feed das redes sociais e sentiu aquele aperto no peito ao ver pessoas da sua idade comprando a casa dos sonhos, sendo promovidas ou viajando o mundo? Em muitos casos, essa comparação vem acompanhada de um pensamento silencioso, porém doloroso: “eu estou atrasado”. No entanto, apesar de essa sensação ser cada vez mais comum, existe uma verdade libertadora que precisa ser dita com clareza: você não está atrasado. Você está exatamente no seu tempo certo.

Desde muito cedo, somos condicionados a acreditar que existe um roteiro ideal para a vida. Primeiro a escola, depois a faculdade, em seguida o primeiro emprego, o casamento, os filhos, a aposentadoria. Essa linha do tempo supostamente perfeita é apresentada como regra, quando, na realidade, ela nunca existiu. Ainda assim, quando nossa trajetória não se encaixa nesse molde pré-fabricado, a comparação surge quase automaticamente. Como consequência, ela rouba nossa paz, enfraquece a autoestima e nos faz duvidar do nosso próprio valor, mesmo quando estamos avançando no nosso tempo certo.

A sua história é única

Entretanto, a verdade é que cada pessoa possui uma história única, marcada por desafios, aprendizados e ritmos completamente diferentes. Não existe um manual universal para a vida, tampouco um prazo padrão para conquistas importantes. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Além disso, aquilo que hoje parece atraso pode, na prática, ser exatamente o tempo necessário para amadurecer, aprender ou se preparar para algo maior e mais consistente no futuro. Em outras palavras, muitas vezes o tempo certo não é visível enquanto está sendo vivido.

No ambiente profissional, por exemplo, é comum observar colegas subindo rapidamente de cargo enquanto você sente que está parado. No entanto, ao olhar com mais profundidade, talvez você esteja desenvolvendo habilidades que ainda não aparecem no crachá, como inteligência emocional, visão estratégica ou liderança. Da mesma forma, você pode estar construindo uma base de conhecimento mais sólida, que permitirá um salto mais seguro e duradouro no momento certo. Ainda que o progresso não seja imediato, isso não significa atraso, mas sim respeito ao seu tempo certo de evolução.

Da mesma maneira, na vida pessoal, enquanto alguns amigos se casam e têm filhos, você pode estar solteiro, focado na carreira, em estudos ou em experiências como viagens e autodescoberta. Isso não representa falha nem atraso. Pelo contrário, trata-se de uma escolha legítima e coerente com a sua fase atual. Afinal, a felicidade não segue um cronograma fixo, nem possui prazo de validade. Cada pessoa floresce no seu tempo certo, ainda que isso desafie expectativas externas.

Reconheça seu próprio tempo certo

Portanto, o problema não está no seu tempo, mas sim na lente pela qual você o enxerga. Quando você se mede com uma régua que não foi feita para a sua realidade, a sensação de inadequação se torna inevitável. Ainda assim, a verdadeira motivação não nasce de estar “no prazo”, mas de compreender que o seu prazo é único e perfeitamente alinhado com a sua jornada. Reconhecer o próprio tempo certo é um ato de maturidade e autoconhecimento.

A partir disso, surge a pergunta inevitável: como parar de se comparar e começar a valorizar a própria caminhada? Em primeiro lugar, é fundamental reconhecer o próprio progresso. Em vez de direcionar o olhar para o que os outros conquistaram, volte a atenção para o que você já construiu. Pequenas conquistas diárias, quando reconhecidas, reprogramam o cérebro para perceber evolução contínua. Assim, pouco a pouco, você passa a enxergar que está avançando no seu tempo certo, ainda que de forma diferente do que imaginava.

Além disso, reduzir a comparação exige mais presença. As redes sociais, apesar de úteis, intensificam a sensação de atraso quando consumidas sem critério. Por isso, silenciar conteúdos que despertam inadequação e estabelecer limites claros de uso ajuda a devolver o foco para a própria vida. Quanto menos comparação, mais espaço você cria para viver com consciência, calma e alinhamento com o seu tempo certo.

Por fim, a autocompaixão se torna indispensável nesse processo. Sempre que a sensação de estar atrasado surgir, é importante lembrar que sua jornada é válida, legítima e suficiente. Reafirmar internamente que você está exatamente onde precisa estar fortalece a confiança no próprio caminho. A autocompaixão não é acomodação, mas sim a base emocional que permite crescer sem culpa e evoluir sem pressa.

Em conclusão, você não está atrasado. Você está no seu tempo certo. E quando você aprende a respeitar esse tempo, a vida deixa de ser uma corrida contra os outros e passa a ser um processo de florescimento consciente. Afinal, o seu tempo certo é, e sempre foi, o tempo perfeito para você.

Como vencer o medo do julgamento ao falar em público

Seu cérebro está mentindo!

Como vencer o medo do julgamento ao falar em público

Neste artigo, você vai conhecer o segredo para vencer o medo do julgamento ao falar em público.

Você já sentiu o coração acelerar, as mãos suarem e a voz quase desaparecer só de imaginar que teria que falar em uma reunião de trabalho ou fazer um simples brinde em família?
Se sim, provavelmente também sentiu aquela sensação incômoda de que todos os olhos estavam voltados para você, prontos para julgar cada palavra, cada gesto, cada erro.

No entanto — e aqui vem a parte libertadora — essa percepção não é totalmente real.

Na verdade, o seu cérebro está mentindo para você.

E ao longo deste artigo, você vai entender por que isso acontece, como a neurociência explica esse fenômeno e, principalmente, quais passos práticos podem ajudar você a desligar o botão do pânico e assumir o controle da sua comunicação.

Por que parece que todo mundo está te julgando?

Antes de tudo, é importante entender o que está acontecendo dentro da sua mente.

O que você sente ao falar em público tem nome: Efeito Holofote.

Em outras palavras, o seu cérebro cria a ilusão de que você está sob um holofote intenso, como se cada pessoa à sua frente estivesse analisando minuciosamente tudo o que você faz. Contudo, a neurociência mostra que essa sensação é profundamente distorcida.

Na prática, o seu cérebro superestima o quanto você está sendo observado. Ele aumenta artificialmente a percepção de exposição como uma forma de proteção. Afinal, para o cérebro primitivo, ser observado significava risco.

Porém, aqui está o ponto-chave:
as pessoas estão muito mais preocupadas com elas mesmas do que com você.

Enquanto você acha que todos perceberam aquele pequeno “branco” ou aquela palavra fora de lugar, a maioria está pensando nos próprios problemas, inseguranças, compromissos ou até no que vai fazer depois da reunião.

Assim, quando você entende que a atenção do outro é breve e superficial, o peso emocional começa a diminuir. Consequentemente, a vergonha perde força. E, pouco a pouco, o medo deixa de comandar suas ações.

Mas então surge a pergunta inevitável: como usar esse conhecimento para se libertar de vez?

A resposta está em cinco atitudes práticas que transformam sua comunicação de dentro para fora.

5 passos para vencer o medo do julgamento ao falar em público

1. Autoconhecimento: crie o mapa da sua comunicação

Antes de qualquer mudança, é fundamental olhar para dentro.

Primeiramente, observe como você se comunica em diferentes contextos. Quais situações despertam mais desconforto? Falar com líderes? Apresentar ideias em público? Já em quais momentos você se sente mais confiante?

Além disso, reconheça as emoções envolvidas em cada cenário. Medo, ansiedade, segurança ou entusiasmo trazem informações valiosas sobre você.

Quando você se conhece, passa a identificar com clareza o que precisa ser aprimorado e como lidar melhor com seus gatilhos emocionais.

Exercício prático:
Anote 3 situações de comunicação que geram medo e 3 que geram confiança.

2. Preparação: a blindagem contra o imprevisto

Em seguida, é essencial entender que grande parte do medo do julgamento nasce do desconhecido.

Por isso, preparar-se não é excesso de controle — é inteligência emocional. Estude o tema, organize um roteiro e antecipe possíveis perguntas. Ainda que o medo não desapareça completamente, a preparação oferece algo poderoso: segurança interna.

Além disso, quando você sabe o que está dizendo, o foco deixa de ser o julgamento externo e passa a ser a mensagem.

Exercício prático:
Para sua próxima apresentação, escreva 3 respostas possíveis para as perguntas mais difíceis que podem surgir.

3. Acalme-se: comande o seu corpo

Agora, vamos ao corpo.

Antes de falar em público, o organismo entra em estado de alerta. Entretanto, você pode ensinar ao seu cérebro que não há perigo real.

Respire profundamente: inspire por 4 segundos e expire por 6. Ajuste sua postura, beba água, organize seu material. Esses pequenos gestos enviam sinais claros de segurança para o sistema nervoso.

Como resultado, a adrenalina diminui. E, junto com ela, o nervosismo perde intensidade.

Exercício prático:
Use a respiração 4×6 por 1 minuto antes de entrar em cena.

4. Foco na mensagem: o público está ali pelo conteúdo

Nesse ponto, é fundamental mudar o foco.

Você não controla o que as pessoas pensam sobre você. Contudo, você controla a clareza e a intenção da sua mensagem.

Pergunte-se:
O que eu quero que as pessoas sintam? O que quero que elas façam depois de me ouvir?

Quando o propósito se torna maior do que o medo, o medo perde espaço. Afinal, falar deixa de ser sobre “ser julgado” e passa a ser sobre contribuir.

Exercício prático:
Defina, em uma frase, o objetivo da sua próxima comunicação.

5. Pensamento positivo: cultive estados de poder

Por fim, lembre-se de algo essencial: confiança não é um dom, é uma habilidade treinável.

Antes de falar, direcione sua mente para os benefícios daquela comunicação. Reforce pensamentos de capacidade, competência e valor.

Quando você muda o diálogo interno, sua postura externa acompanha.

Exercício prático:
Crie uma frase de poder (um mantra) para repetir antes de falar em público.

Conclusão: você não precisa lutar contra o medo

Em resumo, o medo do julgamento é uma construção do seu cérebro — não uma verdade absoluta.

Ao aplicar os cinco passos — autoconhecimento, preparação, acalmar o corpo, foco na mensagem e pensamento positivo — você deixa de brigar com o medo e passa a liderar a sua comunicação.

A partir de agora, falar em público não precisa mais ser uma ameaça. Pode ser uma ferramenta de crescimento, influência e transformação.

Agora queremos saber:
Qual desses cinco passos você vai aplicar primeiro para silenciar o medo do julgamento?

Se este conteúdo fez sentido para você, acompanhe nossos próximos artigos.
E se quiser aprofundar ainda mais suas habilidades, conheça o treinamento presencial Comunicação e Oratória com PNL.

https://elleventreinamentos.com.br/oratoria-com-pnl/ 

Não investir em comunicação no ambiente de trabalho sai caro!

Por que não investir em comunicação no ambiente de trabalho sai caro

E o que dizem as pesquisas

Em um mundo cada vez mais conectado e competitivo, saber se comunicar não é um diferencial… É uma competência fundamental. E não investir nessa em comunicação no ambiente de trabalho tem um custo real  tanto para indivíduos quanto para organizações.

Vamos ver o que dizem as pesquisas sobre o preço de ignorar a comunicação.

1. Falhas de comunicação custam bilhões

Uma das pesquisas mais impactantes sobre o tema mostra que a falta de comunicação eficaz pode custar até US$ 1,2 trilhão por ano às empresas nos Estados Unidos. Esse valor representa perdas com produtividade, retrabalho, turnover e até perda de clientes, tudo ligado a mensagens mal transmitidas ou mal interpretadas no ambiente de trabalho.

Essa mesma pesquisa mostra que líderes estimam que suas equipes perdem quase um dia inteiro de trabalho por semana apenas resolvendo problemas de comunicação — o que, em média, chega a US$ 12.500 por funcionário por ano em perdas de tempo e produtividade.

2. A comunicação é um gargalo para empresas grandes e pequenas

Segundo um estudo do Project Management Institute (PMI), 64% das maiores empresas do mundo enfrentam falhas significativas de comunicação em suas operações.

Isso significa que a maior parte das corporações ainda lida com problemas que impedem o fluxo de informações, causam ruídos e atrapalham decisões estratégicas.

3. Produtividade e clima organizacional sofrem

Pesquisas indicam que organizações com comunicação eficaz tendem a ter até 25% mais produtividade do que aquelas que não se comunicam bem.

Quando a comunicação falha, além de perdas de tempo e esforço duplicado, surgem problemas como:

  • retrabalho frequente

  • projetos atrasados ou falhados

  • falta de alinhamento de objetivos

  • queda de inovação

  • desmotivação entre equipes
    Esses efeitos impactam diretamente resultados, cultura e eficiência.

4. Impacto humano: estresse, insatisfação e turnover

A comunicação pobre não afeta apenas números. Ela afeta pessoas. Metade dos trabalhadores relatam aumento de estresse devido a informações incertas, e mais de um terço fala que a falta de comunicação piora sua satisfação no trabalho.

Quando a equipe não entende expectativas, objetivos ou prioridades, isso cria um clima de insegurança, baixa confiança e desengajamento. O que, por sua vez, aumenta as chances de turnover e reduz a retenção de talentos.

5. Projetos falham por falta de comunicação

Dados combinados de relatórios de gestão indicam que uma grande parte dos projetos que não alcançam seus objetivos tem na comunicação a causa principal. Em algumas estimativas do setor, aproximadamente 60% dos projetos mal sucedidos podem ser atribuídos a falhas na forma como as informações foram transmitidas ou interpretadas ao longo do ciclo do projeto.

Conclusão: o custo de não investir é maior do que parece

Enquanto muitos veem comunicação como simples troca de mensagens, as pesquisas mostram que ela é um pilar estratégico:

  • Negligenciar a comunicação significa perder produtividade.

  • Significa pagar mais para fazer duas vezes o mesmo trabalho.

  • Significa ter melhores profissionais deixando a empresa por falta de clareza.

  • Significa perder clientes por mensagens mal transmitidas.

E para você, indivíduo, isso se traduz em:

  • oportunidades que passam despercebidas

  • medo de se posicionar

  • dificuldades em liderar conversas complexas

  • relações profissionais e pessoais menos efetivas

Investir em comunicação não é um custo.
É uma proteção contra perdas e um alicerce para crescimento.

Garanta já sua vaga no treinamento presencial Comunicação e Oratória com PNL: https://elleventreinamentos.com.br/oratoria-com-pnl/

Falar bem em público: Os segredos da oratória em 5 passos

Os segredos da oratória

5 passos para falar bem em público com confiança, clareza e credibilidade

Falar bem em público é cada vez mais essencial. Leia o artigo até o fim e saiba mais sobre essa habilidade tão importante.

Você já viveu aquela situação em que tinha tudo para dizer, mas, na hora de falar, as palavras simplesmente não vieram?
Seja em uma reunião importante, em uma apresentação profissional ou até em uma conversa pessoal, a sensação é sempre a mesma: frustração, insegurança e a impressão de que você não conseguiu mostrar quem realmente é.

No entanto, ao contrário do que muitos acreditam, falar bem em público não é um dom reservado a poucos. Pelo contrário. A oratória é uma habilidade treinável. E quando desenvolvida, transforma completamente a forma como você se posiciona no mundo.

Neste artigo, você vai entender por que tantas pessoas travam ao falar e, principalmente, conhecer 5 passos fundamentais para desbloquear sua voz, construir credibilidade e se comunicar com mais impacto em qualquer situação.

O ciclo silencioso da frustração na comunicação

Antes de tudo, é importante compreender o problema.

Muitas pessoas entram em um ciclo silencioso e perigoso:
dificuldade para se expressar → frustração → mais insegurança → ainda mais dificuldade para falar.

No ambiente profissional, isso significa ver ideias sendo ignoradas ou apresentadas por outras pessoas.
Na vida pessoal, gera conflitos, mal-entendidos e distanciamento emocional.

Entretanto, a boa notícia é clara: esse ciclo pode ser quebrado. E o primeiro passo é entender que oratória não é talento inato, mas sim habilidade construída com método, consciência e prática.

A seguir, você conhecerá os pilares que sustentam uma comunicação segura, clara e confiável.

Passo 1: Conheça o seu público e a si mesmo

Antes de falar, é essencial parar e refletir: com quem você vai se comunicar?

Afinal, cada público exige uma linguagem diferente. O tom usado com amigos não é o mesmo usado com um cliente, uma equipe ou uma plateia. Além disso, exemplos, ritmo e vocabulário precisam ser ajustados ao contexto.

Ao mesmo tempo, conhecer a si mesmo é igualmente importante. Identificar seus padrões de comunicação, vícios de linguagem, ritmo de fala e gatilhos emocionais permite que você se prepare melhor e evite bloqueios.

Inclusive, compreender perfis comportamentais amplia sua capacidade de adaptação e conexão. Quanto mais você entende o outro e a si mesmo, mais eficaz se torna sua comunicação.

Passo 2: Seja direto — clareza vale mais do que palavras difíceis

Em seguida, vem um dos erros mais comuns na oratória: confundir complexidade com inteligência.

Na prática, acontece exatamente o oposto. Quanto mais clara é a mensagem, maior é o impacto. Pessoas que falam bem sabem exatamente qual é a ideia central e constroem toda a fala em torno dela.

Portanto, pergunte-se:

  • Qual é a mensagem principal?

  • Consigo resumir isso em uma frase?

  • O que realmente precisa ser dito agora?

Ser direto não significa ser superficial. Significa respeitar o tempo, a atenção e a capacidade de compreensão do público.

Passo 3: Seu corpo fala antes das palavras

Além do conteúdo, a comunicação acontece — e muito — no nível não verbal.

Postura, tom de voz, expressão facial e contato visual comunicam segurança (ou insegurança) antes mesmo da primeira palavra ser dita.

Uma postura mais aberta, um tom de voz firme e um olhar presente transmitem credibilidade imediatamente. Por outro lado, ombros curvados, voz baixa e olhar disperso passam insegurança, mesmo quando o conteúdo é bom.

Por isso, observar-se, gravar-se e treinar conscientemente faz toda a diferença. Pequenos ajustes corporais geram grandes transformações na forma como você é percebido.

Passo 4: Credibilidade nasce da preparação e da coerência

Outro ponto essencial é a credibilidade.

Ela não vem apenas do conhecimento técnico, mas da preparação aliada à coerência entre discurso e comportamento. Quanto mais você domina o assunto, mais segurança sente. E isso se reflete diretamente na sua fala.

Além disso, pessoas confiam em quem vive o que fala. A coerência entre palavras e atitudes fortalece a autoridade e torna a comunicação muito mais poderosa.

Em outras palavras: suas ações falam tão alto quanto sua voz.

Passo 5: Feedback é o caminho da evolução

Por fim, existe um passo que diferencia quem melhora pouco de quem evolui rapidamente: o feedback.

Pedir retorno, ouvir com abertura e ajustar a comunicação a partir disso acelera o aprendizado. Mesmo quando desconfortável, o feedback funciona como uma bússola, mostrando pontos cegos e oportunidades de crescimento.

Quem aprende a ouvir sem se defender transforma críticas em desenvolvimento. E isso é uma das maiores marcas de inteligência emocional e maturidade comunicacional.

Sua voz é uma ferramenta de transformação

Em resumo, falar bem em público não é sobre impressionar. Mas é sobre conectar, transmitir ideias com clareza e gerar confiança.

Clareza, presença e credibilidade são habilidades construídas passo a passo. E quando você desenvolve essas competências, não transforma apenas sua comunicação, mas também transforma sua carreira, seus relacionamentos e sua forma de se posicionar no mundo.

Quer desenvolver tudo isso na prática?

O treinamento presencial Comunicação e Oratória com PNL da Elleven foi criado exatamente para quem deseja ir além da teoria.

Durante o curso, você aprende a:

  • Falar com clareza, segurança e presença

  • Ressignificar o medo de falar em público

  • Desenvolver inteligência emocional aplicada à comunicação

  • Organizar ideias e se expressar com impacto

  • Receber feedbacks personalizados e práticos

Tudo isso em um ambiente acolhedor, dinâmico e estruturado para gerar transformação real.

Clique aqui e garanta sua vaga no treinamento Comunicação e Oratória com PNL da Elleven:
https://elleventreinamentos.com.br/oratoria-com-pnl

A sua voz importa.
E quando você aprende a usá-la com consciência, ela se torna uma das suas maiores forças.

Empatia: O poder de transformar seus relacionamentos

Empatia: o poder de compreender genuinamente o outro e transformar seus relacionamentos

Você já parou para refletir sobre o impacto que a empatia pode ter na sua vida? Mais do que um conceito abstrato, ela é uma habilidade essencial para construir relacionamentos mais saudáveis, resolver conflitos e se comunicar de forma mais eficaz, tanto no trabalho quanto na vida pessoal.

Em um mundo marcado por pressa, ruídos e julgamentos rápidos, essa habilidade surge como um diferencial humano poderoso. Ao longo deste artigo, você vai entender o que realmente é empatia, por que ela vai muito além de “sentir o que o outro sente” e, principalmente, como aplicá-la de forma prática no seu dia a dia.

Empatia: mais do que sentir, é compreender

Antes de tudo, é importante esclarecer um equívoco comum. Muitas pessoas confundem empatia com simpatia, pena ou simples cordialidade. No entanto, empatia não é sentir pelo outro, mas compreender o mundo a partir da perspectiva do outro.

Enquanto a simpatia se limita a uma reação emocional superficial, a empatia exige um movimento mais profundo: compreender emoções, pensamentos, valores, motivações e contextos, mesmo quando você não concorda com eles.

Em outras palavras, empatia é a capacidade de enxergar pelos olhos do outro, ouvir com abertura genuína e reconhecer experiências sem julgamento. Por isso, ela se torna a base da conexão humana autêntica.

Imagine a empatia como uma ponte. Uma ponte que liga dois mundos diferentes e permite que as pessoas se encontrem em um espaço comum de entendimento. É essa ponte que torna possível o diálogo, o respeito e a confiança.

Por que a empatia é tão importante no trabalho e na vida pessoal

À medida que avançamos para ambientes cada vez mais complexos, a empatia deixa de ser apenas uma virtude pessoal e passa a ser uma competência estratégica.

No ambiente profissional, a empatia está diretamente ligada a:

  • Liderança mais eficaz e humana

  • Colaboração e trabalho em equipe mais produtivos

  • Comunicação clara e menos conflituosa

  • Negociações mais inteligentes e duradouras

  • Ambientes de trabalho mais saudáveis

Já na vida pessoal, a empatia fortalece vínculos, aprofunda relações familiares e amorosas e ajuda a lidar melhor com diferenças, frustrações e conflitos cotidianos.

Portanto, quanto mais empatia você desenvolve, mais capacidade tem de navegar pelas complexidades das relações humanas com equilíbrio, maturidade e consciência.

Empatia no dia a dia: pequenas ações, grandes impactos

Embora muitos pensem que empatia é algo intuitivo ou reservado a poucas pessoas, a verdade é que ela pode — e deve — ser praticada diariamente. Pequenas atitudes fazem uma grande diferença.

Pratique a escuta ativa

Em primeiro lugar, ouvir de verdade é essencial. Isso significa não apenas escutar palavras, mas prestar atenção ao tom de voz, à linguagem corporal e às emoções envolvidas. Além disso, evite interromper e formular respostas enquanto o outro fala.

Frases como “entendo o que você está dizendo” ou “imagino como isso deve ter sido difícil” ajudam a validar a experiência do outro e fortalecem a conexão.

Observe a linguagem não verbal

Frequentemente, emoções são expressas sem palavras. Por isso, observar gestos, expressões faciais e postura corporal amplia a compreensão e evita interpretações equivocadas.

Suspenda o julgamento

Outro ponto fundamental é reconhecer que cada pessoa carrega sua própria história, desafios e referências. Ao suspender julgamentos automáticos, você abre espaço para compreender, em vez de reagir.

Busque novas perspectivas

Além disso, ampliar repertório é um exercício poderoso de empatia. Ler, assistir a conteúdos diversos e conversar com pessoas de diferentes contextos ajuda a enxergar o mundo com mais profundidade e menos rigidez.

Pergunte com curiosidade, não com acusação

Perguntas como “o que te levou a pensar assim?” ou “por qual motivo isso foi importante para você?” criam diálogos construtivos e revelam motivações ocultas. A curiosidade empática abre portas que a crítica fecha.

Reconheça e valide emoções

Por fim, validar emoções não significa concordar com comportamentos, mas reconhecer sentimentos. Frases como “percebo que isso te afetou” criam segurança emocional e fortalecem relações.

Empatia na comunicação: construindo pontes, não muros

A comunicação é o alicerce de qualquer relacionamento. No entanto, sem empatia, ela se torna rígida, defensiva e ineficaz. Quando a empatia está presente, a mensagem não apenas é transmitida, mas realmente compreendida.

No ambiente profissional

  • Liderança empática: líderes empáticos entendem pessoas antes de cobrar resultados

  • Resolução de conflitos: compreender todas as partes abre espaço para soluções colaborativas

  • Negociação: entender motivações gera acordos mais sustentáveis

  • Feedback construtivo: reconhecer esforço antes de apontar melhorias reduz resistência

Na vida pessoal

  • Relacionamentos familiares e amorosos: empatia aprofunda intimidade e confiança

  • Amizades: ouvir sem julgar fortalece laços

  • Comunicação Não Violenta (CNV): ferramenta essencial para expressar necessidades com respeito e ouvir com abertura

Em todos esses contextos, a empatia transforma conversas difíceis em oportunidades de conexão.

O legado

Mais do que uma habilidade, a empatia é uma escolha diária. Uma escolha por compreender antes de reagir, por ouvir antes de julgar e por se conectar antes de se afastar.

Ao cultivar empatia, você não apenas melhora seus relacionamentos e sua comunicação, mas também contribui para ambientes mais humanos, conscientes e colaborativos. Além disso, ao tentar compreender o outro, você também amplia o autoconhecimento e desenvolve maturidade emocional.

Em resumo, a empatia começa com curiosidade genuína e se concretiza na ação. É um caminho contínuo de aprendizado, presença e transformação.

Agora, reflita: qual pequena atitude você pode adotar hoje para praticar mais empatia no seu dia a dia?

Futuro do Trabalho: As 5 soft skills mais importantes para 2026 (e como desenvolvê-las)

Conheça as 5 soft skills mais importantes para 2026 que vão fazer de você um profissional indispensável e saiba como desenvolvê-las.

Será que você corre o risco de ser substituído no trabalho?
E não por alguém mais jovem, mas por um algoritmo.

A Inteligência Artificial está redesenhando o mercado de trabalho em uma velocidade sem precedentes. Paradoxalmente, quanto mais a tecnologia evolui, mais cresce a demanda por algo que nenhuma máquina consegue replicar: as habilidades humanas.

Diante desse cenário, surge uma pergunta essencial:
Se a IA fizer 80% do trabalho operacional, o que você fará com os 20% que restam?

Neste artigo, você vai entender quais são as 5 soft skills mais importantes para 2026, segundo o Fórum Econômico Mundial e pesquisas globais recentes, e, principalmente, como desenvolvê-las na prática para se manter relevante, valorizado e indispensável.

A era da indispensabilidade humana

Durante muito tempo, acreditou-se que o segredo do sucesso profissional estava nas hard skills: certificações, domínio técnico e conhecimento especializado. No entanto, esse jogo mudou.

Atualmente, estudos sobre a adoção da IA mostram que ela não elimina pessoas — ela eleva o nível de exigência. A tecnologia assume tarefas repetitivas, previsíveis e operacionais. Em contrapartida, o que sobra para o ser humano é justamente o que exige pensamento, sensibilidade, julgamento e interação social.

Segundo o relatório The Future of Jobs 2025, do World Economic Forum, as soft skills que mais crescem em demanda são aquelas ligadas à cognição avançada, criatividade e relações humanas — não apenas às competências técnicas.

Em outras palavras, a IA pode ser o motor.
Mas você continua sendo o piloto, o estrategista e quem decide a rota.

Assim, o futuro do trabalho não é sobre o que você sabe, mas sobre como você pensa, decide, se comunica e resolve problemas.

É exatamente aqui que entram as 5 soft skills mais importantes para 2026.

As 5 soft skills mais importantes para 2026

1. Pensamento Analítico, Inovação e Resolução de Problemas Complexos

Essas três competências caminham juntas e figuram entre as mais valorizadas para o futuro do trabalho.

Afinal, em um mundo onde todos têm acesso às mesmas ferramentas e dados, o diferencial está em quem consegue:

  • Analisar profundamente informações,

  • Conectar pontos invisíveis,

  • Criar soluções inteligentes para problemas complexos.

Enquanto a IA gera relatórios e previsões, só o ser humano é capaz de compreender:

  • O que realmente importa nos dados,

  • As causas ocultas por trás de comportamentos e tendências,

  • Os impactos emocionais, culturais e estratégicos de cada decisão.

Dica prática:
Antes de buscar respostas, faça perguntas melhores:

  • O que todo mundo está vendo, mas ninguém está questionando?

  • Quais fatores invisíveis estão influenciando esse problema?

Como desenvolver essa soft skill:

  • Questione o óbvio diariamente;

  • Use ferramentas simples de análise (5 Porquês, mapas mentais);

  • Combine ideias de áreas diferentes;

  • Leia fora da sua zona de conforto;

  • Converse com pessoas que pensam diferente;

  • Crie um banco de ideias, mesmo as aparentemente “estranhas”.

2. Aprendizagem Ativa e Estratégias de Aprender a Aprender

Saber aprender rápido se tornou uma vantagem competitiva. Mas saber como você aprende melhor é ainda mais poderoso.

O ritmo de mudanças não vai diminuir. Portanto, quem depende apenas do que já sabe fica obsoleto rapidamente.

Profissionais com aprendizagem ativa não esperam treinamentos prontos. Eles testam, praticam, ajustam e aprendem em movimento.

Dica prática:
Troque a pergunta “O que eu quero aprender?” por “Como eu aprendo melhor?”

Como desenvolver essa soft skill:

  • Teste diferentes formatos (vídeos, leitura, cursos, mapas mentais);

  • Faça revisões semanais;

  • Aplique o que aprendeu em até 48 horas;

  • Use a técnica Feynman: explique em voz alta o que aprendeu.

3. Pensamento Crítico e Capacidade de Análise

Na era da informação em excesso e também da desinformação pensamento crítico virou um ativo valioso.

Essa habilidade permite separar:

  • Fato de opinião,

  • Emoção de evidência,

  • Urgência de importância.

No trabalho, isso evita decisões impulsivas. Na vida, protege você de modismos, pressões externas e ruídos.

Dica prática:
Antes de aceitar uma informação, pergunte:
Qual é a fonte?
Qual é a intenção por trás disso?

Como desenvolver essa soft skill:

  • Busque o ponto de vista oposto antes de concordar;

  • Questione se algo é fato ou interpretação;

  • Evite conclusões rápidas quando estiver emocionalmente envolvido;

  • Leia conteúdos que desafiem sua visão de mundo.

4. Criatividade, Originalidade e Iniciativa

Criatividade não é dom, mas sim treino.
Originalidade não é inventar algo do zero, mas ver o que já existe sob uma nova lente.
E iniciativa é o que transforma ideias em resultados.

No trabalho, essas competências diferenciam quem apenas executa de quem cria soluções.
Na vida, permitem reinvenção, adaptação e inteligência emocional diante dos desafios.

Dica prática:
Todos os dias, faça algo simples de um jeito diferente.

Como desenvolver essa soft skill:

  • Amplie repertório cultural e humano;

  • Reserve tempo para ócio criativo;

  • Transforme problemas em “E se…?”;

  • Separe criação de julgamento;

  • Execute pequenas ideias semanalmente.

5. Liderança e Influência Social

Liderar não é mandar, mas sim inspirar, influenciar, conectar e conduzir pessoas com clareza e empatia.

A IA organiza dados, mas não:

  • Inspira,

  • Cria confiança,

  • Media conflitos,

  • Conduz conversas difíceis.

Essas são competências exclusivamente humanas.

Dica prática:
Use a tríade da comunicação consciente:

  • Eu observo

  • Eu sinto

  • Eu proponho

Como desenvolver essa soft skill:

  • Pratique escuta ativa;

  • Desenvolva autoconsciência emocional;

  • Exercite empatia;

  • Aprenda comunicação assertiva;

  • Busque feedback com frequência;

  • Participe de projetos colaborativos;

  • Estude comunicação persuasiva.

Conclusão: Desenvolva as soft skills mais importantes para 2026

A automação é inevitável; porém, a substituição é opcional!

O futuro do trabalho não é sobre competir com máquinas, mas sim sobre superar a sua própria versão de ontem.

Se você entendeu que sua indispensabilidade não está apenas no currículo, mas na sua capacidade humana de pensar, sentir, se adaptar e liderar, o próximo passo é claro: desenvolver essas competências de forma consciente e prática.

A Elleven Treinamentos é especialista no desenvolvimento de habilidades humanas que nenhuma IA consegue substituir. Se você deseja aplicar neurociência, comunicação e liderança adaptativa na sua vida ou na sua equipe, conheça nossos treinamentos. Acesse: https://elleventreinamentos.com.br/

Então, reflita: Qual dessas soft skills você vai começar a desenvolver hoje?

Compartilhe este artigo com quem ainda teme a IA e precisa entender que o futuro pertence a quem desenvolve o que é essencialmente humano.

Antes e depois dos 40 anos: A virada da individuação segundo Carl Jung

Por volta dos 40 anos, o que antes trazia satisfação perde o brilho. A aprovação externa já não preenche. As conquistas materiais parecem insuficientes. O que muitos chamam de “crise”, Jung via como um chamado. Esse chamado é o início do processo de individuação. 

A vida começa quando você se descobre: a visão de Carl Jung

Há um momento na vida em que algo muda silenciosamente. Não é o rosto que se transforma no espelho, mas o olhar. As conquistas continuam ali — carreira, família, reconhecimento — porém, junto delas surge uma pergunta incômoda: “É só isso?”. Essa sensação de estranhamento interior é mais comum do que se imagina e, segundo Carl Jung, não é um problema, mas um sinal.

Jung, um dos maiores pensadores da psicologia profunda, afirmou algo tão provocador quanto libertador: “A vida começa quando você se encontra.” Essa frase sugere que tudo o que vivemos até certo ponto pode ter sido apenas preparação. E, para muitas pessoas, esse despertar acontece justamente após os 40 anos.

Mas o que isso realmente significa? E por que esse período da vida costuma ser tão desafiador — e, ao mesmo tempo, tão transformador?

A primeira metade da vida: construindo o palco

De acordo com Jung, a primeira metade da vida é dedicada à construção do “palco” da existência. É o tempo em que aprendemos a nos adaptar ao mundo, assumir papéis e atender às expectativas externas. Buscamos estabilidade, reconhecimento e pertencimento. Desenvolvemos a chamada persona, a máscara social que nos permite funcionar em sociedade.

Nesse período, tudo parece fazer sentido. Estudamos, trabalhamos, conquistamos posições, formamos família. No entanto, mesmo quando atingimos aquilo que era esperado, algo pode permanecer vazio. Ainda que a vida esteja “dando certo” por fora, por dentro surge a sensação de desconexão.

O problema não está nas máscaras em si. Elas são necessárias. O risco surge quando nos confundimos com elas. Quando acreditamos que somos apenas o cargo, o papel social ou a imagem que projetamos. Aos poucos, a essência vai ficando sufocada, esquecida em algum lugar profundo da alma.

O desconforto como chamado da alma

Por volta dos 40 anos, esse equilíbrio começa a se romper. O que antes trazia satisfação perde o brilho. A aprovação externa já não preenche. As conquistas materiais parecem insuficientes. É nesse momento que muitos chamam de “crise”, mas Jung via como um chamado.

Esse chamado é o início do processo de individuação. Em vez de continuar olhando apenas para fora, a vida convida a olhar para dentro. Para alguns, esse convite vem na forma de tédio profissional. Para outros, surge como uma inquietação existencial difícil de nomear. Há quem sinta um vazio inexplicável e quem se veja questionando escolhas feitas há décadas.

Apesar do desconforto, esse momento não é sinal de fracasso. Pelo contrário, é um convite à autenticidade. A alma começa a pedir espaço, verdade e coerência. E, embora assuste, esse processo abre a porta para uma vida mais alinhada com quem se é de verdade.

Individuação: a jornada do herói interior

Jung descreveu a individuação como uma jornada profunda e transformadora. Trata-se de integrar todas as partes da psique: luzes e sombras, forças e fragilidades. Nesse caminho, é preciso revisitar histórias, questionar crenças antigas e, muitas vezes, fazer o luto do “eu” que já não faz mais sentido.

Diferente das jornadas externas da juventude, essa é uma travessia interna. O herói não enfrenta monstros externos, mas seus próprios medos, condicionamentos e expectativas herdadas. A grande pergunta deixa de ser “O que esperam de mim?” e passa a ser “O que a minha alma deseja viver?”.

Embora seja um processo exigente, ele é profundamente libertador. Aos poucos, surge uma sensação de inteireza. A vida deixa de ser apenas uma sequência de obrigações e passa a ganhar propósito. Não se trata de abandonar tudo, mas de ressignificar escolhas e viver de forma mais consciente.

A maturidade como início, não como fim

Ao contrário da ideia de que a vida perde sentido com o passar do tempo, Jung propôs o oposto. Para ele, a maturidade é o solo fértil onde a verdadeira vida pode florescer. É quando deixamos de viver apenas para corresponder e começamos a viver para ser.

Nesse estágio, muitas pessoas descobrem novos interesses, talentos adormecidos e uma forma mais serena de existir. Relações se tornam mais profundas. O tempo passa a ser vivido com mais presença. A sensação de urgência dá lugar ao significado.

Portanto, a frase “a vida começa quando você se encontra” não é apenas poética. Ela é um convite corajoso para iniciar a jornada mais importante de todas: o reencontro consigo mesmo.

Um convite à sua própria jornada

Se você sente que algo mudou por dentro, talvez não seja uma crise, mas um chamado. Um chamado para se escutar com mais honestidade, rever caminhos e construir uma vida que faça sentido para você — não para os outros.

A individuação não é um destino fixo, mas um processo contínuo. E cada passo dado nessa direção traz mais clareza, liberdade e autenticidade.

E você? Já sentiu esse chamado interior? Acredita que a vida pode ganhar novos significados após os 40? Sua reflexão pode ser exatamente o que alguém precisa para começar a própria jornada de descoberta.

Vulnerabilidade: A autenticidade e a coragem de ser imperfeito que transformam sua vida

A vulnerabilidade não é fraqueza, mas sim o que te leva à autenticidade.

Você já se sentiu exposto, como se cada erro ou falha fosse um holofote apontado para você? Em um mundo que cobra perfeição o tempo todo — no trabalho, na família e nas redes sociais — ser humano parece quase um risco. No entanto, e se a sua maior força não estivesse em esconder suas imperfeições, mas exatamente em reconhecê-las e aceitá-las?

Ao contrário do que muitos acreditam, a vulnerabilidade não é fraqueza. Pelo contrário, ela é um caminho direto para a autenticidade, para conexões mais profundas e para uma vida mais coerente com quem você realmente é. E é justamente essa coragem de ser imperfeito que pode transformar sua forma de viver, se relacionar e trabalhar.

A armadura da perfeição

Desde muito cedo, aprendemos a construir uma imagem impecável. No ambiente corporativo, demonstrar dúvidas costuma ser interpretado como insegurança. Em casa, tentamos ser pais, parceiros e filhos irrepreensíveis. Assim, pouco a pouco, vestimos uma armadura pesada, feita de expectativas externas e cobranças internas.

No entanto, manter essa armadura tem um custo alto. Para sustentar a aparência de controle e perfeição, escondemos medos, inseguranças e fragilidades. Fingimos ter todas as respostas, mesmo quando estamos confusos ou sobrecarregados. Com o tempo, isso gera exaustão, ansiedade constante e uma sensação profunda de isolamento.

Além disso, a busca incessante pela perfeição nos afasta da autenticidade. Afinal, quanto mais tentamos parecer algo que não somos, mais nos desconectamos de quem realmente somos. A perfeição, nesse sentido, não passa de uma ilusão que nos impede de criar vínculos verdadeiros e de viver com mais leveza.

Vulnerabilidade não é fraqueza, é coragem

Felizmente, existe um caminho para sair dessa armadura. Esse caminho não exige perfeição, mas coragem. Coragem para ser vulnerável. Ser vulnerável significa se permitir ser visto como você é, com acertos e erros, forças e limitações.

Quando você aceita a vulnerabilidade, algo muda profundamente. Você deixa de gastar energia tentando sustentar uma imagem irreal e passa a investir em relações mais honestas, em decisões mais alinhadas e em uma vida mais autêntica. A seguir, veja cinco atitudes práticas que ajudam a usar a vulnerabilidade a seu favor.

1. Admita erros, mesmo os pequenos

Antes de tudo, admitir um erro não diminui sua credibilidade. Pelo contrário, aumenta a confiança que as pessoas têm em você. No trabalho, reconhecer um equívoco e mostrar o aprendizado gerado por ele abre espaço para soluções mais rápidas e para um ambiente mais colaborativo. Em casa, pedir desculpas fortalece vínculos e ensina maturidade emocional.

Além disso, assumir erros tira um peso invisível das costas. A verdade, mesmo quando desconfortável, cria alívio e aproxima as pessoas.

2. Peça ajuda quando necessário

A cultura do “eu dou conta de tudo sozinho” pode parecer admirável, mas costuma ser insustentável. Pedir ajuda é um sinal de inteligência emocional e humildade. No trabalho, buscar orientação acelera aprendizados. Na vida pessoal, dividir responsabilidades reduz a sobrecarga e fortalece relações.

Ao pedir ajuda, você não apenas se alivia, como também permite que o outro se sinta útil e valorizado. Dessa forma, a colaboração se torna uma via de mão dupla.

3. Compartilhe dificuldades e aprendizados

Quando você compartilha uma dificuldade ou um aprendizado recente, cria pontes de conexão. Histórias reais geram identificação, empatia e confiança. Em ambientes profissionais, isso humaniza lideranças. Em relações pessoais, aprofunda vínculos.

Além disso, ao dividir sua jornada, você dá permissão para que outras pessoas também se abram. Assim, a vulnerabilidade deixa de ser solitária e se transforma em um espaço seguro de troca.

4. Reconheça e celebre pequenas vitórias

Nem toda conquista precisa ser grandiosa para ser valorizada. Celebrar pequenos avanços reforça a autoconfiança e a motivação. No trabalho, reconhecer esforços — mesmo antes da perfeição — fortalece o engajamento. Em casa, valorizar gestos simples constrói um ambiente mais positivo.

Com o tempo, essa prática ajuda a quebrar a lógica de que só o resultado final importa. Afinal, o progresso acontece passo a passo.

5. Estabeleça limites e aprenda a dizer não

A vulnerabilidade também envolve dizer não ao que não te serve. Aceitar tudo, por medo de desagradar, é uma forma silenciosa de se abandonar. Estabelecer limites é um ato de autorrespeito e coragem.

Quando você diz não ao excesso, diz sim à sua saúde mental, à sua energia e à sua integridade. Isso fortalece sua relação consigo mesmo e, consequentemente, com os outros.

A recompensa da autenticidade

À medida que você pratica a vulnerabilidade, a armadura da perfeição começa a se dissolver. No lugar dela, surge uma força mais sólida e sustentável: a autenticidade. Você passa a direcionar sua energia para conexões reais, decisões mais conscientes e uma vida alinhada com seus valores.

No trabalho, ambientes que acolhem a vulnerabilidade tendem a ser mais inovadores, resilientes e produtivos. As pessoas se sentem seguras para compartilhar ideias, admitir erros e aprender juntas. Na vida pessoal, a vulnerabilidade aprofunda laços, promove empatia e cria espaços de aceitação genuína.

Vale lembrar que ser vulnerável não significa se expor indiscriminadamente ou desabafar sem critério. Trata-se de escolher as pessoas certas, os momentos certos e agir com intenção. É optar pela conexão em vez da perfeição.

No fim das contas, suas imperfeições não te diminuem. Elas te humanizam, te aproximam das pessoas e te tornam, paradoxalmente, mais forte. A coragem de ser imperfeito pode, sim, transformar sua vida.

Produtividade sustentável: Como ser produtivo sem esgotamento

Você já se sentiu preso em uma roda-gigante da produtividade? Aquela sensação constante de que, não importa o quanto você faça, nunca é suficiente. O relógio corre, as tarefas se acumulam e a pressão não dá trégua.

Vivemos em uma era em que estar ocupado virou sinônimo de valor. Mas essa corrida permanente tem um custo alto, e muitas pessoas só percebem isso quando já estão à beira do esgotamento físico e mental.

O preço oculto da produtividade a qualquer custo

A cultura da pressa nos empurra para uma lógica perigosa. Ser multitarefa, estar sempre disponível, responder tudo imediatamente e dar conta de tudo ao mesmo tempo passou a ser visto como virtude. No trabalho, a pressão por resultados é constante. Em casa, tentamos equilibrar família, estudos, vida social, autocuidado e lazer. Criamos a imagem de pessoas altamente produtivas, mas por dentro estamos cansados, mentalmente drenados e emocionalmente exaustos.

Essa mentalidade gera o que chamamos de produtividade tóxica. Confundimos produtividade com ocupação permanente. O resultado é menos foco, menos criatividade, mais ansiedade e um risco real de burnout.

Produtividade sustentável: um novo caminho

Produtividade sustentável é a capacidade de alcançar resultados consistentes sem sacrificar saúde, energia e bem-estar. Não se trata de fazer mais, mas sim de fazer melhor, com intenção, limites e estratégia. É possível produzir com clareza, foco e equilíbrio quando se muda a forma de trabalhar.

O poder do bloco de foco

Um dos maiores inimigos da produtividade é a fragmentação da atenção. Blocos de foco consistem em reservar períodos de 60 a 90 minutos para trabalhar em uma única tarefa, sem interrupções. Isso significa desligar notificações, fechar abas desnecessárias e reduzir interferências externas.

Uma excelente aliada é a Técnica Pomodoro, que divide o trabalho em ciclos de 25 minutos de foco total seguidos de 5 minutos de pausa. Após quatro ciclos, faz-se uma pausa maior, entre 15 e 30 minutos.

Essa técnica funciona porque o cérebro responde melhor a limites claros. Períodos curtos de concentração reduzem a fadiga mental, aumentam a sensação de progresso e estimulam a motivação.

Micro-pausas e movimento como aliados

Trabalhar sem parar não aumenta a produtividade, apenas acelera o cansaço. A cada 25 a 50 minutos, levantar-se, alongar-se, beber água ou simplesmente olhar para longe da tela ajuda a restaurar a energia mental.

Essas micro-pausas não são perda de tempo. São investimentos na clareza, na prevenção da fadiga e na capacidade de manter o foco ao longo do dia.

A regra do 80/20 para priorizar o essencial

O Princípio de Pareto mostra que 20 por cento das ações geram 80 por cento dos resultados. Nem todas as tarefas têm o mesmo impacto. Algumas poucas realmente fazem a diferença.

Aplicar essa lógica significa identificar quais atividades movem o ponteiro e direcionar energia para elas. Produtividade não é fazer tudo, mas é fazer o que importa. Menos esforço disperso, mais resultado consciente.

Desconexão digital intencional

Notificações constantes roubam tempo, foco e tranquilidade. Estabelecer horários específicos para checar e-mails e redes sociais, manter o celular longe durante refeições e evitar telas antes de dormir são atitudes simples que fazem grande diferença.

Estar sempre conectado não é o mesmo que estar produtivo. Muitas vezes, é apenas estar permanentemente distraído.

Sono como ferramenta de alta performance

Dormir bem não é luxo, mas sim estratégia. Isso porque, é durante o sono que o cérebro se recupera, consolida aprendizados, regula emoções e restaura a energia mental. Ignorar o descanso é como tentar dirigir um carro com o tanque vazio.

Criar uma rotina de desaceleração antes de dormir e tratar o sono como prioridade é fundamental para uma produtividade saudável e sustentável.

Os resultados da produtividade sustentável

Quando você adota uma abordagem sustentável, algo muda profundamente. A luta constante contra o tempo dá lugar a uma relação mais inteligente com ele. A ansiedade diminui, a clareza aumenta e a exaustão é substituída por energia renovada.

Além disso, no trabalho, surgem decisões mais estratégicas, maior qualidade nas entregas e resultados consistentes. Na vida pessoal, aparecem mais presença, relacionamentos mais fortes e espaço para o que realmente importa.

Uma reflexão final

Produtividade não é sobre quantidade, mas sim sobre impacto. Não é sobre trabalhar mais duro, mas de forma mais consciente. Sua maior ferramenta de produtividade não é uma agenda, um aplicativo ou um método, mas sim você.

Portanto, cuidar da sua energia, da sua saúde mental e dos seus limites é o que torna qualquer estratégia realmente eficaz. A produtividade sustentável não apenas melhora resultados, ela transforma a forma como você trabalha e vive.

Se você quer se aprofundar em técnicas práticas e equilibradas, conheça os cursos da Elleven Academy / 11Flix, incluindo o curso Gestão do Tempo, com estratégias eficazes, aplicáveis e sustentáveis para transformar sua rotina.

A jornada para uma produtividade saudável começa agora.

Dependência digital: A tecnologia está destruindo seu cérebro.

Dependência digital

Demência digital precoce: O excesso de estímulos está remodelando seu cérebro, mas você pode recuperar o controle

Dependência digital… Este termo é cada vez mais comum hoje em dia. Mas você sabe realmente o que isso significa?

Você já sentiu como se sua mente estivesse em um carrossel sem fim, pulando de vídeo em vídeo, inundada por notificações, respostas instantâneas e estímulos que exigem sua atenção a cada segundo?
É como viver em um verdadeiro cassino digital, onde cada clique é uma aposta e o prêmio é a sua própria atenção.

Parece inofensivo, apenas “o mundo moderno”. Mas e se essa avalanche de estímulos estivesse silenciosamente remodelando o seu cérebro? E se essa conveniência tivesse um preço alto, um preço que você paga com sua capacidade de focar, planejar e construir o futuro que deseja?

Neste artigo, vamos explorar como a dependência digital causa o fenômeno que especialistas estão chamando de Demência Digital Precoce — não uma doença clínica, mas um estado crescente de declínio cognitivo causado pelo uso excessivo de tecnologia.

E, no final, você verá como é possível enfrentar a dependência digital para resgatar o controle da sua mente em um mundo projetado para sequestrar sua atenção.

O que é Demência Digital?

O termo foi criado pelo neurocientista Manfred Spitzer para descrever os efeitos negativos do uso excessivo de dispositivos digitais na função cognitiva.

Segundo Spitzer, quando delegamos às telas tarefas como lembrar, decidir, pensar e até imaginar, nosso cérebro reduz seus próprios esforços. Isso leva a sintomas semelhantes aos primeiros sinais de demência, como:

  • dificuldade de concentração

  • lapsos de memória

  • redução da capacidade de raciocínio profundo

  • impulsividade

  • dificuldade de tomar decisões complexas

E isso está acontecendo cada vez mais cedo — em jovens, adultos e crianças.

O que as pesquisas sobre dependência digital mostram?

Pesquisas recentes, amplamente divulgadas pela Deutsche Welle revelam que o uso excessivo de dispositivos digitais está associado à redução do volume de massa cinzenta, parte do cérebro responsável por:

  • tomada de decisão

  • controle de impulsos

  • motivação

  • processamento de recompensas

Essa redução é semelhante ao que ocorre em quadros de demência e dependência.

O Correio Braziliense reforça que estudos apontam alterações neurobiológicas graves em pessoas que abusam de tecnologia, chegando a descrever que o cérebro “apodrece” diante do excesso de estímulos — uma metáfora forte, mas respaldada cientificamente.

O Estado de Minas também aponta evidências de atrofia cerebral causada pelo uso prolongado de telas, especialmente em áreas ligadas ao foco e à memória.

E o alerta é ainda maior para crianças e adolescentes, pois o cérebro em desenvolvimento sofre com impacto potencialmente irreversível.

O córtex pré-frontal

O córtex pré-frontal é o “estrategista” do nosso cérebro. Ele cuida de:

  • planejamento

  • autocontrole

  • pensamento a longo prazo

  • foco profundo

  • disciplina

  • tomada de decisões complexas

É o que nos torna humanos, capazes de sonhar, criar, planejar e realizar.

Mas a pesquisa mostra algo alarmante:

O excesso de estímulos rápidos reduz a atividade do córtex pré-frontal.

Ou seja, quanto mais dependemos de:

  • vídeos curtos,
  • multitarefas,
  • recompensas imediatas,
  • verificações constantes de notificações,

… menor fica nossa capacidade de:

  • focar,
  • planejar,
  • adiar recompensas,
  • manter disciplina,
  • construir projetos de longo prazo.

Já sentiu dificuldade de ler um livro? De manter uma conversa mais profunda? De se concentrar por mais de alguns minutos?

Não é falta de força de vontade, mas sim neuroplasticidade sendo moldada pelo excesso de estímulos.

O preço do agora: Quando o futuro deixa de importar

Quando o cérebro é condicionado ao prazer imediato, ele perde a capacidade de pensar no amanhã. Isso leva a comportamentos como:

  • gastar impulsivamente

  • comer por prazer e não por saúde

  • procrastinar decisões importantes

  • permanecer em empregos insatisfatórios

  • fugir de tarefas complexas

  • perder a capacidade de planejamento

Não é preguiça. Não é falta de disciplina. É programação cerebral.

Vivemos em um ecossistema projetado para capturar atenção e isso rouba nossa capacidade de pensar estrategicamente.

Como retomar o controle da mente e lidar com a dependência digital

A boa notícia?
É possível reverter muitos dos danos desde que você decida conscientemente treinar seu cérebro novamente.

Aqui estão cinco práticas essenciais:

1. Leia textos profundos

Livros, artigos longos, conteúdos que exigem reflexão.

A leitura profunda:

  • fortalece memória.
  • aumenta clareza mental.
  • ativa o pensamento crítico.
  • treina o cérebro para conectar ideias.

2. Permita-se sentir tédio

O tédio é o berço da criatividade.

Momentos sem estímulos permitem:

  • reorganizar pensamentos.
  • gerar novas ideias.
  • acalmar o sistema nervoso.

Pare de preencher cada microsegundo com o celular.

3. Crie janelas de foco real

  • Desligue notificações.
  • Escolha uma tarefa.
  • Trabalhe nela por 25 a 40 minutos.

Técnicas como Pomodoro e a Matriz de Eisenhower ajudam a priorizar o que realmente importa.

4. Reconecte-se com o mundo real

  • Converse olhando nos olhos.
  • Passe tempo na natureza.
  • Pratique hobbies reais e não digitais.

O cérebro precisa de experiências tridimensionais para se fortalecer.

5. Desafie seu cérebro

Aprenda algo novo: um idioma, um instrumento, programação, culinária, o que quiser.

Novas habilidades criam novas conexões neurais — é assim que o cérebro rejuvenesce.

Conclusão: Seu futuro está em suas mãos

A luta contra a demência digital precoce é uma das mais importantes da nossa geração porque ela define:

  • sua capacidade de pensar.

  • sua capacidade de decidir.

  • sua capacidade de criar.

  • sua capacidade de construir futuro.

Você pode viver no piloto automático, sendo moldado por algoritmos…
Ou pode escolher ser o gestor da sua própria mente.

Sua atenção é seu bem mais valioso e merece proteção.

Burnout: Ligue o alerta e evite que aconteça

Burnout: A exaustão silenciosa que está roubando sua vida

Você já sentiu como se estivesse “funcionando no automático”? Como se a energia que antes te movia tivesse sido drenada aos poucos, até sobrar apenas a obrigação de continuar? Se sim, você não está sozinho, mas talvez essa seja a hora de ligar o alerta: isso pode ser burnout.

Para entender essa síndrome de um jeito real, vamos começar com uma história — uma que talvez pareça familiar demais.

A História de Ana (e de milhões de pessoas que enfrentam o burnout)

Ana era aquela profissional brilhante.
Primeira a chegar, última a sair.
Respondia e-mails de madrugada como se fosse meio-dia.
Dizia “sim” para tudo.
Entregava tudo.
Ajudava todos.

Por fora, parecia impecável, mas, por dentro, estava derretendo.

O que começou como paixão se transformou em peso. O brilho virou cansaço. A criatividade virou bloqueio. O entusiasmo virou vazio.

E esse é o primeiro grande sinal do burnout: Quando o que te apaixonava começa a te consumir.

A história de Ana é a história de 30% dos trabalhadores brasileiros. É a história de pessoas que estão vivendo exaustão profunda física, mental e emocional e que muitas vezes não sabem nem dar nome ao que está acontecendo.

O que é burnout?

Burnout não é “cansaço”. Não é “frescura”. Não é “preguiça”. Burnout é esgotamento extremo causado por estresse crônico relacionado ao trabalho.

Segundo a OMS, é uma síndrome ocupacional diretamente ligada ao ambiente de trabalho, às exigências, à pressão e ao desequilíbrio entre demanda e capacidade.

No Brasil, os números são alarmantes:

  • 30% dos trabalhadores sofrem burnout

  • O país é o 2º do mundo em casos diagnosticados

  • Afastamentos por burnout quadruplicaram entre 2020 e 2023

  • Em 10 anos, o aumento foi de mais de 1.000%

Estamos vivendo uma crise silenciosa e, muitas vezes, invisível.

Os 11 sinais de burnout que você não pode ignorar

Burnout não chega de repente. Ele te desgasta aos poucos.

Veja os sinais mais comuns:

1. Exaustão física e mental intensa

Você acorda cansado. Dorme, mas não recupera energia. Tarefas simples parecem pesadas.

2. Negatividade constante

Nada te motiva. Tudo irrita. Você passa a duvidar de tudo — trabalho, pessoas, propósito.

3. Queda de desempenho

Coisas simples viram enormes desafios. Você sabe que consegue, mas não consegue.

4. Falhas na memória e concentração

A mente trava. Os pensamentos embaralham. As ideias fogem.

5. Irritabilidade e explosões emocionais

Pequenas coisas desencadeiam grandes reações.

6. Insônia ou sono excessivo

Nenhuma opção te descansa.

7. Isolamento

Você evita pessoas, conversas, convites… até quem ama.

8. Sintomas físicos recorrentes

Dores, enxaquecas, palpitações, queda de imunidade.

9. Sensação de inutilidade

Por mais que entregue, sente que nada é suficiente.

10. Cinismo e desapego

Você se torna frio, irônico, distante — como um mecanismo de defesa.

11. Perda de propósito

Você se pergunta: “Por que estou fazendo isso?” e não encontra resposta.

Se você se identificou com cinco ou mais sinais, isso não é coincidência. Pode ser um pedido de socorro do seu corpo.

Como prevenir, enfrentar e superar o burnout

A boa notícia: burnout não é sentença, mas sim um aviso. E aviso é chance de mudança.

Aqui estão os caminhos mais importantes:

1. Reconheça e peça ajuda

Pedir ajuda não é fraqueza, mas é maturidade emocional.
Converse com alguém de confiança.
Busque um psicólogo.
O burnout exige acompanhamento profissional.

2. Estabeleça limites claros

Limites são proteção e não egoísmo.

  • Tenha horário para parar de trabalhar

  • Desative notificações

  • Respeite seu descanso

  • Aprenda a dizer não

Seu tempo é finito. Sua energia também.

3. Priorize autocuidado

Autocuidado não é luxo, mas é sobrevivência.

  • Durma bem

  • Movimente seu corpo

  • Se alimente melhor

  • Tenha hobbies

  • Reserve momentos de prazer e descanso

Seu corpo é sua ferramenta de vida. Por isso, cuide dele.

4. Gerencie o estresse de forma inteligente

O estresse não some, mas ele pode ser administrado.

  • Meditação

  • Respiração consciente

  • Técnica de grounding

  • Organização e planejamento

Clareza reduz ansiedade. Rotina reduz caos.

5. Cultive relações e conexões

O isolamento alimenta a exaustão.
A conexão alimenta a alma.

  • Fale com amigos

  • Participe de encontros

  • Compartilhe preocupações

  • Peça companhia

  • Ria mais

Gente cura gente.

Conclusão: Você ainda pode reacender sua chama

Burnout não é “fim”. É um convite urgente para mudar.

A Ana da nossa história não só se recuperou como reconstruiu uma vida que a nutre, não que a consome.
E você também pode.

A pergunta agora é: Qual desses passos você vai começar hoje?

A sua vida, sua saúde e seu futuro dependem disso.

Se esse conteúdo te ajudou, compartilhe com alguém que pode estar sofrendo em silêncio.
Você pode ser a razão pela qual outra pessoa desperte antes de apagar de vez.

Clique AQUI e acesse nossa playlist de vídeos sobre saúde mental e bem-estar

Clique AQUI e acesse o nosso site.

Ownership: 11 características de profissionais com senso de dono

Você já parou para pensar no que diferencia um profissional comum de alguém que realmente se destaca dentro de uma empresa? São várias competências que podem fazer a diferença. Mas uma vem ganhando cada vez mais destaque no mundo corporativo: ownership ou senso de dono.

8,823,947 Business Professional Royalty-Free Images, Stock Photos & Pictures | Shutterstock Ownership

Você já ouviu falar deste termo?

Ownership é a capacidade de tratar as responsabilidades da empresa como se fossem suas, como se o negócio fosse seu. É o senso de responsabilidade e comprometimento que o colaborador tem em relação às suas tarefas, resultados e ao sucesso da empresa como um todo. É a capacidade de se importar com o resultado do trabalho, ser proativo, buscar melhorias e entender o impacto que suas ações causam em toda a organização.

 

Ownership vai além de simplesmente fazer o que foi solicitado; envolve agir como se o trabalho ou o projeto fosse “seu”, tomando decisões, resolvendo problemas e buscando melhorias contínuas sem depender de supervisão constante.

Veja as 11 características de profissionais que têm elevado senso de dono:

  1. Interesse pela história da empresa. Profissionais com ownership buscam compreender verdadeiramente a trajetória, origens, missão e valores da empresa para poder tomar decisões mais alinhadas com os objetivos de longo prazo.
  2. Interesse por outras áreas da organização. Esses profissionais se interessam por suas próprias áreas, mas também por outros setores da empresa, buscando compreender o funcionamento e os desafios deles. Isso contribui para um ambiente de trabalho mais colaborativo.
  3. Vontade de estudar e aprender. Eles estão sempre em busca de aprender e expandir suas habilidades. Eles assumem o controle do próprio desenvolvimento. Assim, são mais preparados para lidar com diversos desafios.
  4. Tentam entender e melhorar métricas e metas. Eles se dedicam a entender as métricas e as metas e buscam formas de melhorar constantemente os resultados, seja no seu próprio desempenho ou nas operações de sua área.
  5. Usam a crítica como ponto de partida para melhorias. Profissionais com alto senso de dono usam os feedbacks que recebem para ajustar processos, melhorar suas fraquezas e resultados e contribuir com o aprimoramento contínuo da empresa.
  6. Organizam-se para dar conta de suas responsabilidades. Profissionais com ownership sabem como organizar o tempo da melhor forma possível para dar conta de suas responsabilidades. Eles buscam garantir que suas entregas estejam sempre no prazo e com qualidade.
  7. Sugerem novas ideias. Esses profissionais têm o hábito de sugerir inovações que podem gerar grandes mudanças para a empresa. Eles sabem que, ao pensar de forma criativa, podem agregar valor em diferentes aspectos do negócio.
  8. Não hesitam em ajudar quando algo sai errado. Profissionais com senso de dono entendem que todos devem trabalhar juntos. Sempre que preciso, mesmo fora da sua área de atuação, eles não hesitam em ajudar. Eles sabem trabalhar bem em equipe, incentivando a sinergia do grupo.
  9. São abertos para escutar novas ideias. Eles estão sempre dispostos a escutar o que os outros têm a dizer. Acreditam que as melhores soluções vêm da colaboração e que sempre há algo novo a aprender.
  10. Não se abatem facilmente com erros e fracassos. Errar faz parte do processo de crescimento. Profissionais com ownership sabem disso e não se abatem diante de falhas. Eles enxergam nos erros oportunidades de aprendizado, ajustam suas abordagens e continuam seguindo em frente com mais confiança e motivação.
  11. São automotivados. Profissionais com senso de dono são automotivados. Eles não esperam que alguém os incentive. Eles têm iniciativa e sabem que o sucesso da empresa depende também da sua dedicação e esforço.

Adote a mentalidade de ownership!

Se você quer ser um profissional de destaque, comece a desenvolver essas características no seu dia a dia. Adote a mentalidade de ownership e veja como isso pode transformar sua carreira e impactar positivamente o seu ambiente de trabalho.

 

Conheça a Elleven Academy – uma plataforma moderna com cursos digitais voltados à universidade corporativa: https://curso.ellevendigital.com.br

 

Assista ao vídeo deste artigo:

 

Profissionais diferenciados: O que o mercado está buscando?

Profissionais Imagens – Download Grátis no Freepik Profissionais diferenciados

Você já se perguntou quais as características de profissionais diferenciados? Leia o artigo até o fim e descubra.

 

As soft skills de profissionais diferenciados

Diante todas as mudanças constantes pelas quais o mercado de trabalho passa, algumas competências andam sendo cada vez mais valorizadas pelas empresas de diversos segmentos e tamanhos.

De acordo com pesquisa recente do PageGroup, as habilidades comportamentais ou soft skills mais visadas pelos líderes de grandes empresas da américa latina são:

 

  • 47,5% – Trabalho em equipe

 

  • 33,8% – Inteligência emocional

 

  • 28,8% – Comunicação assertiva

 

 

No Brasil, a ordem dessas soft skills aparece um pouco diferente nesse mesmo levantamento:

 

  • 42,9% – Inteligência emocional

 

  • 38,4% – Trabalho em equipe

 

  • 31,1% – Comunicação assertiva

 

 

Além de aprimorar essas habilidades, algumas estratégias e atitudes podem te ajudar a ter um diferencial competitivo para se destacar na sua carreira.

Para começar, falaremos um pouco sobre as soft skills mais visadas pelos líderes, as dos profissionais diferenciados, e o que fazer para aprimorá-las.

 

A inteligência emocional

De forma resumida, a inteligência emocional é a capacidade do ser humano de identificar as próprias emoções, compreendendo as origens delas.

As pessoas com inteligência emocional elevada têm um maior autoconhecimento, conhecem o motivo de suas tristezas, focam mais no futuro e têm autocontrole e automotivação.

Desenvolver esta competência é muito importante para adquirir o controle emocional necessário para uma boa qualidade de vida.

Veja algumas atitudes que podem te ajudar a ampliar sua inteligência emocional.

 

Compreenda suas emoções.

É natural dos seres humanos agir por impulso, pois esta é uma reação evolutiva de defesa, mas essas atitudes podem causar diversos problemas.

Em situações estressantes, procure manter a calma e pensar antes de agir.

Observe também o que você sente diante dos acontecimentos diferentes, sejam eles bons ou ruins. Analise suas emoções, as causas e identifique os motivos para elas acontecerem.

Busque sempre manter um equilíbrio em suas emoções.

 

Expresse seus sentimentos.

Isso é fundamental para que você exponha seu ponto de vista e para resolver questões, evitando o desgaste dos relacionamentos.

 

Pratique a empatia.

Aprenda a se colocar no lugar das outras pessoas para entender como elas agem e se sentem.

Entenda que elas também têm limitações, falhas e necessidades e respeite-as.

 

Tenha resiliência.

Procure se adaptar às mudanças, equilibrando suas emoções e buscando novas formas de superar os obstáculos.

 

O trabalho em equipe

Trabalhar em equipe é um desafio para todos nós. E quase sempre, ao pensarmos em nossa equipe, temos a ideia muito clara sobre quais pontos as pessoas que interagem conosco precisam melhorar no sentido de colaborar com o todo. Veja a seguir alguns desses pontos.

 

Melhore a comunicação.

Grande parte dos problemas nas equipes ocorre por deficiência na comunicação. Ruídos, deficiências na maneira de se comunicar, fofocas, desalinhamento de informações são muito comuns no ambiente profissional.

Procure se comunicar de forma assertiva e praticar a escuta ativa.

 

Desenvolva habilidades de escuta ativa.

Saiba escutar com atenção as outras pessoas, buscando entender as opiniões delas. Isso promove uma compreensão mais profunda, evitando mal-entendidos e conflitos desnecessários.

 

Resolução de conflitos.

Desenvolva a habilidade de resolver conflitos. Afinal, eles podem surgir quando trabalhamos em equipe, mas é importante saber gerenciá-los de forma construtiva.

Encoraje a resolução pacífica de desentendimentos e ofereça um espaço para que todos possam expressar seus pontos de vista.

 

Seja flexível.

Adapte-se aos estilos de trabalho de seus colegas para facilitar a colaboração. Aceite e respeite ideias e pontos de vista diferentes dos seus.

 

Desenvolva habilidades de liderança.

Isso te ajudará a assumir responsabilidades e coordenar tarefas. Assim, você contribui para o sucesso do time, além de fortalecer o espírito de colaboração.

 

Saiba lidar com feedbacks.

Aprenda a escutá-los de modo profissional e a usá-los para fazer melhorias a favor de seu desenvolvimento.

Além disso, aprenda a dar feedbacks eficazes e que ajudem a evolução da outra pessoa.

 

A comunicação

A comunicação é um processo essencial para a interação humana, já que o tempo todo precisamos nos comunicar, seja com os outros ou até conosco mesmos, em diálogos internos.

São muitos os benefícios da comunicação em todas as áreas de nossas vidas. Alguns deles são:

 

  • Transmitir informações de forma clara.

 

  • Melhorar os relacionamentos interpessoais.

 

  • Resolver conflitos.

 

  • Ter destaque profissional.

 

  • Aumentar o poder pessoal.

 

  • Influenciar positivamente as outras pessoas.

 

 

A comunicação é uma competência que pode ser aprimorada com muita prática, determinação e persistência. E algumas atitudes também podem te ajudar neste processo. Veja a seguir.

 

Seja claro e objetivo.

Ao se comunicar, seja direto e específico. Fuja da prolixidade e evite usar jargões desnecessários, dar exemplos demais e contar histórias que fujam do contexto da mensagem que você precisa falar.

Antes de suas apresentações, organize suas ideias e seu discurso para que sua mensagem seja fácil de ser entendida.

 

Pratique a naturalidade.

Aprenda a se comunicar de forma espontânea e no improviso. Isso te ajudará a ficar mais confiante e a transmitir segurança enquanto fala.

 

Atente-se à sua linguagem corporal.

Use gestos, movimentos e expressões a favor do que você fala. Isso te ajudará a reter a atenção de quem te escuta e tornará o seu discurso mais interessante.

 

Pratique a sua comunicação.

Grave vídeos e áudios, pratique lendo em voz e faça uma autoavaliação. Verifique como está sua linguagem corporal, postura, tom e velocidade da voz, vícios de linguagem, erros gramaticais e dicção.

Sempre que possível, peça feedbacks às pessoas próximas.

 

O ownership

Ownership é uma palavra em inglês que significa propriedade.

No contexto corporativo significa sentimento de dono e seria um sonho para qualquer empresa – colaboradores realmente preocupados com o desenvolvimento, fortalecimento, consolidação e evolução da companhia.

São inúmeros os benefícios do ownership, mas dentre tantos, podemos destacar:

 

  • Melhorar a performance profissional e pessoal.

 

  • Favorecer o exercício do protagonismo.

 

  • Fortalecer o comprometimento, a satisfação com o trabalho e a intenção de permanecer na empresa.

 

  • Desenvolver visão sistêmica.

 

  • Ampliar a automotivação.

 

 

E como desenvolver o ownership?

 

  • Assuma a responsabilidade pelo seu sucesso ou fracasso, sem culpar outras pessoas ou circunstâncias.

 

  • Busque aprimorar as suas competências e esteja disposto a investir tempo e esforço para aprender constantemente.

 

  • Veja seus erros como uma oportunidade de aprendizado e melhoria.

 

  • Pratique a resiliência.

 

 

Além de desenvolver as competências que citamos, quem quer se destacar na carreira precisa adotar algumas atitudes positivas. Veja a seguir as principais delas.

 

  • Defina metas claras, específicas e alcançáveis sobre o que você deseja conquistar em sua carreira. Estabeleça prazos e escreva em detalhes as suas metas.

 

 

  • Mantenha um mindset de desenvolvimento. Esteja aberto a novas oportunidades, ideias e abordagens. Busque ampliar seu desenvolvimento e aprender com todos os desafios, falhas e adversidades.

 

 

  • Seja flexível e resiliente. Esteja disposto a se adaptar às mudanças e aos desafios ao longo de sua jornada. Aprenda com as adversidades e sempre busque novas formas de superar os obstáculos.

 

 

  • Identifique as competências mais necessárias em sua área de atuação e trabalhe constantemente no desenvolvimento delas.

 

  • Amplie o seu autodesenvolvimento. Assuma a responsabilidade pela sua evolução e busque aprender constantemente.

 

 

Flow: O estado de excelência que eleva sua performance e felicidade

Flow Imagens – Download Grátis no Freepik

 

Já esteve fazendo uma atividade com tal nível de concentração, motivação e foco que nem percebeu o tempo passar? Ficou tão focado em uma corrida de rua que estava fazendo, em um livro que estava lendo, um texto que estava escrevendo, uma atividade no seu trabalho que gosta ou simplesmente domina? Ficou tão conectado em alguma coisa que se esqueceu de se alimentar, dormir ou beber água? Conseguiu realizar algo com tamanha precisão, performance e conexão que as coisas simplesmente aconteceram? Se você já conseguiu se colocar nesse estado de concentração e imersão, você já chegou ao que chamamos de Flow.

O que é?

Flow é um estado mental de total imersão e concentração. Ele ocorre quando estamos tão envolvidos em uma tarefa que perdemos a noção do tempo. E, paradoxalmente, é nesse momento que atingimos nossa melhor performance.

Flow, em inglês, significa fluir. É um estado que combina motivação e excelência, representado pela elevação da performance. E pode inclusive aumentar nossos níveis de felicidade, certeza, bem-estar e conexão.

Desenvolvida por Mihaly Csikszentmihalyi, professor de psicologia, a teoria do Flow é definida como um estado mental e psicológico de êxtase que ocorre quando a mente e o corpo de uma pessoa são expandidos até seus limites, em um esforço voluntário para mergulhar completamente na atividade que realizam no momento e, assim, conquistar algo desafiador e que transcende o simples fato de ter concluído uma tarefa ou atividade.

O termo Flow é muito citado no Coaching para elevar em seus participantes as sensações de engajamento, sinergia e fluidez, capazes de realizar verdadeiras e profundas transformações.

Como pode ser obtido

O Flow pode e deve ser obtido em várias esferas de nossa vida (incluindo o ambiente de trabalho), levando à elevação de resultados a níveis extraordinários e gerando um ambiente favorável ao desenvolvimento, engajamento e conquistas por parte de funcionários.

Atingir o estado de Flow, pode nos levar a picos de performance, bem-estar, senso de realização e a um estado interno propício para a constante evolução. Quando estamos em Flow, nossos níveis de satisfação e bem-estar aumentam. Ele combina motivação e excelência, criando uma experiência de felicidade autêntica. É quando estamos realmente conectados com a atividade, não pela recompensa externa, mas pelo prazer intrínseco de fazer o que amamos. Quando entramos nesse estado, a produtividade melhora, a criatividade floresce e enfrentamos desafios com mais facilidade.

O Professor Mihaly Csikszentmihalyi dizia que o Flow é o modo mais poderoso de colocar as emoções a serviço da performance e do aprendizado, o que pode ser descrito como um foco profundo no que está sendo realizado, a ponto de todo o resto ficar em segundo plano.

Benefícios do Flow

Os benefícios são claros: maior desempenho, mais felicidade, e até mesmo aumento na sensação de controle sobre nossa própria vida. Além disso, conseguimos treinar nossa mente para se concentrar no que realmente importa, criando um ciclo positivo de motivação e realização.

É importante salientar que o estado de Flow é obtido quando o nível de desafio é compatível ao de competência de quem está realizando a tarefa. Se não houver compatibilidade, a tensão e/ou o desinteresse poderão tirar o foco do indivíduo.

Essa próxima informação é muito importante.

Por exemplo, se o desafio for maior do que as habilidades que a pessoa pode suprir, a tendência é que ela fique ansiosa e insegura. Porém, quando acontece o contrário, ou seja, a pessoa possui mais competências do que a atividade ou o desafio traz, ela pode ficar desmotivada e entediada.

No entanto, quando os desafios e as habilidades estão em equilíbrio e são compatíveis com a exigência da tarefa ou atividade, a tendência é que esta pessoa, automaticamente, entre em Flow.

Veja alguns sinais que podem ser percebidos e que nos indicam que estejamos em Flow.

  • Sensação de controle, de domínio sobre a atividade que estamos realizando. Esse controle não significa que tudo será fácil ou sem esforço. Mas significa que acreditamos que temos a capacidade de lidar com qualquer desafio que possa surgir. Há uma sensação de competência, onde nossas habilidades se alinham perfeitamente com as demandas da tarefa.
  • Concentração profunda. Ficamos tão imersos na atividade que qualquer pensamento ou preocupação fora da tarefa desaparece.
  • Foco temporal no presente. O tempo parece parar ou se distorcer. Então, perdemos a sensação de que o relógio está passando, e tudo o que importa é o momento presente.
  • Distorção da experiência temporal. Podemos sentir que o tempo passou muito rápido ou muito devagar, dependendo da experiência. Assim, noção de tempo, como minutos ou horas, se torna irrelevante.
  • Perda da autoconsciência reflexiva. Ou seja, não pensamos sobre nosso desempenho enquanto realizamos a tarefa. Deixamos de nos preocupar com o que os outros pensam ou com a nossa performance.
  • A experiência se torna autotélica, ou seja, intrinsicamente gratificante, realizada por si mesma, sem a necessidade de recompensas externas.

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

Hubris: Fique sempre atento a este inimigo

Húbris – Wikipédia, a enciclopédia livre Hubris

Fique atento a este inimigo. A hubris é sempre muito perigosa.

Dentre as profundas mudanças (para melhor) que aconteceram em minha vida nos últimos anos, uma delas diz respeito à maneira como passei a encarar os fatos e também como passei a buscar aprender com as pessoas. Neste trajeto, vi muitos serem alavancados por virtudes essenciais e alcançarem seus propósitos. Mas vi outros que sucumbiram a um poderoso inimigo e outros que caminham inevitavelmente para o mesmo fim. O nome deste inimigo? A hubris.

Só para variar, ouvi este termo pela primeira vez em uma conversa com meu amigo e mestre José Orlando. Lembro-me dele me dizendo com toda a serenidade e sabedoria que possui: “Zé, fique atento a este inimigo. A hubris é sempre muito perigosa”.

E então, me contou a história de um general que ao voltar para Roma vitorioso e era recebido pelas pessoas com festa, ordenava que um soldado ficasse o tempo todo dizendo ao seu ouvido: “Fique atento, você é só um militar. Lembre-se que César é o imperador. Sua vida está sempre nas mãos dele, não se ache o maioral”.

O que significa hubris?

Hubris (ou Hybris em grego) significa desmedida, descomedimento e pode ser detectada de modo até fácil naquele que é orgulhoso, insolente, presunçoso, pretensioso, arrogante.

Normalmente se associa a isto a falta de controle sobre seus próprios impulsos, paixões e emoções. O perigo da hubris é que faz com que as pessoas incidam em comportamentos nocivos a elas mesmas e despertem em si vícios e autodestruição.

Na mitologia, são muito comuns passagens onde heróis sucumbem a desafios justamente devido a este excesso de confiança. Ícaro e suas asas podem nos servir de exemplo como uma destas situações.

No âmbito comportamental é o retrato fiel do ego inflado, da prepotência. É fácil compreender, já que a linha entre a autoconfiança e a arrogância é muito sutil. E sem que as pessoas percebam, colocam a si mesmas em grande risco.

Como isso pode ser visto no cotidiano atual?

Pode olhar ao seu redor. Pessoas que ‘se acham’, que não possuem limites, que fazem da vaidade e da necessidade de se sentirem melhores que outras, seja pelo cargo que exercem, pelo conhecimento intelectual que possuem, pela condição financeira ou atributos físicos e fazem questão de demonstrar a todos o quanto são ‘melhores’. Muitas vezes, usam até a estratégia de diminuir outras pessoas para sentirem-se ainda mais ‘importantes’.

O fato é que a hubris é tão sorrateira que atinge não apenas no individual. Mas nações, grupos, equipes, famílias também estão expostas a esta armadilha. Que fique claro! Não podemos confundir a hubris com aquela confiança e ousadia presente naqueles que vencem e necessárias para termos a audácia de seguirmos adiante.

Fique sempre atento, principalmente quando você está em destaque ou naquelas situações onde sabe que possui algum diferencial. A hubris é um inimigo traiçoeiro e sem que perceba você pode estar sendo contaminado por ela. Então, a vigilância deve ser constante. O sucesso pode ser importante e saboroso, mas humildade é sempre fundamental.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Discernimento – Como isso transforma o conhecimento em sabedoria

Premium Vector | People are thinking in a simple flat design style discernimento

 

O discernimento é uma capacidade. Mais precisamente, a capacidade de diferenciar com critério entre fatos e suas razões. Poderíamos até ousar dizer que discernimento seria uma maneira de exercer o bom senso em sua visão mais completa. O escritor e dramaturgo francês Jean Cocteau dizia que discernimento é saber até onde se pode ir.

A capacidade de discernir é um aprendizado que nos leva a entrar em sincronia e agir de forma justa e equilibrada. Assim, somente discernindo conseguiremos viver o dia a dia compreendendo a justiça e a injustiça, o amor e o ódio, a alegria e a tristeza, a felicidade e a infelicidade.

Ao utilizarmos o discernimento, estamos colocando em compartimentos separados os fatos em si e o significado que damos a estes fatos. Para isto, é fundamental que estejamos conscientes das nossas interações mente-corpo. Ou seja, à maneira como captamos os estímulos do meio ambiente que chegam até nós e como absorvemos estes estímulos, transformando-os em percepções e opiniões acerca deste fato.

Poderíamos entender da seguinte maneira.

Recebemos INFORMAÇÃO. Submetemos esta informação aos nossos padrões intelectuais e de comportamento, transformando-a em CONHECIMENTO. Com base neste conhecimento obtido e potencializado, passamos teoricamente a contar com mais recursos disponíveis para fazer nossas escolhas, preferencialmente com discernimento.

O discernimento seria o tempero essencial para conseguirmos transformar o conhecimento em SABEDORIA.

E é por isto que é equivocado imaginar que podemos fornecer conhecimento ou discernimento a alguém. O máximo que conseguimos é dar informações. Sempre, tudo que nos chega através dos sentidos, por imagens, sons são apenas informações. E esta informação só é transformada em conhecimento se quem está recebendo a informação, mobilizar a atenção para processar a informação de maneira adequada, capaz de fazer com que a mente crie ou reforce neuro associações no cérebro para sedimentar este aprendizado.

Particularmente, conheço pessoas que não têm nenhum diploma e são extremamente sábias. E outras que possuem uma formação acadêmica imensa e são absurdamente ignorantes. E são assim justamente por viverem inebriadas e vaidosas com este conhecimento e não fazerem dele algo útil. Mas felizmente há pessoas que conseguem conciliar os dois polos.

O problema é que as pessoas confundem informação com conhecimento e conhecimento com sabedoria. Mas eles não são a mesma coisa.

Informação e conhecimento não bastam. É fundamental que consigamos colocar este conhecimento em prática de maneira ética, equilibrada, justa e correta à disposição da sociedade em que vivemos. Agir com sabedoria. E o fator para que esta equação seja concluída de forma correta se chama discernimento.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Os seres humanos são bons ou maus?

Desta vez vou direto ao ponto. Afinal de contas, os seres humanos são bons ou maus? Pergunta difícil, não é? Mas e aí, o que você acha? Em nossa natureza essencial, somos bons ou maus?

Vetores e ilustrações de Good Bad para download gratuito bons ou maus

Esta é uma das questões em que a discussão se arrasta desde que o ser humano existe. Na realidade, mesmo na religião este ponto já se apresenta logo de cara, quando Caim mata seu irmão Abel. E em várias outras passagens bíblicas, como textos sagrados de outras religiões, há também menção a este complexo dilema. Mas esta dúvida não se resume à religião.

Entre os filósofos, o francês Jean Jacques Rousseau (1712-1778), acreditava na tese do “Bom selvagem”. Ou seja, o homem nasce bom, puro e perfeito e é vítima da sociedade que o corrompe e torna-o violento e agressivo. Em contrapartida, o inglês Thomas Hobbes (1588-1679) em sua obra “O Leviatã”, defendia praticamente o contrário. Dizia que para haver paz e harmonia na sociedade, os homens deveriam ter sua natureza primordial rude controlada severamente por um estado dotado de leis austeras que serviriam como diretrizes, e somente desta maneira nos manteríamos nos eixos.

 

Bons ou maus?

Mas a pergunta não quer calar: Em nossa essência, nós humanos somos bons ou maus? Em relação às duas teorias, qual delas se aplica melhor à nossa realidade? Talvez nenhuma delas em sua totalidade seja suficiente para explicar nosso modo de comportamento. Nosso país não pode ser considerado exemplo nisto, mas, realmente, em países onde as leis são mais rígidas e são obedecidas, casos de violência e brutalidade são menos comuns. Por outro lado, sinceramente não sei se somos totalmente puros ao nascer, mas é evidente que o ambiente em que vivemos influencia nosso comportamento. Podemos sim, aprender violência. Nosso sistema carcerário é a prova fiel disto, onde presos por pequenas infrações convivem com bandidos perigosos e saem com pós-graduação em criminalidade. Ou seja, vendo por outro lado, de alguma forma Rousseau e Hobbes estão certos.

E se trouxéssemos esta discussão para nosso cotidiano, para as pessoas de nosso convívio? Somos totalmente bons ou em certas situações temos atitudes não tão nobres assim? Pois é. Quando abordamos por este ponto, talvez percebamos que as coisas não são tão simples. Mesmo porque não devemos considerar maldade apenas àqueles atos que contém violência. Há diversos tipos de maldade, tão cruéis quanto a violência. Ou, se você preferir, há diversos tipos de violência além da física. E será que podemos chegar a alguma conclusão?

Particularmente, penso que carregamos conosco, dentro de nós, os dois germes – da bondade e da maldade. Há um símbolo oriental chamado Yin/Yang que demonstra este princípio, o princípio das polaridades – bondade e maldade, amor e ódio, riqueza e pobreza. Talvez sem perceber estejamos o tempo todo oscilando entre polos opostos.

Meu grande amigo José Orlando dizia: “Quando amamos, odiamos menos. Quando odiamos, amamos menos”. Seguindo essa linha, quando somos bons, estamos sendo menos maus e quando fazemos maldades, estamos sendo menos bondosos. Parece óbvio, mas, na realidade, vivemos nesta árdua e constante busca pelo equilíbrio.

Autor: José Carlos Carturan Filho

A lenda do Procusto – Não espere que os outros vivam conforme seus padrões e ideais

Procusto… Talvez novamente você esteja estranhando o título do texto. Porém este título é relativo a um personagem de uma lenda. Aliás, é impressionante o quanto há de riqueza de ensinamentos que as civilizações antigas nos proporcionam até hoje. Na realidade, é bem possível que hoje estejamos nos esforçando muito para redescobrir a real sabedoria que por motivos diversos acabou ficando fora de nosso alcance.

Na mitologia grega, diz a lenda que viajantes em certas circunstâncias ficavam sem abrigo para passar a noite. Um gigante chamado Procusto ficava à espreita para abordar estes viajantes. Então, convidava-os para passar a noite em sua estalagem, em uma cama de ferro.

An old bedroom with a bed and a window that has the word " sleep " on it. | Premium AI-generated image Procusto

Porém, havia uma armadilha: Para que pudessem usufruir desta hospitalidade, era necessário que os visitantes coubessem com perfeição na cama. Se eram muito baixos, ele os esticava de modo a ficarem do tamanho da cama. Se eram altos demais, cortava suas pernas. Ninguém sobrevivia, pois nunca ninguém se ajustava exatamente ao tamanho da cama.

 

Será que não acabamos agindo como Procusto?

Talvez em um primeiro momento, esta lenda não nos diga muita coisa. No entanto, se olharmos com um pouco mais de atenção, será que não acabamos fazendo a mesma coisa com as pessoas?

Será que não estamos gastando um bocado de energia emocional tentando enquadrar, embora de formas menos drásticas, outras pessoas para que fiquem exatamente da maneira que gostaríamos que ficassem?

Esperamos, com frequência, que os outros vivam segundo nossos padrões e ideais, ajustando-se aos nossos conceitos de como eles deveriam ser. Ou então, assumimos a responsabilidade de torná-los felizes, bem ajustados e emocionalmente saudáveis.

A verdade é que grande parte dos atritos que existem nos relacionamentos acontece quando tentamos impor nossa vontade aos outros, quando tentamos administrá-los e controlá-los.

Por este motivo, assumimos responsabilidades que não nos pertencem. Tentamos dirigir a vida das outras pessoas, com a intenção de influenciar tudo e confundimos opinar com controlar. Procusto representa a intolerância do homem em relação ao seu semelhante.

Ninguém muda até que esteja disposto a mudar. Estamos fadados ao fracasso ao tentarmos controlar ou modificar alguém, não importa o quanto sejam nobres nossas intenções. Além disso, mostramos falta de respeito por seus direitos como indivíduo, tirando a oportunidade de aprenderem através de suas próprias escolhas, decisões e erros.

 

Causa e efeito

Mesmo porque existe uma lei chamada causa e efeito. As pessoas colhem os frutos de acordo com as sementes que plantaram. E por mais que sejam pessoas que amamos, por mais que às vezes isto nos traga dissabores, não está no nosso controle decidirmos por elas.

Há uma frase que gosto muito que diz: “Na vida não existem recompensas e não existem castigos. Existem apenas consequências.”

Infelizmente alguns passam a vida colocando a culpa de seus insucessos nos outros e não percebem que os acontecimentos são resultados de suas próprias atitudes ou da falta delas. Cabe a nós, respeitar.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Epifania – O que é e por que temos momentos de insight?

Lamp Images - Free Download on Freepik Epifania

Epifania: A súbita sensação de realização ou compreensão de algo

Novamente falarei sobre um assunto que dificilmente em poucas linhas conseguiremos esgotar. Aliás, propositalmente abordo alguns assuntos para gerar reflexão e principalmente suscitar algumas novas buscas por parte daqueles que leem. Mesmo porque minha opinião não deve servir como referência, afinal é apenas mais uma dentre tantas outras. Defendo o conceito da liberdade de pensamento. Sem amarras, sem restrições, sem vendas nos olhos. Por mais que o título talvez não seja comum a todos, no final das contas ouso afirmar que você certamente sabe o que é, já passou por isso e talvez conheça por outro nome.

O que é epifania?

Epifania é uma súbita sensação de realização ou compreensão da essência de algo. É um termo utilizado normalmente para indicar que alguém encontrou a peça que faltava do quebra-cabeça e agora consegue ver a imagem completa. Sabe quando, de repente, (aparentemente) do nada, surge algo brilhante em sua mente? Uma ideia genial, uma compreensão maior, a resolução para aquela questão que tanto perturbava? Alguns conhecem como insight outros chamam simplesmente de intuição. Saliento, no entanto, que a epifania é apenas um (magnífico) componente da intuição.

Este mesmo termo é usado em diversas tradições filosófico-religiosas que, inclusive, afirmam que epifania é uma manifestação divina. Mas não é minha intenção abordá-la com esta conotação. A menos que, como eu, você acredite que é uma pequena fagulha do Pai Celestial, aí sim. Em um âmbito que não está restrito a nenhuma corrente específica, este termo toma o vulto que merece, pois é aplicado exatamente quando um pensamento inspirador acontece, único, que parece ser divino em natureza e nos dá a (verdadeira) impressão que a Mente Maior se manifestou em nós por meio de uma súbita iluminação.

Quebras de paradigmas

Para que possamos exemplificar melhor o significado de momentos de epifania, podemos recorrer ao famoso “Eureka” de Arquimedes ou da percepção de Alexander Fleming ao observar sua cultura de bactérias tomada por fungos e daí criar a penicilina. O fato é que, em algumas situações, os momentos epifânicos são deliberadamente ignorados, pois podem originar quebras de paradigmas, ruptura de valores, questionamentos existenciais.  Pode aproximar realidades que pareciam até então opostas e inadmissíveis para nosso modo cartesiano de pensar, agir e conduzir nossa vida.

Uma epifania gera turbulência interna porque significa exatamente um instante de sincronicidade, algo que pode simbolizar um sinal de que nossa rota está totalmente distante do ponto em que merecemos e devemos chegar. Pode trazer de maneira cristalina nosso real caminho. Porém, nem sempre o caminho mais certo é o mais fácil e é inevitável que tenhamos de mudar. Como? Quando? Desculpe, mas seria presunção minha responder. Basta que se permita ter seus momentos de epifania, desprendendo-se de seu ego, de seus pré-conceitos acerca de si mesmo e conectando-se com a Fonte Maior, de onde nos chegam todas as respostas, mesmo que sejamos insistentes em ignorá-las.

Quais foram seus momentos de epifania? Lembra-se de algum?

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

11 sinais de inteligência emocional

Heart Brain Images - Free Download on Freepik sinais de inteligência emocional

Você sabe quais são os sinais de inteligência emocional? Leia o artigo até o fim e descubra.

Já reparou que algumas pessoas parecem levar a vida com mais leveza e parecem estar sempre alegres e equilibradas, enquanto muitas outras parecem estar constantemente estressadas e desanimadas? Já notou que algumas pessoas parecem ter sempre foco e energia para lutar pelos seus sonhos e objetivos, enquanto outras estabelecem várias metas, mas não conseguem alcançá-las?

Mas, afinal, por que isso acontece?

Há uma diferença entre esses grupos.

As pessoas mais felizes e que conseguem alcançar seus objetivos, sabem manter o controle emocional e gerenciar suas emoções. Elas têm a inteligência emocional mais elevada.

É a inteligência emocional que permite que as pessoas tenham mais equilíbrio emocional, que se desenvolvam mais do que as outras, que tenham melhores relacionamentos, mais conquistas e mais sucesso na vida.

As pessoas com a inteligência emocional bem desenvolvida costumam apresentar alguns sinais.

Veja a seguir 11 sinais de inteligência emocional.

1. Alta capacidade de liderança

Os bons líderes têm muito controle sobre suas emoções. Assim, eles conseguem lidar bem com as situações mais delicadas e dar feedbacks realmente eficazes. Além disso, as pessoas com capacidade de liderança elevada conseguem ser muito produtivas, têm sempre foco para alcançar seus objetivos e trabalham bem em equipe e sob pressão.

2. Autoconhecimento elevado

Quem tem alta inteligência emocional conhece bem suas próprias forças e fraquezas e age a fim de melhorar cada vez mais sua personalidade. Essas pessoas também conhecem suas competências e habilidades e as usam para ter mais sucesso. E elas sabem que o autoconhecimento é fundamental para ter uma qualidade de vida melhor.

3. Saber o motivo das emoções indesejadas

Com o autoconhecimento bem desenvolvido, quem tem alta inteligência emocional sempre sabe o motivo das suas emoções indesejadas como tristeza, angústia, ansiedade… Assim, elas conseguem lidar com elas da melhor forma possível.

 

4. Confiança na própria intuição

Com o autoconhecimento elevado, a autoconfiança também aumenta. Assim, quem tem alta inteligência emocional tem mais confiança em sua própria intuição.

 

5. Facilidade para identificar os sentimentos das pessoas.

Inteligência emocional também tem a ver com compreender as emoções dos outros. Por isso, quem tem esta competência bem desenvolvida, consegue identificar com facilidade o que as outras pessoas estão sentindo. Seja através da linguagem corporal ou das expressões faciais, elas conseguem identificar quando uma pessoa está escondendo algo ou quando está chateada ou revoltada com alguma situação.

6. Facilidade com relacionamentos.

Justamente por conseguirem compreender as emoções das outras pessoas, quem tem alta inteligência emocional tem uma maior facilidade em manter bons relacionamentos, com empatia, com respeito, sem atritos e sem desconfianças.

 

7. Agir com ética.

Uma das características das pessoas com alta inteligência emocional é serem sempre boas e morais. Elas gostam de ajudar as pessoas ao redor e agem sempre com ética.

8. Alta resiliência.

Quem tem inteligência emocional elevada consegue se adaptar bem às mudanças e encontrar as melhores soluções superar os desafios.
Diante os obstáculos, essas pessoas seguem em frente sem ficar presas em emoções negativas e conseguindo o equilíbrio emocional. Além disso, sempre acham que as adversidades servem como aprendizado e crescimento.

9. Grande automotivação.

Quem tem grande inteligência emocional tem muita automotivação, o que ajuda a ter foco e energia para conquistar seus objetivos sem desistir, por mais difícil que pareça ser.

10. Autocontrole elevado.

As pessoas com a inteligência emocional bem desenvolvida sabem dizer não quando precisam para manter suas prioridades. Além disso, têm disciplina para evitar hábitos ruins, sempre controlando seus impulsos.

11. Pensam mais no futuro do que no passado.

Quem tem alta inteligência emocional consegue superar o passado, focando em ter um futuro melhor.

Com quantos desses sinais de inteligência emocional você se identificou? Se você se encaixou em apenas alguns deles, fique atento porque talvez você esteja precisando ampliar a sua inteligência emocional.

Sinergia – Característica essencial em todas as equipes de alta performance

Teamwork Images - Free Download on Freepik sinergia

Um traço presente nas equipes de alta performance: sinergia.

Será possível pensar que uma equipe de professores de ensino infantil tem as mesmas características do que uma equipe de vendedores de imóveis de altíssimo padrão? Ou, então, que uma equipe de engenheiros e analistas de uma multinacional possui as mesmas expertises de uma equipe formada por esportistas de alto rendimento?

Certamente, são equipes diferentes. Pode até haver similaridades, certas semelhanças, mas, em essência, são equipes com traços bem distintos. Mas, acredite, mesmo assim todas elas podem ser bem sucedidas e de alta performance.

Normalmente as pessoas me perguntam o seguinte. O que faz efetivamente com que uma equipe tenha alta performance e mantenha consistência nos resultados?

Eu diria que há uma quantidade tão grande de variáveis para que uma equipe seja verdadeiramente uma equipe. E nem sempre o quesito está apenas focado nas competências de seus componentes ou na atuação do líder.

Confesso que já vi equipes compostas por profissionais muito qualificados não obterem resultados, equipes compostas por profissionais pouquíssimo qualificados conseguirem obter resultados, equipes compostas por profissionais pouquíssimo qualificados não obterem resultados, e, equipes compostas por profissionais muito qualificados obterem resultados.

Porém, não há uma receita de bolo que sirva para que uma equipe se transforme em uma grande equipe.

Contudo, olhando para trás, em todo esse tempo interagindo com tantas pessoas, empresas, líderes e equipes, se me perguntassem um traço ou um ingrediente que estava presentes nas equipes de alta performance que conheci, possivelmente a minha resposta seria sinergia.

Costumo dizer nos treinamentos que sinergia se enquadra naquele grupo de palavras que sabemos o que é, mas nem sempre conseguimos explicar. Justamente, porque, ainda que não seja perceptível logo de início, a sinergia, ao menos das equipes, traz consigo algo de subjetivo, intangível.

O que é sinergia?

De modo objetivo, a palavra sinergia vem do latim synergia que, por sua vez, é derivada da palavra grega synergos, que significa trabalhar em conjunto ou colaborar.

Podemos também recorrer ao dicionário. Segundo o Oxford Languages, sinergia significa:

Substantivo feminino

1. Fisiologia
Ação associada de dois ou mais órgãos, sistemas ou elementos anatômicos ou biológicos, cujo resultado seja a execução de um movimento ou a realização de uma função orgânica.

2. Ação ou esforço simultâneos; cooperação, coesão; trabalho ou operação associados.

No meio corporativo, no entanto, há uma definição um pouco mais elaborada. Um dos conceitos que mais possuem apelo com as pessoas dentro das empresas é de que sinergia acontece quando o valor e o desempenho de dois elementos combinados serão maiores que a soma das partes individuais separadas.

De modo bem resumido, bem resumido mesmo, quando dois ou mais profissionais estão trabalhando em sinergia, o resultado será maior do que a soma de suas expertises. A sinergia fará com que as competências e habilidades não sejam somadas, e sim, multiplicadas.

O curso online Sinergia está disponível na Elleven Academy e na 11Flix.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Saiba mais sobre sinergia:

Escuta ativa – Por que todos deveriam praticar?

Premium Photo | Man hand in ears on grey backgroundxA escuta ativa

A escuta ativa é uma das maiores competências a serem desenvolvidas. Ao mesmo tempo, um dos maiores desafios das pessoas atualmente.

Esta habilidade tornou-se incomum nos tempos atuais, repletos de tablets, celulares, redes sociais e ferramentas de mensagens instantâneas.

Talvez você conheça pessoas que não se importam em ouvir o outro, ou, simplesmente, não queiram ouvir. Ou pior: talvez você conheça pessoas que, inicialmente, se propõem a escutar, mas acabam interrompendo o seu interlocutor.

A falta da habilidade de escutar pode realmente comprometer qualquer processo de comunicação.

Escutar não é só questão de elegância e respeito, mas também é uma questão de inteligência na vida como um todo.

O que é o processo de escuta ativa

O processo de escuta ativa pode ser definido como a capacidade de se concentrar completamente no que está sendo dito pela outra pessoa durante qualquer processo de comunicação. E, para isso, muitas vezes é necessário que quem escuta se certifique de que o ambiente, o local e outras variáveis externas não interfiram negativamente no processo. Por isso, é essencial que a empatia seja mantida durante toda a comunicação.

Escutar verdadeiramente tem a ver com sentimentos mais elevados ligados a carinho, afeto, compaixão, amor, acolhimento entre outros.

Na gestão de pessoas moderna, esse item se tornou imprescindível. Líderes e gestores que não praticam a escuta ativa, certamente, terão mais dificuldades em lidar com a equipe e entender pessoas e situações.

Ouvir X escutar

É importante separarmos tecnicamente ouvir e escutar. Em sua maioria, os seres humanos nascem com a capacidade de ouvir. A audição é um processo automático que ocorre de forma natural e passiva, caso o indivíduo possua as estruturas neuroanatômicas responsáveis pelos registros de sons.

Enquanto isso, a escuta é uma atividade realizada ativamente. É uma ação deliberada envolvendo a vontade e o interesse em ouvir o que a outra pessoa está a dizer. É preciso não apenas ter os ouvidos preparados, mas também é necessário ter a mente aberta, foco no outro e o real interesse no interlocutor.

Vantagens

A escuta ativa tem inúmeras vantagens. O simples fato de escutar atentamente é uma maneira de estimular mudanças nas pessoas. Isso porque, ao serem ouvidas e se sentirem prestigiadas, elas tendem a mudar suas atitudes em relação a si próprias e em relação aos outros.

Além disso, podem sentirem-se mais valorizadas e tornarem-se mais colaborativas, menos defensivas, menos autoritárias, mais flexíveis e mais abertas.

Curiosamente, os efeitos são semelhantes para quem pratica a escuta ativa. Isso demonstra que quem escuta também se beneficia no processo.

Escuta ativa é um dos temas do curso online Empatia e Flexibilidade disponível na Elleven Academy e na 11Flix.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Protagonismo – Conceito e importância

Protagonismo: um tema com cada vez mais evidência.

92,000+ Stage Actor Pictures Protagonismo
O mundo corporativo é extremamente volátil e dinâmico.

Trabalho com desenvolvimento humano há aproximadamente 17 anos e essa é uma área que muda a cada instante. Por consequência, as demandas que são solicitadas também mudam com o passar do tempo.

Cerca de 10, 12 anos atrás pouco se falava em temas como gestão do tempo, resiliência, inteligência emocional…
Mas alguns temas vão surgindo, outros vão ganhando novas roupagens. E o tema protagonismo, há poucos anos tem sido muito solicitado em encontros, palestras e treinamentos.

Mas o que é protagonismo?

Quando falamos em protagonismo, nos lembramos de uma novela, de um filme em que alguém exerce um papel de destaque. Porém, no conceito corporativo, isso ganha uma conotação um pouco diferente porque, em suma, todos nós podemos agir como protagonistas. A ideia não é, necessariamente, sermos protagonistas o tempo inteiro; ou seja, aparecermos mais em detrimento de outras pessoas, mas, sim, nós termos ações de protagonismo dentro do nosso dia a dia.

Vamos então conceituar protagonismo de um segundo modo, por sua etimologia, ou seja, a origem, a formação da palavra.

Protagonismo: processo de protagonizar, de ser o personagem principal da apresentação. A palavra deriva do grego, em que prótos significa principal ou primeiro e agonistes significa lutador ou competidor.

Protagonismo é quando uma pessoa se destaca como personagem principal. É você ser o personagem principal daquilo que você faz na sua carreira, na sua vida, nos seus afazeres. É realmente dar o melhor de si para que as pessoas percebam o protagonismo em você e, acima disso, você perceba em si mesmo o quão bom e importante você se torna, para a empresa ou para as pessoas ao seu redor. É assumir verdadeiramente o controle de sua própria vida.

A jornada é desafiadora, por isso mesmo, poucos, verdadeiramente, se propõem a vivenciá-la na prática. Mas se você permitir a si mesmo efetivamente agir a respeito, a recompensa será um grande diferencial positivo.

Seja você também o protagonista da sua própria vida.

O tema Protagonismo, além de Ownership, o conhecido senso de dono, é uma das trilhas de aprendizagem disponíveis na Elleven Academy e na 11Flix.

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

Assista a uma aula sobre este tema.

Liderar pelo exemplo – Esta é a melhor forma de liderança?

Leader Banque de photos, d'images et d'arrière-plans à télécharger gratuitement Liderar pelo exemplo

Liderar pelo exemplo nem sempre é fácil, mas pode fazer a diferença!

Pare por um instante e procure lembrar de um líder que realmente tenha marcado positivamente a sua vida.

Conseguiu lembrar de um? E será que você consegue se lembrar de mais alguns outros?

Provavelmente, você tenha conseguido puxar no máximo duas ou três pessoas, não é mesmo?

Isso porque ainda existe uma grande dificuldade de encontrarmos bons líderes. E por que será que isso acontece?

Porque ainda há nas empresas uma escassez de bons líderes. Ainda existe muita dificuldade em treinar, em capacitar os líderes para que eles sejam realmente propagadores de coisas boas, inspiradores de outras pessoas.

E o desafio para os que já são líderes é ainda maior, pois eles precisam representar o que a empresa significa ao cliente e o que ela quer passar ao mercado. Eles precisam servir como exemplo às pessoas ao redor dele.

Albert Schweitzer, filósofo alemão, já dizia:

“Liderar pelo exemplo não é a melhor maneira de liderar. É a única.”

Para liderar pelo exemplo os líderes precisam ter os comportamentos, atitudes e valores que desejam ver em sua equipe. Eles devem praticar o que pregam para inspirar seus liderados.

Esta forma de liderança é fundamental para construir relacionamentos saudáveis, credibilidade, confiança e respeito dentro de uma equipe.

Liderar pelo exemplo nem sempre é fácil, mas, acredite, pode fazer a diferença! Afinal, esta maneira de liderar pode realmente inspirar outras pessoas a fazerem o melhor por elas e pelos outros.

Investir no aprendizado da equipe: O caminho para o sucesso

Investir no aprendizado da equipe é um grande diferencial competitivo para qualquer negócio.

O bem mais importante para qualquer empresa são os seus colaboradores.

Contar com profissionais bem preparados, eficientes e dedicados é essencial para que qualquer negócio tenha sucesso. E no mercado de trabalho que anda cada vez mais dinâmico, isso pode ser um diferencial competitivo enorme.

 

O que dizem as pesquisas

Segundo relatório recente do Linkedin, 8 em cada 10 funcionários afirmam que a aprendizagem dá mais propósito ao trabalho deles.

De acordo com a Association for Talent Development, empresas que investem no aprendizado dos colaboradores, têm aumento de até 218% em seus resultados.

Em um estudo recente da Cision PR Newswire, 70% dos colaboradores entrevistados consideravam trocar o emprego atual por outro que investe no desenvolvimento e no aprendizado dos funcionários.

E segundo levantamento da Great Place to Work, 54% dos colaboradores julgam que, para que uma empresa seja um excelente local para trabalhar, é necessário investir no desenvolvimento e na aprendizagem da equipe.

 

Por que investir no aprendizado da equipe?

Quando a empresa investe no desenvolvimento humano, além de diversos benefícios, os colaboradores sentem que a organização realmente se importa com eles. Assim, eles se sentem parte da empresa. E trabalham não só com mais produtividade, mas também mais satisfeitos e com mais motivação.

Para a sua empresa, é importante contar com profissionais motivados e verdadeiramente comprometidos? É importante ter um time realmente engajado e que trabalhe em sinergia? Então, apoie o desenvolvimento e o aprendizado da equipe. Ajude os colaboradores a aprimorarem as competências tão essenciais hoje em dia.

 

Conheça a Elleven Academy

Com a Elleven Academy você pode capacitar a sua equipe de uma forma bem prática e inovadora. A Elleven Academy é uma plataforma virtual moderna e completa voltada à universidade corporativa e também a todas as pessoas que querem ampliar o desenvolvimento profissional e pessoal. Foi criada para as empresas que visam treinar seus colaboradores e líderes, com facilidade e tecnologia, e também para viabilizar os nossos treinamentos para qualquer cliente, não importando a distância física para com a Elleven.

 

aprendizado da equipe

 

Clica no link abaixo e garanta já sua assinatura!

 

QUERO ASSINAR

 

Precisa de ajuda? Clique AQUI e converse conosco no WhatsApp.

 

Condições especiais para grupos e empresas. Converse conosco no WhatsApp.

 

Alguns cursos já disponíveis: Liderança e Gestão de Equipes de Alta Performance, Neuroliderança, Relacionamento Interpessoal e Perfil Comportamental, Estratégias de Feedback, Gestão do Tempo, Comunicação Persuasiva entre outros.

 

Amigos verdadeiros

Hoje transcrevo um texto que fala sobre o valor e a importância da amizade, dos amigos verdadeiros.

Abracar Amigos Imagens – Download Grátis no Freepik Amigos verdadeiros

Uma história sobre amizade

Um homem andava por uma estrada, acompanhado de seus fiéis animais: um cavalo e um cão.

Pelo caminho, um raio os atingiu e os três foram fulminados. O homem não se deu conta que morrera e continuou andando, com seu cavalo e seu cão. Longa era a caminhada, morro acima. O sol estava muito forte e a sede passou a castigá-los.

Numa curva do caminho, o homem avistou um portão magnífico, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro. Cumprimentando o guardião da entrada, o homem perguntou que lugar era aquele. Descobriu que ali era o Céu. Feliz em saber que estava em um local tão agradável, indagou se poderia saciar a sua sede e a dos seus amigos, nas águas cristalinas da fonte que havia bem no centro da praça.

– O senhor pode entrar e beber à vontade. – disse o guarda. – Mas aqui não se permite a entrada de animais.

O caminhante ficou muito desapontado. Grande era a sua sede, mas decidiu que não beberia sozinho. Preferiu continuar sua caminhada.

Exausto, mais adiante, deparou-se com uma porteira que se abria para uma estrada de terra, ladeada de árvores. À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu. Parecia dormir.

– Estamos com muita sede, meu cavalo, meu cachorro e eu – disse o caminhante.

Indicando uma fonte, entre algumas pedras, foi-lhe dito que poderia beber à vontade.

O caminhante, o cavalo e o cachorro foram até à fonte e mataram a sede. Em seguida, ele retornou para agradecer. E resolveu indagar:

– A propósito, como se chama este lugar?

– Aqui é o Céu – foi a resposta.

– Céu? – exclamou o caminhante, surpreso.

– Mas já passei pelo Céu. Era um lugar muito bonito com um grande portão de mármore. Aquilo não é o Céu. – esclareceu o outro. – Aquilo é o Inferno.

O caminhante ficou perplexo.

– Mas, vocês deviam tomar uma providência. Com a informação errada, que lá, naquele lugar, é dada, pode ocasionar muita confusão. Muitas pessoas podem ser enganadas.

O homem sorriu e calmo, explicou.

– Na verdade, eles nos fazem um grande favor, porque lá ficam todos aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos.

 

Nossos amigos verdadeiros

Fácil é a conquista e manutenção de amigos, quando a juventude compõe versos e a riqueza sorri. Contudo, é na forja da adversidade que os amigos verdadeiros se revelam. São esses que permanecem ao nosso lado, mesmo quando o mundo inteiro nos volta as costas. São eles que prosseguem conosco, mesmo com todas as dificuldades que o trajeto possa apresentar.

Obrigado a todos os amigos verdadeiros, que demonstraram tanto carinho e a amizade. Jamais esquecerei da importância de vocês em minha odisseia.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Coaching e a dificuldades para planejar

 

O Coaching atua por meio de estrutura, empatia, foco e resultados, com o objetivo de fazer com que consigamos sair de um estado atual e chegar a um estado desejado.

Comemorar Imagens – Download Grátis no Freepik Coaching

 

Boas ideias na cabeça, um objetivo a ser alcançado, início promissor. E pouco tempo depois, frustração, abandono e chateação. Passado um período o ciclo se reinicia. Conhece uma história assim?

Talvez seja o resumo do enredo da vida de pessoas, equipes e empresas. Pode ser até algo que já aconteceu com você. Mas por qual motivo isso acontece?

Alguns podem dizer que se trata de características pessoais, outros afirmam que é somente falta de tempo. Ou ainda, que são traços culturais. Embora todas as colocações anteriores possam interferir, uma coisa é comum em quase todas as situações: falta de um plano de ação bem estruturado.

Logicamente as características pessoais e o perfil de comportamento interferem. Bem como o tempo cada vez mais curto para realizar tanta coisa e nosso jeito brasileiro, baseado na criatividade, no jeitinho e no jogo de cintura ao invés de planejar colaboram para isto.

E a pergunta que fica é…

Não seria falta de planejamento?

Repito o que disse anteriormente. Mais do que falta de planejamento, é falta de um plano de ação. A diferença entre eles? Nada garante que um planejamento será seguido e executado. Enquanto isso, um plano de ação bem elaborado reúne em si as boas estratégias de uma estruturação que o planejamento possui associado a algo inevitável para a obtenção de resultados: agir.

É aí que encontra o Coaching

É exatamente neste ponto que entra o Coaching, uma metodologia extremamente eficaz e cada vez mais presente na vida de pessoas, empresas e equipes. E o mais bacana: o que antes era reservado a celebridades, atletas de alta performance, altos executivos e grandes empresas está acessível a todos nós.

O Coaching é um processo, em que o coach, profissional habilitado a aplicar ferramentas e uma metodologia direcionada a obtenção de metas, objetivos e propósitos. O coach auxilia o coachee (cliente) a definir e atingir suas diretrizes.

Como características principais, o Coaching possui uma maneira de atuar por meio de estrutura, empatia, foco e resultados. Sempre com o objetivo de fazer com que consigamos sair de um estado atual e chegar a um estado desejado. Isso acontece pelo desenvolvimento de recursos internos, competências e de uma estratégia adequada para tal objetivo.

A cada sessão o cliente sai com ações a serem executadas até o próximo encontro. A conclusão de tais ações vai direcionando naturalmente o cliente em direção à meta, além de fortalecer competências do cliente.

Felizmente essa simples e ao mesmo tempo poderosa metodologia se encontra cada vez mais próxima de todos nós. Daqui por diante, vai ficar um pouco mais difícil de arranjar desculpas.

E o melhor… Você pode estar dos dois lados desta equação: passando pelo processo, como coachee ou se tornando um Coach. E então, o que prefere?

Clica aqui e conheça a formação em Coaching integral online.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Coisas que o futebol me ensinou

Free Photo | View of soccer ball on the field grass futebol

Há algum tempo, fui convidado a escrever um texto que faria parte do livro Objetos e Memórias 2, voltado a fins assistenciais. O texto deveria ser sobre qual o objeto que mais marcou minha vida.  Nunca havia parado para pensar nisto. O objeto que mais marcou minha vida? Se fossem pessoas seria bem mais fácil. Contudo, ao parar para considerar tal fato e com a pronta e imediata concordância de minha mãe, não tive muita dificuldade para definir. Algo simples, contumaz, mas que gerou marcas e aprendizados permanentes para mim: uma bola de futebol.

Mas, afinal que significado tão especial isto poderia ter? Foi a bola que despertou em mim duas paixões que faço questão de nutrir até hoje: o futebol e o meu time, São Paulo Futebol Clube. Certamente foi este objeto (na realidade foram dezenas de bolas de futebol durante minha vida) e esta paixão instantânea que proporcionaram a oportunidade para que eu praticasse este esporte competitivamente por mais de 20 anos. E nesta trajetória aprendi algumas premissas que carrego comigo até hoje e que me norteiam em meu cotidiano.

 

O que aprendi com o futebol

Aprendi sobre competitividade, sobre espírito de equipe, companheirismo, amizade, lealdade, deslealdade, garra. Aprendi a NÃO gostar de perder, mas também que há limites éticos nas estratégias usadas para ganhar.

Percebi que para ter êxito tinha de ser melhor do que os que jogavam contra mim ou os que disputavam comigo a posição no time titular. Mas que isto de nada adiantaria se não conseguisse ser, a cada dia, melhor do que eu mesmo. Tive alegrias, tristezas, decepções, conheci bons amigos e tive o privilégio de participar de grandes combates, contra adversários fortes. Foram diversas vitórias heroicas e inesquecíveis e outras tantas derrotas amargas e tão inesquecíveis quanto.

Tive de aprender sobre estratégia, tática, planejamento. E que ainda assim as coisas não saem bem como queremos, pois no futebol (e na vida) nem tudo está no nosso controle. Outros conceitos que aprendi, às vezes a duras penas? Coragem, determinação, superação, resignação, paciência, autoconfiança, dedicação, hombridade, honra.

Tive a sorte de conviver com as mais variadas pessoas e ambientes. E isso fez com que eu aprendesse respeitar as diferenças.

Pude distinguir claramente o que se deve e o que não se deve fazer. E que nem sempre as coisas são tão justas. Ou melhor, que nem sempre acompanham o nosso conceito de justiça.

Precisei diferenciar entre quando me defender, quando defender os outros e quando atacar. A ficar calado na hora certa e esbravejar, sempre com respeito, quando necessário.

Meu status atual sobre futebol?

Cada vez mais são paulino e me recuperando da segunda cirurgia no joelho (uma em cada um deles). Prova viva de que, ainda hoje, muito do que sou para o bem e para o mal é devido a este objeto, a bola, que permeia o sonho de tantos jovens e, que para mim, além de um passado feliz e saudoso, faz parte de uma realidade que nunca vai se apagar.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Zé do Parafuso: A expertise de cada um deve ser valorizada

Nos treinamentos que ministro em empresas, menciono algumas histórias que direta e indiretamente fazem alguma alusão aos contextos profissionais de forma geral, do mais simples ao mais elaborado ofício. Esta é possível que você já tenha ouvido por aí. É a história do Zé do Parafuso.

Parafusos Imagens – Download Grátis no Freepik Zé do Parafuso

 

A história do Zé do Parafuso

Diz a lenda que esse senhor era um exímio mecânico de máquinas. Consertava tudo, desde liquidificador, até máquinas que valiam milhares de dólares. E como se não bastasse consertar tudo, ainda na maioria das vezes fazia o serviço muito rapidamente. Era um sujeito humilde, simplório, mas muito bom no que fazia. Sua fama corria a boca pequena nas fábricas que se espalhavam pelo país.

Sua técnica? Segredo absoluto. Seus instrumentos e equipamentos de trabalho? Nada de excepcional. Uma pequena mala de ferramentas que qualquer ser humano precavido deve ter em casa. Ou seja, chave de fenda, martelo, grifo. Nada de equipamentos modernos e eletrônicos. Orgulhava-se em dizer que seus equipamentos mais modernos eram seus olhos, ouvidos, mãos e a cabeça que punha para pensar.

Eis que uma grande indústria, daquelas que não podem se dar ao luxo de ter um equipamento danificado, passou por um sério apuro. Justamente a máquina mais cara, que produzia as peças mais minuciosas e que era o centro da produção pifou. Nada a fazia funcionar novamente. A tal máquina era importada e depois da visita mal sucedida de três técnicos, um dos funcionários disse:

– Para arrumar isso aí, só o Zé do Parafuso.

O diretor quis saber de quem se tratava e pediu que o trouxessem imediatamente à fábrica. Assim, Zé do Parafuso, também famoso pela sua presteza, chegou ali pouco tempo depois. A expectativa era grande, afinal quase uma centena de homens estava parada e isso significava muito dinheiro perdido.

Zé do Parafuso perguntou como havia sido o barulho. Então, deu a volta na máquina, tocou-a carinhosamente até que seus olhos pararam em uma das engrenagens. Com um sorriso de canto de boca simplesmente agachou, tirou uma chave da mala, apertou um parafuso e ordenou:

– Liga a danada!

Diante de homens boquiabertos e nem cinco minutos depois de ter chegado, a danada voltou imediatamente a funcionar.

O diretor radiante de felicidade, perguntou qual o valor do serviço. Mas em um segundo a alegria se transformou em indignação e perplexidade. Valor do serviço: 1.000 reais.

– Como assim? Nem cinco minutos de serviço e este caboclo me cobra 1000 reais? Ele está louco!

Ao voltar para a sala, ainda esbravejando, foi ler a nota que discriminava o serviço, escrita em uma folha de caderno toda amassada:

“Ajuste do parafuso: 1,00 real. Saber qual era o parafuso que deveria ser apertado: 999,00 reais.”

O diretor, então, sorriu com a mescla de simplicidade e sabedoria daquele homem.

 

Conclusão

Costumo contar esta história para salientar a importância de cada um dentro da organização. A expertise deve ser valorizada e remunerada de forma justa, de acordo com a qualidade dos profissionais envolvidos. Jamais devemos minimizar a importância ou colocar preço no trabalho dos outros. Quem é bom no que faz deve ser valorizado.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Wabi Sabi: A beleza das coisas imperfeitas e incompletas

Fotos Flor Sakura, 92.000+ fotos de arquivo grátis de alta qualidade Wabi Sabi: A beleza das coisas imperfeitas e incompletas

O que é wabi sabi?

Wabi sabi é a expressão que os japoneses inventaram para definir a beleza que mora nas coisas imperfeitas e incompletas. O termo é quase que intraduzível para o português.

De maneira mais concreta, wabi sabi é um jeito de ver as coisas através de uma ótica de simplicidade, naturalidade e aceitação da realidade.

Diz-se que este conceito surgiu por volta do século XV. Um jovem chamado Sen no Rikyu queria aprender os complicados rituais da Cerimônia do Chá. Por isso, foi procurar o grande mestre Takeno Joo.

Para testar o rapaz, o mestre mandou que ele varresse o jardim. Rikyu lançou-se ao trabalho feliz. Limpou o jardim e, ao terminar, examinou cuidadosamente o que tinha feito. O jardim estava perfeito, impecável, cada centímetro varrido, cada pedra no lugar, todas as plantas ajeitadas e na mais perfeita ordem.

Contudo, antes de apresentar o resultado ao mestre, Rikyu chacoalhou o tronco de uma cerejeira e fez caírem algumas flores que se espalharam displicentes pelo chão. Mestre Joo, impressionado, admitiu o jovem no seu mosteiro. Rikyu virou um grande Mestre do Chá. Desde então é reverenciado como aquele que entendeu a essência do conceito de wabi sabi: a arte da imperfeição. É a mesma premissa adotada em relação aos tapetes persas. Eles sempre têm um pequeno defeito, apenas para lembrar a quem olha de que só Deus é perfeito.

 

A beleza das  coisas imperfeitas no dia a dia

Esta expressão, wabi sabi, teria muita utilidade se utilizada em nosso dia a dia. Em um contexto de exigência, cobranças e críticas que temos em relação a nós mesmos e aos outros, seria um alento se conseguíssemos desenvolver tal maneira de ver as coisas. Esta busca demasiada e sem critérios pela perfeição advém de uma necessidade de adequação a padrões impostos pela sociedade ou por nós mesmos.

O desejo de acertar sempre, a necessidade de estar no controle aumenta a ansiedade e nos impede de evoluir. Há sim beleza e virtude nas coisas imperfeitas. Mas elas devem ser vistas através de uma ótica de simplicidade, naturalidade e aceitação da realidade.

Quantas pessoas passam uma boa parte do tempo sofrendo porque não se sentem adequadas a determinado contexto? Quantos se torturam por não estarem enquadrados em certo padrão de beleza? Quantos sofrem preconceitos porque não são exatamente aquilo que é considerado certo ser?

Os reflexos disto podem ser sentidos também nas relações humanas, onde expectativas quase irreais são depositadas nos ombros das pessoas e estas sentem-se obrigadas a cumpri-las e os resultados são quase sempre conflitos, sofrimento, frustração, ansiedade e estresse.

Os mestres orientais, com a cultura inspirada nos ensinamentos do taoísmo e do zen budismo, perceberam que a ação humana sobre o mundo deve ser tão delicada que não impeça a verdadeira natureza das coisas de se revelar.

E a natureza é que tudo percorra seu ciclo de nascimento, desenvolvimento e morte, já que todas as coisas são impermanentes, imperfeitas e incompletas. E se não fosse assim? Se não fôssemos imperfeitos e tivéssemos a chance de evoluir e melhorar, que sentido teria a vida? A vida que é feita de tantas coisas não convencionais…

Autor: José Carlos Carturan Filho

Sentido da vida: Um dia a mais ou a menos?

Talvez sejam estas algumas das maiores angústias do ser humano: Não saber ao certo a que veio, o sentido da vida, e muito menos quanto tempo resta para descobrir e efetivamente fazer o que deve ser feito.

Página 4 | Adulto Sozinho Imagens – Download Grátis no Freepik Sentido da vida:

Não sei quando, onde ou em que circunstâncias você está lendo este texto. Não sei também se ao final você irá gostar ou não dele. É muito provável que também eu não conheça você pessoalmente. Mesmo com toda esta falta de informações a seu respeito, sei algo sobre você que é inexorável:

Se está sendo agraciado com o dia de hoje é porque ainda tem algo a fazer.

Pode parecer piegas em um primeiro momento, mas pare e pense. É ou não é verdade? Talvez você ainda não saiba muito bem o que é, menos ainda como vai chegar até lá, mas que você tem algo a fazer, isso tem.

Aliás, talvez sejam estas algumas das maiores angústias do ser humano: Não saber ao certo a que veio, o sentido da vida, e muito menos quanto tempo resta para descobrir e efetivamente fazer o que deve ser feito. Um dia a mais que vivemos é um dia a menos que temos para viver. Com base neste raciocínio, pare e pense. Não seria sem sentido a vida se não houvesse um propósito maior?

Tá, tudo bem. Concordo que seja bacana em muitos momentos viver. Quando estamos com quem gostamos ou fazendo as coisas que gostamos, passeando, dando gostosas gargalhadas, ou seja  lá o que for. Contudo, há o outro lado da moeda. Dificuldades, lágrimas, sofrimento, incerteza. Faz parte. Não haveria aprendizado se não fosse assim.

 

Qual o sentido da vida?

Mas, sendo bem objetivo, você sabe o porquê Dele, Deus, ter permitido a você mais um dia? Sabe qual sua missão aqui na Terra? Qual o sentido da vida?  Pois é… Estas são as pergunta que provavelmente mais de 80% das pessoas não sabem responder. E dos outros 20%, pelo menos metade, apenas acha que sabe, pois arrumou um modo mais fácil de fugir deste questionamento. Simplesmente aceitou o destino que lhes foi imposto e acha que é assim mesmo, não há nada a fazer para mudar tal sorte.

Isto é perfeitamente compreensível. É muito mais cômodo atribuir nossos insucessos a fatores externos, a outras pessoas ou a um Deus que supostamente está querendo nos fazer passar por provações. É mais fácil reclamar da vida e achar que a recompensa virá quando passarmos desta para uma melhor.

Buscar o que se deseja, ir a fundo para se entender o que realmente viemos fazer, nos traz um custo. Só o fato de tentar ser diferente da maioria já traz desconforto. Vivemos buscando caminhos, mas caminhos são trilhas que nos levam a outros caminhos. Este ciclo se repete insistentemente e a jornada só termina quando estamos realmente alinhados ao que realmente viemos fazer neste mundo.

Há também aqueles que no fundo sabem o que tem de ser feito, mas não acreditam em sua intuição, em seu potencial ou acham penoso demais o caminho para alcançar seus objetivos. A pergunta que cabe nestas situações é…

Até onde você está disposto a ir para alcançar seus sonhos?

Ressalto que não estou falando apenas de conquistas materiais, mas de algo que transcende isto. Existe algo que fez com que Ele lhe trouxesse a este mundo. Cabe a você desvendar este enigma e ser digno da missão que te foi confiada. E ao final de cada dia se perguntar: Este foi um dia a mais que usei da melhor forma possível? Ou um dia a menos que tenho para descobrir o que quero?

Autor: José Carlos Carturan Filho

Tesouro de Bresa e a busca pelos nossos sonhos

Perceba como esta história, Tesouro de Bresa, pode dizer muito em relação à nossa busca pelos nossos sonhos.

Tesouro Imagens – Download Grátis no Freepik Tesouro de Bresa

Houve outrora na Babilônia um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim. Homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de vir a ser riquíssimo. Um dia, parou na porta de sua humilde casa um velho mercador da Fenícia, que vendia uma infinidade de objetos extravagantes. Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas. Então, descobriu uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos. Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar, sem demora, o bem que havia adquirido.

E qual não foi sua surpresa quando conseguiu decifrar. Na primeira página, a seguinte legenda.

O segredo do tesouro de Bresa.

Mas as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus. Em função disso, ao final de três anos, Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros. Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável casa.

Continuando a ler o livro, encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras. Para entender o que lia, estudou matemática com os calculistas da cidade. Em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das transformações aritméticas. Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates. Assim, fez com que o rei o nomeasse prefeito. Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.

Passou a viver em suntuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo. Graças ao seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo. No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro.

Certa vez, então, teve a oportunidade de questionar um sábio sacerdote a respeito daquele mistério, que sorrindo esclareceu:

– O tesouro de Bresa já está em seu poder, pois graças ao livro você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui. Afinal, Bresa significa saber…

Com estudo e trabalho pode o homem conquistar tesouros inimagináveis. O tesouro de Bresa é o saber, que qualquer homem esforçado pode alcançar. Por meio da busca do desenvolvimento contínuo, que traz tesouros encantados àqueles que se dedicam à sua busca com amor e persistência.

Melhoria contínua

Esta simples história é o símbolo de um sistema de gestão empresarial e pessoal japonês chamado KAIZEN, significando melhoria contínua. Este sistema, adotado por diversas empresas no mundo fez, por exemplo, com que a Toyota se tornasse uma das grandes potências mundiais no segmento automobilístico.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Ciclos da vida – Aprenda com cada um deles

Vetores e ilustrações de Vector arrows ciclo para download gratuito | Freepik Ciclos da vida

Que a vida é feita de ciclos, você já deve ter notado.

Alguns ciclos da vida são muito bons, auspiciosos, prósperos e outros nem tanto. Ainda assim, conseguimos ou deveríamos tirar proveito de cada um deles.

Os tais ciclos perduram por certo período. Muitos deles, por aproximadamente sete anos – pode reparar. E podem abranger as mais diversas áreas da nossa vida – pessoal, afetiva, financeira, profissional, social. Parece que é o tempo aproximado para que ganhemos maturidade suficiente, seja pelo amor ou pela dor, para seguirmos adiante e entrarmos de vez na nova fase que se apresentará.

 

Os ciclos da vida

Quando falo em ciclos da vida, falo desde o início, quando as coisas ainda são ideias, sonhos, aspirações, objetivos, passando pela fase onde já há algum movimento no sentido de colocar tais coisas em prática, chegando ao processo de desenvolvimento, de sedimentação e concretização e, por fim, de saturação, culminado ora com um desfecho, ora com a opção de continuidade.

 

Reciclagem

Mesmo quando não há o desfecho e sim a continuidade, há uma reciclagem. Daí a origem da palavra. É quando damos uma repaginada para que aquele balão consiga voar até completar sua jornada.

Se o desfecho, a cisão ou a ruptura ocorrem é porque estamos buscando novos sonhos, novos horizontes, que podem estar baseados em pilares construídos no ciclo anterior, mas que certamente serão maiores e mais amplos, pois trazemos conosco o aprendizado do que se passou. Em tese, temos mais discernimento e novo fôlego, novo ânimo para conseguirmos o que almejamos. Basta então seguir em frente, não é? Nem sempre.

Há uma fase de transição que entremeia um ciclo e outro. Este interstício é um período bastante complicado.

É onde nossa autocrítica, nossa autocobrança, coisas das quais nos arrependemos de termos ou não termos feito afloram, quando achamos que poderíamos ter feito diferente, ter sido mais assim ou assado, achando que deveríamos ter encerrado antes e, até mesmo, nos perguntando como aguentamos tanto tempo e como não víamos algumas coisas que hoje são tão nítidas.

Esse período, muitas vezes, parece nebuloso e demasiadamente demorado. Semelhante quando a primavera está ansiosa em chegar, mas o frio, a escuridão e as brumas do inverno insistem em permanecer pairando, tornando esta passagem dolorosa e, aparentemente, deixando aquele cenário repleto de sol e flores que no fundo sabemos que vamos encontrar, parecer mais distante do que realmente está.

Esse sentimento que ocorre nestas fases é necessário e salutar. É quando paramos para rever e repensar em algumas coisas. É quando reavaliamos nossos próximos passos.

Às vezes, nos sentimos em dúvida se devemos prosseguir, se é aquilo mesmo que devemos fazer, mas tudo isto faz parte do crescimento e do desenvolvimento.

Que bom que temos esta chance!

Que bom existirem pessoas do bem para fazer esta travessia ao nosso lado. Quando a névoa e a escuridão se dissipam, as flores, mesmo aquelas que se sentiam sem vida, tornam-se novamente lindas e belas e voltam a irradiar seu brilho, muito mais fortes e cheias de vida do que antes.

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

Personalidade: Somos seres complexos em eterna batalha entre instintos e princípios

Vetores e ilustrações de Ia para download gratuito | Freepik Personalidade: Somos seres complexos

A estruturação da personalidade humana

Não adianta fazer de conta que é todo organizado, que é totalmente ciente das decisões que toma e ficar zangado quando algo não sai muito bem como você planejava. Somos únicos em nossas virtudes, defeitos, elucubrações e personalidade. E percebemos as coisas ao nosso redor de modo extremamente particular. E ponto.

Para complicar só mais um pouquinho, apesar de sermos fisicamente concretos, somos seres totalmente abstratos. E somos moldados por meio de conceitos familiares, educacionais e religiosos, do certo e do errado, com base em ideias e lógicas oriundas de gerações passadas. Isto já seria preocupante, mas a dimensão deste equívoco no processo de estruturação da personalidade humana é muito maior. Tentam nos criar de forma lógica, mas somos essencialmente emocionais.

 

Colapso interno

Isto gera um colapso interno. Nos deparamos constantemente com sentimentos e pensamentos que depõem contra o nosso sistema de crenças, ou aquilo que aprendemos a achar que é o correto. Sentimos raiva de alguém e, em uma fração de segundos, lá está o nosso sistema de crenças dizendo que é feio sentir raiva.

O resultado? Conflito. Afinal penso e sinto algo que aprendi que é errado, que é desaprovado pela moral e os bons costumes. Isto gera culpa. E a primeira coisa que fazemos é tentar sufocar este pensamento ou sentimento. Nem nos questionamos o que aquilo quer nos mostrar.

 

Somos instintivos

Contudo, o que não queremos olhar, ganha uma força extra. Se você já fez regime e, neste período, encontrou pelo caminho um brigadeiro ou uma lasanha, entende o que estou falando. Talvez tenhamos de admitir que somos tão instintivos quanto nossos ancestrais. Ou será que nunca fez ou disse algo por impulso, tomado pela emoção, seja ela qual for?

A verdade é que somos seres complexos, repletos de pontos cegos, ângulos escondidos e sentimentos inconfessáveis, difíceis de admitir conscientemente. Somos a eterna batalha entre instintos e princípios, diversas faces de um mesmo personagem. Somos diferentes dilemas de nós mesmos, incomodados pela dificuldade imensa em determinar onde termina a nossa busca do prazer e começa a fuga da dor.

Somos vítimas de um poderoso algoz interno que, por fazer parte de nosso eu e saber exatamente em que acreditamos, age de forma impiedosa e cruel, procurando esconder nossas feridas e cicatrizes, mas para isto deixando expostas nossas maiores fraquezas e receios.

Somos a imensa distância entre o enredo que idealizam para nós e o espetáculo que estamos dispostos a encenar. Podemos, em fração de segundos, passar de indefesos cordeiros a astutas raposas. Podemos ser ao mesmo tempo a síntese e a antítese, porque simplesmente somos assim, brutos contrastes entre os aprendizados passados, anseios futuros e um fugaz presente.

Jung já afirmava que somos muito mais do que o uno que imaginamos ser. E todo este contexto está, para o bem ou para o mal, atrelado ao nosso arraigado sistema de crenças.

A pergunta é: Em que você acredita? Isto é o mundo real ou a forma pela qual você escolheu interpretá-lo? Saber isto pode ser determinante para que você consiga aquilo que quer e principalmente pare de sofrer.

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

Problemas: Eles têm a exata dimensão que damos a eles

Página 7 | Troubles Imagens – Download Grátis no Freepik problemas

Todos nós temos problemas. Faz parte do processo, são situações que surgem em nosso cotidiano e que, queiramos nós ou não, temos de enfrentar. Alguns são de maior impacto e fogem de nosso controle. Já outros são pequenas bobagens que acabam atrapalhando um pouco o ritmo de nossa vida. E só. Mas, tanto os maiores quanto os pequenos servem para que estejamos vigilantes e tiremos deles os aprendizados que trazem consigo. Vivemos assim e estas são vicissitudes do nosso caminho.

Há pessoas que lidam bem com os problemas, encarando-os com serenidade e paciência. Enquanto outras agem ora de maneira bastante intempestiva, ora de modo omisso e descompromissado.

No entanto, ultimamente venho detectando uma terceira categoria. Tenho observado algumas pessoas, ouvido outras… E, no meu ponto de vista, há um grupo cada vez mais crescente: pessoas onde o grande problema é…

…não ter problemas.

Cada vez mais, fica latente que os problemas de nossa vida têm a exata dimensão que damos a eles. É pura e simplesmente uma questão de perspectiva. Contudo, há pessoas que justamente por não ter problemas de uma magnitude suficientemente grande, acabam supervalorizando questões cotidianas, transformando-as em verdadeiros dramas. Uma discussão tem o peso de uma guerra, um infortúnio ganha o status de um tremendo azar. Estas pessoas entram e saem de supostas crises com frequência, desabam em uma tristeza desmedida, sentem-se ofendidas, perseguidas, injustiçadas e acabam até distorcendo fatos para que estes possam se enquadrar na categoria problema.

Mas de onde será que vem isso?

Qual a real intenção? O que faz com que meras contingências de uma vida atribulada sejam maximizadas e elevadas ao patamar de situações insolúveis, gerando sentimentos de tristeza, mágoa, raiva, ansiedade e pré-ocupação exageradas?

Dentre as diversas hipóteses plausíveis, algo me diz que estes pseudo-dramas têm uma única finalidade. Pode parecer exagerado de minha parte, mas vou tentar resumir em uma só frase. Lá vai: “As pessoas não têm problemas. Elas querem atenção”. Desculpe se você discorda, mas fica cada vez mais evidente que o que as pessoas sentem é algo chamado carência. Sim, sentem carência de atenção, de serem ouvidas e de que alguém que lhes dê a atenção que julgam merecer. Quando conseguem a atenção de alguém, simplesmente a solução mágica aparece.

Exagero?

Então, pense em pessoas que você conhece, principalmente aquelas que vivem reclamando da vida, de tudo e de todos, e analise se há motivos para isso ou se elas estão super dimensionando os problemas que têm. Infelizmente o que estas pessoas não percebem é que, em uma escala muito sutil, a sistemática e repetitiva ênfase nos obstáculos da vida acaba deixando-as em uma situação onde se torna costume lidar com problemas. E quando percebem, não conseguem sair mais deste triste ciclo.

Fique atento em qual das categorias você se enquadra e evite cair nesta armadilha.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Dificuldade em tomar decisões: Posso, devo, quero

Posso, devo, quero

Posso, devo, quero… Sempre pensei muito nisso: na dificuldade em tomar decisões que o ser humano tem.

Escolha Imagens – Download Grátis no Freepik Dificuldade em tomar decisões

É fato que alguns têm mais dificuldade em tomar decisões que outros. Para alguns a indecisão é um dos grandes adversários e oportunidades são desperdiçadas pela hesitação. E minha dúvida era sobre qual afinal seria o motivo disto acontecer.

 

Por que temos dificuldade em tomar decisões?

Creio que basicamente porque as decisões e outras circunstâncias da vida das pessoas se dividem em uma tríade: o que querem, o que devem e o que podem fazer. Pode reparar. Há coisas que as pessoas querem fazer e, às vezes, até podem, têm a chance de fazê-la, mas no fundo sabem que não devem. Muitas vezes, ainda assim, fazem e as consequências podem ser desastrosas.

Um exemplo dentre dezenas? Beber e dirigir. Por mais que as leis impeçam, o livre arbítrio às vezes libera. Há aquelas outras coisas em que as pessoas podem fazer, devem fazer, mas não querem… Exemplos? Fazer exercícios físicos, parar de falar mal da vida alheia, entre outros.

Há também aquelas que as pessoas querem fazer, devem fazer, mas não podem. Por quê? Muitas vezes porque alguns comportamentos como timidez, insegurança, as limitam. Não podem? Pois é… Muitas vezes, os comportamentos literalmente impedem alguns de realizar coisas.

 

O mais complexo…

O mais complexo nesta situação toda é conseguir conciliar estes três fatores: o que podemos, devemos e queremos fazer, ao contexto. Porque o contexto é formado pelo ambiente externo e suas normas, leis e padrões de moral e ética e pelo ambiente interno que é o universo particular que existe dentro de cada um de nós.

Às vezes, quando internamente as pessoas se sentem preparadas para tomar uma decisão, o ambiente externo e suas leis a impede. E, cá entre nós, muitas vezes isso é ótimo. E em outras, o ambiente externo é até propício, mas as leis internas, normalmente calcadas em valores e crenças pessoais acerca do mundo e de si mesmo, não deixam que esta decisão seja tomada. O que tudo isto tem de importante?

Talvez você nem imagine o quanto. Muita gente sofre demais por ser indeciso por ter tanta dificuldade em tomar decisões. Pode acreditar. Alguns simplesmente não conseguem tomar nem pequenas decisões e acabam ficando a mercê das circunstâncias da vida. Ou pior, das decisões que outras pessoas tomam por elas.

Normalmente as decisões mais acertadas ou ao menos as mais éticas são aquelas que estão ligadas ao que podemos, devemos e queremos fazer. Infelizmente, nem sempre estas três variáveis são contempladas simultaneamente. Mas, não deixe que isto atrapalhe suas escolhas. Mesmo porque, pior do que tomar a decisão errada é não tomar nenhuma decisão.

Autor: José Carlos Carturan Filho

O tempo está passando mais rápido?

Li um artigo muito interessante sobre o tempo e nosso cérebro. Entenda a razão científica para essa sensação de que o tempo está passando mais rápido, no trecho de Airton Mendonça, transcrito a seguir. Vale a pena!

Time flying Vectors & Illustrations for Free Download | Freepik O tempo está passando mais rápido?

Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio… Você começará a perder a noção do tempo.

Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.

Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.

É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e apagando as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.

Como acontece?

Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); o cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).

Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.

Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir – as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações…

Enfim, as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a rotina.

E como tem sido sua vida? O que você vai fazer de diferente hoje?

Autor: José Carlos Carturan Filho

Pequenas transgressões: Os grandes malefícios que elas causam

Crime Imagens – Download Grátis no Freepik Pequenas transgressões

Nossa população já tem a fama de, em sua grande maioria, fazer uso da Lei de Gérson. A lei imortalizada por um comercial de cigarros protagonizado pelo craque da nossa seleção de 1970. Tive sempre comigo que estas pequenas transgressões que talvez todos nós já tenhamos cometido são mais nocivas do que parecem.

A princípio, quem me conhece apenas pelos textos, talvez me ache um chato de galocha, como diria minha avó. Ou que quero tudo muito certinho, bonitinho etc. Longe disso. O fato é que sou brasileiro e cresci em uma cultura onde, às vezes, fazer as coisas certas é demérito. É normal utilizarmos o jeitinho brasileiro. E hoje vivo me policiando para fazer cada vez mais as coisas certas e fugir do uso destas (pseudo) malandragens.

 

Falta de civilidade

Uma simples furada de fila, estacionar o carro em vagas reservadas para idosos ou deficientes e outros destes pequenos deslizes passam do limite da má educação. Significam falta de civilidade e abrem um perigoso precedente.

Sempre tive a impressão de que estas coisas repercutiam muito mais negativamente do que poderíamos imaginar. Eis que ao ler um livro, tomei contato com a história de dois criminologistas da cidade de Nova York, que na década de 80 tinha uma média anual de 2.000 assassinatos e 600.000 crimes graves ao ano.

A teoria deles era: O crime é contagiante e resultado inevitável da desordem. Atos de vandalismo como pichações, depredações, mendicância agressiva, urinar nas ruas e outras pequenas infrações são um convite a crimes mais graves porque demonstram ineficácia da aplicação das leis e impunidade. Pode parecer controverso, mas não é.

Ao assumirem cargos de liderança na área da segurança pública, exigiram do prefeito da cidade ações severas para vigilância, controle e punição destes pequenos delitos. O prefeito disse a eles que a preocupação maior era com assassinatos e sequestros, mas eles insistiram neste ponto.

A segurança foi redobrada em estações de trens, metrô e ônibus para fiscalizar e autuar quem era apanhado cometendo alguma infração, mesmo que fosse pular a catraca sem pagar. Além disso, tiveram uma ação maciça para recuperar os monumentos e patrimônio público que eram submetidos a vandalismo, pichações e depredações com a intenção de manter tudo sempre limpo e em ordem.

 

As pequenas transgressões geram grandes malefícios

O resultado? Em menos de 4 anos os índices de criminalidade diminuíram em 75%, incluindo os índices de homicídios, sequestros e estupros. Coincidência? Muito provavelmente, não. Ao ler estes dados tive duas certezas: As pequenas transgressões geram grandes malefícios e nem sempre fazer o certo é fazer o que é mais fácil.

Procuro lembrar-me sempre disto no meu dia a dia. Lembre-se também, principalmente na presença de seus filhos. Se você não for um exemplo de congruência, será muito difícil que eles consigam, no futuro, diferenciar o certo e o errado.

Para terminar, olhe quando sair à rua. Fatalmente verá pichações e coisas em mau estado de conservação. Agora, lembre-se do que acontece com nossos políticos e com os atuais índices de criminalidade. Faz sentido ou não?

Autor: José Carlos Carturan Filho

Aprendizados – Somos pedras brutas que precisam ser sempre desbastadas

Em nosso caminho pela vida, percebendo ou não, estamos buscando desenvolvimento e aprendizados. Somos semelhantes a pedras brutas, que precisam a todo momento ser desbastadas.

Formacao Pedra Bruta Imagens – Download Grátis no Freepik Aprendizados - Somos pedras brutas

 

Os aprendizados pessoais voltados ao autoconhecimento

Algumas pessoas simplesmente não percebem tudo que se passa ao redor delas. Ouso até dizer que a maioria das pessoas se enquadra nesta categoria. Umas por completa comodidade, falta de iniciativa e pró-atividade e outras por desconhecimento e falta de informação.

Logicamente, todos os tipos de aprendizados que obtemos são importantes. Porém, desta vez refiro-me aos aprendizados pessoais, voltados ao autoconhecimento que requerem alguns requisitos essenciais que transpõem capacidade técnica, conteúdo intelectual e sucesso profissional e financeiro.

Quer um exemplo do quanto isto é importante? Pessoas que têm destaque em seu ambiente profissional conseguem sucesso financeiro e tecnicamente exercem com maestria suas atividades. E ainda assim não se sentem felizes, plenas e realizadas. Conhece algum caso assim? Na realidade, eles existem aos montes, espalhados por aí e, em certas situações, estão bem próximos a nós.

 

Conhece-te a ti mesmo

Esta busca pelo autoconhecimento existe desde a Grécia Antiga, há quase 4000 anos, onde no Templo de Apolo em Delfos estavam gravadas nas paredes as frases: “Conhece-te a ti mesmo” e “Vence-te se quiseres vencer”, atribuídas ao filósofo Sócrates.

A grande verdade é que em nosso caminho pela vida, durante percalços e conquistas, percebendo ou não, estamos buscando desenvolvimento e aprendizados. Somos semelhantes a pedras brutas, repletos de imperfeições e arestas que precisam a todo momento ser desbastadas.

Contudo, para que tenhamos a chance de trilhar este caminho é necessário que tomemos algumas atitudes. Além disso e, principalmente, precisamos estar livres para buscar nosso verdadeiro propósito. É fundamental que estejamos dispostos a romper alguns paradigmas e nos livrar do fanatismo, das superstições, da ignorância e de vícios que fazem com que nosso caminho seja repleto de dissabores e dificuldades.

 

Nossas arestas devem ser aparadas

As arestas devem ser aparadas incansável e constantemente com base em virtudes nobres, princípios firmes e propósitos dignos para que em algum momento esta pedra bruta transforme-se em pedra polida.

O autoconhecimento requer retidão, postura exemplar e principalmente uma incessante busca pelo equilíbrio nos quesitos que compõem nossa verdadeira essência. Este conceito é muito relevante! Por isso que vem sendo difundido há milênios pelos mais importantes e iluminados seres humanos que passaram por este planeta. Há trechos que ressaltam esta importância nos livros sagrados das principais religiões do mundo como a hinduísta, judaica, muçulmana e cristã.

O tal “Vence-te se quiseres vencer” refere-se aos desafios diários que enfrentamos para não nos deixar influenciar por tantas situações que colocam à prova o famigerado livre-arbítrio de que tanto se fala e que, em tão poucas vezes, é exercido com a devida importância e respeito a si mesmo ou aos outros. Certamente, o autoconhecimento é o primeiro passo para transformar cada um de nós em pedras polidas. E elas, juntas, servirão para edificar uma nova realidade livre, justa e fraterna.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Ciclos que se repetem – Por que repetimos os mesmos padrões de comportamento?

O ser humano nada mais é do que uma constante e, às vezes, triste repetição de si mesmo. Os ciclos se repetem.
Ciclo Imagens – Download Grátis no Freepik Ciclos que se repetem

Reflexão

Há uma bela reflexão sobre um homem que perguntou a um sábio a respeito de oráculos, se eles realmente funcionavam. O sábio homem afirmou ao aprendiz que sim, funcionavam e muito. Exceto para aquelas pessoas que conseguiam atingir a iluminação. Disse que os iluminados eram tão vazios de seu passado e tão plenos em seu presente, que seria impossível prever o futuro.
O jovem aprendiz então perguntou:
– Mas o que isto tem a ver com as previsões do futuro? Por que é impossível sentir as decisões futuras destas pessoas?
E mais uma vez aquele velho homem, sorrindo, explicou que os oráculos não leem o futuro dos homens. Leem seu passado. E o ser humano nada mais é do que uma constante e, às vezes, triste repetição de si mesmo. Os ciclos se repetem.

A vida é feita de ciclos

É fato. Os ciclos se repetem. Nossa vida é feita de ciclos. Já aconteceu com você, comigo, com pessoas próximas a nós, ainda que não tenhamos nos dado conta disso. Repetimos padrões nos mais diversos segmentos de nossa vida. Se formos avaliar a fundo, nossos relacionamentos profissionais, afetivos, familiares, todos eles seguem certo padrão.

Reavalie, por exemplo, situações profissionais suas. Talvez em épocas diferentes, empresas diferentes, atividades diferentes, certamente havia semelhanças entre elas. Ou um chefe autoritário, opressor, talvez alguém querendo puxar seu tapete ou ainda alguém que você confiava e que te passou a perna.

É muito provável que você perceba identificações entre as situações. E, se examinar mais a fundo, perceberá que padrões semelhantes se aplicam a outras situações de sua vida. Não concorda? Avalie mais a fundo.
Identifique as repetições que existem e existiram em sua vida e se surpreenderá com a quantidade de vezes que isto acontece. Todos nós estamos sujeitos a erros. O problema é que quase sempre erramos nas mesmas coisas, repetimos os mesmos padrões de comportamento.

Podemos romper esses ciclos?

A má notícia? Pessoas passam a vida repetindo ciclos. Passam toda uma existência sem se dar conta que estão incorrendo nos mesmos erros. E reclamam, se culpam, colocam a culpa nos outros, dão justificativas, desculpas, mas insistem em não dar a devida atenção ao que muitas vezes está explícito, claro, pulsante à sua frente: que estão repetindo ciclos.
A boa notícia? A partir do momento que percebemos isto, podemos romper estes ciclos, quebrá-los. E ao fazer isto, rompemos inclusive com um padrão energético que circunda isto. Estamos alterando, modificando o caminho, o que automaticamente torna diferente o final.
Somos uma constante repetição. E se não percebermos isto, estaremos fadados a cair sempre nas mesmas armadilhas, geradas pela nossa falta de percepção. Chico Xavier dizia que em nossa vida é impossível fazer um novo começo, mas temos toda a possibilidade (e a responsabilidade) de fazer um novo fim. Para isto, é fundamental que percebamos estes ciclos repetidos. E tenhamos a atitude necessária para alterá-los.

Salvar

Confusão e desordem: Quando o caos é bom?

 

Caos nada mais significa do que desordem, confusão. Mas será que isso é bom?

 

Fotos Dificuldades, 63.000+ fotos de arquivo grátis de alta qualidade Confusão e desordem

 

Sua vida está um caos? Isto pode ser muito bom!

Por mais que pareça lugar comum, é inegável que o ser humano é uma criatura instável. Aliás, os que aparentam ser estáveis demais é que mais me preocupam. Alguns poucos são realmente equilibrados, enquanto os demais são apenas personagens forjados que só mostram quem realmente são atrás das cortinas, nos bastidores, quando a luz se apaga e o público se vai. Mas isto são outros quinhentos.

O ponto importante aqui é a tal instabilidade. Estas oscilações malucas que todos vivemos e que, por mais que reclamemos, servem para nos deixar alertas, são essenciais. Tudo bem que, em grande parte das vezes, as tempestades acabam durando mais tempo do que gostaríamos, mas aí também residem duas questões importantes. Primeira: Nenhuma delas é forte demais para nos derrubar totalmente. Às vezes nos tiram um pouco a posição de conforto em que estávamos, mas geralmente não são capazes de nos tirar do jogo da vida. Segunda coisa: Quem disse que o que queremos que aconteça, da forma que queremos é o melhor para se acontecer?

Já reparou nisso? Quantas vezes as coisas saem diferente do que imaginávamos e, depois de um tempo… Pumba! O que nós sempre almejamos acontece. Isto é representado pela velha máxima popular: Deus escreve certo por linhas tortas. Será?

Pessoalmente acho o contrário. Nós é que vivemos querendo que linhas tortas encurtem nosso caminho, sirvam como atalho para que cheguemos aos nossos objetivos e Ele acaba fazendo com que as coisas aconteçam do jeito certo.

A segunda questão importante pode ser resumida por um adágio da sabedoria antiga que diz o seguinte.

Ordo Ab Chao

Em uma tradução livre e apropriada: A ordem vem do caos.

Normalmente a impressão das pessoas em relação à palavra caos é a pior possível, mas caos nada mais significa do que desordem, confusão. E talvez você esteja pensando…

Mas, confusão e desordem são coisas boas?

Depende. Isso mesmo. Depende. Depende da situação, da fase, do ponto de vista. Mas é só por meio das desordens que acontecem em nossas vidas que conseguimos reorganizá-la de modo adequado, por mais demorado e doloroso que seja. Pode lembrar-se de momentos conturbados que teve em sua vida e perceberá que, logo após de tais momentos, sua vida tomou um rumo diferente, que lhe trouxe possibilidades novas. Pode ter sido a troca de trabalho, um término de relacionamento ou até uma perda importante. Esta desordem é que move o mundo. A natureza está em constante movimento, mas é algo imperceptível para nós.

O fato é que muitas vezes temos a impressão de que conosco as coisas são um pouco diferentes e as turbulências demoram a passar. Muito provavelmente é porque ainda nos encontramos na fase do caos. E ela parece demorada e difícil de ser superada. Como disse anteriormente, as coisas não acontecem exatamente quando e como queremos que aconteçam. Elas seguem um propósito maior e tem seu tempo certo de maturação. E acredite, isso pode ser muito bom.

Autor: José Carlos Carturan Filho

O que causa ansiedade?

Começamos a cair nesta armadilha quando ultrapassamos o suave limite entre manter as expectativas em relação ao que queremos e exageramos na dose, o que causa ansiedade.

Adhd estresse ansiedade adulto difícil bagunça | Foto Premium o que causa ansiedade

As categorias dos seres humanos e o que causa ansiedade

Talvez, dentre tantas classificações, possamos dividir os seres humanos em duas categorias.

A primeira seria a dos que vieram ao mundo a passeio. Não se preocupam com nada, não estão nem aí com as coisas, não têm objetivos definidos. É muito provável que estes não sofram, mas é mais provável ainda que façam sofrer os que convivem consigo. São desinteressados, displicentes, acomodados.

E a outra categoria é a dos que buscam algo na vida. Têm sonhos, objetivos, sabem que há algo a ser feito por si mesmo e pelos outros. Mas o fato é que os que se enquadram nesta segunda categoria, como eu e grande parte das pessoas que conheço e convivo, correm sério risco de tocar o outro extremo desta linha. E começamos a cair nesta armadilha quando ultrapassamos o suave limite entre manter as expectativas em relação ao que queremos e exageramos na dose, o que causa ansiedade.

 

O furacão chamado ansiedade

Detalhe: quanto maior for o desejo, o sonho, o propósito, mais fácil é de sermos tragados por este furacão chamado ansiedade. Queremos que as coisas aconteçam, forçamos a barra, insistimos, insistimos mais um pouco, nos chateamos, nos decepcionamos, às vezes culpamos os outros, em outras culpamos a nós mesmos. As reações físicas aparecem, se tornam mais frequentes e podem até virar doenças sérias.

Mas, de nada adianta. Por mais que o planejamento exista e seja fundamental, muitas vezes, mesmo assim, as coisas não acontecem exatamente como e quando planejamos.

Há algo, no entanto, que insistimos em não perceber. Tudo acontece no momento exato. Quantas vezes pedimos uma oportunidade, mas não estamos devidamente preparados? Quantas vezes sofremos por antecipação, esperando algo que queremos e depois recebemos algo bem melhor do que aquilo?

Entenda… Não se trata de uma visão conformista, muito menos que não devamos buscar nossos objetivos. Simplesmente não adianta exigirmos que as coisas aconteçam exatamente quando queremos. A nós cabe trabalhar e cuidar das atitudes que estão ao nosso alcance.

Pois bem. Não adianta pressa nem ansiedade, nem sofrimento. O tempo que queremos as coisas, em muitas situações, não é o tempo certo para conseguirmos. Simples. Para que as coisas aconteçam, não existe o tempo que queremos. Existe o tempo certo. E se queres algo e isto não aconteceu, talvez seja porque não é o melhor para acontecer a você. Ou apenas porque não é ainda a hora certa para acontecer. Espera e confia.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Buda de Ouro – Uma metáfora que pode te ajudar a encontrar sua essência

Templo do Buda de Ouro

Diz a lenda que existe um simples templo budista que deixa uma magnífica impressão em corações e mentes de quem o visita. Chama-se o “Templo do Buda de Ouro”.

Página 31 | Statue Buddha Imagens – Download Grátis no Freepik Buda de Ouro

O templo em si é muito pequeno, provavelmente não mais de que 10 x 10 metros. Mas, ao entrarmos, ficamos atordoados com a presença de um Buda de ouro maciço de 3,5 metros de altura. Ele pesa mais de duas toneladas e está avaliado em aproximadamente 196 milhões de dólares!

Dizem que é uma visão extremamente impressionante – o Buda de ouro maciço, gentil e bondoso, embora imponente, sorrindo para todos. Ao lado da peça há uma vitrine que contém um grande pedaço de barro com cerca de oito polegadas de espessura por doze polegadas de largura, com uma página descrevendo a história desta magnífica peça de arte.

Nos idos de 1957, um grupo de monges precisava transferir um Buda de barro de seu templo para um novo local. O monastério teria que ser transferido para ceder espaço à construção de uma autoestrada que atravessaria Bangkok na Tailândia. Quando o guindaste começou a sustentar o ídolo gigantesco, seu peso era tamanho que ele começou a rachar. E, como se isso não bastasse, começou a chover. O monge superior estava preocupado com os danos que pudessem ocorrer ao Buda sagrado. Então, resolveu devolver a estátua ao chão e cobri-la com um grande encerado de lona para protegê-la da chuva.

Mais tarde, naquela noite, o monge foi verificar como estava o Buda. Acendeu sua lanterna sob o encerado para ver se o Buda continuava seco. Conforme a luz incidiu sobre a rachadura, o monge notou um pequeno brilho e achou estranho. Ao olhar mais de perto o reflexo da luz, perguntou-se se poderia haver algo sob o barro. Foi buscar um cinzel e um martelo no monastério e começou a retirar o barro.

À medida que derrubava fragmentos de barro, o pequeno brilho se tornava maior e mais forte. Muitas horas de trabalho se passaram até que o monge se deparou com o extraordinário Buda de ouro maciço.

Os historiadores acreditam que algumas centenas de anos antes da descoberta do monge, o exército dos birmaneses estava prestes a invadir a Tailândia (chamada então de Sião). Os monges siameses perceberam que seu país seria logo atacado. Então, cobriram seu precioso Buda de ouro com uma camada externa de barro para de evitar que seu tesouro fosse roubado pelos birmaneses. Infelizmente, parece que os birmaneses massacraram todos os monges siameses. Mas o bem guardado segredo do Buda de ouro permaneceu intacto até aquele fatídico dia em 1957.

 

Somos como o Buda de barro

Talvez todos nós sejamos como o Buda de barro, recobertos por uma concha de resistência criada pelo medo, por nossas crenças e comportamentos limitantes e ainda assim, dentro de cada um de nós, há um Buda de ouro, um Cristo de ouro ou uma essência de ouro, que é o nosso eu verdadeiro. Em algum lugar ao longo do caminho, começamos a encobrir nossa essência de ouro, nosso eu natural. E, assim como o monge, com o martelo e o cinzel, nossa tarefa agora é redescobrir mais uma vez a nossa verdadeira essência.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Medo do fracasso: E se ele não existisse?

Medo Imagens – Download Grátis no Freepik Medo do fracasso

Medo do fracasso? Mas e se ele não existisse?

O que você faria na sua vida se soubesse que não iria fracassar? Isso mesmo. Quais decisões você tomaria na sua vida se, por algum motivo, você tivesse a plena certeza que não haveria a mínima possibilidade de algo dar errado?

Imagine que um belo dia você encontrasse uma lâmpada mágica, um gênio, um anjo ou tivesse a oportunidade de ter uma conversa direta com o Pai Celestial e recebesse a garantia de que não haveria erro. O que você fizesse daria certo.

O que você faria? Você sabe responder? Pense em sua vida pessoal, afetiva, profissional, financeira… Qualquer um dos segmentos.

Mais uma vez: O que você faria se soubesse que não iria fracassar?

Pediria aumento? Daria entrada para obter a sua tão sonhada casa própria? Tomaria coragem para convidar para um cinema aquela pessoa que há tanto tempo você vem paquerando? Mudaria de profissão? Investiria em você? Faria aquela reforma tão desejada em sua casa? Viajaria para aquele lugar tão sonhado?

Pois é… Talvez as respostas tenham vindo à sua mente, mas talvez você esteja surpreso, justamente por não saber o que você realmente tem desejo de fazer.

 

O medo do fracasso

Há ainda um agravante. Em certas ocasiões, não temos esta resposta, ou ainda que tenhamos a resposta, ficamos hesitantes em responder, justamente porque o medo do fracasso é um dos sentimentos que mais paralisa o ser humano.

Sabe aquilo que sentimos quando estamos prestes a tomar uma decisão, mas na hora H acabamos por não tomá-la? Quando temos algo a fazer, mas não fazemos? Muitas vezes, este sentimento que toma conta de nós é o tal medo do fracasso.

 

O sucesso

Agora, faça o mecanismo inverso. Pense em alguém que para você seja um símbolo de sucesso. Já lembrou? Agora me responda novamente. Você concorda comigo que em algum momento estas pessoas também tiveram medo de tomar decisões? E você realmente acredita que elas não hesitaram, não titubearam em nenhum momento? Certamente hesitaram e ficaram inclinadas a desistir, mas houve algo maior, mais forte, mais intenso que fez com que elas prosseguissem.

O que foi esse algo? Desculpe, mas isso você terá de descobrir por si mesmo. Você terá de experimentar. Então, quando tiver algo a fazer e sentir aquela vontade de desistir, aquele medo de fracassar, terá de ir adiante. Ao menos uma única vez.

Faça a experiência e você vai se surpreender com os resultados. Por experiência pessoal, posso te afirmar o seguinte. Já senti este mesmo medo várias vezes e em certas ocasiões sinto-o até hoje, mas o que obtive de mais precioso em minha vida, obtive quando rompi a barreira do medo.

Tenho certeza que você também já conquistou coisas e objetivos que nem mesmo você acreditava ser capaz. Então, lembre-se daqueles momentos.

Certamente, alguma vez na vida, você também já rompeu este muro chamado medo do fracasso. Talvez esta seja a única distância entre quem tem e quem não tem sucesso, quem alcança e quem não alcança seus objetivos: decidir romper ou não esta barreira.

Acredite em você e tome as melhores decisões!

Autor: José Carlos Carturan Filho

Máscaras e disfarces: Você é quem é? Ou um fantoche que só quer agradar aos outros?

Viver para agradar aos outros? Cuidado!

Por que é tão prejudicial viver para agradar aos outros em vez de assumir ser quem realmente você é?

Confesso que certas coisas me incomodam um bocado. É inegável que a busca constante pelo desenvolvimento é algo fascinante, mas traz um ônus complicado de lidar. A tendência natural é ficarmos mais perceptivos e isso às vezes faz que não aceitemos qualquer coisa goela abaixo.

Não vire uma caricatura de quem realmente você é. E cuidado com a armadilha de tornar-se um fantoche que vive para agradar aos outros.

Teatro Fantoche Imagens – Download Grátis no Freepik agradar aos outros

De minha parte, um dos maiores desafios têm sido não me tornar uma personagem de mim mesmo, ou uma personagem que foi sendo escrito para mim pelas pessoas que compõem o enredo da minha vida. Procuro me policiar constantemente para que não vire uma caricatura de quem realmente sou e não cair na armadilha de tornar-me um fantoche que quer sempre agradar aos outros. Sem nenhum tom de arrogância ou presunção, digo: Sou o que sou. Constantemente em busca de melhoria, justamente por estar ciente de minhas inúmeras, infindáveis e constantes imperfeições.

Em meu trabalho, com meus amigos, com minha família, sou o que sou. E ainda que, cada um de acordo com sua ótica e sua essência, me veja de uma maneira diferente, para mim continuo sendo o que sou, com as vantagens e desvantagens que isto traz. Não se trata de falta de flexibilidade, mas sim em prezar por alguns valores e virtudes cardeais e principalmente ser transparente em demonstrá-los.

Por bom senso procuro aliar a isto certa polidez e tolerância, mas não se engane. Este perfil pacificador e diplomático tem um limite bem definido por valores éticos e morais. Daí por diante, se este limite for ultrapassado, como bom ariano que sou, as coisas tomam outro rumo.

O paradoxo é que, enquanto arduamente luto para não tornar-me um rascunho de mim mesmo, me deparo com pessoas que se esforçam exatamente para conseguir o contrário. São a reprodução mecânica e robotizada daquilo que as pessoas querem encontrar nelas. Essas pessoas criam algo como uma personalidade paralela. E escondem-se sob um véu alicerçadas em palavras, gestos e ações que fortalecem a imagem que elas querem que os demais tenham delas. O fardo de viver sendo quem não, se é de verdade, deve ser grande demais.

 

Máscaras e disfarces

O fato é que após algum tempo vivendo debaixo de uma máscara, só há dois desfechos. O primeiro, que beira a insanidade, é realmente acreditar que se é a figura que criou, fundindo, criador e criatura em uma personalidade vazia e ambígua. E o segundo é que nas situações limite, a máscara acaba caindo. Não as situações de cunho emocional quando todos nós estamos sujeitos a reações desproporcionais. Mas sim quando princípios e valores são questionados e deve haver um posicionamento. Mesmo porque, não se consegue sustentar indefinidamente uma fraude.

O ruim é que ainda há algumas pessoas que não sei quem são. Não sei se são elas mesmas ou alguém que criaram. E é muito ruim lidar com pessoas assim. No meu caso, basta olhar bem fundo nos meus olhos. Gostando ou não do que vai encontrar, lá estará estampada a imagem cristalina de quem eu sou.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Falsos dilemas – Quais são os seus?

Que bom seria se o universo fosse tão simples como certas pessoas o fazem parecer! Simplesmente reduzimos questões complexas a questões díspares, opostas, como se estivéssemos o tempo todo restritos a falsos dilemas.

Universo Imagens – Download Grátis no Freepik dilemas

Talvez este péssimo hábito seja uma herança da lógica cartesiana ou de uma estrutura social em que temos de nos adequar de uma maneira X, ou, então, de maneira contrária a esta X.

Não é de se espantar que uma das frases mais famosas da história da literatura mundial seja a seguinte.

“Ser ou não ser? Eis a questão” – da obra Hamlet de William Shakespeare

Talvez seja a representação mais célebre destes falsos dilemas que nos impomos a todo instante. Precisamos sempre ser OU não ser. Mas porque jamais temos a opção de ser E não ser?

Normalmente rotulamos e somos taxados pelas pessoas como altos ou baixos, bons ou maus, grandes ou pequenos, gordos ou magros, ricos ou pobres, isto ou aquilo.

O fato é que quando reduzimos a questão em rótulos, categorias, opiniões que podem nos levar a caminhos aparentemente opostos, estamos ilusoriamente buscando facilitar situações que nem sempre se resumem à simples escolhas.

Esquecemos que entre em tons contrastantes de preto e branco temos infinitas matizes de tons de cinza. E o pior… Não percebemos que estes tons de cinza são fruto da mistura destas nuances de preto e branco, às vezes muito escuros, outras vezes mais claros.

 

Entre o “sim absoluto” e o “não absoluto”

Infelizmente estamos sempre tendo de nos posicionar de um lado ou de outro. Mas há entre o “sim absoluto” e o “não absoluto” uma infindável rede de opções e alternativas a serem consideradas antes de uma escolha ou um posicionamento definitivo.

Digo infelizmente porque quando resumimos as situações desta forma, automaticamente estamos afunilando nosso ponto de vista. Além disso, nos privamos de conhecer diversas outras possibilidades situadas entre um extremo e outro, seja em discussões, debates ou em uma cotidiana opção entre uma coisa e outra. Jamais uma verdade, uma escolha estará totalmente correta e a outra totalmente equivocada. Há sempre pontos benéficos em ambos os posicionamentos. Assim, quando cerceamos a nós ou aos outros da chance de perceber o que há em comum entre os opostos, estamos limitando o aprendizado.

E este é o ponto relevante. Normalmente, há mais opções do que as que são opostas entre si. E há um caminho intermediário entre elas: o caminho do meio.

Há simplesmente o dia e a noite? Ou na intersecção existente entre eles há também a aurora e o crepúsculo, quando dia e noite praticamente misturam-se?

 

Cuidado com os falsos dilemas

Evite cair na armadilha dos falsos dilemas, desde os que são simples, até os que são importantes. Ao reduzirmos questões complexas a alternativas diametralmente opostas, tornamos limitada nossa capacidade de entendimento. Corremos sério risco de nos tornarmos radicais, fanáticos. Além disso, podemos colaborar para uma realidade com base em conflitos e divergências onde o consenso e o equilíbrio ficam cada vez mais distantes.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Mágoa – Isso pode estar atrapalhando a sua vida

 

Sentir mágoa é como tomar veneno e querer que o outro morra.

Garrafa de vidro de veneno com sinal de alerta na mesa de madeira espaço para texto | Foto Premium mágoa

Talvez um dos grandes desafios em nossa vida seja o de tirar aprendizados das situações em que vivemos. É possível que todos já tenhamos passado por isso. Muitas vezes, essas coisas acontecem e marcam muito nossa história. Há inclusive uma frase que diz o seguinte.

“Quem aprende com os próprios erros é inteligente. Quem aprende com os outros é sábio.”

Pois bem. O fato é que muitas pessoas não apenas não conseguem aprender com seus erros nem com o dos outros. Além disso, passam um bom tempo ruminando aquele sentimento ruim.

Há pessoas que simplesmente tornam o sentimento ruim que nutrem pelos outros um combustível para viver. Vale a pena? Talvez até valesse, caso esse sentimento negativo se transformasse em mola propulsora para seu próprio desenvolvimento. Até conheço algumas  pessoas que se beneficiaram disto. Ou seja, usaram a tristeza, o rancor para provarem para os outros e para si mesmos que seriam capazes de superar dificuldades, dissabores.

Contudo, é uma estratégia perigosa. Primeiro porque provar as coisas para os outros não leva a nada. O ideal é que consigamos fazer as coisas por nós mesmos e por pessoas que amamos. O segundo motivo é que isso pode se transformar em uma armadilha. Muitas pessoas acabam se perdendo no caminho.

Você já parou para pensar nisso? Conhece alguém que passa ou passou uma boa parte da vida remoendo situações que já fazem parte do passado? Pois é… Complicado.

E você tem esse sentimento por alguém ou por alguma situação?

Seja franco. Há alguém por quem você ainda guarda alguma mágoa? Reflita, pois isso pode estar atrapalhando demais sua vida. Tanto no que diz respeito à parte dos seus relacionamentos quanto na parte referente à sua saúde. Pode parecer bobagem, mas a amargura e a chateação constantes com fatos do passado acabam atrapalhando seu desenvolvimento. Há estudos que comprovam que pessoas rancorosas, mal humoradas e pessimistas são mais susceptíveis a doenças como diabetes, derrames, infartos e outras tão ou mais graves. (Leia também: Cura de doenças e os comportamentos humanos)

Ainda assim, há outras implicações nessa situação. Acabamos entrando em círculos viciosos e não nos damos conta disso. Vamos ficando mais retraídos, em nossos próprios pensamentos, nos afastando das pessoas e passamos a generalizar acreditando que a maioria das pessoas é parecida com aquela por quem você nutre antipatia.

Tudo bem. Concordo que muitas vezes não é tão simples. Nos sentimos agredidos, desrespeitados e isso torna difícil a tarefa de levar as coisas com leveza e serenidade.

Mas é importante que consigamos fazer essa autoavaliação. Procure jogar fora sentimentos que te fazem mal. Livre-se desse peso desnecessário. Já diz a sábia frase que “sentir mágoa é como tomar veneno e querer que o outro morra”.

E seja sincero consigo mesmo. Lembre-se: quando olhamos para o passado e sentimos rancor, raiva ou mágoa é porque ainda não tiramos o real aprendizado daquela situação. Além disso, ainda estamos dominados pelo ego.

Você já aprendeu a deixar para trás?

Autor: José Carlos Carturan Filho

Decepção – A surpresa ao contrário

Nesta semana recebi sugestões de amigos muito queridos para escrever sobre temas bem interessantes. No entanto, optei por abordar um pelo qual nós todos já tivemos alguns minutos, horas, dias ou anos de desassossego. E aí é que está o cerne da questão. A reflexão e a decisão de quanto tempo levaremos este sentimento adiante. Mas de qual sentimento afinal estamos falando? Simples. Falamos sobre a decepção.

 

Sad Imagens – Download Grátis no Freepik decepção

 

Mas afinal o que é decepção?

De modo bem simples, para mim decepção é a surpresa ao contrário. Parece bem lógico, mas há algumas variáveis bem sutis em tudo isto. Justamente porque a decepção está diretamente ligada às expectativas que nós temos do outro e que este outro, ou não tem potencial ou não está comprometido suficientemente para atender.

E isto abre mais uma janela para discussão, sobre um erro bastante recorrente em nossa vida que acontece quando há uma lacuna e estamos ansiosos para que ela seja preenchida. Quantas pessoas não se sentem sós e acabam amarrando o burro em uma pessoa que projeta ter os predicados que buscam, mas que na verdade está mais para sapo do que príncipe?

E no trabalho? Quantas vezes vislumbramos que aquela é a pessoa certa para determinada função? Ainda mais se a função diz respeito a um ponto nevrálgico da organização e, no dia a dia, fica bastante claro que os atributos e a conduta estão bem aquém do esperado. Isso fica ainda mais fácil de acontecer, em ambos os casos, quando a pessoa fala e demonstra ser exatamente aquilo que almejávamos. Pronto.

Porém, se formos analisar friamente, quais as maiores causas da decepção?

Certamente, a primeira delas é ter de admitir para si mesmo que errou e suas percepções estavam equivocadas. E somado a isto, o nível de decepção é diretamente proporcional aos compromissos assumidos pelo outro e aos nossos valores pessoais que foram diretamente atingidos.

Bob Marley, um dos ícones da cultura alternativa e que, conduta pessoal à parte, foi um dos grandes nomes da música internacional, dizia o seguinte a respeito da decepção.

Às vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas. O tempo passa. E descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!

Pode ser. No entanto, prefiro adotar a definição do sábio chinês Confúcio, que dizia o seguinte.

Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos.

Este sim, um grande conselho. As decepções às vezes nos custam bem caro, mas são extremamente válidas, pois geram aprendizados.

Aprendemos que devemos afinar ainda mais a sintonia do nosso radar, estar atentos a discursos vazios, nos lembrar que são poucos que mantém o antigo (e salutar) hábito de honrar a palavra e principalmente nos lembrar que não são todos os seres humanos que dão a mesma relevância à palavra compromisso.

Em suma, a decepção é um sentimento que reside dentro de nós e jamais deve ser creditado aos outros. E isto é muito bom! Afinal de contas, a decisão em mantê-lo ou não conosco está em nossas mãos.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Culpa – Como lidar com este sentimento?

Hoje o tema é espinhoso e recorrente, mas faz parte da vida de todo ser humano. Todos nós em algum momento já sentimos isso. E digo mais… Muitos de nós fomos criados com base neste sentimento ardil: a culpa.

Guilty Imagens – Download Grátis no Freepik culpa

 

Definição

Então, para iniciarmos, lá vai a definição do dicionário.

Culpa: “É o sentimento de sofrimento obtido após reavaliação de um comportamento passado tido como reprovável, baseado na frustração causada pela imagem criada daquilo que achamos que deveríamos ter sido.”

Entendeu? Se não entendeu, repare apenas nas quatro palavras destacadas: sofrimento, reavaliação, reprovação e frustração. Além disso, some-se a estes sentimentos outros que estão correlacionados como autocrítica, repressão, mágoa e perceba o estrago que isto causa.

Poucos dão a devida atenção a este sentimento, mas ouso dizer que é um dos que mais atrapalham nossa vida. E digo mais: É um dos mais difíceis de lidar, de ser trabalhado internamente.

 

Motivos

Os motivos são simples. Primeiro: a facilidade com que as pessoas têm em nos repreender, desde sempre, quando algo não sai exatamente como deveria. Pais, professores, amigos, familiares. Nosso senso de perfeccionismo e autocrítica então vêm e nos colocam ainda mais para baixo.

O segundo é a questão cultural mesmo. A cultura ocidental predominantemente e uma boa parte das culturas orientais se baseiam na culpa. As religiões instituídas multiplicam esta sensação exponencialmente. Pecado, castigo, punição, dívida. Já nascemos do pecado e carregamos isto conosco às vezes por toda a vida. Exagero? Creio que não. Ainda mais quando levamos em consideração que é algo que acontece há séculos, que herdamos de nossos antepassados, que está impregnado em nossas células, que paira no ar.

 

Temos de nos redimir

As culpas que sentimos o tempo todo, a sensação de que temos de nos redimir, mesmo muitas vezes sem saber de quê, são apenas resquícios de uma culpa atroz e gigantesca que recai sobre nossos ombros e que, por nossa pequenez frente a um Universo tão grandioso, jamais teremos condições de lidar. E cá entre nós, nem temos de lidar.

Com base nisso, a sociedade se baseia em uma infinidade de padrões, que variam de um lugar para outro, mas que invariavelmente temos de nos adequar, ainda que em grande parte das vezes não sejamos preparados para isto pela família, pelos educadores e pela falta de exemplos a quem podemos nos espelhar.

Nós seres humanos somos uma obra inacabada e obviamente somos responsáveis por nossos atos e suas consequências. Isso por si só já traz uma responsabilidade suficientemente grande.

Por esse motivo, não aceite gratuitamente o sentimento de culpa que alguns insistem em nos colocar nos ombros. Cada um é responsável pelo seu destino e ninguém é obrigado a carregar o fardo alheio. Você pode até ajudar, mas deve ser uma opção sua. É a mesma prerrogativa que tem em dizer não e seguir sua vida adiante.

Então, de hoje em diante fique atento em quem quer por a culpa pelo próprio fracasso nas suas costas. E definitivamente, não aceite. Mas, sem sentir-se culpado por isto, ok?

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

Autocobrança: Você é capaz, cruel e impiedoso

 

A autocobrança excessiva faz com que não aproveitemos os erros, fracassos e equívocos como oportunidade de aprendizado.

 

Premium Photo | Caucasian man being angry on himself screaming on his reflection on the mirror autocobrança

 

Posso te fazer uma pergunta? Por que você se cobra tanto?

Talvez você esteja estranhando meu “tom”, que pode até parecer agressivo num primeiro momento. E pode estar se perguntando o motivo de estar me referindo assim diretamente a você. Aliás, pelo alcance que a mídia escrita e a Internet proporcionam, é bem possível que não te conheça pessoalmente.

Vou além. Se me pedisse para que eu te atribuísse três adjetivos eu diria: Capaz, cruel e impiedoso. E talvez agora você esteja perplexo, surpreso, até mesmo irritado e com vontade de não ler mais o artigo.

Capaz, porque sei que você reúne características, atributos, recursos, talentos e qualidades especialíssimas que o Grande Criador te deu para desenvolver sua vida, buscar seus sonhos e objetivos.

Mas afinal, por que então cruel e impiedoso? Duas conotações tão fortes? Porque imagino, quase que aposto que você age assim, de maneira cruel e impiedosa. Com quem? Com você mesmo. E talvez com as pessoas que você mais tem consideração e bons sentimentos.

 

Vai me dizer que não pratica a autocobrança?

Você é assim. Eu sou assim. Somos assim. Como digo, somos pessoas humanas. E nos comportamos assim. Somos extremamente duros conosco. Não damos a nós mesmos o direito de errar. Ou vai me dizer que você não se critica, não se cobra, não julga a si mesmo o tempo todo, não tem tanta autocobrança?

Pois é. Viu como sei como você se comporta? Porque faz parte do processo. O grande problema nisto tudo é que esta autocobrança excessiva faz com que não aproveitemos os erros, fracassos e equívocos como oportunidade de aprendizado.

E quando não aprendemos com as oportunidades que a vida nos dá, a tendência é repetirmos os erros. E nos criticamos novamente. E erramos de novo. Ficamos como o cachorro, correndo em volta do rabo. E quando somos críticos e exigentes conosco, passamos a ser com os outros também.

E por experiência própria, pare com isso. Não tente agradar a todos, toda hora. Seria bom que aproveitássemos cada lembrete, cada situação ou dificuldade que a vida nos traz como algo precioso para nosso desenvolvimento. Mesmo porque, quando paramos de nos desenvolver, sem perceber, começamos a morrer.

Ao menos em um fim de semana por mês, tenho a oportunidade de dizer a pessoas muito especiais uma frase que gosto muito:

“Quando achamos que sabemos todas as respostas da vida, a vida vem e muda todas as perguntas”. E é justamente isto que nos move adiante, nos faz crescer.

Que bom, pois é muito chato conviver com aquelas pessoas que já acreditam saber tudo. E igualmente ruim com pessoas cruéis e impiedosas que não percebem que os erros fazem parte da caminhada, e que não há caminhada sem tropeços.

Aproveite cada tropeço e transforme-os em um impulso rumo a sua magnífica vitória.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Comprometimento? Difícil!

O que faz a pessoa ser ou não comprometida com o trabalho? E o que é comprometimento?

Base Negocios Imagens – Download Grátis no Freepik Comprometimento

Tenho tido a oportunidade de conversar com diversos líderes e gestores de recursos humanos de empresas dos mais variados setores. É bacana perceber a constante ebulição que permeia o mercado e atender às demandas de treinamento e desenvolvimento que auxiliam os profissionais que estão inseridos nesta jornada árdua e competitiva.

Nestas situações, há os assuntos que são campeões de audiência como pontos a serem trabalhados entre as equipes. Relacionamento interpessoal, liderança e comunicação são geralmente temas necessários para que resultados melhores sejam obtidos.

 

Um assunto que vem ganhando destaque

Entretanto, ultimamente um novo assunto vem sendo bastante solicitado e uma palavra vai ganhando cada vez mais força dentro das organizações: comprometimento.

E talvez você, principalmente se estiver atrelado a áreas de gestão de pessoas, pense: “Agora? Isso já é a um bom tempo assunto importante dentro de empresas.” Sem dúvida.

O fato é que o velho e conhecido “vestir a camisa” tem sido um dos pontos mais complicados nesta relação profissional/empresa. Mas afinal, o que faz a pessoa ser ou não comprometida com o trabalho ou com a equipe? E mais: O que é comprometimento?

Há diferentes definições para esta palavra. Entretanto, no ambiente corporativo, comprometimento ganha contornos voltados aos vínculos e à dedicação do funcionário aos objetivos, tarefas e valores preconizados pela empresa. Alguns pontos podem parecer subjetivos, mas é fato que ter um funcionário comprometido é o ideal de qualquer gestor.

 

Mas, por que será então que o comprometimento é um ponto tão nevrálgico?

Confesso que estes anos trabalhando na área do comportamento humano associados a leituras, cursos e o dia a dia que encontramos nas empresas, me fizeram chegar a uma conclusão um pouco diferente do que as pessoas pensam. A resposta para esta pergunta, sobre o motivo que os funcionários não são comprometidos com a empresa é simples.

Boa parte das pessoas não são comprometidas com as empresas porque não são comprometidas nem consigo mesmas! Viu? Simples assim…

Como exigirmos comprometimento para com a causa ou a missão da empresa de alguém que não tem compromisso nem com suas próprias causas?

Do mesmo jeito que muitos vivem os dias apenas olhando o calendário e vendo a vida passar, sem se dedicar a propósitos pessoais, muitos veem na empresa apenas uma maneira de ganhar seu sustento. Sustento suficiente para continuar ver a vida passar e muitas vezes reclamar dela. Até aí, nenhum problema. O destino de cada um depende da qualidade das decisões que toma.

O problema é que essas pessoas sem comprometimento podem por em xeque resultados de empresas e equipes compostas por pessoas essencialmente comprometidas. Sim, essa é a boa notícia. Há pessoas extremamente comprometidas. No trabalho, com sua família, com seus colegas, mas acima de tudo comprometidas com seus propósitos e sua própria felicidade. E você? Em qual das categorias se enquadra?

Autor: José Carlos Carturan Filho

Compreensão: O que muda jamais volta a ser como antes

Página 2 | Ways Imagens – Download Grátis no Freepik Compreensão

Cada caminho é único e pessoal. E é por isso devemos exercer uma das grandes virtudes humanas em relação aos demais: a compreensão.

Compreensão…

Guarde esta máxima: Você é o que você pensa. Simples? Não. A equação não é tão simples assim.

Se em seus pensamentos estão arraigados conceitos fortalecedores, menos mal. Se ao contrário, seus pensamentos estão repletos de crenças limitantes, aí as coisas complicam. E complicam pelo simples fato de dificilmente você sentir-se preparado ou bom na medida certa para algo e este pensamento gera outro, extremamente desconfortável, que é sobre o que você pensa que os outros acham de você. Compreensão!

E sabe o que mais? Mesmo quando você se compromete consigo mesmo a mudar, melhorar, substituir velhos hábitos por novos, estes pensamentos atormentam. Normalmente, conseguimos sim. A questão é que, normalmente, queremos resultados imediatos. Uma pessoa que precisa fazer dieta e que está há anos sedentária e descuidando da alimentação, geralmente, desanima a fazer o tal regime porque o emagrecimento é lento, gradual. Até aí, sem novidades. Talvez já tenha acontecido com você.

 

O fato é que em relação ao crescimento interior, esta premissa funciona exatamente do mesmo modo, com alguns agravantes.

Na maioria das vezes, estas mudanças são paulatinas e não acontecem bruscamente, mas sim de modo lento e quase imperceptível. Os antigos místicos diziam sabiamente que temos que nos acostumar com a claridade antes de ver a luz maior.

Tanto a mente quanto o corpo começam a ser preparados para tal empreitada. Na mente, padrões de pensamento, novas percepções, um feeling diferente acontece. Estes novos padrões começam a refletir no corpo. Tudo isto começa a ser notado em nosso cotidiano quando, por exemplo, percebemos que algo que muito nos agradava passa a ter um menor significado. Ou quando o que antes nos incomodava agora não mais nos afeta. Ou quando valores antigos começam a ser substituídos e até mesmo pessoas e companhias que eram agradáveis, já não são mais tão atraentes.

 

Mas por que estas mudanças tão gratificantes são tão difíceis de serem assimiladas?

Simples. Porque as pessoas ao seu redor continuarão as mesmas e em muitos casos estranharão e não compartilharão deste novo modo de ver o mundo e as coisas, mesmo aqueles que  te amam.

Definitivamente não é possível restabelecer o Velho Mundo no Novo Continente. O que muda jamais volta a ser como antes e, aos poucos, seus padrões antigos mudam. Estas diferenças e este afastamento ocorrem porque estas pessoas, estáticas no seu Velho Mundo, de referências e paradigmas antigos e obtusos, sentem-se desprestigiadas e podem atrapalhar este caminho de desenvolvimento. Estas pressões servem apenas para salientar ainda mais as diferenças.

Não se detém quem passa a empreender tal jornada, pois quando se avista um horizonte mais amplo, é difícil contentar-se com a maquete da realidade. Saiba que cada caminho é único e pessoal. E que justamente por este motivo devemos exercer uma das grandes virtudes humanas em relação aos demais: a compreensão. Compreender o que os outros pensam sem, no entanto, se afetar ou contaminar com isso. Chegar a este denominador comum é determinante para continuar a escalada de evolução pessoal.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Como controlar o estresse

Stress Imagens – Download Grátis no Freepik Como controlar o estresse

Como controlar o estresse

Fazendo algumas mudanças de hábito, é possível controlar o estresse.

Leia a seguir algumas dicas que podem te ajudar.

 

Identifique o que está ou não ao seu alcance

Em meio a tantas preocupações do dia a dia, procure identificar quais estão ao seu alcance de resolver e quais não estão.

Alguns problemas podem ser mudados, mas outros dependem de fatores externos que não podem ser controlados. Identifique quais são estes problemas e evite se preocupar tanto com eles.

 

Não se preocupe com o que já aconteceu

Muitas pessoas estressadas preocupam-se em excesso com o que já aconteceu e não conseguem superar seus erros passados. Perdoe-se e busque aprender com seus erros para não os cometer novamente.

Procure gastar sua energia com o que você pode fazer para resolver o que estiver ao seu alcance agora, focando no presente.

 

Se distraia nas situações estressantes

Nas situações estressantes no dia a dia, procure se distrair fazendo algo que você gosta. Por exemplo, se, para você o trânsito é estressante, procure ouvir uma música que você gosta e que possa te ajudar a controlar o estresse do momento.

 

Pratique seus hobbies

Fazer coisas que você gosta e que te dão satisfação pessoal pode ser um momento de recarregar as energias e distrair sua mente dos problemas e das preocupações.

Arrume um tempo em sua semana para praticar seus hobbies.

 

Comemore suas conquistas

Evite ser tão perfeccionista. Em vez de se cobrar demais e só focar em seus defeitos, veja também suas qualidades e tudo o que você conquista e conquistou.

Seja grato e comemore todas as suas conquistas, por menor que elas pareçam ser.

Cultive pensamentos positivos e enxergue sempre o lado bom das situações.

 

Desenvolva sua inteligência emocional

Desenvolver a inteligência emocional pode te ajudar a identificar mais facilmente comportamentos indesejados e sentimentos limitantes. Assim, você terá mais conhecimento sobre como eliminá-los.

A inteligência emocional pode te ajudar a ter equilíbrio emocional para controlar o estresse e melhorar sua qualidade de vida.

 

Assista à entrevista à rádio Piratininga sobre estresse e qualidade de vida:

Parte 1 e parte 2

Autor: José Carlos Carturan Filho

Procrastinar: Como parar e conseguir sucesso no que você deseja

Você já parou para pensar no que te impede de agir para conseguir o que deseja? Qual tarefa você tem que fazer, mas tem evitado a todo custo? O que você deve parar de procrastinar?

Por exemplo, vamos supor que você precise fazer atividade física e sempre acaba deixando para começar na próxima segunda-feira. Quando você adia este momento, está adiando a dor do momento de ter de se levantar e ir, a dor de ter que arranjar um tempo na agenda corrida, ou o cansaço da atividade física. Assim, você sempre arranja uma desculpa e nunca começa.

Página 2 | Procrastination Imagens – Download Grátis no Freepik Procrastinar

Depois de um tempo, um médico te diz que você precisa começar a atividade física imediatamente, pois sua vida está em risco. Você se assusta e finalmente começa a atividade, não é?

Sabe por que isso acontece? Porque agora a dor de não fazer a atividade física é maior do que a dor de fazê-la.

Então, como você pode usar isso a seu favor? Como esse conhecimento por mudar sua vida?

Tony Robbins sugere mudar sua maneira de lidar com esse tipo de situação no futuro. Como?

Em vez de procrastinar e sempre arranjar uma desculpa (sim, sua justificativa é uma desculpa), faça a si mesmo a seguinte pergunta.

Se eu não fizer isso agora, qual a dor que vou sentir no futuro?

Melhor ainda: Depois deste exercício com a dor, imagine o prazer que vai sentir quando conseguir o que realmente deseja.

 

O segredo do sucesso é aprender como usar a dor e o prazer, em vez de deixar que usem você.

(Tony Robbins)

 

Quer organizar seu tempo da melhor forma possível e parar de vez de procrastinar? Conheça o curso online Gestão do Tempo, disponível na Elleven Academy (clique AQUI) e na 11Flix (clique AQUI).

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

Autopiedade: O comportamento mais nocivo para o ser humano

 

Autopiedade = “a ditadura da vítima”

Em um dos cursos que ministramos, uma pessoa, conversando informalmente me fez a seguinte pergunta.

“Qual o comportamento mais nocivo para um ser humano?”

Fiquei surpreso com a pergunta. E respondi que, em minha opinião, havia alguns comportamentos realmente desprezíveis como a agressividade, a arrogância, a desonestidade entre outros. Foi quando tive um daqueles chamados insights. Sabe quando de uma hora para outra a ficha cai e algumas coisas aparecem muito claramente em nossa mente?

Parei um pouco, olhei para a pessoa e disse: “Olha… Me veio à cabeça agora um comportamento muito comum no ser humano, mas que sinceramente nunca havia percebido o quanto era prejudicial: a autopiedade.”

 

Autopiedade – Coitadinho!

Na realidade este comportamento é aquela famosa “peninha que sinto de mim mesmo” e do “quanto as coisas são difíceis e dão errado para mim”. Se lembrarmos bem, existe até um desenho animado com uma hiena e um leão, Lippy e Hardy, no qual a hiena vive dizendo: “Oh, vida! Oh, azar”. Já assistiu?

autopiedade

E este sentimento de autopiedade é um dos piores que uma pessoa pode ter, por vários motivos. Primeiramente, é algo que nos limita, nos coloca sempre em uma posição de vítima e desta maneira tira de nós todo o poder de alterarmos o rumo da nossa vida.

Além disso, traz consigo um sentimento de autodestruição, nos levando a uma infelicidade quase que permanente, já que passamos a achar que estamos fadados a ser sofredores eternos.

Tais argumentos já seriam suficientes para justificar minha afirmação, mas a autopiedade traz ainda algumas outras péssimas repercussões. Pode, por exemplo, manter as pessoas em uma constante inércia, em não buscar seus objetivos, já que de um jeito ou de outro nada dá certo mesmo.

Serve também para obter o que algumas linhas da psicologia chamam de ganho secundário. Ou seja, fazemos algo para receber algo em troca. E no caso da autopiedade, o algo em troca pode ser carinho, atenção, cuidado.

 

A ditadura da vítima

Porém, talvez o mais prejudicial uso da autopiedade, consiste em servir como fator de manipulação. Tenho um grande amigo, um mestre na verdade, que chama isto de “a ditadura da vítima”.

São pessoas que usam a autopiedade de maneira hábil, visando gerar nas outras pessoas um sentimento que faça com que fiquem a mercê de suas vontades e caprichos, criando em seu entorno um ambiente totalmente favorável a si própria. A equação é simples: “Tenho pena de mim, sou problemático, nada dá certo para mim e sofro demais.”

E então, alternativa 1: Você faz o que quero e cede aos meus caprichos. Então, percebo que este mecanismo é eficaz e passo a repeti-lo para conseguir tudo. Ou, alternativa 2: Você não entra no joguinho. Não consigo o que quero e, então, comprovo a mim mesmo o quanto ninguém me ama, ninguém se preocupa comigo, as coisas não dão certo para mim etc.

Percebeu? E fique alerta, pois há mais pessoas que utilizam este ardil do que imaginamos. Podemos ajudar as pessoas, mas cada um deve ser responsável por sua vida.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Oportunidades escondidas

Será que a vida não nos dá oportunidades? Ou nós é que não percebemos quando elas aparecem?

Dia desses estava tomando café e na mesa ao lado havia duas amigas batendo papo. Pelo volume nada baixo do diálogo, foi impossível não ouvir o teor da conversa. Uma delas, de modo veemente reclamava aos quatro ventos sobre a vida, os problemas, as dificuldades. Às vezes chegava a praguejar contra a má sorte que, segundo ela, insistia em acompanhá-la.

Fotos Reclamando, 5.000+ fotos de arquivo grátis de alta qualidade Oportunidades escondidas

 

Até aí tudo bem. Todos nós estamos sujeitos a momentos de desabafo. O que me deixou intrigado foi, quando no meio desta onda de lamúrias, a jovem, que pela aparência não passava de seus 22, 23 anos, reclamou que a vida não lhe dava oportunidades. Ao ouvir isto, comecei a refletir sobre aquela afirmação. Pensei: Será que a vida não nos dá oportunidades? Ou nós é que não percebemos quando elas aparecem?

E então? O que você acha? Alguns não recebem as tais oportunidades? Ou todos nós, de alguma forma, temos sim estas oportunidades, mas por algum motivo as ignoramos?

 

As oportunidades da vida

É bem possível que estas perguntas gerem respostas distintas e controversas. Particularmente, enxergo esta situação por alguns prismas diferentes. Primeiro: Acredito que, muitas vezes, a questão não é esperar pelas oportunidades e sim buscá-las, criá-las, gerar um ambiente propício para que as boas sincronicidades aconteçam.

Segundo ponto: Em certas situações, as chances que são criadas por nós ou são geradas pelas nossas ações, mas não são tão nítidas. Isso porque aparecem disfarçadas de problemas, obstáculos, dificuldades. E geralmente as pessoas estão tão focadas em problemas cotidianos, reclamando da vida ou dando palpite na vida dos outros, que não têm a percepção suficiente para detectar estas possibilidades que surgem.

Outro fato relevante a ser considerado é que, em muitos momentos, as pessoas pedem oportunidades, mas não se preparam adequadamente para aproveitá-las. Uma das coisas que falo em treinamentos e que talvez as pessoas não deem a devida importância é isto, que as pessoas têm aquilo que estão preparadas para ter. Sejam oportunidades ou obstáculos, eles aparecem na nossa vida somente se estivermos preparados para lidar com eles.

E por último, talvez na maioria das vezes consideramos oportunidades coisas que nós pedimos para acontecer, mas só encaramos como tal quando são exatamente da maneira que imaginamos. Acabamos limitando nosso campo de visão, já que em alguns momentos as oportunidades são diferentes da que almejávamos, mas até maiores do que estamos esperando.

 

Conclusão

Cabe a nós estarmos preparados adequadamente e atentos, muito atentos aos pequenos sinais que a vida nos dá. Está com um problema? Então, procure observá-lo de um ângulo diferente. Pode ser que justamente aí resida a grande oportunidade de desenvolvimento que tanto você deseja e merece.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Por que é tão difícil mudar?

A resistência à mudança

Se é difícil mudar, o que devemos fazer?

Premium Vector | Man looking at question marks and choosing right option to achieve success. process of making decision to reach goal flat vector illustration. business development way, confusion, doubt concept difícil mudar

Dentre os paradigmas mais arraigados da humanidade está o de que o ser humano é resistente a mudanças, a mudar.

Concordo, em partes. Evolutivamente, quando pensamos em nossos ancestrais e mais recentemente nas gerações passadas, chegamos à conclusão que diversas mudanças foram necessárias para que nos encontrássemos onde estamos hoje.

E uma coisa é inegável. A mudança traz desconforto ao passo que obrigatoriamente nos tira da zona de conforto. Faz com que abandonemos determinada situação para nos inserir em outra. Casos típicos? Mudança de emprego, mudança de casa, mudança de namorado ou namorada, enfim, uma infinidade de situações que fazem com que alteremos, às vezes radicalmente, o status quo.

Além disso, mudanças normalmente estão atreladas a rupturas, por vezes dolorosas, que acontecem quando jogamos fora o antigo ou abandonamos algo e principalmente quando temos de partir para algo a que não estamos acostumados.

Isso mesmo! Talvez o grande dilema da mudança seja tentarmos algo que simplesmente é diferente daquilo que estamos habituados. Perceba, por mais que existam perspectivas promissoras no que é novo, muitas vezes preferimos nos mantermos atrelados a algo que já conhecemos, por mais que isto já não nos seja mais suficiente. Há outra questão. Não necessariamente uma mudança é uma mudança para melhor.

Então surge a grande pergunta: Se é difícil mudar e não necessariamente a situação atual é satisfatória, como devemos agir?

A boa notícia é que existe um ponto que talvez seja intermediário entre a mudança completa, que pode nos fazer tomar medidas mais radicais e a por vezes desinteressante opção de ficarmos exatamente como estamos. Este ponto, esta alternativa se chama inovar.

 

Mudar ou inovar?

Mas existe diferença entre mudar e inovar? Muitas, pode ter certeza.

Enquanto mudar significa romper; inovar significa muitas vezes obter uma perspectiva diferente daquilo que já existe. O inovar normalmente está ligado a uma releitura da situação, a potencializar recursos existentes e utilizá-los de modo diferente.

Utilizando uma analogia mais simples, mudar seria trocar de casa ou de apartamento, enquanto inovar seria reformar a casa atual dando uma nova cara, uma nova roupagem, uma nova maneira de aproveitar aquilo que já existe. Inovar está ligado à chance de reconstruir um caminho, agregar algo novo àquilo que estamos habituados a fazer.

Algumas pessoas vivem tentando achar uma rota correta na vida, mudando seus caminhos, mas o problema não está no caminho e sim no viajante, já que muitas vezes as grandes vitórias acontecem não quando mudamos, mas quando conseguimos ver a mesma situação por um prisma diferente. Isto é inovar.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Conto chinês: A Semente – O que ele nos ensina sobre a honestidade

Foto de flor rosa em vaso isolado em fundo branco | Foto Premium honestidade

Se para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, perca.

 

Um conto que pode nos ensinar muito sobre a honestidade

Diz a lenda que por volta do ano 250 A.C, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma disputa entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta.

No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio. Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

Ao chegar em casa e relatar o fato a jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração e perguntou:

– Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta ideia insensata da cabeça. Eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais lindas roupas, com as mais caras jóias e com as mais determinadas intenções. Então, inicialmente, o príncipe anunciou o desafio:

– Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisaria se preocupar com o resultado. Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido.

Ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Independente das circunstâncias a moça decidiu que retornaria ao palácio, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe. Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio. Enquanto as outras pretendentes traziam uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores.

Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa. As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado.

Então, calmamente o príncipe esclareceu:

– Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.

Se para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, perca. A vitória final será sempre muito maior.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Mau humor constante? Pode ser outra coisa.

Página 8 | Colerico Imagens – Download Grátis no Freepik Mau humor

O mau humor recorrente pode significar mais do que um comportamento passageiro

A situação se repete dia após dia e pode acontecer em seu trabalho ou na relação com alguém da família. A pessoa chega com a cara amarrada, de poucos amigos… Além disso, manifesta mau humor, o quanto está contrariada por alguma coisa. São conhecidos como os mal humorados, ranzinzas, rabugentos.
Talvez você mesmo tenha alguns dias com o humor bem instável. Até porque, rotina estressante a que grande parte de nós está submetido pode gerar desconforto e abalar o humor. Mas o fato é que há pessoas que constantemente apresentam este comportamento. Para estas pessoas, o mau humor recorrente pode significar mais do que um comportamento passageiro.

Distimia

Há um distúrbio conhecido como distimia, um mau humor crônico. Isso influencia não só a vida do paciente como também das pessoas que convivem com ele. A grande dificuldade está em diferenciar episódios ocasionais de mau humor com a doença propriamente dita.
Uma característica comum do paciente com distimia é a irritação e preocupação excessiva até quando a situação é positiva. Em alguns casos mais graves, o paciente encontra problemas até mesmo em situações benéficas como ganhar um prêmio na loteria. Fica irritado porque, por exemplo, daqui por diante acredita que sua família não estará mais em segurança. Em suma, quando as alterações de humor passam a ser comuns e a pessoa fica irritada quando está calor e repete o mesmo padrão comportamental quando está frio, talvez algo esteja errado.
Algo também relevante é que o distímico (o paciente que tem distimia), além do já comentado mau humor, apresenta tristeza, pessimismo, sensação de constante insatisfação, falta de motivação e autoestima.
Geralmente, a distimia começa a aparecer na adolescência ou no adulto jovem. E pode perdurar por toda a vida se não for tratada corretamente.
Os sintomas que mais chamam a atenção, no seu início, são a irritação com qualquer coisa, o costume de ver problemas em tudo e o isolamento social. Estatísticas da Organização Mundial de Saúde apontam que até 180 milhões de pessoas no mundo são portadoras da doença. Além disso, as mulheres são afetadas duas vezes mais do que os homens. Neste caso, a questão hormonal faz diferença sim.

 

Distimia X depressão

Caso a doença não seja corretamente tratada, o paciente tem 70% de chance de desenvolver a depressão. Sendo que um tratamento pode levar até dois anos.
As principais diferenças entre a distimia e a depressão são a relação social do paciente e alguns sintomas físicos que aparecem normalmente na depressão, mas não ocorrem na distimia, como alteração de apetite, sono e energia.
Outra diferença importante é que, na maioria dos casos, a pessoa depressiva busca se isolar de qualquer atividade. Enquanto o distímico continua realizando suas funções normais, mas sem sentir prazer e satisfação ao realizá-las.  A grande dificuldade é perceber que há algo errado e que os episódios de mau humor não são apenas características do indivíduo. Apenas um diagnóstico clínico criterioso realizado por um psiquiatra ou psicólogo pode apontar a ocorrência da doença e seu método correto de tratamento.
Autor: José Carlos Carturan Filho

 

Finitude – Você se dá conta dos acontecimentos na sua vida?

Fumaca Vela Imagens – Download Grátis no Freepik Finitude

É indiscutível que desta vida, deste corpo físico, mais cedo ou mais tarde nos despediremos. Somos seres condenados à finitude.

 

Somos seres finitos

Talvez esta seja uma das poucas verdades absolutas da humanidade. Pensando bem, talvez seja a única. Somos seres finitos. Não há escapatória. Nascemos e um dia vamos morrer. E ponto final.

Obviamente não vou nem me arriscar a entrar neste terreno escorregadio que diz respeito à questão religiosa, espiritual, metafísica ou como prefira chamá-las. Independente do que você acredita, eu respeito incondicionalmente sua opinião.

Se a alma é imortal, se há vida depois da morte, se passamos por estágios, planos, se somos alçados à condição de espíritos superiores ou se realmente há uma última e definitiva morada, não importa. Logicamente, tenho minha opinião a este respeito. Mas é apenas uma opinião, dentre outras tantas diferentes da minha. E repito, respeito as demais. E acho estas diferenças de perspectiva salutares.

No entanto, é indiscutível que desta vida, deste corpo físico, mais cedo ou mais tarde nos despediremos. Ou seja, somos seres condenados à finitude.

 

Aí é que reside o problema…

Parece que não nos damos conta disso. Vivemos a vida como se nosso tempo na Terra fosse indeterminado. Acabamos nos preparando, nos planejando para fazer coisas no futuro.

Jamais minimizaria a importância de um bom planejamento. É fundamental para que alcancemos nossos objetivos. Porém, viver com base em um planejamento é totalmente diferente de viver em dois opostos. Ou despreocupados com tudo, acomodados, displicentes ou de tal maneira ansiosos com o que acontecerá amanhã que nem percebemos o hoje. De um jeito ou de outro estamos o tempo todo sem dar muita importância para o momento presente.

Se pensarmos friamente (e me incluo nisso em algumas situações) vivemos a vida em um ritmo tão acelerado, tão frenético que nem nos damos conta dos acontecimentos de nossa vida. Já parou para reparar como o tempo tem passado cada vez mais rápido?

 

Esquecemos da finitude…

Vivemos a vida como se não fôssemos seres finitos. Não celebramos nossas conquistas, pois já estamos nos cobrando sobre a próxima meta. Não vemos os filhos crescerem, não temos tempo de encontrar amigos de que gostamos, não nos damos conta que nossos familiares envelhecem, que nós envelhecemos, que a vida está acontecendo. Perdemos momentos preciosos no trânsito, em filas, em discussões sem sentido, à frente da TV assistindo programas inúteis, nos preocupando com a vida alheia, enquanto a nossa vai se esvaindo por entre nossos dedos. Como se tivéssemos todo o tempo do mundo, mas não temos.

Ouvi uma vez que a vida poderia ser comparada a uma festa. Nós chegamos quando a festa já está em andamento. E vamos embora antes da festa acabar. O que está no nosso alcance é fazer deste período que fazemos parte da festa, uma jornada repleta de momentos especiais que façam valer a pena o convite que recebemos do Grande Anfitrião chamado Deus.

Autor: José Carlos Carturan

Equações da vida: Não se preocupe com o que você não pode controlar

Equacao Imagens – Download Grátis no Freepik equações
Algumas equações da vida jamais serão solucionadas por nós, mas não precisamos sofrer por causa disso.

 

Equações da vida: As variáveis que não podemos controlar

 

A vida não é uma ciência exata.  Para alguns, nenhuma novidade nesta afirmação. Enquanto para outros, o que acabo de escrever é um tremendo absurdo. Não adianta. Por mais que planejemos, e acredito que planejamento é uma ferramenta realmente eficaz, há variáveis que não estão no nosso controle. Podemos agir, tentar impor nossa vontade, mas há coisas que definitivamente fogem à nossa alçada.
O motivo de tal reflexão? Porque hoje, por motivos que não vem ao caso, encontro-me assistindo uma aula de álgebra linear. O que é álgebra linear? Confesso que não faço ideia. Desde pequeno penso que a matemática e eu não nascemos um para o outro. Deparo-me com funções, senos, cossenos e fórmulas matemáticas completamente malucas. Nada poderia parecer mais obscuro.
Contudo, se antigamente isso me causava arrepios, hoje me traz serenidade. Entendo claramente que minha inabilidade com tais assuntos, certamente foi um dos motivos que me fizeram cursar odontologia e posteriormente enveredar para o caminho de treinamento e desenvolvimento humano.

Vale ressaltar…

Nada contra as ciências exatas. Segundo Howard Gardner, estudioso do comportamento humano e pai da Teoria das Inteligências Múltiplas, cada um de nós possui alguns tipos de inteligência mais desenvolvida, dentre as quais a inteligência matemática é uma delas. Admiro quem desenvolveu esta vertente de inteligência, mas sinceramente não é o meu caso. Não sou um homem de exatas. Não sou guiado por números e valores matemáticos. Sou guiado por sentimentos e pessoas. E o que me fez trilhar o caminho que trilho hoje é que acredito que o ser humano, seja biologicamente ou em sua psique, não é uma criatura linear, exata. Portanto, não se pode colocar o ser humano dentro de equações ou de qualquer outra operação matemática.
Olhando para o quadro e vendo esta infinidade de números que não me dizem nada, entendo porque estou aqui. Para ter certeza que sou um homem que não vivo DE e POR números. Para sedimentar minha linha de conduta que prima por tratar pessoas como pessoas humanas e não como números, estatísticas. Não sou um homem de exatas. Sou um homem de biológicas e humanas. Não sou cálculo. Sou cura e relacionamentos, tudo que há de mais inexato e subjetivo em relação ao ser humano em seus aspectos orgânicos, afetivos e sociais. Não há operação matemática capaz de explicar sentimentos como altruísmo e amor.

Nem tudo está no nosso controle

Há teorias que dizem que o universo funciona segundo leis matemáticas e mesmo fenômenos naturais se enquadrariam em tais leis. Sinceramente não duvido disto. Apenas acredito que algumas destas equações da vida, habilmente criadas por um Grande Arquiteto, jamais serão solucionadas por nós. E que não precisamos sofrer por causa disso.

 

Autor: José Carlos Carturan

 

Efeito placebo: A mente pode interferir no processo doença versus cura?

Fotos Placebo, 2.000+ fotos de arquivo grátis de alta qualidade Efeito placebo

 

Efeito placebo: O quanto nossa mente pode interferir no processo doença versus cura?

 

 

Placebo

A palavra placebo deriva do latim “placere”, que significa “agradar”. Como definição, placebo pode ser qualquer tratamento que não possui ação específica nos sintomas ou na doença, mas que de alguma forma pode causar efeito no paciente.

 

Efeito placebo

Já o conhecido efeito placebo diz respeito aos resultados obtidos a partir da administração de um placebo. Recentemente, pode também ser atribuído a procedimentos médicos sem o uso de fármacos. Assim como a tratamentos sem comprovação científica, mas que podem causar melhora nos pacientes.

Para que se tenha ideia do poder do efeito placebo, um estudo realizado na Universidade de Harvard, testou sua eficácia em distúrbios como dor, hipertensão e asma. O resultado apontou para melhora no quadro em 30 a 40% dos pacientes. Isto significa que este percentual de pacientes obteve melhora sem que estivesse sendo administrado algum medicamento efetivamente. A melhora ocorreu porque estes pacientes acreditavam estar tomando a medicação.

Pesquisadores desta área explicam que além da ação farmacológica natural do medicamento, existem alguns efeitos que acontecem mesmo quando são administradas substâncias sem efeito farmacológico. O efeito placebo é misterioso! Alguns pacientes relatam até mesmo os efeitos colaterais que são causados pelos medicamentos que na verdade não estão tomando. E isso pode causar certo desconforto e requerer reavaliação por parte da equipe médica.

Fisiologicamente, o efeito placebo é considerado como um efeito orgânico causado no paciente através de estímulos abstratos ou simbólicos. De forma mais simples, isto diz que o importante é a realidade presente no cérebro e não a realidade farmacológica.

 

A expectativa

A expectativa do paciente frente ao tratamento pode ampliar, anular e reverter os efeitos da droga. Além disso, pode fazer com que drogas inertes provoquem efeitos que não podem ser causados por elas. Esta expectativa, positiva ou negativa, pode ser gerada pela confiança na equipe médica, pelo uso anterior de alguma medicação ou por informações obtidas por leitura ou através de outras pessoas.

Todos estes dados e alguns casos bastante conhecidos criam a questão de o quanto nossa mente, nosso estado emocional pode interferir no processo doença versus cura. A observação de casos onde um grupo de pacientes é dividido e, logicamente sem saber, metade recebe a medicação convencional e a outra metade recebe placebo, demonstra resultados extremamente semelhantes. Ambos os grupos acreditam estar recebendo a medicação verdadeira e obtêm resultados similares por causa disto.

Dr. Ernest Rossi, estudioso dos processos de cura mente-corpo, diz que as histórias de cura espontânea são menosprezadas pela ciência como resultados não confiáveis. Isso porque acabam seguindo a premissa do “não é comprovado. Portanto, não é real”.

Uma coisa é certa. A ciência tem sido obrigada a admitir cada vez mais a existência de mecanismos que ainda não têm comprovação, mas apresentam resultados altamente eficazes.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Contágio: Cuidado com o seu mecanismo da imitação!

 

Caution Images - Free Download on Freepik contágio

O que é contágio?

No dicionário, a palavra “contágio” tem a seguinte definição: “Transmissão de uma doença por meio de contato mediato ou imediato”.

Além disso, o próprio dicionário traz uma definição figurativa da palavra: “Imitação involuntária”.

E é justamente sobre este segundo conceito de contágio que falaremos. Talvez todos nós já tenhamos sido contagiados de alguma forma. Quem, por exemplo, nunca passou a usar gírias ou modismos no falar? Ou acabou pegando algum sotaque ao passar férias em uma região diferente? Até aí nenhum problema. Dá até certo charme…

O problema do contágio

 

O problema é que o mecanismo de imitação funciona para diversas outras coisas e, em boa parte das vezes, para coisas não muito boas. E digo mais: Podemos até, em um primeiro momento, criticar a atitude, mas se não estivermos muito atentos, daqui a pouco estamos fazendo a mesma coisa. E achando normal.

Alguns se aproveitam deste padrão de comportamento humano e transformam-no em uma verdadeira filosofia de vida, muito comum em empresas, no serviço público, com os políticos (esses então, nem se fala) e em equipes geridas por líderes despreparados e incongruentes.

Esta filosofia tem até um nome: Quanto pior, melhor. E faz sentido. Em ambientes desorganizados, repletos de pessoas que adotam este modo de vida é que se proliferam a corrupção, a incompetência, a impunidade e o atraso.

Quer ver? Há um horário a ser cumprido na empresa. Quem chega na hora, não fez mais que a obrigação. Quem se atrasa, tem a conivência do chefe (isto quando o chefe não é o primeiro a dar mau exemplo).

 Os que não se atrasavam começam a ficar displicentes com o horário e se atrasam também. Então os espertalhões já chegavam mais tarde logo de cara, passam a atrasar-se ainda mais. Pronto: Clima propício para uma equipe desunida, indisciplinada e que sempre obtém resultados abaixo do esperado.

Traga isto para a política. Quem é honesto não faz mais que a obrigação (e não faz mesmo!). Aí vem um (na realidade, vários) e faz coisas ilegais. A punição não vem. Outros que até então não roubavam, percebem que nada acontece, que a impunidade impera e passam a roubar também. Só que os ‘mais experientes’ para diferenciar-se do grupo montam verdadeiros esquemas de desvio de dinheiro (mensalões, secretárias,etc). Mais uma vez prevalece o Quanto pior, melhor.

 

Sejamos sinceros…

Esta cultura é bem mais normal que parece. Na escola já era assim. O que estudava não era considerado bom aluno. Era chamado de CDF. E jogar lixo na rua então? E depois, dá-lhe enchente. Percebe?

A mudança deve começar aos poucos. Primeiramente com a valorização dos bons exemplos em detrimento dos maus. Depois com a consolidação de uma cultura baseada em valores e virtudes. E por último, líderes preparados para lidar com sua equipe. Gente que saiba cuidar de gente. E definitivamente acabar com esta cultura. Que tal sermos contagiados por tantos bons exemplos que existem por aí?

Autor: José Carlos Carturan Filho

Angústia e a lenda chinesa “Colheres compridas” – Por que temos este sentimento?

Talvez já tenham percebido que gosto muito de fábulas, contos, histórias. Hans Christian Andersen, autor de contos como “O patinho feio” e “O soldadinho de chumbo” dizia que as fábulas servem para que as crianças durmam e os adultos despertem. Penso que há uma sabedoria enorme contida em alguns contos. Lendas que marcam nossa mente inconsciente de maneira muito intensa e geram aprendizados perenes. Por isso, hoje vou mencionar uma lenda chinesa que pode nos ajudar a compreender a angústia dos seres humanos.

 

Colheres compridas

Colher longa prata de metal para sorvete em um fundo de bétula. | Vetor Premium Angústia

Diz a lenda que o discípulo se dirigiu ao mestre e perguntou a este o que era céu e o que era inferno. O sábio homem respondeu:

– Por mais que você fique surpreso a diferença, no final, é pequena, mas traz grandes consequências. Venha, vou lhe mostrar o inferno.

Entraram em um ambiente onde havia uma grande quantidade de pessoas sentadas ao redor de um enorme caldeirão, repleto de uma comida que parecia ser deliciosa pelo maravilhoso aroma que exalava. Todos estavam famintos e desesperados. Cada um tinha uma colher presa pela ponta do cabo à mão, que chegava até a panela. No entanto, os cabos eram tão compridos que ninguém conseguia levar a colher à boca. O sofrimento era terrível.

Passado um instante, o mestre virou-se para o rapaz e disse:

-Venha. Agora vou mostrar-lhe o céu.

Entraram em outro ambiente, idêntico ao primeiro. Ali também havia um caldeirão cheio de comida, muitas pessoas e as mesmas colheres que eram na realidade tão desproporcionais quanto às anteriores. Contudo, ali todos estavam alimentados e aparentavam estar felizes e serenos.

O discípulo então perguntou:

– Mestre, como podem estar felizes e tranquilos em relação às pessoas da outra casa, se ambos têm exatamente o mesmo?

O mestre sorrindo respondeu:

– Então você não percebeu? A resposta é simples, meu jovem. Como o cabo da colher é muito comprido é impossível levar comida à própria boca. Mas aqui eles aprenderam a alimentar uns aos outros.

 

Será que isso é um dos fatores da angústia?

Pois bem. Será que um dos fatores da angústia do ser humano não é algo semelhante a isto? Será que as pessoas não andam tão preocupadas em alimentar a si mesmas que não conseguem perceber que há outros seres humanos ao redor, que na pior das hipóteses, precisam ser alimentados com respeito, dignidade, carinho?

Muitas vezes, as pessoas parecem tão focadas em si mesmas que são incapazes de olhar ao redor e perceber que senso de colaboração, esforços somados e um mínimo que seja de altruísmo sincero, sem demagogia e nem interesses secundários podem ser um combustível poderosíssimo para que vivam em paz.

Vaidade, cobiça, busca desmesurada pelo dinheiro, sucesso a qualquer preço, apelação, falsos valores. Para estas pessoas, que preocupam-se apenas consigo mesmas, tais sentimentos são extremamente nocivos. Mesmo porque não percebem que dia após dia envenenam a si próprias com estes perfumes que parecem tão inebriantes, mas que com o passar do tempo são venenos fatais.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Ciclos nocivos: Por que investir em treinamentos empresariais?

Investir em treinamentos empresariais é caro, mas não investir é muito mais caro.

Premium Photo | Business, teamwork, people and crisis concept - business team sitting sad and solving problem in office treinamentos empresariais

Treinamentos empresariais – Por que investir?

Alguns dados merecem ser avaliados criteriosamente. Seria acaso o fato de mais de 70% das empresas com maior destaque no Guia das Revistas Exame/Você S.A. sobre as 150 Melhores Empresas Para Você Trabalhar, terem nota superior a 85% de aprovação no que diz respeito ao investimento sobre desenvolvimento de seus funcionários?

E seria acaso o fato de 94% dos profissionais, antes de aceitarem uma vaga, considerarem se a empresa investe em aprendizagem e desenvolvimento? Segundo o LinkedIn Research, em 2019, este é um fator decisivo na hora de as pessoas escolherem onde trabalhar.

Mais uma pergunta: Sabia que este critério é mais relevante para os funcionários do que o próprio salário?

Pois é. E sabe por quê? Porque as pessoas correlacionam diretamente o investimento em treinamentos empresariais e desenvolvimento com perspectivas de crescimento profissional, de ascensão na carreira.

Há algumas décadas, um grande empreendedor do ramo de empresas aéreas já dizia: “Investir em treinamentos empresariais é caro, mas não investir é muito mais caro”.

Acha bobagem? Então perceba se já se deparou com o seguinte quadro. Profissionais que chegam atrasados e não veem a hora de o relógio chegar àquela fantástica hora de ir embora; que aos poucos vão perdendo rendimento; que começam a ter problemas de relacionamento dentro da empresa… As faltas vão aumentando, afastamento por atestado médico, atrasos e reclamações também. Pouca concentração no que fazem, desperdício de materiais e insumos. Vivem insatisfeitos com seu trabalho, desmotivados, sem perceber perspectivas de mudanças, se queixam aos colegas sobre o descaso da empresa, contaminam o ambiente. Não buscam reciclagens e ficam no ciclo de entrega de tarefas SMM (sempre a mesma mesmice).

A saída para o empresário?

Das duas uma: ou ignora e finge que está tudo bem, apesar de reclamar aos quatro ventos sobre o funcionário ou a mais radical. Demite e contrata outro. Encargos trabalhistas para quem sai, novos gastos para a nova contratação. O novo contratado, por sua vez, deverá passar pela experiência, pela adaptação à função, aos companheiros, à política da empresa e se tudo der certo consegue ser efetivado. E adivinha o que acontece? Um ciclo semelhante ao descrito acima começa.

Parece chover no molhado, mas infelizmente ainda é cultura em alguns negócios não investir em treinamentos empresariais. As justificativas? Não é fácil mensurar o resultado, ou o retorno sobre o investimento e que não adianta preparar as pessoas porque elas podem a qualquer momento ir embora da empresa. Mentalidade um tanto quanto obsoleta.

Como exigir comprometimento do funcionário que fica anos em uma empresa sem receber um mínimo de desenvolvimento por parte desta? E mais uma pergunta:em tese, onde seria aplicado este desenvolvimento obtido? Quem desfrutaria desta melhoria? Logicamente a própria empresa.

Ainda não está convencido? Pois bem. Veja mais alguns dados importantes. Segundo a Fundação Getulio Vargas, 86,3% dos problemas nas empresas são de ordem comportamental. E, de acordo com a Revista Vida Simples 75,1% dos profissionais apontam a desmotivação como fator que impacta negativamente em seu rendimento.

Seria importante se sua empresa contasse com profissionais comprometidos, dedicados, eficazes e com visão empreendedora? Então, ajude-os a desenvolver estas e outras competências. Pode ter certeza, é bem mais gratificante e mais barato do que este eterno ciclo contrata-demite.

Assista ao vídeo deste artigo

Autor: José Carlos Carturan Filho

Autoconhecimento – Quem disse que seria fácil?

Autoconhecimento: Seus dias jamais serão os mesmos e você não poderá mais atribuir tudo ao acaso… Mas não pense que será fácil!

 

Mirror Imagens – Download Grátis no Freepik autoconhecimento

 

Autoconhecimento pode ser difícil!

Bem feito. O caminho é tortuoso. Ninguém mandou começar a trilhá-lo. Poderia ter feito como quase todo mundo. Não ter dado o primeiro passo ou, simplesmente ignorado sua existência. Poderia ter continuado a atribuir tudo à sorte, azar, castigos, bênçãos. Poderia ter permanecido resignado, manso e justificar tudo como vontade d’Ele.

Mas não. Insistiu em dar o primeiro passo e, então, houve mais uma chance de recuar. Teria sido bem mais fácil voltar atrás e dizer a si mesmo que não era nada daquilo. Alguns fazem isso: colocam o focinho para fora, sentem a brisa da mudança, começam a fazer o autoconhecimento, mas voltam.

Contudo, você não ouviu o clamor que vinha de dentro de você – a voz que insistia em levar você de volta à famigerada zona de conforto. O condomínio dos entorpecidos, o local em que aqueles que sofrem menos e simplesmente acatam tudo residem. Você deu mais um passo. Mais um simples passo. E percebeu então que era tarde demais para voltar atrás. Como pode um simples passo percorrer uma distância tão abissal?

 

Bem-vindo ao caminho!

Seus dias jamais serão os mesmos. Você não poderá mais atribuir tudo ao acaso. Você terá de olhar para si mesmo a cada segundo, a cada respiração. Mas vai doer. Autoconhecimento!

Mesmo se solicitar à ajuda d’Ele, ouvirá a Grande Voz sussurrando em seu ouvido que é VOCÊ que precisa manifestar aqui seus desígnios. Seja feita Vossa Vontade. Que você faça na Terra o que já existe no céu. Não dá mais para ficar parado, olhando para o alto e esperando.

Assim, o sentimento de responsabilidade sobre seu próprio destino só aumenta. Além disso, traz sofrimento. Bem feito. Ninguém mandou seguir adiante. Deveria ter continuado a dizer amém a todos os absurdos que te dizem. Deveria ter aceitado que a vida é assim mesmo, que é difícil mudar, que isso não pode, que aquilo não deve. Era muito melhor quando você era guiado.

Agora você tem recursos. Mas azar seu. Afinal, você se cobra mais. Se cobra porque sabe que pode intervir em sua realidade. Se cobra porque tem subsídios para mudá-la. E sofre porque não consegue.

As pessoas jogam na sua cara, debocham… Então, com olhares e sorrisos jocosos te dizem: “Ué… Você não disse que era esse o caminho da iluminação? Cadê todo seu conhecimento? Cadê seu aprendizado? Se vira…Viu só? Não disse?”

O caminho certo

Deveria ter continuado ignorante. Ninguém mandou querer trilhar essa jornada. Autoconhecimento? Bobagem…
Faz o seguinte: esquece tudo isso. Volte a ser como era antes.

Não dá? Eu sei. Pode acreditar.

Boa notícia: você JÁ está no meio do caminho. Má notícia: você AINDA está no meio do caminho. No meio do caminho tinha uma pedra. E um abismo. E um muro. E dúvidas, incertezas. É uma bênção ou uma desgraça? É o que é. É o caminho.

No meio do caminho existe um viajante. Existe um herói. Um herói que às vezes possui companheiros de jornada, mas na maioria está solitário ou sente-se como se estivesse. O mestre disse. Você até acreditou, mas não sabia que era assim. Faz parte. É a lei. O caminho é pessoal. Assim que é. Autoconhecimento!

Mas é estranho. Parece que quando a luz está bem próxima, uma névoa toma conta de tudo. Então, uma escuridão sepulcral se instala. Luz e trevas. Sempre elas. Olhar para dentro é mais difícil.

 

Por que ninguém avisou que o caminho para o autoconhecimento seria assim?

Você foi avisado sim. Mas não imaginou que a viagem seria tão longa. Aliás, a jornada nunca termina. É como um ciclo que vai e vem. E mais um passo adiante. E mais um. Mas, parece que os obstáculos ficam maiores. Será?

Viu só? Quem mandou? Poderia ter ficado restrito às trevas. E o melhor: é bem provável que te dissessem que estava na luz, que X, Y ou Z eram o verdadeiro caminho. Eles podem estar lá, mas você é o SEU caminho. Estranho ou não?

Tarde demais. Como um paradoxo desconcertante, os desafios aumentam. E as vitórias também, mas parece que demoram mais a chegar.

Se as dúvidas incomodam, isso é uma certeza que você está no caminho certo. Assim que é.

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

Agonia do espírito – Os paradigmas da vida

Agonia do espírito – Os paradigmas da vida

 

Paradigmas são derrubados sequencialmente, esmagados por uma sede incontrolável de avançar um pouco mais.

Highway Imagens – Download Grátis no Freepik paradigmas

As coisas já não são mais como antes. Assim, um ímpeto diferente passa a fazer parte do cotidiano outrora simples. Um turbilhão de sentimentos invade uma realidade que, até então, se apresentava tranquila e uma necessidade visceral de buscar informações e conhecimentos toma conta da mente fazendo-a funcionar a 200 km/h.

Questionamentos passam a ser usuais e a vontade de saber, descobrir, aprender, buscar, passam a ser em certas situações os únicos companheiros de jornada. Sobre verdades até então absolutas, começam a pairar deliciosas dúvidas. Paradigmas são derrubados sequencialmente, esmagados por uma sede incontrolável de avançar um pouco mais.

Então, novos horizontes são vislumbrados. Assim, a estrada da vida passa a ter uma nova dimensão e os propósitos têm de ser readequados. Um equilíbrio antigamente almejado chega agora a tomar vulto de empecilho ao desenvolvimento. As informações recebidas parecem insuficientes e servem apenas de estímulo a novas trilhas.

Assuntos que levam a outros, que levam a novas descobertas, que nos mostram o quão pouco sabemos e o quanto de maravilhoso ainda há a ser explorado.

Tudo passa a fazer mais sentido. O senso crítico aumenta, a capacidade de arguir aflora. Assim, já não aceitamos tudo goela abaixo. Caem por terra verdades pré-estabelecidas. Além disso, dogmas embasados em terrenos arenosos e sem sustentação desabam como fileiras de dominós. Afinal, adquirimos a prerrogativa de raciocinar, pensar livremente, agir de acordo com nossa vontade e livres do medo que nos foi imposto há séculos, com base em uma cultura forjada sobre o medo, a punição e a culpa.

Passamos a ver que podemos muito mais e que nossos limites somos nós que impomos. O horizonte fica mais amplo. Há muito a ser conquistado. Uma estranha sensação de liberdade, que no início da até vergonha em sentir, começa a fazer parte de nossa busca.

Ótimo sinal é quando outras pessoas começam a nos olhar como se estivéssemos fora de prumo, como se fossemos estranhos e nos atrevêssemos a viver fora do mundinho quadradinho que nos impuseram desde que nascemos.

No entanto, prepare-se, pois, felizmente, é um caminho sem volta. Você não tolerará mais que as pessoas tentem te dizer que não é capaz. Além disso, não aceitará qualquer bobagem que tentam te fazer crer e, principalmente, não se contentará com pouco, com a mediocridade que assola e domina o mundo. Não se trata de sentir-se melhor que os outros, mas a questão é que você se permitiu ser diferente dos outros. E isso, por si só, já traz novas perspectivas.

E quanto mais buscamos, mais achamos. Quanto mais achamos, mais queremos. E quanto mais queremos, sentimo-nos estimulados, entusiasmados, esbanjando uma alegria e um sentido de alcançar novos horizontes.

Qual o nome disto? Meu sábio amigo José Orlando, já citado diversas vezes aqui, denominava esta nossa vontade em buscar, de modo bastante positivo e peculiar. Chamava-a de “agonia do espírito”. Já sentiu algo parecido?

Autor: José Carlos Carturan Filho

– Quais são seus paradigmas? Ouça o podcast para saber mais. Clique AQUI.

A história de Comum – Por que sair da zona de conforto?

Uma história sobre a importância de sair da zona de conforto para alcançar sonhos

 

A história de Comum

Esta é a história de um Zé Ninguém chamado Comum que vivia na Terra de Conforto. Em Conforto os dias eram iguais.

Tedio Imagens – Download Grátis no Freepik sair da zona de conforto

Comum se levantava, ia ao trabalho, fazia sempre as mesmas coisas. Quando voltava do trabalho, Comum assistia àquela caixa que emanava imagens e sons e hipnotizava os Zé’s Ninguém. Às vezes tinha a companhia de Melhor Amigo. Comum acreditava ser feliz e que a rotina era segura, confiável e não precisava nada além daquilo.

Mas, numa certa manhã, Comum acordou com um sentimento intenso de que faltava algo grandioso em sua vida. Estranhando a situação, Comum levantou-se e percebeu em sua escrivaninha uma pena e um bloco de anotações em branco.

Foi então que Comum descobriu que havia sido feito por seu Criador para ser Alguém e realizar Grandes Coisas. Ele já ouvira boatos que na terra de Conforto outros Zé’s Ninguém também haviam despertado para seu Grande Sonho, mas jamais pensou que isto pudesse acontecer com ele.

Seu trabalho, outrora confortável tornava-se desgastante, porque agora ele sabia que havia nascido para realizar o Grande Sonho. No entanto, Comum sentia-se paralisado, pois havia responsabilidades e outros Zé’s Ninguém que contavam com ele.

Resolveu contar ao seu pai sobre o Grande Sonho. Seu pai então, disse-lhe:

– Que bom, meu filho. Desde pequeno você já falava sobre seu Grande Sonho. – E perguntou a Comum:

– Ao acordar, você encontrou pena e papel?

Comum ficou surpreso e seu pai continuou:

– Também já despertei para meu Grande Sonho. Deixei então a pena no mesmo lugar, para esperar uma oportunidade de persegui-lo, mas nunca pareceu-me possível.  Ao me dar conta, algum tempo depois, a pena e o papel haviam virado pó.

Comum então escreveu detalhadamente seu Grande Sonho, para sempre se lembrar da Verdade. E para isto, Comum precisaria fazer escolhas difíceis, fazer sacrifícios, mas percebeu também que seu Grande Sonho era grandioso demais para ser esquecido.

Na manhã seguinte, Comum iniciou sua caminhada, até que chegou à saída de Conforto, local onde a maioria dos Zé’s Ninguém dava meia volta.

Então, se deu conta que para conquistar o que mais amava, teria de fazer o que mais temia. Ao chegar à fronteira de Conforto, ouviu uma voz, de dentro de si, que questionava:

– Será que tenho talento e capacidade para isto? Será que sou digno, merecedor de um sonho tão grande? Não seria melhor continuar tudo como está? Afinal, vivo bem em Conforto.

Foi então que Comum deparou-se com o famoso, temido e invisível Muro de Medo. Sair dali rumo a Desconhecido parecia muito difícil.

Comum se deu conta que teria de optar entre Conforto e Grande Sonho. Ao imaginar-se conquistando seu sonho, Comum deu aquele pequeno, porém decisivo passo, atravessando definitivamente o invisível Muro de Medo e percebeu que finalmente havia deixado Conforto em busca do Grande Sonho. Seguiu seu caminho satisfeito, orgulhoso de si mesmo, acompanhado de Coragem e com seu sonho pulsando no peito.

 

Precisamos sair da zona de conforto para alcançarmos nossos Grandes Sonhos.

E você? Tem conseguido sair da zona de conforto? Ou ainda está preso pelo seu Muro de Medo?

 

Artigo escrito por José Carlos Carturan Filho e baseado no livro “O doador de sonhos” de Bruce Wilkinson.

 

– Clique AQUI para assistir ao vídeo sobre a metáfora do sapo X sair da sona de conforto.

 

Cura de doenças e os comportamentos humanos

Em seu cotidiano, você consegue perceber como os comportamentos humanos exercem influência no processo de cura de doenças?

Neste artigo estão algumas linhas sobre as bases dos estudos que fundamentam esta teoria.

Mente Imagens – Download Grátis no Freepik cura de doenças

Os estudos sobre cura de doenças e os comportamentos humanos

Depois de observar o desenlace de diversos casos de tratamento de seus pacientes, Milton Erickson, o pai da hipnose moderna, criou, então, a seguinte teoria. Há estreita conexão entre o cérebro, a mente e o corpo no processo de cura de doenças dos indivíduos.

Baseado neste conceito, Ernest Rossi, PhD em Psicobiologia, passou a pesquisar e estudar alguns casos clínicos. Os pacientes eram submetidos à rigorosa avaliação e passavam por inúmeros processos conjuntos ao tratamento convencional.

Nesses estudos, Rossi mediu componentes neurológicos e fisiológicos do organismo de cada paciente em dois momentos:

1. No início do tratamento.

2. Após ministrar medicação convencional e placebos (que não possuem ação específica nos sintomas ou na doença).

Além disso, os pacientes dividiam-se nos seguintes grupos.

1. Os que demonstravam maior confiança na equipe médica, mais otimismo em relação à cura de doenças e maior alegria e bom humor.

2. Os que se demonstravam ser pessimistas, céticos e desconfiados em relação ao tratamento.

 

Os resultados

Os primeiros pacientes – otimistas, alegres e bem humorados – apresentaram melhora no quadro clínico muito mais significativa, mesmo sob o efeito de placebos.

Os resultados foram medidos através de exames detalhados que apresentaram melhora considerável nos níveis de anticorpos, células de defesa do organismo e imunoglobulinas. Além disso, os sintomas das doenças no grupo otimista, diminuíram visivelmente. Então, eles chegaram ao final do estudo num quadro geral extremamente satisfatório.

Na observação criteriosa sobre as reações ao tratamento, os resultados confirmaram a hipótese da influência de determinados fatores ao processo de cura.

Rossi afirma que a expectativa positiva de cura de doenças por parte do paciente consiste em até 50% de uma recuperação bem sucedida, pois o próprio organismo combate o estresse causado pela doença. Ele libera substâncias como as endorfinas (neurotransmissores) responsáveis pelo relaxamento do indivíduo frente aos transtornos que a doença causa.

Há vários anos, essa teoria da conexão cérebro-mente-corpo já é adotada na Europa, Estados Unidos e Canadá.  Mas, atualmente, passou a ser mais bem aceita também na América Latina e por profissionais brasileiros na área da saúde.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Brilho nos olhos: Por que encontrar a satisfação na vida?

Por que encontrar a satisfação, o brilho nos olhos?

A íris do olho da mulher está refletindo a luz brilhante | Foto Premium satisfação
Atualmente, uma das perguntas mais frequentes que respondo quando estou ministrando treinamentos é sobre a falta de satisfação e desmotivação das pessoas com relação à vida e principalmente às atividades profissionais. Em um destes treinamentos, uma pessoa, em um papo informal, perguntou a minha opinião sobre quais eram os motivos de tantas pessoas estarem insatisfeitas em seu trabalho, mesmo algumas que são extremamente bem remuneradas.

Na minha percepção há uma gama infinita de fatores que influenciam neste aspecto, mas respondi a esta pessoa:

“Quantas pessoas que você conhece que fazem aquilo que fazem com brilho nos olhos, com verdadeira satisfação?”

Percebi um semblante de espanto em meu interlocutor, mas não consegui decifrar se a fisionomia significava reprovação, surpresa ou dúvida. Ao perguntar se havia falado algo inoportuno, recebi de volta um sorriso extremamente acolhedor e um agradecimento.

Parei para refletir depois daquela conversa e, então, me veio muito forte a lembrança das decisões que tomei em minha vida nos últimos anos. E percebi que ainda que não tivesse consciência disto, minhas escolhas foram feitas com base neste critério, brilho nos olhos. Lembrei-me inclusive de um compromisso que assumira comigo mesmo. Não faria profissionalmente nada mais que não me trouxesse este sentimento de satisfação pessoal.

Minha escolha de abdicar da odontologia foi pontual. Foi exatamente quando percebi que, devido a alguns fatos e circunstâncias eu perdera o tal brilho. Atualmente o que faço me traz enorme realização. Trabalhar com treinamentos, cursos, palestras e com desenvolvimento pessoal foi uma escolha acertada.

Me causa certa chateação constatar que a maioria imensa das pessoas exerce suas atividades profissionais com extrema má vontade. E o pior. Há duas categorias. Os que são insatisfeitos em suas profissões, atividades ou ofícios e assumem isto reclamando o tempo todo. E outros que talvez sejam ainda mais infelizes porque enganam a si próprios e não tem coragem de assumir que não querem mais exercer as atividades atuais.

Os motivos?

Posso citar alguns. Preguiça, falta de coragem em mudar, conformismo, importância exagerada ao status (geralmente ilusório) que a profissão ou posição traz, apego ou necessidade financeira, orgulho em aceitar que fez escolhas anteriores equivocadas, medo de fracassar e infelizmente, uma das mais comuns – A preocupação com o que os outros vão pensar.

Logicamente as mudanças nem sempre são tão simples. Como não foram para mim. Mas se a firmeza de propósito existe, como que por encanto, as coisas passam a acontecer.

Talvez não sejamos artistas, esportistas, nem lideranças políticas ou religiosas, mas nem por isso deixamos de ter a responsabilidade tocar a vida das pessoas. Mas para isto, antes é essencial que estejamos alinhados com nossos próprios sonhos e propósitos.

E para sabermos se isto está acontecendo, se realmente estamos alinhados há uma pergunta que deve ser feita para nós mesmos. Eu vivo com brilho nos olhos? E então? Qual sua resposta?

Autor: José Carlos Carturan Filho

Por que o bocejo é contagioso?

O que faz com que este desejo de dar bocejo seja praticamente incontrolável?

Bebê recém-nascido bocejando na cama branca com vista de cima | Foto Premium bocejo

É praticamente inevitável. Você olha, ouve alguém dando um bocejo e quase que instantaneamente sua boca já está se abrindo. Talvez apenas por ler esta linha escrita e lembrar-se das vezes que bocejou, sua boca já esteja se abrindo e emitindo aquele som bem característico, que pode ser bem controlado nas pessoas tímidas. Às vezes ele vem até acompanhado por aquela sensação de preguiça tão gostosa.

Mas afinal, por que isto acontece? O que faz com que este desejo de dar bocejo seja praticamente incontrolável?

Por mais sem importância que isto pareça, o bocejo e outras funções do nosso organismo estão diretamente ligadas a um grupo de neurônios descoberto quase que acidentalmente por cientistas da Universidade de Parma na Itália, os chamados neurônios espelho.

Os neurônios espelho

A propósito, neurônios são células existentes no nosso cérebro, responsáveis por todo o processamento de informações, o modo como recebemos os estímulos do meio ambiente e como reagimos a eles. Os neurônios são a chave da comunicação entre o cérebro e o restante do nosso corpo. Por exemplo, imagine que você encostou sua mão em uma chapa muito quente. Para que você tenha o reflexo imediato de tirar a mão, existe um complexo processo coordenado por inúmeros grupos de neurônios que fazem com que o estímulo chegue até o cérebro e este prontamente emita uma resposta que faz com que sua musculatura reaja e você tire a mão.

No entanto, dentre vários grupos específicos de neurônios, os neurônios espelho têm sido estudados com muito carinho desde a década de 90. Este grupo de células seria responsável pela função de mimetizar ou imitar as ações que observamos nos outros. Imagine que estivéssemos conversando pessoalmente e eu levantasse meu braço direito. Automaticamente, por mais que você mantivesse seu braço abaixado a área do seu cérebro responsável por levantá-lo seria ativada. Repito. O seu braço permanece abaixado, mas seu cérebro funciona como se ele também estivesse erguido.

E talvez você esteja se perguntando: E o que é que tenho a ver com isto?

A resposta é simples e interessante. Primeiramente, toda a parte da empatia, do relacionamento humano pode ser redirecionada por estes estudos. Contudo, o mais importante é que os neurocientistas S. Ramachandran e Lindsay Oberman, da Universidade da Califórnia, têm desenvolvido estudos que tentam correlacionar a deficiência ou ausência deste grupo de neurônios ao autismo.

Nas pesquisas iniciais, perceberam que em crianças autistas esta função da imitação não era realizada. Além disso, as áreas responsáveis pela execução da tarefa não eram ativadas, justamente pela ausência deste grupo de células. Isto explicaria, por exemplo, a dificuldade que o autista tem em se relacionar com outras pessoas e o fato de constantemente ficar limitado a um mundo particular, onde a interação social e a capacidade de adquirir novos hábitos e comportamentos ficam comprometidas. Quem sabe seja uma luz no tratamento para os portadores deste distúrbio.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Adversidades – Como você lida com elas?

Como você lida com as adversidades na sua vida? Leia a seguir uma metáfora que irá transformar como você enxerga os desafios na sua vida.

Adversidades…

Um filho se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ele. Ele já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansado de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia. Seu pai, um chef, levou-o até a cozinha. Então, encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo as panelas começaram a ferver.

Vetores e ilustrações de Chef cooking para download gratuito | Freepik adversidades

Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra. O filho deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.

Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em uma tigela. Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela. Virando-se para ele, perguntou “Querido, o que você está vendo?”

“Cenouras, ovos e café,” ele respondeu. Ele o trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.

Ele obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ele obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.

Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ele sorriu ao provar seu aroma delicioso. Ele perguntou humildemente: “O que isto significa, pai?”

Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade: a água fervendo. Mas cada um reagira de maneira diferente.

A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil. Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.

O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água. “Qual deles é você?” ele perguntou a seu filho. “Quando as adversidades batem à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café?”

E você?

Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e as adversidades você murcha, se torna frágil e perde sua força?

Será que você é como o ovo, que começa com um coração maleável, um espírito maleável, mas depois de alguma morte, uma falência, um divórcio ou uma demissão, você se tornou mais difícil e duro? Sua casca parece a mesma, mas você está mais amargo e obstinado, com o coração e o espírito inflexíveis?

Ou será que você é como o pó de café? Ele muda a água fervente, a coisa que está trazendo a dor, para conseguir o máximo de seu sabor, a 100 graus centígrados. Quanto mais quente estiver a água, mais gostoso se torna o café.
Se você é como o pó de café, então, quando as coisas se tornam piores, você se torna melhor e faz com que as coisas em torno de você também se tornem melhores.

E nós? Como será que estamos lidando com as adversidades? Como a cenoura, o ovo ou o café?

Autor: José Carlos Carturan Filho

Lição do fogo: A busca pela automotivação

Página 5 | Metal Fire Imagens – Download Grátis no Freepik Lição do fogo

Particularmente, pelas experiências que já tive em diversas situações, tanto relacionadas à cura quanto em situações corriqueiras de nossa vida, onde é importante passarmos uma mensagem especial a alguém, acredito que as metáforas são uma maneira única de conseguirmos passar esta mensagem para que a outra pessoa consiga absorver o conteúdo de um jeito muito especial e consistente. Esta que compartilho com vocês hoje é a “Lição do fogo”. E a utilizei há uns tempos com um grande amigo. Ele mostrava-se desesperançoso e desanimado em relação a seu trabalho, apesar de ser um ser humano muito bacana, ótimo profissional e que trabalha naquilo que gosta. O sorriso e o agradecimento que recebi comprovaram que o resultado foi imediato.

A lição do fogo

Diz a lenda que um membro de um determinado grupo ao qual participava e prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar de suas atividades.

Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor. Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder. Então, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando. O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada. No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das rachas de lenha, que ardiam.

Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram. Cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado. Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel.

O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto. Aos poucos a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez. Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada.

Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos. O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo. Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.

Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
– Obrigado por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo. Que o Pai Celestial te abençoe.

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

Assista ao vídeo deste artigo.

Treinamento empresarial – A importância de investir no desenvolvimento do time

Durante algum tempo, a maioria dos treinamentos empresariais era voltada para o conhecimento técnico, com o objetivo de preparar os colaboradores para exercerem suas atividades dentro da empresa e adaptá-los ao local de trabalho. E acreditava-se que treinamento empresarial deveria ser aplicado, principalmente, na área de recursos humanos.

Mas essa forma das empresas pensarem sobre treinamento e desenvolvimento empresarial para os colaboradores vem mudando mais a cada dia. Mais do que oferecer um bom salário e vários benefícios, hoje é fundamental que o colaborador sinta-se motivado com a empresa e conte com conhecimento e recursos para desenvolver bem suas tarefas. Por isso, o treinamento empresarial é aplicado em qualquer área, de líderes a liderados, com objetivo não apenas os citados anteriormente, mas, acima de tudo, capacitar os colabores para que eles possam desenvolver suas atividades de forma mais eficaz e potencializar a capacidade de crescimento profissional.

Com isso, a empresa ganha também, pois os colaboradores estarão mais motivados e as equipes mais preparadas para um mercado competitivo. Assim, o fluxo de trabalho fica mais eficiente e a empresa apresenta cada vez mais resultados.

 

O que é

O treinamento e desenvolvimento empresarial é um processo que deve ser contínuo e estabelecido, de preferência, desde o início do colaborador na empresa. Desta forma, os funcionários estarão aptos a iniciar suas funções com mais desempenho e menos dúvidas. Além disso, pode ajudar os colabores a terem suas necessidades e seus valores compatíveis com os da empresa, formando profissionais mais comprometidos com seus objetivos.

Os treinamentos também podem melhorar a contratação e aumentar a retenção de colaboradores qualificados e mais empenhados com o desenvolvimento profissional. E, colabores mais capacitados e mais motivados, além de serem mais produtivos, levam mais soluções e inovações para a empresa.

Hoje em dia, as pessoas têm interesse em desenvolver cada vez mais suas carreiras. E, ao perceber que a empresa tem preocupação com seus colabores e seu crescimento profissional, as pessoas tendem a ficar mais motivadas e, com isso, mais leais ao seu trabalho. E isso aumenta o interesse delas em desenvolver cada vez melhor sua função, aumentando a produtividade.

 

O que dizem as pesquisas

Pesquisas apontam que as empresas que não aplicam treinamentos para seus colaboradores sofrem com a insatisfação por parte dos funcionários, clima organizacional ruim, alta rotatividade da equipe e baixa produtividade e credibilidade por parte de clientes e parceiros.

O Great Place to Work (www.greatplacetowork.com.br), empresa de consultoria sediada nos Estados Unidos e com escritórios em vários países, inclusive Brasil, vem realizando pesquisas com colaboradores de empresas de diferentes países para entender o que faz com que o ambiente de trabalho seja excelente.

As respostas mais comuns são:

    • Oportunidade de crescimento e desenvolvimento profissional: 54%
    • Remuneração e benefícios: 14%
    • Estabilidade no emprego: 4%

 

Note que “Oportunidade de crescimento e desenvolvimento profissional” aparece antes de, até mesmo, “Remuneração e benefícios”. Isso indica que, atualmente, os profissionais vêm buscando, cada vez mais, oportunidades para desenvolver suas habilidades e carreira. Sendo assim, uma forma de motivar mais os colaboradores, é investir em treinamento e empresarial.

 

11 benefícios de treinamento empresarial

São muitos os benefícios de treinamento empresarial. Mas dentre tantos, os que mais têm destaque são:

  1. Adequação dos colabores com a cultura, necessidades e valores da empresa
  2. Desenvolvimento do potencial dos colabores de forma responsável
  3. Aumento da motivação e da produtividade dos funcionários
  4. Melhora da habilidade de liderança
  5. Melhora do trabalho em equipe
  6. Retenção e desenvolvimento de talentos
  7. Aumento do engajamento e integração de todos os departamentos da empresa
  8. Formação de profissionais mais capacitados
  9. Melhora do clima organizacional
  10. Aumento da credibilidade da empresa
  11. Melhora a autoconfiança e a segurança dos colaboradores

 

Como implantar treinamento empresarial?

A Elleven tem a solução certa para levar para as empresas treinamentos de acordo com cada necessidade. Por meio de soluções integradas e customizadas, buscamos atender três demandas primordiais no meio corporativo: investimento apropriado, aplicação de treinamentos com eficácia comprovada e desenvolvimento de recursos que permitem imediata utilização pelas equipes e profissionais.

Conheça os treinamentos empresariais da Elleven: https://elleventreinamentos.com.br

 

 

 

Perfis comportamentais – A importância de conhecer todos eles

Os quatro perfis comportamentais

Já parou para pensar por que algumas pessoas são mais comunicativas, outras mais sensíveis, outras mais organizadas, mais determinadas do que as outras? Isso está relacionado aos quatro perfis comportamentais: águia, lobo, tubarão e gato.

perfis comportamentais

Conhecer as características destes perfis comportamentais pode fazer com que sua comunicação melhore muito. Você pode conseguir passar uma mensagem mais clara de acordo com quem você está se comunicando. Além disso, você aprenderá mais sobre o motivo das pessoas serem como são e agirem como agem, sabendo até como ajuda-las da melhor forma a passarem por mudanças. Assim, todos os seus relacionamentos tendem a melhorar significativamente.

Para uma empresa, entender os perfis comportamentais é fundamental para que ela saiba como lidar com cada colaborador, implantar estratégias de contratação, identificando quais os perfis que se enquadram melhor com a filosofia da empresa, e, até mesmo, para identificar quais os melhores perfis para cada área e trabalho.

 

Quem pode aprender sobre os perfis comportamentais?

Qualquer pessoa que queira melhorar sua comunicação, seus relacionamentos e seu entendimento sobre as pessoas, pode aprender sobre os perfis comportamentais.

Gestão e liderança: Saber identificar as características do perfil de cada colaborador, pode ajudar líderes a terem uma melhor comunicação. Assim, torna-se mais fácil aplicar feedbacks mais claros e de acordo com os traços de cada perfil comportamental. Isso gera maiores resultados e engajamento por parte dos colaboradores. Além disso, os líderes podem lidar mais facilmente com conflitos no ambiente de trabalho, fortalecendo a equipe e a gestão cada vez mais.

Comercial: Identificando o perfil comportamental de cada cliente, os vendedores podem aumentar a performance nas vendas, pois fica mais fácil de estabelecer o rapport com o público. Além disso, fica mais fácil compreender os motivos das objeções dos clientes, ter maior domínio no momento de apresentar soluções. O poder de persuasão e a habilidade de negociação também aumentam muito, pois os vendedores sabem qual a melhor forma de se comunicar com cada cliente.

Profissionais da saúde física e mental: É possível criar uma forma de comunicação mais clara e assertiva, de acordo com as características de cada perfil comportamental. Aos profissionais da saúde mental, manter uma comunicação de acordo com os traços de cada perfil, pode fazer com que os clientes fiquem mais à vontade para se abrir e mais adeptos para passar por mudanças.

Comunicadores: Fica mais fácil de criar discursos que atraiam a atenção de todo tipo de público, pois os comunicadores podem criar discursos de acordo com as características de todos os perfis comportamentais.

 

Habilidades desenvolvidas

Leia a seguir as principais habilidades desenvolvidas ao aprender sobre os perfis comportamentais.

Nos relacionamentos

    • Manter comunicação mais clara e assertiva

 

    • Solucionar conflitos pessoais na família e no trabalho com mais facilidade

 

    • Entender como as pessoas pensam e agem

 

    • Criar e manter o rapport, a chave para bons relacionamentos

 

 

Na comunicação

    • Eliminar conflitos

 

    • Gerar proatividade

 

    • Aumentar a persuasão e o poder de influenciar

 

    • Comunicação clara para qualquer tipo de público

 

 

No autoconhecimento

    • Melhorar o autoconhecimento e o autodesenvolvimento

 

    • Desenvolver estratégias mentais

 

    • Facilitar e acelerar os processos de aprendizagem

 

    • Identificar suas aptidões

 

    • Criar estados de excelência e alta performance

 

 

Nos negócios

    • Aprimorar a comunicação para lidar melhor com os clientes

 

    • Aumentar a produtividade

 

    • Realizar reuniões efetivas

 

 

Na negociação

    • Ampliar a capacidade de negociação, convencimento e persuasão

 

    • Como intermediar uma negociação com êxito

 

    • Melhorar a performance da venda

 

    • Se comunicar de forma clara e inteligente de acordo com cada cliente

 

 

Quer aprender tudo sobre os quatro perfis comportamentais? Conheça o curso online Relacionamento Interpessoal e Perfil Comportamental. Um curso com metodologia dinâmica e moderna que te ensinará todas as características e a melhor forma de se comunicar com cada perfil.

Este curso está disponível na Elleven Academy (clique AQUI para assinar) e na 11Flix (clique AQUI para assinar).

 

Administrar o tempo – 11 motivos para você começar agora mesmo!

O tempo voa!

Time Flies Images - Free Download on Freepik Administrar o tempo

Hoje em dia, vivemos em um ritmo cada vez mais rápido. Por isso, administrar o tempo é cada vez mais essencial.

É muito fácil encontrarmos pessoas que se queixam da falta de tempo. Cada vez mais, as pessoas dizem fazer tantas tarefas durante seus dias e, mesmo assim, ficam faltando outras, as quais precisam ser adiadas por falta de tempo. Muitas vezes, essas pessoas relatam que não têm tempo para lazer, família, saúde, estudar e, até mesmo, para descansar.

Você costuma ter essa sensação de, ao final do dia, achar que não fez tudo que deveria? Vive dizendo que gostaria que seus dias tivessem mais horas? Às vezes, precisa dormir pouco ou estender seu expediente para dar conta de todas as tarefas? Se você respondeu sim, então, saiba que você não está sozinho.

Atualmente, um dos grandes obstáculos à produtividade é a dificuldade que os seres humanos têm para administrar o tempo.

Isso causa nas pessoas sensação de chateação e a impressão de que o trabalho não rende. Nas empresas, pode causar perdas financeiras e problemas na entrega.

Na vida profissional, administrar o tempo corretamente é muito importante, pois ajuda a organizar todas as demandas diárias a serem cumpridas e os prazos de entrega. Essa organização faz o tempo render mais e a produtividade aumentar. Além disso, o estresse dos profissionais que administram bem o tempo, pode diminuir, pois eles aprendem a priorizar tarefas e a lidar com situações que não estão sob seu controle.

 

11 benefícios de administrar o tempo

 

  1. Diminuição do estresse: Os prazos ficam organizados e mais fácil de você cumprir todos eles. Assim, os níveis de estresse tendem a diminuir muito.
  2. Facilidade para lidar imprevistos: Organizando bem seu tempo, você pode administrar melhor os prazos. Então, fica mais fácil lidar com possíveis imprevistos e evitar atrasos.
  3. Aumento da produtividade: As coisas a serem feitas são organizadas no tempo certo. Assim, mais tarefas são cumpridas.
  4. Diminuição de retrabalho: Organizando seu tempo, menos detalhes e tarefas serão esquecidos.
  5. Aumento de tempo livre: Com as tarefas organizadas, é possível que você encontre mais tempo livre para descansar ou praticar algum hobbie.
  6. Diminuição de tempo perdido: Você vai saber ao certo onde deve gastar mais ou menos tempo, evitando o que for desnecessário.
  7. Aumento de oportunidades: Você estará mais preparado para novas oportunidades.
  8. Mais qualidade de tempo: Você saberá em quais tarefas deverá investir mais tempo, sem desperdícios.
  9. Diminuição do esforço: Você conseguirá realizar as tarefas com um esforço menor, pois os prazos estarão mais organizados e claros.
  10. Melhora da sua reputação: Cumprindo prazos, você terá mais confiabilidade no mercado de trabalho.
  11. Aumento de tempo para o que mais importa: Você saberá priorizar as tarefas mais importantes.

 

Com o curso online Gestão do Tempo você aprenderá as técnicas mais eficazes para administrar seu tempo da melhor forma possível, organizando suas tarefas e rotina para que você possa ter mais resultados em sua vida pessoal e profissional.
Este curso está disponível na Elleven Academy (clique AQUI para assinar) e na 11Flix (clique AQUI para assinar).

 

Gestão de equipes – a transição do feedback

O feedback é uma das mais eficazes ferramentas de gestão de equipes e tem custo relativamente baixo. E mesmo assim, o feedback demorou a pegar.

Business Talk Images - Free Download on Freepik Gestão de equipes

Feedback também passa por transformações

Certamente podemos afirmar que as coisas mudam, e cada vez mais rapidamente. Torna-se desnecessário falar que a tecnologia, as relações, os valores sociais dentre outros tantos pontos passam por vertiginosa transição. E, embora o contexto corporativo, logicamente, faça parte deste todo, por algum motivo quase inexplicável, parece que ali as coisas demoram um pouco mais para acontecer. Pode ser pela cultura vigente, pelas preocupações com resultados ou, simplesmente, pela dificuldade em mudar hábitos e paradigmas de um padrão que até vem dando certo. Isso acontece em várias esferas e, no que diz respeito ao feedback, também.

Uma poderosa ferramenta de gestão de equipes

O feedback é uma das ferramentas de gestão de equipes e performance de maior eficácia e custo relativamente baixo. Mesmo propagado há vários anos, o feedback demorou a pegar. Aliás, ainda não se consolidou totalmente – o feedback não faz parte de toda empresa, de todo modelo de gestão. Pelo menos, não de modo formal. Porém, inegavelmente, podemos afirmar que o feedback já rompeu aquela zona cinzenta, quase imperceptível, que tira determinadas práticas do ostracismo para o cotidiano.

Hoje, nos trabalhos empresariais que fazemos, ouvimos falar muito mais sobre feedback, em diferentes esferas de gestão. E o melhor: percebemos que mais do que um discurso – o feedback tem se tornado uma prática usual. Talvez isso tenha ocorrido por pura necessidade. Ou, ainda, porque as empresas começaram a perceber que é bem mais inteligente e barato orientar, aprimorar ou gerenciar, do que simplesmente ficar naquele ciclo contrata-demite do qual muitas empresas são reféns.

Fato é que, inegavelmente, gestores, colaboradores e empresas de modo geral, parecem ter despertado para a importância do feedback. Ele deve ser dado não apenas de maneira burocrática e protocolar ou associado à obrigatoriedade do pós-avaliação de desempenho, mas sim de modo habitual, com técnicas, com estrutura, baseado sempre em dados e fatos. Além de ter como objetivo principal, gerar retornos construtivos sobre desempenho, gerar entendimento a respeito dos pontos de melhoria e, principalmente, funcionar como elo entre quem fornece e quem recebe este feedback.

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

Quer saber mais sobre a importância de um feedback bem aplicado? Conheça o nosso curso online Estratégias de Feedback e aprenda a formula eficaz para a sua aplicação.

Este curso está disponível na Elleven Academy (clique AQUI para assinar) e na 11Flix (clique AQUI para assinar).

 

 

 

 

Autossabotagem – Cada um tem seu próprio teto

autossabotagem
As pessoas usam a autossabotagem para manter-se no limite exato, ou sempre um degrau abaixo do teto que acreditam ter.

Mais uma vez citarei meu grande amigo e mestre José Orlando. Faço questão de citá-lo nominalmente porque acho importante mencionarmos as fontes de onde bebemos conhecimento e pelo privilégio que tenho em desfrutar de sua companhia, amizade e sabedoria. Este meu amigo, de forma bem tranquila e serena, já me disse algumas vezes: “Zé, não adianta insistir, pois cada um tem seu próprio teto”.

Ouço isto dele, normalmente em situações onde estou tentando inserir alguém em algum projeto ou quando pergunto se na opinião dele determinada pessoa possui o perfil para empreender algum novo caminho.

Faço questão de ressaltar que não se trata de menosprezo. Muito pelo contrário. Geralmente percebo, vezes de modo correto e outras equivocadamente, capacidades nas pessoas que elas mesmas não percebem. Quantas vezes você não entendeu, não se conformou com o fato de pessoas que conhece ficarem muito aquém de seu real potencial e, assim, colherem resultados bem menores do que poderiam e mereciam colher? Ou pior. Quantas vezes já ouviu de outros que você possui inúmeras qualidades e não acreditou?

Cada um tem seu teto

Pois é. Cada um tem seu teto, pois cada um impõe a si mesmo este teto. Isto acontece desde cedo. E é tão assustadoramente verdadeiro que em algumas circunstâncias, quando as pessoas estão prestes a romper este limite que se impuseram, quando estão quase aumentando este teto, arranjam as maneiras mais impressionantes, os mecanismos mais absurdos de autossabotagem. Desculpe, mas é isto mesmo. As pessoas usam a autossabotagem para manter-se no limite exato, ou sempre um degrau abaixo do teto que acreditam ter.

Alguns já fazem isto logo no início. Usam a preguiça, a falta de disciplina e nem iniciam a jornada ou desistem ao primeiro obstáculo. Para estes o sofrimento é menor, já que se conformam em ser apenas coadjuvantes de suas próprias vidas, meros transeuntes da jornada que vieram (não) cumprir. Outros fazem diferente. Lutam, persistem, dedicam-se e quando têm a grande oportunidade de suas vidas… Pronto. Jogam tudo pela janela. Arrasam qualquer possibilidade de crescimento, regredindo praticamente ao ponto zero, mas sem a perspectiva de um novo recomeço e sim com a frustração de mais uma vez ter falhado.

Qual o nome disto? Autossabotagem!

Mas existe ainda outro modo de limitar seu próprio teto. Talvez seja um neologismo, mas chamaria de auto ilusão. São aquelas pessoas que vivem enganando a si próprias achando que estão enganando os outros. Mais ou menos como um adolescente imberbe que mata aula, ou a pessoa que faz dieta e come escondido para não ser cobrado.

A pergunta é: Na realidade, quem estas pessoas estão enganando senão a si próprias? Paciência. Cada um tem sua vida, cada um faz seu teto. Não se trata de poder fazer tudo, mas sim de perceber que é possível se fazer muito mais do que se faz. Novamente recorro ao meu mestre, que cita um ditado da cultura africana que diz: “O que a cabeça não quer, nem Deus pode querer. Se a sua cabeça não simpatiza com a sua causa, nada pode ser feito por você”. A propósito, qual o tamanho do seu teto?

Autor: José Carlos Carturan Filho

Escute o podcast deste artigo.

Seja o protagonista no filme da sua própria vida!

O filme da sua vida

Quais são os papéis que você pode encenar para ser protagonista no filme da sua vida?

Claquete Imagens – Download Grátis no Freepik protagonista

Pode parecer uma comparação simples demais, mas talvez seja uma das mais fáceis de ser compreendida. Nossa vida se parece com um filme.

Há um enredo, um diretor que assiste e nos dá as diretrizes lá de cima. Existem também cenários diferentes, personagens que fazem parte do elenco principal, alternâncias (às vezes bruscas) de contexto. De aventura para drama, de suspense para romantismo, comédia e até alguns momentos de terror.

Esses enredos vão mudando, às vezes construídos criteriosamente como se fosse uma trilogia ou uma saga. Em outros, mudam com velocidade vertiginosa, deixando sem fôlego quem participa da trama. Em certas passagens, a trama está traçada e o diretor não admite mudanças. As coisas estão nas mãos Dele e Ele às vezes tira de cena personagens que são essenciais na nossa história. Aliás, de forma geral, sabemos o final do filme. Nós também sairemos da história.

Entretanto, ao contrário do que muitos pensam, o Diretor fica muitas vezes esperando qual papel nós queremos encenar no filme. Ou seja, seu papel no filme da SUA vida, talvez não seja tão predeterminado quanto parece. Há no mínimo quatro alternativas para que você possa escolher. E sua escolha sim, incidirá diretamente no enredo do filme.

Os papéis

E talvez você esteja se perguntando…

Afinal, quais são esses tais papéis que posso encenar no filme da minha vida?

Lá vai. O primeiro deles é aquele que foi reservado para você e só para você, mas que, ainda assim, muitas pessoas insistem em não assumir. O papel se chama PROTAGONISTA. Para encená-lo, basta tomar definitivamente as rédeas das suas decisões e saber que elas são determinantes no final do filme.

O segundo, algumas pessoas, sem perceber vivem encenando. São COADJUVANTES da própria história. Contentam-se em ficar em segundo plano, relegando as decisões, as sequências do filme a outras pessoas, esperando que elas decidam, e simplesmente participando disso. Aparecem de vez em quando, mas deveriam aparecer em todas as cenas.

O terceiro papel, não menos comum, é o papel de FIGURANTE. Muitas pessoas o encenam e deixam a trama correr, apenas vez ou outra interagindo com os que se tornam os atores principais. Podem ser familiares, cônjuges, líderes. Acham que só se esses outros personagens assumirem o posto principal, o filme andará bem. Não ousam aparecer e ficam dependentes dos outros para que a história se conclua. Então, acabam ficando sem saber qual rumo devem tomar.

E por último, uma função que talvez nem seja um papel, mas que muitos acabam assumindo no filme de suas próprias vidas: o de ESPECTADOR. São aqueles que simplesmente abdicam do poder de decisão que possuem e ficam apenas e tão somente vendo a vida passar. São aqueles que olham sua própria vida, como se estivessem apenas a mercê do grande Diretor. Ou então como se o sucesso de bilheteria dependesse apenas dos demais participantes do filme. Não escolhem, não decidem. Apenas assistem a tudo e acham que estão ao sabor da sorte, sem perceber que só eles podem intervir e mudar o gênero do filme, caso o atual esteja desagradando.

Você está sendo protagonista?

Não adianta apenas contar com o Diretor. Ele sempre orienta, mas não adianta se você não se dispuser a atuar como protagonista. E você? Atualmente está em qual dos papéis?

Assuma o papel de protagonista no filme da sua própria vida!

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

Assista ao vídeo deste artigo:

Gerenciar o tempo – Como organizar as tarefas para ter mais tempo?

 

O tempo

“O tempo está voando!”, “Puxa vida! Já chegou o Natal!”, “Nossa! Tenho tantas coisas a fazer!”, “O dia precisaria ter mais do que 24 horas!”… Quem nunca disse ou ouviu frases como estas? Quem nunca teve dificuldades para gerenciar o tempo?

Gerenciar o tempo Time Flies 2 Stock Photo - Download Image Now - Clock, Flying, Time Flies - iStock

Talvez este seja o fator mais impactante nos tempos atuais: o tempo. Ricos e pobres, homens e mulheres, brasileiros ou argentinos… Não importa. Democraticamente, todos nós temos disponíveis em um dia as mesmas 24 horas.

 

Como gerenciar o tempo de forma eficaz?

Então, nos perguntamos: Como gerenciar o tempo da melhor forma possível? Como utilizar o tempo de forma saudável e eficaz?

Saudável? Sim! Afinal, o fator tempo interfere na saúde das pessoas. O ritmo acelerado em que vivemos, principalmente nas grandes cidades, interfere em questões relativas à ansiedade, estresse, baixa qualidade de vida e, até mesmo, depressão.

Há uma contradição em relação ao tempo. Mesmo que pareça que estamos sempre acelerados (e talvez estejamos mesmo), a sensação é a de que não conseguimos fazer nada. Assim, vamos tendo sentimentos de desmotivação, frustração e incompetência.

Vêm sendo cada vez mais comuns relatos de pessoas que quando estão no trabalho, ficam pensando em momentos de lazer. E, quando conseguem estar em casa e podem descansar, passear, viajar e curtir, não conseguem deixar de pensar no trabalho. Enfim, a sensação é de que de um jeito ou de outro, não conseguimos gerenciar o tempo para utilizá-lo bem.

 

Um jeitinho brasileiro

Mas por que é que não conseguimos gerenciar o tempo? Por que será que não utilizamos o tempo de modo adequado?

Há alguns fatores. Primeiramente, fatores biológicos. Algumas pessoas não conseguem equacionar bem suas atividades dentro de seu período de trabalho, por exemplo, porque funcionam melhor no período da noite, mas entram no trabalho logo cedo, quando seu índice de produtividade é mais baixo.

Depois disso, há fatores comportamentais como procrastinação. Ou seja, aquilo que tantos fazem deixando as coisas para depois e para depois. Além disso, há também falta de disciplina, falta de planejamento, falta de foco e assertividade etc.

Há também fatores culturais. Em uma pesquisa feita por Robert Levine com 37 nações pelo mundo, o Brasil ficou em antepenúltimo em relação aos quesitos pontualidade e capacidade de gerenciamento de tempo.

 

Definir prioridades para gerenciar o tempo

E para finalizar, a falta de método. Sim! A falta de método. Ou seja, a dificuldade que as pessoas têm em priorizar atividades. Muitos vivem a vida apagando incêndios e com a eterna sensação de que tudo é urgente. E isto, normalmente, deriva do fato de as pessoas não saberem que precisam dividir as nossas atividades em quatro categorias.

 

  • Estratégicas: Aquelas que devem ser planejadas e direcionar os nossos esforços.

 

 

    1. Importantes: As que devemos focar nossos esforços e energia, além de dedicar a maior parte do tempo.

 

    1. Urgentes: Imprevistos e situações que podem escapar ao planejamento.

 

  1. Circunstanciais: As que apenas tomam o nosso tempo e não servem, na prática, para nada.

Pois bem. O ideal seria planejarmos, focarmos nas coisas importantes, estarmos prontos e com tempo disponível para urgências. Além disso, se sobrar tempo, nos permitirmos fazer coisas circunstanciais.

Infelizmente, a tendência atual é que as pessoas usem uma boa parte do tempo em urgências, um tempo absurdamente alto em coisas circunstanciais, e que não planejem quase nada e, portanto, não foquem a atenção no que é importante.

O sentimento gerado? Aquele mencionado lá no início do texto, o de não termos tempo de fazer nada. Então, entramos naquele círculo vicioso novamente: muito trabalho, muita energia e pouco resultado. Complicado, não é?

Mas, afinal, como sair desse looping? O primeiro passo é saber como dedicamos o nosso tempo às atividades que fazemos e, então, fazermos uma análise criteriosa e honesta sobre como vamos reorganizar as nossas tarefas para gerenciar o tempo de uma forma melhor.

 

7 dicas simples e muito importantes

 

  1. Aprenda a dizer NÃO, principalmente, se perceber que os outros estão deixando com você atribuições que, na realidade, são deles.
  2. Evite deixar coisas para serem resolvidas de última hora: Busque atuar de modo preventivo em relação ao tempo. Se conseguir fazer isso, certamente, diminuirá o número de urgências.
  3. Foco no que é realmente importante: No início, há a tendência de enchermos a nossa lista de coisas a serem feitas com questões sem importância. Afinal, isso trará uma falsa impressão de eficácia no uso do tempo.
  4. Procure criar uma agenda ou lista de tarefas que você precisa realizar no dia ou na semana: A cada tarefa cumprida, marque em sua lista para gerar à sua mente a impressão de tarefa cumprida.
  5. Detecte quais são os seus vilões do tempo: Falta de planejamento? Redes sociais? TV? Celular? Internet? Perceba que não é a ferramenta que deve ser considerada ruim, mas sim a maneira como a utilizamos.
  6. Procure delegar aos outros algumas tarefas que podem ser realizadas por eles e que te ajudarão a aproveitar melhor o seu tempo.
  7. Reserve um tempo para fazer coisas que gosta: Afinal, o descanso e a sensação de prazer ao fazer coisas que gostamos, tornam a mente mais eficaz e produtiva.

 

Faça o teste

Para saber o quão bem você consegue gerenciar o tempo, realize dois testes gratuitos acessando o link www.portalelleven.com.br (clique em Teste gratuito e Gestão de tempo). O primeiro verificará a sua tendência à procrastinação e, o segundo, como você distribui hoje o seu tempo de suas atividades.

Ah! Vale dizer que reservar cinco minutos do seu tempo para isto, pode te ajudar muito!

 

 

  • Quer aprender as melhores técnicas para gerenciar seu tempo da forma mais eficaz? Então, conheça o curso online Gestão do Tempo, disponível na Elleven Academy e na 11Flix.

 

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

Aprenda a usar a Matriz Importante Urgente para organizar as suas tarefas:

Neuromarketing – Como usá-lo para vender mais e melhor

 

As diversas estratégias que te atraem sem que você perceba

 

Use o neuromarketing a seu favor!

Você entra em um shopping e percebe um aroma agradável. Passeia por corredores amplos e com chão meio liso e encontra vitrines criteriosamente preparadas. Entra na loja e está tocando uma música alta e vibrante. Sem se dar conta, acaba envolvido por essa atmosfera. Olha os produtos e até compra algo, que às vezes, não precisa realmente. Depois volta para os corredores sentindo aquela sensação de satisfação. Olha ao redor em busca de um relógio, mas não encontra nenhum.

Não está com fome, mas passa por aquela rede de fast food com cores vibrantes e, seduzido pelo cheirinho agradável, sente um apetite momentâneo. Então, você conversa consigo mesmo e conclui que já abusou nos últimos dias. Negocia internamente e opta por comprar apenas um sorvete de casquinha.

Antes de ir embora, resolve dar uma conferida naquela loja de departamentos que vende chocolates, roupas, videogames, eletrônicos, celulares… Assim, acaba novamente pegando um ou dois itens que achou baratinho. Vai para uma fila de caixas rápidos, agora com corredores estreitos e onde existem nos dois lados outros produtos tentadores (para as crianças principalmente) como chicletes, mais chocolates, revistas e algumas ofertas imperdíveis. Coloca mais algumas dessas coisas no cesto de compras. Espera um bocado na fila e comenta com as pessoas que não entende porque “com tantos caixas, apenas dois estão atendendo”.

Pois bem… Os parágrafos anteriores apenas comprovam que, em poucos momentos, você foi atraído por diversas estratégias de uma poderosa ferramenta chamada neuromarketing.

 

O que é neuromarketing?

Criado na Holanda no início da década de 90 e aperfeiçoado na Universidade de Stanford nos EUA, o neuromarketing tem a característica de conciliar conceitos do marketing com fundamentos da neurociência. Isso mesmo. Atualmente, os profissionais pesquisam como o nosso cérebro funciona e com base nesses dados montam estratégias para divulgar produtos e atrair clientes.

Será coincidência que as maiores redes de fast food, as cervejas campeãs em vendas e o refrigerante mais consumido no mundo têm a cor vermelha predominante em seus logotipos e embalagens? Claro que não. O vermelho ativa áreas cerebrais que nos estimulam a ter comportamentos que levam a comprar, às vezes por impulso.

Já se comprova que tomamos mais de 90% das nossas decisões baseados em nossos sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) e emoções. Sons, odores, imagens, cores, texturas, são minuciosamente escolhidos com o objetivo de nos atrair e levar ao ato de consumir. Muito pouco do que decidimos passa por um processo racional de escolha.

 

Essas estratégias são caras?

Mas essas estratégias estão reservadas a grandes empresas que podem investir pesado? A boa notícia é que não. Geralmente medidas simples, já trazem grande diferença no resultado final. Isto é, ações que façam com que o cliente tenha em seu estabelecimento sensações e sentimentos positivos, cores agradáveis, um cafezinho fresco, música suave, recepção confortável e um atendimento cordial já são bons começos.

A propósito, os corredores de shoppings e supermercados são normalmente largos e têm piso bastante liso para que você não ande muito rápido e possa olhar as vitrines. Além disso, não existem relógios nestes ambientes para perdermos a noção do tempo que estamos lá dentro.

 

Com algumas pequenas atitudes e mudanças em seu ambiente de trabalho você pode gerar grandes diferenciais. Use o neuromarketing a seu favor.

 

– O curso online Neuromarketing e Comportamentos do Consumidor está disponível na Elleven Academy e na 11Flix. Garanta já sua assinatura.

 

Elleven Academy – Clique AQUI

 

11Flix – Clique AQUI

Autor: José Carlos Carturan Filho

O que você vai fazer hoje?

Fique atento a esta palavra: hoje. Considere-a relevante e fundamental em sua vida. Afinal é tudo que você tem. O ontem já se foi e o amanhã é incerto.

Relógio aquarela sobre fundo branco gerado por ai | Foto Premium hoje

Aliás, seu ontem já foi um hoje. E a pergunta é: O que você fez para tornar sua vida melhor? A dimensão de tempo é algo extremamente significativo para nós. Conscientemente sabemos dividir o tempo entre passado, presente e futuro.

No entanto, para nossa mente inconsciente tudo acontece no agora. Tudo é hoje. Quer a prova? Sofremos, ficamos ansiosos, pré ocupados por algo que vai acontecer talvez daqui a alguns dias. E sentimos os reflexos hoje.

O contrário também acontece. Lembramos algo do passado, seja uma perda ou uma conquista e o sentimento, a emoção correlacionada a esta lembrança às vezes surge no hoje. Ou seja, de uma maneira ou de outro estamos inexoravelmente ligados ao hoje, justamente porque é a única dimensão de tempo que temos. O passado é uma lembrança e serve-nos como base, como referência e o futuro é uma perspectiva, uma esperança.

O que você está fazendo?

E você? Como tem levado a vida? Tem buscado constantemente seus objetivos ou como dizem por aí, está “empurrando com a barriga”?

Pois bem, saiba que sua colheita do amanhã depende do plantio ‘hoje’. Sabendo disso, pense bem. Quais são seus melhores atributos, seus maiores talentos, suas grandes qualidades? Você as tem utilizado para obter os resultados que deseja? Ou sente-se limitado, sem saída, infeliz e descontente com o estágio que sua vida se encontra agora? Por mais doloroso que seja admitir, o que somos hoje é fruto de sementes plantadas no nosso passado.

A boa notícia é que a mudança está em suas mãos. E talvez você esteja pensando: ‘Mas como posso fazer isto?’ Aí vão algumas dicas: Primeiramente, saiba onde quer chegar. O que almeja para você e as pessoas que ama? Inclua nesta reflexão o segmento familiar, profissional, intelectual, saúde, financeiro e afetivo. Inclua também objetivos pessoais como lazer, cursos, bens que quer adquirir e principalmente as mudanças que quer realizar.

Comece hoje!

E a partir destes pontos obtidos, comece ‘hoje’ a verificar quais atitudes deve tomar para alcançar seus objetivos. Algumas demandam um esforço maior, mas outras são extremamente simples e podem gerar mudanças e resultados imediatos. Comece por estas. Comece pelas pequenas coisas e habitue-se a ter atitude para mudar.

Outra dica importante: Reavalie seu estágio atual. Perceba como seus hábitos, suas amizades, sua rotina, seus contatos, a maneira como você utiliza seu tempo têm influenciado nos resultados que você tem obtido. E seja muito imparcial ao responder essas perguntas. Seu estágio de vida atual, as atitudes que têm tomado ultimamente te aproximam ou te afastam dos seus sonhos?

Pense nisso e comece a criar novos hábitos para si mesmo, ter novas posturas em relação aos desafios que a vida nos impõe. Não hesite em tentar novas alternativas. Seus resultados dependem exclusivamente das suas atitudes e das possibilidades que cria para resolver suas questões.

Um detalhe: Tudo isto deve ser feito HOJE.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Assista ao vídeo deste artigo.

 

O poder do sorriso

“O sorriso custa muito menos do que energia elétrica e é capaz de gerar muito mais luz.”

Conversando há algum tempo com um grande amigo e competente profissional na área da odontologia, Dr. Roberto Toledo, a respeito de minha profissão de origem, foi mencionado por ele um provérbio escocês que diz o seguinte. “O sorriso custa muito menos do que energia elétrica e é capaz de gerar muito mais luz”. Sinceramente, não dei muita atenção na hora. Mas algum tempo depois, parei para pensar no provérbio e pude perceber o quão verdadeiro ele é.

Smile Face Imagens – Download Grátis no Freepik sorriso

Além do aspecto relacionado à saúde, pude avaliar a importância que um sorriso verdadeiro traz às nossas vidas. Todos nós já pudemos sentir como é bom e gratificante receber sorrisos genuínos. Pode ser das pessoas do nosso convívio, de algum cliente, de uma criança na rua e até mesmo de alguma pessoa que nos atenda em uma padaria, por exemplo, com um belo sorriso estampado no rosto.

O pesquisador da Universidade de São Francisco (EUA), Paul Ekman, na década de 70, conseguiu catalogar os sorrisos em 19 tipos diferentes, sendo que apenas um desses tipos pode ser considerado o genuíno. Segundo Ekman, os outros dezoito tipos de sorrisos servem para nos socorrer em situações como quando ficamos constrangidos, para esconder o medo, em situações de timidez ou quando ouvimos algo que não gostamos e ainda assim temos de manter as normas da boa educação.

Sorrisos verdadeiros

O sorriso verdadeiro realmente tem o poder de iluminar o nosso dia. Além disso, tem algumas características especiais. Este sorriso genuíno recebeu o nome de sorriso de Duchenne em homenagem ao nome do fisiologista francês que, em 1862, realizou estudos detalhados dos músculos envolvidos no ato de sorrir.

Num sorriso considerado genuíno, os cantos da boca se erguem e as pálpebras se apertam. Além disso, aparecem algumas rugas no canto do olho e as partes superiores das maçãs do rosto se elevam ligeiramente. Talvez com estas informações consigamos perceber quais atores e atrizes são realmente bons para interpretar um sorriso de alegria.

De alguns anos para cá, os estudos de neurologia e fisiologia conseguiram reverter um conceito importante a respeito do sorriso. Pesquisadores acreditavam que o sorriso era uma atitude que resultava de um aprendizado. Isto é, aprendíamos a sorrir verdadeiramente por termos visto sorrisos deste tipo. Esta teoria foi descartada com o seguinte questionamento. Como, então, as pessoas deficientes visuais de nascimento conseguiam sorrir, se nunca haviam visto um sorriso?

Esta linha de raciocínio levou a descoberta de que quando sorrimos expressando alegria, nosso organismo passa a produzir hormônios, neurotransmissores que proporcionam bem estar e até mesmo maior quantidade de células de defesa. Você duvida que quem sorri mais adoece menos?

Pois então faça o teste. Sorria o máximo que puder, da maneira mais alegre e verdadeira que conseguir e passe a viver melhor e levar felicidade às pessoas ao seu redor.

Então, envio um grande e sincero sorriso a cada um de vocês!

Autor: José Carlos Carturan Filho

Assista ao vídeo deste artigo:

Mero acaso… Será mesmo?

É só mero acaso… Mas será mesmo?

 

Como acabamos entrando em contato com pessoas, lugares e situações em nossa vida? Será que é por mero acaso?

Ultimamente tenho viajado bastante. Em certas ocasiões, principalmente nas que estou sozinho, acabo aproveitando o tempo para refletir sobre algumas decisões, fases e acontecimentos.

Dia desses, parei para pensar em como acabamos por entrar em contato com pessoas, lugares e situações em nossa vida. Já pensou nisso? Será que é por mero acaso que as coisas acontecem em nossa vida?

Já parou para pensar em quantas pessoas passam em nossa vida? Pessoas que são fundamentais em determinados contextos, nos ajudam, nos fazem aprender, nos trazem alegria ou tristeza, mas que dali algum tempo, simplesmente vão se distanciando até perdermos totalmente o contato. Será mero acaso? Será coincidência? Ou será que estou ficando doido? Pensei comigo. Honestamente, talvez um pouco de cada. Mas se pensarmos friamente, talvez não seja apenas coincidência.

 

A sincronicidade de Carl Gustav Jung

Carl Gustav Jung – Wikipédia, a enciclopédia livre - mero acaso

O psicólogo suíço Carl Gustav Jung definia como sincronicidade os fenômenos não causais que não podem ser explicados pela razão, mas que são significativos para o indivíduo que os experimenta – o que usualmente chamamos de coincidência.

Apesar de considerada por muitos estudiosos como uma teoria empírica, a teoria de Jung traz em si algumas explicações bastante interessantes para fatos que acontecem rotineiramente em nossa vida. Exemplo: quando estamos pensando em alguém e pouco depois esta pessoa liga para nós.

Verdade ou não, o fato é que sem que percebamos, nosso destino vai sendo traçado de acordo com as decisões que tomamos e com o contato que temos com as pessoas de nosso convívio. Um sim ou um não que damos a alguém, aceitar ou não um convite, uma proposta de trabalho, um pedido, vai trilhando um caminho pelo qual vamos percorrendo a distância entre o dia de nosso nascimento e o momento final, ao qual todos nós chegaremos um dia.

 

Sobre as nossas decisões

Imagine, por exemplo, quantas decisões, quantas escolhas, opções (boas ou não tão boas) você tomou para chegar até onde está hoje. E imagine quantas decisões tomadas por outras pessoas, talvez seus pais, cônjuges, amigos também tiveram influência nesta intrincada teia de aranhas que é a nossa vida. Este tema é abordado, por exemplo, no filme “Efeito Borboleta”.

Resumindo, todas as nossas decisões interferem em nossa vida. Mas também interferem na vida de dezenas, talvez centenas e milhares de pessoas à nossa volta. Exagero? Nem tanto. Pense quantas vidas teriam sido poupadas, por exemplo, se alguém tivesse tomado a decisão de não detonar a bomba atômica. Ou ainda, no início desta mesma história, se alguém tivesse tido a coragem de enfrentar Hitler quando este ainda estava no começo de sua jornada de poder nefasta e desequilibrada.

Percebe? Quando tomamos uma decisão, não afetamos apenas a nossa vida. Ao atingirmos as pessoas que nos cercam, e sabendo que estas pessoas também influenciarão outras pessoas ao seu redor, nossa responsabilidade ao agir torna-se ainda maior.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Assista ao vídeo deste artigo:

Feedback- Como aplicar e como pode ajudar

 

O que é feedback

Feedback é uma das técnicas de gestão de pessoas e equipes mais importantes, pois fornece a quem recebe, a possibilidade de desenvolvimento pessoal, profissional e de performance. E tudo isso de maneira econômica.

Naquele momento em que o líder conversa com o colaborador, pode surgir pressão e rejeição por parte de alguns colaboradores. Mas, se aplicado corretamente, o feedback ajuda a identificar os pontos fortes e os pontos de melhoria de cada um. E quem o recebe, poderá ter a chance de se desenvolver e alcançar mais resultados.

O feedback tem como principal função informar a quem recebe sobre seus resultados, desempenho e conduta, fornecendo a essa pessoa a percepção de como é vista pelos outros. Além disso, ele fornece a possibilidade de alterar comportamentos inadequados, o que pode melhorar o relacionamento entre a equipe e entre colaborador e líder.

E, para facilitar esse momento, seguem algumas dicas.

 

 

– Escolha um ambiente tranquilo e neutro: Um local tranquilo pode diminuir a tensão por parte da pessoa que vai escutar.

 

– Pense com cuidado no que você vai falar: Destaque as qualidades da pessoa antes de apontar os pontos a serem mudados. Assim, quem está escutando o feedback, ficará menos resistente às mudanças propostas.

– Um dos erros mais comuns ao dar feedbacks, é focar mais no caráter de quem o recebe e não em suas ações. Por isso, seja parcial. Além disso, explique de forma clara e objetiva quais mudanças estão sendo sugeridas para a pessoa.

– Escute a outra pessoa: Escute com atenção a outra pessoa e finalize a conversa expondo sua sugestão de mudança.

 

Como o feedback pode ajudar a empresa

 

Maior engajamento

Quando bem aplicado, pode aumentar a confiança da equipe pela empresa, aumentando o engajamento dos colaboradores. E uma equipe engajada tem maior produtividade.

 

Direcionamento do trabalho

Ao deixar claro quais são as expectativas para o trabalho de cada colaborador e entender o que cada um espera da empresa, o direcionamento do trabalho fica mais fácil.

 

Maior performance

Ajuda muito a empresa a melhorar sua estrutura organizacional, e, assim, a desenvolver a alta performance.

 

Reter os melhores talentos

Ajuda a reter os melhores talentos na empresa. Mas lembre-se que se aplicado incorretamente, pode gerar disputas na empresa.

 

Estabelecer a cultura organizacional

A empresa pode destacar os valores que ela espera que eles desenvolvam. Assim, a cultura organizacional da empresa vai se fortalecendo cada vez mais.

 

Mais sobre como aplicar feedback

 

 

Clique AQUI e assista ao vídeo “11 pontos para aplicar um feedback eficaz”.

 

 

 

 

feedback

 

 

 

Quer saber qual a fórmula realmente eficaz para a aplicação de um bom feedback? Inscreva-se no curso online Estratégias de Feedback, que está disponível na Elleven Academy e na 11Flix.

 

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

Mentiras essenciais, verdades simples

 

O livro “Mentiras essenciais, verdades simples”

mentiras essenciais
“Mentiras essenciais, verdades simples”: Este é o título de um bom livro que li faz algum tempo, do autor Daniel Goleman que ficou conhecido pelo grande sucesso de outra obra, chamada “Inteligência emocional”, um divisor de águas no período de sua publicação na década de 90 e que serviu como referencial para várias pesquisas e estudos que elevaram as ciências do comportamento a patamares altíssimos.

No entanto, o livro “Mentiras essenciais, verdades simples” foi de grande valia para mim, tanto em meus estudos como na aplicação de seus conceitos em minha vida. A leitura em si é bastante técnica e densa.

Em suma, há uma abordagem extensa e profunda sobre aspectos comportamentais e principalmente sobre algo que fazemos em nosso cotidiano. Uns fazem mais, outros menos. Dar desculpas e justificativas. Conhece alguém que faz isto? Algum parente, vizinho ou amigo? Ou você mesmo vive fazendo?

Imagine um fato. Por exemplo, um tio seu é alcoólatra. Isto é um fato, uma verdade simples. Nua e crua. Alguma decisão precisa ser tomada a respeito. Contudo, os familiares quando colocados frente à situação, dizem coisas como: “Puxa! Esta ansiedade está fazendo com que ele beba” ou “Ah! Isto é assim mesmo. Sempre que fica feliz (ou triste, preocupado, cansado) ele bebe”. Só que isto acontece de vez em sempre. E em vez da família encarar o fato, arruma estas desculpas e justificativas, as tais mentiras essenciais. Ou seja, arranjamos mentiras que enganam a nós mesmos, mas que são essenciais para que não tenhamos que encarar a realidade como ela é.

E por que fazemos isto?

Para nos livrar da dor e sofrimento que estas situações trazem. Fica mais simples e confortável justificarmos. Este é um mecanismo mais do que comum no comportamento humano. Mas o problema é que não temos ideia do quão nocivo ele é. A simples falta de discernimento em não encararmos nossos problemas e as situações que passamos na trajetória da nossa vida, faz com que nos mantenhamos sempre em uma posição passiva em relação a eles.

E eu pergunto: Se há algo que tem de ser resolvido em minha vida, quem resolverá por mim? Muito bem, resposta certa. Apenas eu posso tomar as rédeas da situação e resolvê-la, tomar as decisões, buscar recursos para resolvê-la da maneira mais equilibrada possível.

Mas as coisas não param por aí. Cada vez que finjo que não há nada de errado e permaneço estagnado, esperando que as coisas se resolvam por si (e já percebeu que isto nunca acontece?), acabo sofrendo as conseqüências, normalmente no futuro.

Certamente, uma das premissas das pessoas que atingem seus objetivos e conquistam seus sonhos é a de não “tapar o sol com a peneira” e tratar as situações da vida de maneira objetiva e direta. Isto porque normalmente nosso êxito depende exatamente das soluções e resoluções dadas a estas questões. Sinceramente, você tem dado a devida importância às verdades simples de sua vida e tentado resolvê-las? Ou está arrumando mentiras essenciais para justificar a falta de atitude?

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

Assista ao vídeo deste artigo:

 

 

Como desenvolver a inteligência emocional

Desenvolver a inteligência emocional pode te dar uma qualidade de vida melhor. Leia o post e veja 11 vantagens e dicas para desenvolver a sua.

 

O que é inteligência emocional

A inteligência emocional é a capacidade do ser humano de compreender as emoções das outras pessoas e em lidar com as próprias emoções, usando-as a seu favor.

Inteligência emocional é quando conseguimos equilibrar o lado emocional do cérebro com o lado racional, neutralizando as emoções negativas e potencializando as positivas, para que tenhamos mais resultados.
Daniel Goleman, em seu livro “Inteligência Emocional”, a descreve como a maior responsável pelo sucesso ou fracasso da pessoa.

desenvolver a inteligência emocional

Os cinco pilares da inteligência emocional

Daniel Goleman, descreve os cinco pilares da inteligência emocional como:

1. Conhecer as próprias emoções

Para se conhecer melhor, antes de mais nada, deve-se analisar as emoções e as ações em resposta aos estímulos.

2. Controlar as próprias emoções

Para ter mais equilíbrio, é preciso saber controlar os sentimentos limitantes, como ansiedade e estresse. Isso te colocará na direção certa a seguir em cada situação.

3. Pensar antes de agir

Controlando as emoções, pensar antes de tomar decisões torna-se mais fácil e isso pode evitar conflitos com as pessoas e arrependimento.

4. Ter empatia

Para ter mais sensibilidade para com as emoções das outras pessoas e entender seus comportamentos, é preciso aprender a colocar-se no lugar delas.

5. Saber se relacionar bem

Para sucesso, é preciso boas relações, entendendo as emoções dos outros.

 

11 vantagens da inteligência emocional

Todas as emoções influenciam a vida de maneira geral – decisões, relacionamentos, carreira… Por isso, aplicar os pilares da inteligência emocional pode ajudar muito a alcançar o sucesso profissional e pessoal.

Pessoas com a inteligência emocional mais desenvolvida sabem sentir, pensar e agir de forma consciente e têm controle sobre suas vidas. Além disso, elas não deixam que as emoções as dominem, pois aprendem a equilibrá-las sempre que preciso.

Veja a seguir 11 principais vantagens em desenvolver a inteligência emocional:

  1. Diminuição da ansiedade e do estresse
  2. Aumento do equilíbrio emocional
  3. Aumento de clareza ao traçar objetivos e metas e ao planejar as ações para alcança-los
  4. Aumento do nível de comprometimento, do foco e da energia para cumprir as metas traçadas
  5. Melhora da capacidade de tomar decisões
  6. Melhora da administração do tempo
  7. Aumento do senso de responsabilidade
  8. Melhora da qualidade de vida
  9. Maior controle e diminuição dos medos
  10. Aumento da autoestima, da segurança e da autoconfiança
  11. Melhora dos relacionamentos interpessoais

 

Como desenvolver a inteligência emocional

Segundo Daniel Goleman, inteligência emocional é diferente de QI (quociente de inteligência), pois eles são controlados por diferentes partes do cérebro. O QI não é capaz de mudar significativamente ao longo da vida, mas a inteligência emocional pode aumentar cada vez mais. Para isso, o cérebro deve ser treinado com novos comportamentos, para que ele possa construir novos caminhos para que estes comportamentos se transformem em hábitos.

Para desenvolver a inteligência emocional, hábitos novos devem ser criados. Além disso, as emoções negativas devem ser controladas. Mas, nem sempre, isso pode ser um processo fácil. Por isso, sempre que possível, conte com ajuda.

Acesse https://elleventreinamentos.com.br/practitioner-em-pnl e se inscreva na próxima turma da Formação em Practitioner em PNL.

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

A linha tênue que separa nossos comportamentos

É importante que estejamos atentos à linha tênue que separa nossos comportamentos

Precisamos ficar atentos à linha tênue que separa alguns comportamentos, sentimentos e atitudes que costumamos ter. Existe um limite muito estreito entre algo benéfico e outra coisa não tão boa assim.

Vivemos nossa vida de maneira bastante paradoxal. Somos contradições ambulantes. O que é ótimo, pois talvez seja esta uma das únicas maneiras de aprendermos. No entanto, é fundamental que estejamos atentos às linhas tênues que separam alguns comportamentos, sentimentos e até algumas atitudes que temos costumeiramente, sem nos darmos conta que existe um limite muito, muito estreito entre algo benéfico e outra coisa não tão boa assim.

É importantíssimo não confundirmos, por exemplo, tolerância e conivência. Esta mesma linha tênue existe entre: Pureza e ingenuidade. Autoconfiança e arrogância, humildade e subserviência. Ser audacioso é muito diferente do que ser inconsequente. Ser resignado é bem diferente do que ser omisso. Ambição é ótima, mas muito próxima da ganância.

Talvez num primeiro momento não faça sentido, mas sem perceber confundimos justiça com vingança. Fé com fanatismo. Pensamos estar usando a neutralidade, quando na realidade estamos usando a indiferença. Ultrapassamos a linha da convicção e adentramos o terreno da teimosia. Buscamos ser calmos e acabamos sendo passivos. Às vezes exageramos no amor próprio e passamos a ser egoístas.

Já percebeu como tantas coisas estão próximas, como praticamente se tocam? Alguns acham que estão sendo diretos e sinceros, quando estão sendo grosseiros. É suave a linha entre a gentileza e o servilismo. Pensamos estar fazendo as coisas com agilidade, quando na realidade estamos fazendo-as com pressa, julgamos estar sendo prudentes quando estamos sendo hesitantes. Perdemo-nos até quando tentamos ser altruístas e acabamos caindo na demagogia.

Uma coisa é ser distraído, outra é ser desinteressado. Uma coisa é ter a “cuca fresca” outra é ser displicente. As pessoas acham que são determinadas, quando são obcecadas. Acham que são contundentes, mas são levianas. Mesmo quando todos os sinais apontam para uma mudança de direção continuamos errando, porque confundimos insistência com persistência.

Achamos graça nos pequenos desvios, quando são eles que nos tiram completamente do caminho. Julgamos estar sendo pacientes, quando na realidade estamos sendo complacentes. Colocamos no mesmo balaio pessoas abastadas e as que possuem riqueza. Esquecendo que há pessoas riquíssimas sem um único centavo no bolso, enquanto há outras que são milionárias e de uma pobreza interna lastimável.

Talvez a grande busca do ser humano seja equacionar estas disparidades na busca de um equilíbrio interior que resulte em uma linha de conduta que fortaleça as reais virtudes. E para isto é essencial que estejamos sempre vigilantes para não cruzar este limite suave existente entre as coisas, não ultrapassar esta linha tênue, quase invisível que separa os grandes seres humanos dos seres humanos comuns.

Há uma frase que ouvi de meu grande amigo José Orlando e que costumo citar nos cursos que dou que talvez ilustre bem este tema: “A única diferença entre o remédio e o veneno é a dose aplicada”. E assim continuamos nossa caminhada, tentando aparar nossas próprias arestas para transformamo-nos de pedra bruta em pedra polida, para atingir o necessário equilíbrio, para alcançar o caminho do meio.

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

 

Amor próprio: Você se basta?

Amor próprio

Felizmente meu trabalho atual me permite vivenciar e observar todo o potencial do ser humano e a quantidade de mudanças positivas que somos capazes de fazer em nossas vidas. Ao avaliar de maneira imparcial todo este contexto, posso afirmar que a maioria dos problemas que as pessoas têm em suas vidas está diretamente ligada ao tipo de relações que têm consigo mesmas e com os outros.

Ouso dizer que há diversos fatores que são preponderantes para que consigamos mudar nossas vidas. Mas é praticamente impossível obter esta mudança se não conseguirmos mudar a maneira de nos relacionar.

Por mais paradoxal que pareça, a primeira e essencial condição para que consigamos nos relacionar bem com os outros é nos bastar. E então vem a pergunta…

…Você se basta?

Talvez quando você tenha lido que precisamos nos bastar, numa primeira vista, isto tenha parecido estranho, como pareceu a mim no início. Quando falo em nos bastar, não estou falando em solidão, arrogância, egoísmo, presunção. Falo exatamente do contrário. Falo de humildade, desapego, companheirismo, respeito, amor.

A explicação é simples. Quando não nos bastamos, depositamos no outro, nas pessoas que conosco convivem (principalmente se tratando de um relacionamento afetivo) uma carga enorme de responsabilidade, um peso injusto para que as pessoas carreguem.

Colocamos no outro a função de nos fazer felizes, satisfazer nossos anseios, suprir nossas carências e lidar com sentimentos nossos que nem nós sabemos direito como lidar. Idealizamos, projetamos no outro a pessoa certa para ser a tampa de nossa panela, a pessoa capaz de nos completar e nos decepcionaremos muito se esta pessoa não atender às nossas expectativas.

Discorda? Então faça diferente: Pense em relacionamentos conturbados de pessoas que conhece. Pensou? Certamente encontrará alguns fatores de desequilíbrio, uma expectativa irreal e a insegurança de um (ou ambos) na relação, rompantes de agressividade, ciúme, tristeza, decepção, arrependimento, idas e vindas e um infindável número de brigas e exigências mútuas.

Como seremos capazes de conviver em paz com alguém se colocamos nas costas daquela pessoa nossa felicidade? Se despejamos nossas inseguranças pessoais em crises de ciúme? Se exigimos desta pessoa um determinado padrão de comportamento, que atenda ao que sempre sonhamos da pessoa ideal?

Percebe? O que a princípio podemos interpretar como egoísmo, que é o fato de sermos autossuficientes e o sentimento de respeito e amor que temos pelo ser humano que somos (o amor próprio), são fatores determinantes para que consigamos nos dedicar a relações saudáveis e equilibradas e sejamos capazes de amar na essência da palavra. Só podemos amar o outro com intensidade e desprendimento, se estivermos preenchidos internamente por este sentimento.

Devemos cuidar bastante de nós mesmos, nos conhecermos. Ou estaremos fadados a passar a vida inteira procurando alguém para suprir nossas expectativas ou em quem possamos colocar a culpa de nossa infelicidade.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Assista ao vídeo deste artigo?

Desinteresse x despreparo

Há dezenas de fatores que favorecem o atendimento e a prestação de serviços com baixíssima qualidade. Dois dos piores são o despreparo e o desinteresse.

Sem dúvida alguma, além de todas as questões desfavoráveis com as quais temos de conviver em nosso país de muito discurso e fanfarronice e pouquíssimas leis cumpridas, um ponto que chama a atenção é a (péssima) qualidade da prestação de serviços.

Logicamente, como em tudo, há exceções. No entanto, se analisarmos friamente a qualidade dos serviços que são prestados, o padrão de atendimento a que somos submetidos deixa bastante a desejar. Infelizmente isto acontece em todos os segmentos, desde empresas de grande porte como bancos, empresas de telefonia (fixa e móvel), grandes redes de lojas até em pequenos estabelecimentos, comércio e serviço público.

Mas afinal este é um problema crônico? Ou será que somos daquelas pessoas “azaradas” que acabam sempre sendo atendidos pelo vendedor mal-humorado ou pela atendente desinteressada?

O problema é crônico! E o assustador nisto tudo é que dentre as consultorias e treinamentos que a Elleven executa nas empresas visando melhorar este quadro, um dos mais solicitados é o de atendimento ao cliente. Por um lado isto é bom, sinal que finalmente as empresas e comércio passam a dar mais importância ao cliente. Contudo, o cenário é bem desanimador.

 

Desinteresse x despreparo

Posso afirmar que dentre as dezenas de fatores que favorecem o atendimento e a prestação de serviços com baixíssima qualidade, dois deles (os piores) são gritantes. O primeiro é o despreparo e o segundo o desinteresse.

Em relação ao primeiro fator, o que mais chama a atenção é que o citado despreparo não fica apenas na parte “técnica” da coisa, ou seja, a falta de habilidade para a função exercida, mas abrange também um despreparo cultural e comportamental, tornando evidente o péssimo nível de educação do país e a “tragédia” que acontece quando as pessoas são “jogadas” no mercado de trabalho sem estarem aptas para tal.

Quando direcionamos para o lado do desinteresse então, as coisas ficam ainda piores, pois ao contrário do primeiro caso, onde um bom direcionamento e o interesse e a humildade em aprender podem reverter a situação, quando há desinteresse, não há nada a ser feito.

Algumas pessoas me perguntam: “E como devo agir então, José Carlos?”. E como uma alguém que precisou desenvolver novas habilidades para adequar-se a um novo campo de atuação, mas procurou manter as boas coisas que a área da saúde nos ensina, respondo: Tudo depende de um bom diagnóstico.

E ao ver o semblante de interrogação das pessoas, digo que a grande sacada está em diagnosticar corretamente em qual das duas situações a pessoa se encontra.

Se for a primeira, onde há despreparo, porém há interesse em evoluir, vale a pena investir tempo, recursos e uma boa dose de paciência com aquela pessoa. Entretanto, se houver desinteresse, não perca tempo em tentar ajudar porque o desinteresse da pessoa a impede de aprender. E mais: Logo, logo em se tratando de uma equipe esta conduta desinteressada, desleixada e displicente se espalhará aos demais.
Portanto, fique atento e procure investir e dar oportunidades a quem realmente merece.

Assista ao vídeo deste artigo.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Criador e Criatura

 

Ficheiro:The Creation of Adam.jpg – Wikipédia, a enciclopédia livre Criador e Criatura

Criador e Criatura – Michelangelo

Perceba como esta história pode dizer muito em relação à nossa busca pelos nossos sonhos.

Talvez nossa vida seja tão corrida que nem nos atentemos para isto. Aliás, esta correria, esta falta de tempo pode estar atrelada justamente à quantidade de coisas que temos para resolver. Muitas destas coisas atendem a um binômio que serviu como título da coluna: criador e criatura.

Os livros sagrados, das mais variadas religiões, apontam que somos feitos à imagem e semelhança do Criador. Deus é este Criador e nós somos as criaturas. Mas, será que esta equação pode ser representada de outra maneira? Somos sempre criaturas ou também somos criadores? O que você pensa sobre isso?

Particularmente, creio que esta resposta seja tão evidente, mas tão evidente que faz com que as pessoas negligenciem seu significado. Da mesma forma que podemos nos considerar criaturas de Deus, devemos saber que somos também criadores.

E talvez você esteja se perguntando: Como assim? Simples. Há uma máxima do conhecimento antigo que diz que “semelhante ao que está em cima, é o que está embaixo”. Ou seja, que assim como acontece no aspecto macro, acontece no micro.

De maneira mais direta e objetiva, somos os responsáveis pela nossa realidade. Somos os criadores e as situações de nossa vida são nossas criaturas. Está cheio de problemas? Pois bem, todos eles são criaturas suas. Tem tido resultados ótimos? Foi você que os criou também. Repita sempre para si mesmo. Criador e criatura. Você é o criador e o que acontece com você é resultado das atitudes que tem tido em sua vida.

Mas ainda fica uma dúvida: então Deus não tem nenhuma interferência nisto? Mais uma vez, tomo a liberdade de expor minha opinião. Claro que sim. Mas não do jeito que algumas pessoas insistem em considerar. Imagine o seguinte. A pessoa ingere bebidas alcoólicas em excesso por um longo período. Depois de algum tempo desenvolve uma cirrose ou outra doença do fígado. “Culpa” de Deus? Claro que não! Apenas uma consequência das atitudes daquela pessoa. Novamente: criador e criatura.

Outros conseguem admiração, respeito, consideração e carinho de colegas de trabalho, familiares, amigos. Sorte? Acaso? Não! Consequência provavelmente de uma conduta exemplar no dia a dia desta pessoa. Criador e criatura.
E esta lei se aplica a tudo? Penso que sim. Contudo, uma pergunta pode ficar no ar: e naqueles casos em que algo acontece, mas as pessoas (teoricamente) não tem interferência? Acidentes, crianças que nascem com problemas, pessoas que trabalham e fazem tudo direito e para as quais aparentemente nada dá certo?

Bem, estas são questões que peço que você avalie de acordo com sua forma peculiar de ver o mundo. Afinal, nem espaço suficiente para discutirmos isto temos aqui. Por enquanto, faça uma auto avaliação. E perceba quais as criaturas que você tem gerado em sua vida. Veja se está fazendo como Mary Shelley e criando Frankensteins.

Ouça o podcast deste artigo.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Como NÃO ter sucesso – Cuidado com esses hábitos que atrapalham sua vida!

Já li nos mais diversos lugares, dos mais variados tipos, dos mais variados autores as famosas “Dicas para alcançar o sucesso”. Considero dicas importantes, afinal são diretrizes simples de como em tese podemos alcançar determinado objetivo ou fazer algo de maneira adequada.

Entretanto, quando falamos em ter sucesso, há dois pontos a se considerar. Primeiro: O conceito de sucesso é subjetivo ao extremo. Varia de pessoa para pessoa. Logo, as dicas não servem para todos. Segundo: Se fosse tão simples assim não haveria tantas pessoas com a vida tão enrolada e repleta de insucessos. Obviamente há vários outros fatores envolvidos em se ter ou não sucesso. As tais dicas podem ajudar-nos, mas serão apenas uma base, ainda mais em um mundo tão competitivo e dinâmico.

Desta forma, resolvi fazer o contrário: Vou apontar algumas dicas para NÃO ter sucesso. Se estou ficando louco? Acho que não. Só me propus a enumerar alguns fatos, algumas dicas que certamente afastarão você cada dia mais do tal sucesso, seja lá qual for o conceito de sucesso para você.

Quanto maior a quantidade de pontos que você seguir, menor sua chance de ser bem sucedido. Está curioso? Então lá vai:

1 – Aja como um perdedor. Lamente, se queixe, reclame e fique sempre focado em seus problemas. Jamais busque soluções.

2- Trate as pessoas com desrespeito, impessoalidade, indiferença. Não dê atenção a ninguém que não represente para você uma boa oportunidade de negócios. Considere-as meros números em sua estratégia.

3- Seja mal humorado, arrogante e mal educado. Viva se achando a “última bolacha do pacote”. Faça questão de não guardar o nome das pessoas, próximas ou não.

4- Deixe sua saúde para depois. Afinal, dinheiro, trabalho, TV, relatórios, baladas, bebida, cigarro são muito mais importantes.

5- Gaste seu dinheiro sem planejamento e critério. De preferência gaste bem mais do que ganha. Faça dívidas, muitas dívidas, principalmente no cartão de crédito. Faça crediários intermináveis e pague por uma coisa três vezes seu real valor.

6- Use constantemente frases do tipo: “Não sei”, ‘”não posso”, “não consigo”, “não sei se vai dar”, “isso é muito difícil”.

7- Coloque a culpa de seus fracassos nos outros. Esta é fundamental. Jamais assuma seus erros e aprenda com eles.

8- Aja como vítima. Viva dizendo que todos estão contra você, que nada dá certo, que você é azarado etc.

9- Esteja sempre distante de pessoas que ama, como familiares e amigos. Visite-os apenas para cumprir obrigação.

10- Deixe tudo para amanhã. Adie tudo o máximo que puder. Seja um procrastinador nato.

Logicamente esta é uma brincadeira e um alerta.

Perceba ao seu redor pessoas que adotam alguns destes comportamentos e veja em que condições elas se encontram. E se você estiver pensando: “Conheço alguns que fazem muitas destas coisas e obtém relativo sucesso”, tenha certeza de que é algo fugaz, efêmero. Não se pode enganar as pessoas por muito tempo. E talvez o preço a ser pago por isso seja muito mais caro no futuro.

 

Assista ao vídeo deste artigo:

Autor: José Carlos Carturan Filho

Acomodado ou incomodado?

Você está acomodado ou incomodado?

acomodado ou incomodado

Nesta semana estive conversando com um amigo que já não via há algum tempo. Sabe aquele papo bacana com uma pessoa querida que apesar de não encontrarmos com frequência, quando encontramos parece que nada mudou?

Pois este amigo é uma destas pessoas que traz consigo ainda outra característica bem marcante. É uma daquelas pessoas que transmite uma sabedoria simples, de uma maneira muito especial e cativante.

Em um determinado momento do nosso papo, surgiram alguns assuntos referentes a outros amigos em comum e (Argh!) sobre a situação política do país, o caos que reina em nossa sociedade e sobre a dificuldade que as pessoas têm em partir para a mudança.

Foi aí que surgiu uma questão bastante interessante sobre como as pessoas se portam em relação às circunstâncias como estas. Ficam acomodadas ou incomodadas?

Acomodado X incomodado

Por característica intrínseca, o ser humano normalmente costuma ser extremamente resistente a mudanças. Principalmente quando atinge certo patamar na vida, seja social, financeiro, idade avançada. Enfim, há diversos motivos que acabam por nos deixar paralisados, acomodados em nossa zona de conforto.

A mudança só acontece quando nos sentimos incomodados com algo. Quer exemplos? A pessoa só começa a fazer uma dieta de modo correto quando se sente incomodada com a parte estética ou as condições de saúde. Só busca uma oportunidade nova de trabalho quando se sente incomodada com as condições de trabalho, com um fato ocorrido ou com a questão salarial em seu emprego atual.

Fuga da dor X busca do prazer

Esta teoria é corroborada, confirmada pelos estudos da Neurociência que demonstram que agimos com base em dois mecanismos: fuga da dor e busca do prazer. Qualquer atitude que tomamos em nossa vida, ou nos levam em direção aos nossos objetivos e sonhos, que seria a busca do prazer, ou então nos livram de alguma situação desagradável, nos fazendo fugir da dor, o que infelizmente ocorre na maioria das vezes.

A pergunta é: O quanto você está se sentindo incomodado com as coisas que acontecem ao seu redor? Será que isto tem te trazido dissabores suficientes para te fazer mudar algumas atitudes em sua vida? Ou é mais cômodo ficar longe disto, acomodado com o que já obteve e se limitar apenas a criticar e lamentar sobre a eventual “falta de sorte” a que atribui seus insucessos?

A política está ruim? Mas fomos nós que elegemos estas pessoas. Não conseguiu passar na entrevista de emprego? Mas talvez não tenha se preparado da maneira mais adequada. Está insatisfeito com o modo com que as pessoas tratam você? Mas pode ser que esta seja apenas a recíproca que está recebendo pelo tratamento que tem dado a elas.

Uma coisa é fato: Você só conseguirá o que realmente deseja quando se der conta que é a única pessoa que pode efetivamente tomar atitudes que o levem até onde você quer ir. Mas você precisa definir se prefere ficar acomodado ou incomodado com o rumo que sua vida tomou.

 

Assista ao vídeo deste artigo.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Ansiedade

Todo comportamento tem uma intenção positiva. Será que a ansiedade também?

Certamente em algum momento, por menor que tenha sido isto já aconteceu com você. Seu coração começou a bater mais forte, sua respiração ficou mais intensa, suas pupilas ficaram dilatadas e talvez isso tenha interferido até na qualidade do seu sono.

Aconteceu quando você foi fazer aquela entrevista de emprego, ou quando você teve de apresentar algum trabalho na escola, conduzir uma reunião, ou ainda quando você finalmente tomou coragem para dizer o que sentia pela pessoa amada.

Ansiedade Imagens – Download Grátis no Freepik

Este “friozinho na barriga”, este sentimento de ansiedade é que nos prepara para nossos desafios. Mas talvez você se pergunte: “Peraí! Quer dizer que ansiedade é bom?”. E eu respondo: SIM. Desde que seja sentida de maneira equilibrada e positiva. E vou ainda além.

A ansiedade está em nosso código genético, vem de nossos antepassados e é responsável pelas nossas reações de luta e fuga. Sem ela a espécie humana não teria sobrevivido na evolução. O sentimento de ansiedade nos deixa preparados para enfrentar nossos desafios do dia a dia.

O grande problema é que o homem moderno, apesar de não ter mais de se defender de ursos, leões e tigres, possui outros “bichos” até mais ferozes que estes. Duvida? Desemprego, violência, trânsito, contas para pagar e por aí vai.

O que faz a ansiedade ser ruim?

E o que acontece então? Ficamos constantemente preparados para enfrentar estes obstáculos. Mas isto ainda não é o que faz a ansiedade ser um grande inimigo da saúde. O problema é quando ficamos ansiosos sem motivos, quando nos “pré-ocupamos” com algo. A nossa mente e nosso corpo não diferenciam um perigo real de outro “perigo” criado por nós mesmos. E ficamos então constantemente preparados para enfrentar estes tais perigos.

Sabe quando você se preocupa com a prova que terá daqui a duas semanas? Quando fica criando na sua cabeça verdadeiras teorias conspiratórias, achando que fulano ou beltrano não gostam de você? Ou pior, quando você sofre por coisas que estão absolutamente fora do seu controle? Pois é. Mesmo que isto só esteja acontecendo na sua cabeça, fisiologicamente o seu corpo se prepara para a situação.

E quando seu corpo se prepara para enfrentar estes desafios, joga em sua corrente sanguínea um hormônio chamado cortisol. Este hormônio é muito importante para nosso organismo, mas quando em quantidades excessivas no nosso corpo faz com que nosso sistema imunológico seja afetado e fiquemos mais expostos a males como infartos, hipertensão, derrames cerebrais e outras doenças que podem nos levar a morte.

Além disso, a ansiedade constante e excessiva também gera os chamados transtornos de ansiedade como, entre outros a síndrome do pânico, a fobia social e o famoso TOC (transtorno obsessivo-compulsivo). O efeito em curto prazo da ansiedade é devastador para nossa saúde.

A pergunta é: Como você vem lidando com as coisas? Tem dado atenção a pessoas e coisas realmente importantes ou fica se pré-ocupando com bobagens?

Pense nisso com carinho. Manter bons pensamentos e atitudes está no seu controle.

Assista ao vídeo deste artigo:

Autor: José Carlos Carturan Filho

Lenda oriental – A sogra

Diz uma lenda oriental que há muito tempo, na China, uma moça casou-se e foi viver com o marido e a sogra. Em pouco tempo, a moça percebeu que dificilmente se daria bem com sua sogra. Os temperamentos delas eram muito diferentes e a moça a cada dia ficava mais furiosa com os hábitos de sua sogra.

Mas o pior de tudo era que, de acordo com antiga tradição chinesa, a nora tinha que se curvar à sogra e obedecê-la em tudo o que ela desejasse. Este comportamento estava causando ao pobre marido um grande estresse.

Finalmente, não aguentando mais, a moça decidiu tomar uma atitude. Foi ver o Sr. Huang, bom amigo de seu pai, que vendia ervas. Ela lhe falou sobre a situação e pediu que lhe desse algum veneno para resolver o problema de uma vez por todas. O Sr. Huang pensou por algum tempo e finalmente disse:

– Eu ajudarei você a resolver seu problema, mas você tem que me escutar e obedecer a todas as instruções que eu lhe der.

O homem entrou no quarto dos fundos e voltou após alguns minutos com um pacote de ervas. Ele explicou:

– Você não pode usar tudo de uma só vez para se libertar de sua sogra, porque isso causaria suspeitas. Eu lhe dou várias ervas que vão lentamente envenenar sua sogra. A cada dois dias prepare alguma carne, de porco ou galinha, e ponha um pouco destas ervas no prato dela. Mas, para ter certeza de que ninguém irá suspeitar de você quando ela morrer, deve ter muito cuidado e agir de forma muito amigável com ela. Não discuta com ela, obedeça-a em tudo e trate-a como se fosse uma rainha.

A moça ficou muito contente. Agradeceu ao Sr. Huang e voltou apressada para casa para começar o projeto de assassinar a sua sogra.

O tempo foi passando, e, cada dois dias, a nora servia a comida, especialmente preparada, à sua sogra. Ela se lembrava do que o Sr. Huang tinha dito sobre evitar suspeitas. Assim ela controlou o seu temperamento, obedeceu à sogra, e a tratou como se fosse sua própria mãe. Depois de seis meses, a casa inteira tinha mudado. A moça tinha equilibrado tanto o seu temperamento que quase nunca se aborrecia.

Nestes seis meses, não tinha tido uma discussão com a sogra, que parecia agora muito mais amável e mais fácil de lidar. As atitudes da sogra também mudaram, e ela começou a dizer aos amigos e parentes que a moça era a melhor nora que alguém poderia achar. Elas estavam tratando uma à outra como verdadeiras mãe e filha.

Um dia, a moça foi ver o Sr. Huang e pediu-lhe ajuda novamente. Ela disse:

– Querido Sr. Huang, por favor, me ajude a evitar que o veneno mate minha sogra! Ela se transformou em uma mulher agradável e eu a amo como minha própria mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que eu lhe dei.

Sr. Huang sorriu e acenou com a cabeça.

– Não há nada com que se preocupar. Eu nunca lhe dei qualquer veneno. As ervas que eu dei a você eram vitaminas para melhorar a saúde dela. O único veneno estava em sua mente e em sua atitude para com ela, mas isso tudo foi jogado fora pelo amor que você deu a ela e pela mudança de perspectiva que isto gerou em ambas.

 

Assista ao vídeo deste artigo.

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

Os comportamentos limitantes e a PNL

Os comportamentos limitantes e a PNL

Vivemos numa época onde o crescente interesse pelo autodesenvolvimento, nos impulsiona cada vez mais na busca do autoconhecimento. E também nos impulsiona a saber a origem de comportamentos e sentimentos que limitam nossa vontade e capacidade produtiva.

Qual a origem de manifestações como estresse, depressão, ansiedade, insônia, doenças psicossomáticas e desequilíbrios psíquicos que interferem no desempenho do ser humano? E por que se proliferam de forma assustadora?

De onde surgem os pensamentos que colocam dúvidas em nossa capacidade de realização? Como evitar padrões destrutivos que limitam a capacidade de autossuperação? Como manter a vontade em realizar e manter o crescimento pessoal? Como se comunicar de forma efetiva? Como entender os comportamentos das pessoas com as quais nos relacionamos? Como ajudar as crianças de hoje a se tornarem adultos livres de problemas psicológicos e das dúvidas que nos afligem? Como se livrar de crenças e padrões de comportamentos que desequilibram nossas ações? Como enfrentar os problemas do cotidiano com tranquilidade? Como evitar o estresse, insônia, depressão?

Diante deste quadro, surgem inúmeras alternativas sobre técnicas curativas, métodos de superação pessoal, cursos para capacitação e desenvolvimento profissional, para melhorar os relacionamentos, a comunicação, cursos de liderança, técnicas de visualização, pensamento positivo, aumento do poder mental etc.

Com o crescente número de pessoas buscando essas respostas, surgem duas perguntas fundamentais:

Por que fazemos e sentimos coisas que não gostaríamos de fazer ou sentir, mas não conseguimos mudar?

E a segunda pergunta:

Por que deixamos de fazer coisas que sabemos que deveríamos fazer para conquistar resultados e poder experimentar sentimentos agradáveis de conquista e bem estar?

comportamentos mudar

A PNL (programação neurolinguística)

A PNL vinda do trabalho de um estudante de psicologia e de um professor de linguística da Universidade de Santa Cruz na Califórnia. Eles sistematizaram conhecimentos milenares numa metodologia para tornar simples e eficaz seus efeitos sobre os comportamentos humano.

Ela nos dá a oportunidade de aplicar inúmeros métodos de mudança comportamental, cursos e técnicas de comunicação, de negociação, relacionamento pessoal, auto cura, mas também tantos pontos que tangem este segmento do desenvolvimento pessoal.

A PNL é uma forma para colocarmos em prática novos modelos para uma melhor comunicação. Além disso, nos permite entender como são construídos os pensamentos. Assim, é possível desconstruir referências limitantes, como traumas, compulsões, crenças etc.

Por meio da PNL, podemos nos conscientizar de habilidades próprias e inatas, mas na maioria das vezes adormecidas, e gerar mudanças positivas, criativas e evolutivas em nossas vidas. Sendo assim, podemos dizer que a PNL é a ciência da arte da excelência humana.

A PNL possibilita o desenvolvimento de habilidades pessoais para alcançarmos resultados no campo terapêutico, profissional ou pessoal. Além disso, podemos identificar com precisão o processo de pensamento interno das pessoas e ajudá-las a se capacitarem com opções conscientes para a busca de soluções. Assim, elas podem ampliar a flexibilidade para criarem um estado interno de motivação, melhores tomadas de decisões, aprendizagem, comunicação, criatividade e desenvolvimento emocional.

Benefícios da PNL

Como ciência aplicada, a PNL oferece procedimentos práticos e específicos para a educação, treinamento, terapia, trabalho e negócios.

A PNL oferece soluções para:

    • Área educacional e terapêutica:

 

Ansiedade, estresse, fobias, problemas de relacionamento com filhos ou cônjuge, depressão, falta de confiança e autoestima, dificuldade de aprendizagem, problemas no trabalho, problemas de relacionamento chefe-subordinado, melhora da qualidade de vida, definição de projeto de vida, mudança de crenças limitantes etc.

    • Área organizacional:

 

Motivação e persuasão entre companheiros, subordinados ou superiores, conflitos de personalidade, coordenação de encontros e reuniões de negócios, preparação de entrevistas, estabelecimento de um sistema de comunicação claro e convincente, mudança de atitude, processos de avaliação de candidatos e tantas outras situações do nosso cotidiano.

A PNL é a disciplina cujo campo de ação é diretamente na estrutura da experiência subjetiva do homem. Apresenta e trabalha com ferramentas específicas que podem ser aplicadas efetivamente em qualquer interação humana.

Vale a pena conhecer esta tecnologia que gera resultados práticos, objetivos e consistentes.

Clique AQUI e faça já sua inscrição para a próxima turma do Practitioner em PNL.

Assista ao vídeo deste artigo.

Autor: José Carlos Carturan Filho

11 sinais de inteligência emocional

Você tem inteligência emocional bem desenvolvida?

Já reparou que algumas pessoas parecem ter uma vida com mais sucesso e parecem estar sempre alegres e equilibradas, enquanto muitas outras parecem estar constantemente estressadas? Já notou que algumas pessoas parecem ter sempre foco e energia para lutar pelos seus sonhos e objetivos, enquanto outras estabelecem várias metas, mas não conseguem alcançá-las?

E por que isso acontece?

Há uma diferença entre esses grupos.

As pessoas mais felizes e que conseguem alcançar seus objetivos, sabem manter o controle emocional e gerenciar suas emoções. Elas têm a inteligência emocional mais elevada.

É a inteligência emocional que permite que as pessoas tenham mais controle emocional, que se desenvolvam mais do que as outras e que tenham melhores relacionamentos, mais conquistas e mais sucesso na vida.

11 sinais de inteligência emocional

As pessoas com a inteligência emocional bem desenvolvida costumam apresentar alguns sinais. Leia a seguir os 11 principais.

1. Possuem capacidade de liderança

Os bons líderes têm muito controle sobre suas emoções. Assim, eles conseguem lidar bem com as situações mais delicadas e dar bons feedbacks para ajudar quem os escuta. Além disso, as pessoas com capacidade de liderança elevada conseguem ser muito produtivos, têm sempre foco para alcançar seus objetivos e trabalham bem em equipe e sob pressão.

2. Têm autoconhecimento

As pessoas com inteligência emocional bem desenvolvida conhecem suas forças e suas fraquezas e agem a fim de melhorar cada vez mais sua personalidade. Elas sabem que o autoconhecimento é fundamental para ter uma qualidade de vida melhor.

3. Sabem o motivo de sua tristeza ou angústia

Com o autoconhecimento bem desenvolvido, essas pessoas sempre sabem o motivo de suas tristezas e angústias, conseguindo identificar a causa do problema para lidar com ele da melhor forma possível.

4. Têm facilidade com relacionamentos

As pessoas com inteligência emocional bem desenvolvida, têm uma maior facilidade em manter bons relacionamentos, sem atritos e sem desconfianças.

5. Se importam em ser éticas

Uma das características dessas pessoas é serem sempre boas e morais. Elas gostam de ajudar as pessoas ao redor e agem sempre com ética.

6. Têm facilidade para identificar os sentimentos das pessoas

As pessoas com uma boa inteligência emocional conseguem identificar com facilidade o que as outras pessoas estão sentindo. Seja através da linguagem corporal ou das expressões faciais, elas conseguem identificar quando uma pessoa está escondendo algo ou quando está chateada ou revoltada com alguma situação.

7. Superam bem os obstáculos

Elas são capazes de seguir em frente perante os obstáculos sem ficar presas em emoções negativas e conseguindo o equilíbrio emocional. Além disso, sempre acham que os obstáculos servem como aprendizado e crescimento.

8. Confiam em sua intuição

Como essas pessoas têm uma maior autoconfiança, elas confiam em seus instintos.

9. Têm automotivação

Elas estão sempre se automotivando para ter foco e energia para conquistar seus objetivos sem desistir, por mais difícil que pareça ser.

10. Têm autocontrole

As pessoas com a inteligência emocional bem desenvolvida sabem dizer não quando precisam para manter suas prioridades. Além disso, têm disciplina para evitar hábitos ruins, sempre controlando seus impulsos.

11. Pensam mais no futuro do que no passado

Essas pessoas conseguem superar o passado e focam em ter um futuro melhor.

inteligência emocional

 

Como desenvolver a inteligência emocional

Se você leu os sinais de inteligência emocional acima e viu que você não se enquadra em muitos deles e que precisa desenvolver mais a sua, não se preocupe. Saiba que isso é possível e está ao alcance de qualquer pessoa. Procure praticar os sinais de inteligência emocional citados e controlar suas emoções negativas. E, sempre que possível, procure ajuda de especialistas.

 

Assista ao vídeo para compreender o que é inteligência emocional.

Você é mais do que seus comportamentos limitantes

Acredite: Você é mais do que seus comportamentos limitantes.

Um dos motivos que fez com que eu me dispusesse a aceitar o desafio de uma troca de carreira foi a chance de me aprofundar cada vez mais no estudo e na aplicação de processos que fomentam o absurdo potencial da mente humana.

Deixei a odontologia depois de bons anos de formado e uma trajetória estável na área. Hoje, quanto mais estudo a mente e o comportamento humano, mais fascinado fico e percebo o quão pouco sei.

A mente humana e os comportamentos limitantes

Há uma frase que diz: “A mente pode ter diferentes níveis, mas não tem limites”.

Então a pergunta é: Por que um grande número de pessoas menospreza esse potencial por meio de comportamentos limitantes?

Obviamente não existe uma resposta única e mágica a essa questão. Mas certamente um dos fatores primordiais é a dificuldade que as pessoas têm em aceitar que têm coisas a melhorar. Só posso evoluir e melhorar se souber O QUE devo melhorar.

Se descermos ainda mais um degrau, veremos que esta dificuldade em aceitar que tem coisas a melhorar está ligada à outra dificuldade ainda maior: saber ouvir.

A maioria das pessoas escuta, mas pouquíssimas realmente ouvem. E muitas, quando ouvem de alguém que têm algo a melhorar, entendem como se fosse uma crítica ou até mesmo uma ofensa pessoal.  Já reparou?

Em algumas situações parece a 3ª guerra mundial. Cara feia, respostas grosseiras, ofensas e em casos mais extremos até desfechos mais sérios. E isto porque estou falando prioritariamente de relacionamentos entre pessoas que se gostam.

O conceito está confuso? Então deixe-me sintetizar.

Funciona assim: Se eu menciono algo a você que pode ser melhorado eu não estou criticando VOCÊ. Estou citando um COMPORTAMENTO seu que pode mudar, para melhor. Mesmo porque, VOCÊ não É apenas seus COMPORTAMENTOS. VOCÊ é muito mais do que isso.

VOCÊ é um ser único, especial, maravilhoso e repleto de potenciais que talvez não estejam sendo utilizados de maneira adequada porque seus comportamentos limitantes estão impedindo que isto aconteça. Faz sentido?

Entenda, não é nada pessoal.  É apenas uma dica, um toque, um feedback que alguém está te dando para que você seja ainda melhor.

Mesmo porque só nos preocupamos em dizer algo que precisa ser melhorado a quem gostamos, com quem convivemos e queremos bem.

O problema é que um “cara” que faz parte de você, chamado EGO, faz com que você ache que é a “última bolachinha do pacote” e pense que não precisa melhorar em nada. Portanto, tudo o que te dizem não passa de uma crítica infundada, injusta, exagerada, quase uma calúnia sobre você. Percebe?

comportamentos limitantes Silhueta de um chefe egoísta sentado em uma cadeira e uma grande carga de ego, puxando-o para o abismo. cena conceitual de egoísmo | Foto Premium

Procure ouvir mais e se tiver um bom radar, verá que muito do que falam que você pode melhorar, caso seja melhorado, lhe tornará ainda mais especial.

Compreenda como a mente humana funciona e aprenda a usar seu potencial máximo para ter mais conquistas em sua vida! Clique AQUI e inscreva-se na próxima turma da formação em Practitioner em PNL.

Autor: José Carlos Carturan Filho

A dificuldade em tomar decisões e os três cérebros

Não sei se já parou para pensar nisso, mas algumas pessoas padecem de um problema crônico… A dificuldade em tomar decisões.

Mas por que será que temos tanta dificuldade em decidir?

Há fatores neurológicos e circunstanciais em que nos baseamos para tomar decisões. E hoje conversaremos sobre as estruturas cerebrais envolvidas. Isto é mais fácil de entender do que se imagina e explica muita coisa do nosso cotidiano.

 

Os três cérebros

Não sei se você sabe, mas nosso cérebro é um “descendente”, uma “edição melhorada” dos cérebros dos animais primitivos.

Didaticamente podemos dizer que trazemos conosco resquícios do cérebro dos répteis e anfíbios. Eles estão situados próximos à nossa nuca e diretamente ligados à nossa coluna vertebral por meio da medula.

Assim como nos répteis, esta parte do nosso cérebro é responsável pelo comportamento instintivo, ligado aos nossos cinco sentidos (visão, tato, olfato, audição e paladar), que eram os requisitos necessários para que cobras e jacarés entre outros conseguissem sobreviver a seus predadores, alimentar-se e manter viva sua espécie.

Há também em nosso cérebro outra porção, denominada sistema límbico. Fazem parte dele diversas estruturas ligadas ao conteúdo emocional e ao comportamento afetivo. Elas já aparecem desenvolvidas nos mamíferos. Podemos observar isso na maneira como os cães demonstram carinho a seus donos e como os ursos e macacos, por exemplo, brincam entre si.

Já nos mamíferos, uma parte chamada córtex aparece ainda de forma pouco desenvolvida. É justamente esta porção, denominada pelos neurocientistas de neocórtex, que acabou tendo um salto em seu desenvolvimento e que acaba por diferenciar neurofisiologicamente a espécie humana das demais.

Este neocórtex é responsável pelo nosso raciocínio lógico, pelo cálculo matemático, pelo pensamento abstrato e principalmente pela comunicação através da fala. Isto deu ao ser humano uma imensa vantagem competitiva em relação às demais espécies. Mas trouxe também alguns inconvenientes no momento de nossa tomada de decisões. Ainda mais quando levamos em consideração que a porção esquerda do nosso cérebro toma decisões de modo lógico e racional e a porção direita decide de maneira intuitiva e criativa.

dificuldade em tomar decisões 3 cérebros

A dificuldade em tomar decisões

Só por isso já é possível imaginar os conflitos internos para tomarmos uma decisão. Uma parte de nós é puro instinto; agressiva, impulsiva e voraz. Outra parte reage de modo emocional e sensível. E, para complicar mais, tudo ainda passa por um processamento lógico e racional de um lado e intuitivo e criativo do outro.

Dependendo da parte do cérebro que predomina é que tomamos as decisões: de maneira mais impulsiva, emocional, intuitiva ou lógica. E por isto as pessoas reagem à mesma situação de modo tão diferente, muitas vezes diferente do modo que nós agimos ou da maneira que gostaríamos que agissem.

Tenha acesso ao manual da mente humana!

Clique AQUI e garanta a sua vaga para a próxima turma da formação em Practitioner em PNL.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Fobia social e o medo de falar em público

O que é fobia social? Como ela está relacionada ao medo de falar em público?

Você sabe o que é fobia social? Quais os sinais?

Leia o post de hoje e descubra.

Aquela reunião importante acontecerá em alguns minutos. Você começa a se sentir ansioso e nervoso. Suas mãos e pernas ficam tremendo, você transpira muito, sua garganta seca e seu coração está disparado. E a única coisa que você pensa é: “O que os outros vão pensar de mim?”, “E se eu falhar?”. E, de repente, seu nervosismo torna-se incontrolável.

Já se viu nesta situação?

Pois saiba que você não está sozinho.

Segundo o jornal britânico Sunday Times, em pesquisa realizada com 3 mil pessoas em 2015, o medo de falar em público ficou em primeiro lugar, atingindo 41% dos entrevistados, ficando à frente até do medo de doenças e da morte.

 

Fobia social

Cerca de 60% da população brasileira sofre com a timidez. Ela é caracterizada por um medo intenso de situações onde a pessoa tenha de se expor em público. E nem sempre este medo surge somente perante multidões, mas, também, em situações do dia a dia, como falar para um pequeno grupo de pessoas ou, até mesmo, em uma simples conversa.

Esse medo de falar em público pode ser fobia social, que é caracterizada por um medo irracional, forte e persistente diante qualquer situação social.

Vale lembrar que, timidez ou um certo desconforto perante essas situações, nem sempre é sinal de fobia social.

 

Sinais

Alguns dos sinais da fobia social são:

  • Medo intenso de ser julgado, de interagir com pessoas desconhecidas e de passar por situações quem causem constrangimento.
  • Evitar a todo custo se expor ou situações que lhe coloquem no centro das atenções.
  • Ansiedade extrema antes de apresentações.
  • Pensamentos negativos e crenças limitantes diante situações sociais.
  • Preocupação em excesso antes de qualquer apresentação em público. Na hora, ficam tão nervosas que, às vezes, nem conseguem falar.
  • Durante apresentações, elas sempre se sentem julgadas pelos outros, o que aumenta ainda mais o medo. E este medo causa uma ansiedade intensa e, em casos mais sérios, pode causar um ataque de pânico.
  • Algumas pessoas podem passar algum tempo, após alguma atividade social, analisando seu desempenho e identificando suas falhas em sua interação ou comportamento, o que aumenta ainda mais a insegurança delas.

 

Tem cura?

A fobia social tem cura.

Para os casos mais críticos, existem tratamentos como terapias e treinamentos de habilidades sociais. Para os mais leves, a habilidade de falar em público pode ser treinada e melhorada com mais facilidade.

 

Diversas técnicas podem te ajudar a aprimorar a habilidade de falar em público. E é isso que o curso Comunicação e Oratória com PNL da Elleven ensina.

Neste curso, você terá acesso a técnicas para eliminar de vez o medo de falar em público, aprendendo a:

  • Se comunicar de forma espontânea
  • Ter desenvoltura em qualquer apresentação
  • Transmitir a mensagem de forma clara para qualquer público
  • Controlar o nervosismo e a ansiedade
  • Aumentar seu poder pessoal
  • Desenvolver empatia na comunicação
  • Eliminar vícios de linguagem

 

Quer melhorar sua habilidade de falar em público?

Clique AQUI e garanta já a sua vaga no Comunicação e Oratória com PNL.

Programação Neurolinguística: 11 premissas transformadoras

Você conhece programação neurolinguística?

Sabia que se trata de uma das ferramentas mais eficazes e práticas para comunicação, negociação, relacionamentos e conhecimento sobre o comportamento humano? Conheça um pouco mais dessa estratégia utilizada por pessoas de sucesso.

A PNL e algumas de suas principais premissas

1- A PNL (Programação Neurolinguística) foi desenvolvida no início dos anos 70, por Richard Bandler, estudante de matemática na Universidade da Califórnia e que depois decidiu cursar Psicologia e por John Grinder, professor de lingüística.

2- Ainda hoje, depois de aperfeiçoada, a PNL fornece poderosas ferramentas usadas por pessoas de poder e influência, por atuar principalmente em dois dos pontos mais importantes para obtenção do sucesso: Comunicação e Relacionamentos. Pode acreditar.

3- Para a PNL, mente e corpo são partes de um sistema único. O que se passa na mente se reflete no corpo e na saúde. O contrário também é verdadeiro. Ou seja, nossa postura corporal, chamada na PNL de fisiologia também pode interferir em nossos padrões de pensamento.

4- Podemos abandonar padrões de comportamentos que não nos trazem bons resultados e nos fazem mal e adotar novos padrões, voltados àquilo que desejamos melhorar e conquistar. E com a PNL isso é mais simples do que se pode imaginar.

5- As pessoas respondem à sua experiência, não à realidade em si. De acordo com nossas experiências formamos a realidade. Se podemos mudar nossa realidade? Sim, mudando nossas experiências, reaprendendo. Vale salientar: qualquer pessoa pode conseguir, desde que esteja realmente disposta a isso.

6- Possuímos todos os recursos de que precisamos para realizar mudanças desejadas ou podemos desenvolvê-los. Tudo o que foi aprendido pode ser reaprendido de modo diferente.

7- Em qualquer sistema, o elemento com mais flexibilidade, ou seja, aquele que possui maior número de alternativas influenciará o sistema. Em suma, sutilmente, quem tem mais FLEXIBILIDADE está no controle.

8- A PNL visa modelar excelência. Se alguém faz algo bem, podemos aprender as estratégias utilizadas e repeti-las. Isso talvez não nos faça ser exatamente igual a esse alguém, mas faz com que tenhamos resultados incríveis em um intervalo de tempo menor.

9- Todo comportamento é útil em algum contexto. Sim, todos eles, inclusive aqueles nocivos.

10- O significado da nossa comunicação é dado pela resposta que obtemos, independente de nossa intenção. Resumindo, não importa o que você quis dizer e sim o que seu interlocutor entendeu. Lembrou de alguma vez em que tentou dizer algo bacana a alguém e arrumou confusão? Pois bem, é disso que estou falando…

11- Foi desenvolvido o Novo Código da PNL (NLP New Code) visando a adaptação ao contexto atual moderno e dinâmico. No Brasil, isso é bem pouco conhecido. Seus objetivos? Foco, resultados, tomada de decisão, liberdade à mente inconsciente e qualidade de vida.

 

Venha compreender com a sua mente funciona e aprender a aplicar a programação neurolinguística para ter mais resultados em sua vida! Faça já a sua inscrição para o próximo Practitioner em PNL. Clique AQUI e inscreva-se.

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

11 benefícios do autoconhecimento que podem transformar sua vida

Você conhece os benefícios do autoconhecimento? Sabia que ele pode transformar completamente a sua vida? Leia este post até o final e descubra.

Como o autoconhecimento pode transformar sua vida

Você sabe o motivo de você ser como é e de agir como age? Você sabe quais são suas maiores habilidades e pontos a melhorar? Quais são os valores que te movem? Qual seu propósito nessa vida? Você dedica algum tempo para praticar o autoconhecimento?

Para a PNL, todas as pessoas têm habilidades que são exercidas em determinados momentos. E quando elas são levadas até a mente consciente, elas podem ser utilizadas em outras situações também.

11 benefícios do autoconhecimento

Autoconhecimento é conseguir identificar as próprias competências, habilidades, pontos de melhoria, limitações, medos, valores etc. E isso pode ajudar qualquer pessoa a ter uma maior autoestima e um maior controle sobre as emoções.

Veja a seguir 11 benefícios do autoconhecimento.

  1. Encontrar a felicidade dentro de si mesmo
  2. Aproveitar mais as oportunidades sem deixar o medo dominar
  3. Diminuir a ansiedade, estresse e frustração
  4. Ter mais equilíbrio emocional
  5. Melhorar a comunicação
  6. Aumentar a performance na vida pessoal e profissional
  7. Ter consciência dos próprios atos
  8. Aumentar a força e a energia para lidar com situações difíceis
  9. Aumentar o bem-estar
  10. Reconhecimento dos valores
  11. Ter mais facilidade para alcançar objetivos

A formação em Practitioner em PNL é um treinamento que te proporcionará um momento de autoconhecimento. Você poderá identificar e trabalhar com as crenças que formaram seu ser para, assim, ter a oportunidade de fazer novas escolhas e melhorar a sua vida. Ao final do treinamento, você conseguirá:

  • Entender como a mente humana funciona
  • Controlar sua mente para se livrar de medos e pensamentos limitantes
  • Ter mais foco e energia para conquistar o que deseja
  • Aumentar a efetividade na vida pessoal e profissional
  • Superar limitações e fracassos
  • Entender o comportamento humano
  • Melhorar a comunicação
  • Acalmar a mente para eliminar ansiedade e estresse
  • Aumentar a autoestima

Quer aumentar seu autoconhecimento e transformar sua vida agora mesmo? Faça já a sua inscrição para o próximo Practitioner em PNL. Clique AQUI e inscreva-se.

 

 

11 benefícios da PNL

A programação neurolinguística (PNL) pode ajudar qualquer pessoa a alcançar mudanças de forma rápida em todas as áreas da vida. Além disso, os benefícios deste processo tão poderoso são muitos, incluindo ajudar na superação de sentimentos e comportamentos limitantes, como depressão, vícios, fobias, insegurança etc.

A PNL trabalha com modificação de comportamentos, transformando os negativos em positivos. Assim, padrões comportamentais que limitam o desenvolvimento pessoal e profissional, podem ser transformados em comportamentos que aumentam a chance de sucesso.

É comum que tenhamos dificuldades em passar por mudanças para melhorar alguns aspectos na vida mas, muitas vezes, nem conseguimos identificar o que nos impede. Mas os benefícios da programação neurolinguística são muitos nessa hora.

11 benefícios da PNL

1. Construção de padrões de comportamento

Podemos gerenciar melhor a nossa mente para, através do espelhamento de hábitos, criar novos padrões de comportamento.

2. Maior equilíbrio emocional

Ajuda a controlar as emoções de modo mais fácil, desenvolvendo o autoconhecimento.

3. Clareza para identificar metas e objetivos

Fornece recursos para que as metas e os objetivos sejam identificados com maior clareza.

4. Maior facilidade em resolver conflitos

Oferece técnicas para que os conflitos internos e interpessoais possam ser resolvidos com maior facilidade.

5. Melhora da comunicação

Fornece técnicas para que qualquer pessoa possa melhorar sua comunicação verbal e não verbal.

6. Superação de erros do passado

Superar os erros fica mais fácil. Com as técnicas corretas, podemos usar esses erros a favor do nosso autodesenvolvimento, focando no planejamento do futuro.

7. Focar a mente em resultados em vez de nos problemas

Oferece técnicas para que as pessoas possam ter mais foco para alcançar seus objetivos, superando os obstáculos com mais facilidade.

8. Mudar os planos de ação para alcançar mais resultados

Às vezes, na busca pelos objetivos, alguns planos de ação podem não dar tão certo como outros e é preciso passar por algumas mudanças. A PNL fornece técnicas para que a mudança de planos de ação seja mais fácil, para que qualquer pessoa possa ter mais resultados.

9. Comparar o estado atual com o estado desejado

Podemos identificar nosso estado atual e o estado desejado, para, assim, traçarmos planos de ação para conseguirmos atingir o objetivo desejado.

10. Medos intensos e traumas

A PNL oferece técnicas para que qualquer pessoa saiba como controlar seus medos e superar os traumas do passado.

11. Escolhas mais conscientes

Com a PNL, é possível ter mais clareza na hora de tomar decisões e fazer escolhas importantes. Assim, a capacidade de atingir metas e objetivos aumenta.

 

Quem pode utilizar a PNL?

Os benefícios da PNL são para qualquer pessoa. Todas as pessoas podem utilizar a PNL para passar por mudanças em todos os aspectos da vida.

  • Gestão e liderança: a PNL pode ajudar os líderes e gestores a terem maiores resultados, lidando mais facilmente com conflitos no ambiente de trabalho e com os diferentes perfis comportamentais dos colaboradores e fortalecendo a equipe e a gestão.
  • Comercial: a PNL fornece técnicas para aumentar a performance nas vendas, estabelecendo rapport com o público, entendendo com clareza os motivos das objeções dos clientes e tendo maior domínio no momento de apresentar soluções.
  • Profissionais da área da saúde: a PNL ajuda a conduzir o inconsciente para dar um novo sentido a algum fato ou acontecimento, através de uma visão mais positiva de aprendizado, e, auxiliar no tratamento de fobias, aprendendo a lidar com o medo e a ansiedade.
  • Educadores: a PNL pode auxiliar os educadores a obterem uma comunicação mais assertiva para que os alunos possam ter mais foco, concentração e pensamento crítico e desenvolver tomadas de decisões, planejamento e definição de objetivos.
  • Esportistas: a PNL ajuda na maximização da performance corporal, aumentando a concentração e o foco, desenvolvendo a inteligência emocional, alcançando o potencial máximo e aprendendo a se preparar mentalmente para lidar com os sentimentos que limitam a motivação e a disciplina.

Quer alcançar todos os seus objetivos e ter o sucesso que você tanto deseja? Faça como milhares de treinandos já fizeram e inscreva-se agora mesmo na formação em Practitioner em PNL.

Clique AQUI e garanta sua vaga para a próxima turma.

 

  • Quer saber mais sobre a PNL? Clica AQUI e assista a um vídeo com 5 dicas de filmes imperdíveis que mostram um pouco mais da PNL.

Promessas de ano novo: Como cumprir

Os começos de ano costumam sempre ser marcados por promessas de ano novo e metas traçadas anteriormente para que as coisas sejam melhores.

Você anda conseguindo cumprir suas promessas de ano novo e alcançar todas as suas metas? Se sua resposta foi não, saiba que você não está sozinho, pois maioria das pessoas traça metas e estabelece promessas de ano novo e não consegue realizá-las.

Como alcançar todas as metas e realizar todas as promessas de ano novo?

Leia a seguir 11 dicas que te ajudarão a realizar todas as suas promessas de ano novo.

1. Tenha um motivo emocional relevante para as suas promessas de ano novo

Um dos maiores combustíveis das pessoas que alcançam suas metas é o motivo emocional.

As perguntas a serem feitas são “O que vou sentir quando tiver atingido esta meta?”, “O que vou ver?”, “O que vou escutar de outras pessoas e de mim mesmo?”

Vale ressaltar que quanto maior o motivo emocional, maior a determinação para alcançar os resultados.

2. Enfrente seus medos

Às vezes, o medo pode representar uma das maiores dificuldades em fazer aquela mudança de vida planejada.

Assim, se você acredita que não conseguirá passar pela mudança que sua promessa de ano novo fará em sua vida, seu inconsciente cria obstáculos capazes de te afastar do que você deseja.

3. Coloque no papel todas as suas promessas de ano novo

Escreva todas as metas que você deseja alcançar no ano novo. Lembre-se sempre de buscar o motivo pelo qual você quer alcança-las.

Você poderá incluir metas financeiras, pessoais, profissionais, espirituais e tudo mais o que você deseja alcançar. No entanto, evite estabelecer metas demais e procure sempre escrever somente as viáveis de serem alcançadas ao longo do ano.

4. Priorize suas metas

Organize suas metas por prioridade a fim de que você comece pelas as mais importantes.

5. Detalhe todas as suas promessas de ano novo

Escreva com detalhes como você quer alcançar essa meta e como ela irá melhorar sua vida. Por exemplo, se sua meta for eliminar 10 kg, avalie o que você terá de fazer para conseguir atingir este objetivo e o que irá melhorar na sua vida quando você alcançá-lo.

6. Defina um prazo

Escreva no papel um prazo para você conseguir alcançar cada meta, mas defina uma data tangível e com dia e mês para cada promessa.

7. Avalie seu progresso constantemente

Lembre-se sempre de avaliar seu plano de metas para que você possa definir o quanto falta evoluir e o quanto já evoluiu. Assim, você ficará mais motivado para alcançar tudo o que você colocou no papel.

8. Compartilhe suas promessas de ano novo

Sempre que possível, compartilhe suas metas com sua família e amigos. Além de receber incentivo delas, você se compromete dando a sua palavra a outras pessoas, o que faz com que você tenha ainda mais motivação para realizar as suas promessas de ano novo.

9. Mantenha o foco

É imprescindível que mantenha o foco naquilo que almeja. Lembre-se sempre do motivo pelo qual você precisa alcançar suas metas.

10. Seja ecológico

Na PNL (Programação Neurolinguística), usamos o conceito de ecologia.

Em suma, quando definir uma meta, verifique se ela é positiva para você e também para os outros.

O ideal seria que a meta fosse boa para você, para os envolvidos, para os outros, para o bem comum e para a sua consciência, mas caso não atenda a todos esses requisitos, faça uma análise criteriosa se vale a pena ir adiante ou não.

11. Busque ajuda

Ao transformar os planos em realidade, algumas dificuldades podem surgir e o Coaching pode ser uma excelente ferramenta para te ajudar.

O Coaching faz com que as pessoas descubram e saibam mudar estes comportamentos. Assim, elas passam a ter mais energia e mais foco para realizarem todas as promessas de ano novo.

Conte com a Elleven para te ajudar nessa jornada. Clique AQUI e inscreva-se na formação em Coaching Integral on-line e aprenda como conquistar tudo o que você mais sonha!
Autor: José Carlos Carturan Filho

 

– Clique AQUI e assista a um vídeo com mais algumas dicas para alcançar suas promessas de ano novo.

 

Perdas e ganhos

Esta equação perdas e ganhos ocupa um papel de destaque em nossa existência. Geralmente, para ganharmos algo, temos de perder outro. Desde as situações mais simples até nos principais dilemas da vida.

 

O título deste post é o mesmo de um livro que li faz muito tempo, de autoria de Lya Luft, e que tem como mote central o processo de envelhecimento da mulher e suas peculiaridades.

Neste caso, no entanto, optei pelo título, pois este processo de perdas e ganhos permeia a vida de cada um de nós e, certamente, encarar esta questão com naturalidade e serenidade acaba nos ajudando a sofrer menos e sentirmo-nos mais felizes.

Vou além. Esta equação perdas e ganhos ocupa um papel de destaque em nossa existência, pois ela transcende leis matemáticas. Não são diretamente proporcionais – às vezes perdemos muito e ganhamos pouco; em outras, o contrário. Em grande parte das situações da nossa vida, para ganharmos algo, temos de perder outro. Desde as situações mais simples até nos principais dilemas da vida.

Mas, afinal, trata-se de algo simples? A resposta é um sonoro e categórico não. Não é simples porque não gostamos e não somos acostumados a lidar com perdas. Se pudesse optar, o ser humano só ganharia. Também, pelo fato de que, quando temos de escolher alguma coisa em detrimento de outra, temos de decidir. E algumas pessoas são extremamente indecisas. Por último e, na minha modesta opinião, mais difícil, está naquelas situações onde este processo de perdas e ganhos, ao menos um dos componentes, é intangível, abstrato.

Isto acontece, por exemplo, quando estamos trocando alguma coisa material por um sonho, um desejo, uma convicção, um sentimento. Está ficando complicado? Calma lá. Uma coisa é perder uma reserva financeira para ganhar uma casa ou um carro novo. A pessoa disporia de um valor em dinheiro para ter em troca outra coisa. Ambas concretas e tangíveis. Mesmo assim, algumas pessoas hesitam. Sentem-se inseguras em ficar desguarnecidas financeiramente.

Entretanto, o pior reside quando trocamos algo palpável, que está em nossas mãos, por algo que parece ser subjetivo. Por exemplo, quando temos a opção de trocar uma carreira, um salário que, bem ou mal, cai na conta no final do mês, por um sonho, uma nova oportunidade que traz consigo um número igual de perspectivas e incertezas.

Já passei por algumas situações destas na vida. E, cada vez mais, uma coisa fica clara: a dificuldade em mensurarmos esta questão de perdas e ganhos acontece apenas quando não conseguimos dimensionar as nossas próprias capacidades e somos tomados pela insegurança e incerteza.

Temos de fazer escolhas – isto é inevitável. Porém, nem sempre elas são tão claras para nós. Em qualquer uma delas ganharemos algo e perderemos algo. Também é inevitável. Faz parte do nosso processo de aprendizado e humanização.

Como agir então? Pois é. Também estou aprendendo. E uma das poucas coisas que descobri é que não há perda no mundo capaz de suprir os ganhos que acompanham a sensação de obtermos nossos sonhos e nossa paz de espírito.

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

O mito da caverna de Platão

O mito da caverna de Platão é um dos mitos mais antigos e significativos da humanidade.

Imaginemos uma caverna separada do mundo externo por um muro alto. Entre o muro e o chão da caverna há uma fresta por onde passa um fino feixe de luz exterior, deixando a caverna na obscuridade quase completa.

Desde o nascimento, geração após geração, seres humanos encontram-se ali, de costas para a entrada, acorrentados, sem poder mover a cabeça nem se locomover, forçados a olhar apenas a parede do fundo, vivendo sem nunca ter visto o mundo exterior nem a luz do sol, sem jamais ter efetivamente visto uns aos outros nem a si mesmos. Abaixo do muro, do lado de dentro da caverna, há um fogo que ilumina vagamente o interior sombrio e faz com que as coisas que se passam do lado de fora sejam projetadas como sombras nas paredes do fundo da caverna.

Do lado de fora, pessoas passam conversando e carregando nos ombros figuras ou imagens de homens, mulheres e animais, cujas sombras também são projetadas na parede da caverna, como em um teatro de fantoches.

Um dos prisioneiros, inconformado com a condição em que se encontra, decide abandoná-la. Fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. De início, move a cabeça, depois o corpo todo. A seguir, avança na direção do muro e o escala. Enfrentando os obstáculos de um caminho íngreme e difícil, sai da caverna. No primeiro instante, fica totalmente cego pela luminosidade do sol, com a qual seus olhos não estão acostumados. Sente-se dividido entre a incredulidade e o deslumbramento.

Ao permanecer no exterior, aos poucos, o prisioneiro se habitua à luz e começa a ver o mundo. Encanta-se, tem a felicidade de ver as próprias coisas, descobrindo que estivera prisioneiro a vida toda e que em sua prisão vira apenas sombras. Certamente, desejará ficar longe da caverna para sempre e lutará com todas as forças para jamais regressar a ela. No entanto não pode deixar de lastimar a sorte dos outros prisioneiros e, por fim, toma a difícil decisão de regressar ao subterrâneo sombrio para contar aos demais o que viu e convencê-los a se libertarem também. Só que os demais prisioneiros zombam dele, não acreditando em suas palavras e, se não conseguem silenciá-lo com suas caçoadas, tentam fazê-lo espancando-o.

Resumidamente, esta história refere-se ao mito da caverna, do filósofo Platão.

Fique atento, pois na sua vida, por mais que você queira sair da caverna em busca de algo mais, haverá pessoas que insistirão em zombar de você e agredi-lo. Não necessariamente por maldade, mas, principalmente, por se limitarem a viver a vida acorrentados a coisas que não os levam a lugar algum.

Por mais que existam obstáculos no início, siga seu caminho, busque seus objetivos, realize seus sonhos. Há em você um potencial infinito, que talvez até mesmo você desconheça.

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

Expectativas

 

Expectativas – significado

Segundo o dicionário, o significado de expectativas é esperanças fundadas em promessas, viabilidades ou probabilidades, ação de esperar, ter esperança. Conceituação conhecida para uma palavra bastante usual em nosso vocabulário.

Vivemos falando de nossas expectativas e esperanças. Muitas vezes, estas expectativas são o combustível, a mola propulsora que nos move em direção aos nossos sonhos. E isso é muito bom. Mas, como em tudo na vida, há o outro lado. Queiramos nós ou não, também somos alvo de expectativas de outras pessoas. Mesmo sem saber, estamos inseridos nas expectativas dos outros, vivendo algo como um sonho alheio.

Isto é inerente ao ser humano – faz parte de nossa natureza. Quando crianças, idealizávamos o par perfeito, fosse este a menina mais bonita e inteligente da classe, ou, o protótipo do príncipe encantado, que atendesse aos anseios e expectativas.

 

Um rumo delicado

Até aí, também nenhum problema. Vivemos em comunidade e, portanto, somos passíveis de participar da vida dos outros. As coisas começam a tomar um rumo meio delicado quando as pessoas passam a exigir de nós, papeis exatamente iguais aos que elas imaginavam ou pensavam para nós em seus roteiros pessoais. Sem sermos avisados, somos rotulados como isto ou aquilo. Assim, passamos a viver um enredo paralelo ao que escolhemos para nós. Digo até que, na melhor das hipóteses, somos protagonistas do filme de nossa própria vida e coadjuvantes no da vida dos outros. Contudo, às vezes, isto se inverte. As pessoas passam a esperar de nós algo exatamente igual ao que elas almejavam. E quando não cumprimos o (não) combinado, isto as chateia. Será que poderiam, ao menos, perguntar se topamos participar deste filme e se concordamos com esta sinopse em que fomos incluídos?

Mas há algo ainda mais preocupante. Parece que quanto mais atendemos às tais expectativas alheias, mais somos cobrados, e as pessoas esperam de nós, condutas ainda mais irretocáveis. É verdadeiro dizer também que, se esperam de nós algo, é porque julgam que temos recursos para tal. Entretanto, em alguns momentos, parece que nossos recursos para lidar com algumas situações estão crescendo em progressão aritmética, enquanto as expectativas das pessoas em relação a nós, aumentam em progressão geométrica.

E chega um momento onde fazer o possível não basta. Exigem de nós posturas, atitudes e até sentimentos. Se não fazemos assim ou assado, as pessoas acham absurdo. Se não gostamos de alguém, então, é o fim do mundo. Isto vale para a vida profissional e para o convívio pessoal.

Creio que alguns dos grandes distúrbios como depressão, ansiedade e estresse sejam causados por esta dificuldade em administrar entre o que queremos/desejamos e o que os outros querem/desejam de nós. E o resultado é bem complexo. Na maioria das vezes, não dá para conciliar as duas coisas e, quanto mais pendemos para um lado, mais o outro fica comprometido. Sendo assim, a questão final fica: Suprir as expectativas dos outros ou as nossas? Uma destas respostas te dará a chance de ser feliz. Já a outra…

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

Oscilações – as idas e vindas da vida

São as oscilações que fazem de nossa caminhada uma trajetória formada por altos e baixos.

Hoje, ao ler estas palavras, talvez você esteja se sentindo maravilhosamente bem. Talvez ontem você se sentisse meio chateado, mesmo sem saber o porquê. É possível que você nem repare nisto ou no quanto estas coisas interferem na sua vida. Porém, acontece com todos nós. É inevitável.

Ora nos sentimos confiantes, determinados, focados. Ora estamos ali, cabisbaixos, desanimados, sem saber muito bem que rumo tomar. E não venha me dizer que não funciona assim. Todos nós passamos por isso. São as oscilações que fazem de nossa caminhada uma trajetória formada por altos e baixos.

Para a maioria das pessoas, estas idas e vindas são bem sutis. Mas, para outras, são tão extremas que podem ser diagnosticadas como doença.

Repito: faz parte da estrutura comportamental do ser humano. E se alguém lhe disser que não está sujeito a estas oscilações, desconfie. Uns vivem no lado mais down desta frequência por mais tempo e, sem perceber, acabam entrando em processos como depressão e síndrome do pânico. Outros vivem a maioria do tempo na parte up deste pêndulo e, se dizem que não têm seus momentos de incerteza e introspecção, há algo que pode estar errado.

Tudo que é exagerado para um lado ou para outro, não é benéfico. Ou estas pessoas estão utilizando toda esta parte ativa, otimista para esconder alguns fantasminhas pessoais, ou estão de tal forma dominadas pelo ego que já ultrapassaram há muito tempo a suave (e quase imperceptível) linha entre a autoconfiança e a arrogância.

Mas, afinal, o que faz com que tenhamos tantas oscilações?

Novamente, a resposta não é exata, pois há diversos componentes envolvidos na formação da realidade pessoal. A maneira como cada um de nós interpreta os estímulos externos e as situações cotidianas que se apresentam em nossa vida, certamente, é um dos fatores preponderantes para que formemos nossa realidade. Simplesmente pelo fato de vivermos não com base na realidade como ela é, mas sim em como esta realidade é para nós, sob o nosso ponto de vista.

Se, por exemplo, partimos do centro e vamos visitar outro bairro, quanto mais distante for o tal bairro, obviamente, maior será nossa dificuldade e o tempo para retornarmos. No âmbito comportamental, funciona da mesma forma. Quanto mais extrema for a maneira que interpretamos as coisas, mais distantes estaremos do tão almejado ponto de equilíbrio.

Este equilíbrio é que permite que as oscilações, como já dito, inevitáveis, sejam mais brandas. Há pessoas que ficam extremamente felizes e radiantes quando algo bom lhes acontece e sofrem demasiadamente, absurdamente, quando passam por algum dissabor. Estas pessoas vivem a vida de maneira mais intensa?

Podemos até interpretar desta forma, mas, certamente, estão muito mais sujeitas a se desequilibrar e a ter rompantes frente às situações que a vida lhes apresentará.

Perceba isso em você. Qual tem sido o grau de suas oscilações? Você tem ido muito a estes extremos?

 

Assista ao vídeo deste artigo:

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

11 benefícios do Coaching empresarial

São muitos os benefícios do Coaching empresarial. Leia o post até o fim e saiba mais sobre alguns deles.

 

O processo

As principais funções do Coaching empresarial são ampliar o desenvolvimento de cada colaborador, aumentar a performance da equipe e maximizar os resultados da organização.

Ter um profissional que aplica Coaching na empresa é muito importante. Isto porque ele apoia a equipe a aumentar a produtividade e ajuda a gerenciar as competências dos colaboradores. Também contribui na melhora do relacionamento entre líderes e liderados.

Além da possibilidade de contratar profissionais da área do Coaching para ajudar em suas melhorias, cada vez mais empresas têm investido na formação em Coaching de profissionais de seus quadros. Segundo estas empresas, é mais oportuno ter em casa alguém que seja detentor dessa metodologia.

 

11 benefícios do Coaching empresarial

Dentre muitos dos benefícios do Coaching empresarial, destacam-se:

1. Motivação:

Através de ferramentas e processos eficazes, o coach treina e capacita os líderes e os liderados. Assim, eles sentem-se mais motivados e engajados.

2. Otimização dos processos:

O Coaching empresarial pode ajudar os líderes a otimizarem os processos dentro da empresa, implementando as mudanças necessárias para as mudanças na organização.

3. Plano de ação:

O Coaching empresarial ajuda os líderes a criarem planos de ação com as estratégias para que a empresa tenha mais resultados. Além disto, o coach auxilia a equipe para que ela alcance as metas estipuladas no plano de ação.

4. Desenvolvimento de competências e habilidades:

Através de treinamentos, o Coaching empresarial ajuda os colaboradores a desenvolverem habilidades e competências de acordo com as necessidades da empresa.

5. Soluções:

O coach ajuda a equipe a estruturar soluções para enfrentar os desafios e resolver os problemas da melhor forma possível.

6. Decisões assertivas:

O Coaching empresarial auxilia os líderes a tomarem as decisões mais assertivas a respeito da empresa.

7. Desenvolvimento de comportamentos positivos:

O Coaching empresarial apoia líderes e liderados a desenvolverem comportamentos positivos. Isto pode ajudar a aumentar a motivação dos colaboradores e a qualidade da empresa.

8. Diferenciais competitivos:

Com o mercado de trabalho cada vez mais dinâmico e competitivo, é fundamental que a empresa busque seus diferenciais perante seus concorrentes. E é aí que o Coaching empresarial entra. Estre processo ajuda os colaboradores a desenvolverem senso de responsabilidade. Além disto, permite que eles compreendam os objetivos e as estratégias da empresa, facilitando o alinhamento entre líderes e liderados e melhorando o trabalho em equipe.

9. Desenvolvimento da habilidade de liderança:

O Coaching empresarial ajuda os colaboradores a desenvolverem habilidade de liderança. E esta é fundamental não só para que as empresas tenham bons líderes, mas, também, para que tenha colaboradores mais preparados e com mais senso de responsabilidade.

10. Diminuição do turn over:

Com colaboradores mais motivados, engajados e preparados, o turn over dentro da empresa tende a diminuir.

11. Comunicação assertiva:

O Coaching empresarial pode ajudar a melhorar a comunicação entre todas as pessoas da equipe. Assim, a mensagem é transmitida de forma clara e assertiva, diminuindo os ruídos de comunicação. E isto também contribui para que o relacionamento entre líderes e equipe melhore.

 

Além desses, podemos citar ainda:

  • Melhora do nível de satisfação dos colaboradores.
  • Sentimento de onwership (senso de dono) na equipe.
  • Melhora a gestão de tempo.
  • Aumento de impacto da influência dos líderes.
  • Aumento dos resultados da empresa.
  • Desenvolvimento de uma cultura organizacional orientada para alta performance.

 

Curso online

A Elleven conta com uma formação completa online em Coaching integral, que capacita o aluno para atuar tanto como coach corporativo quanto coach de vida. O aluno tem acesso a ferramentas e metodologias de uso prático e imediato para utilização no âmbito pessoal (Life Coaching) e corporativo (Executive Coaching).

Para saber mais e se inscrever, clique AQUI.

Coaching para líderes

Com o mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, fica ainda mais importante que as empresas tenham bons líderes. Eles são capazes de apoiar seus liderados nos processos de desenvolvimento profissional, gerenciando a equipe para que ela trabalhe de acordo com as necessidades da organização.

E uma das opções mais buscadas para o desenvolvimento/aprimoramento da competência de liderança é o Coaching.

A seguir, explicaremos um pouco mais sobre como este processo pode ajudar na formação de bons líderes.

 

Dentro de uma empresa, no contexto do dia a dia, o líder deve ajudar os colaboradores a enfrentar os desafios e lidar com as mudanças da melhor forma. O foco dele deve ser sempre contribuir para o desenvolvimento de uma equipe eficaz.

O líder deve servir como uma influência positiva aos colaboradores. Deve ser aquela pessoa que sabe motivar as outras e que está sempre à disposição da equipe e da empresa diante das adversidades.

O Coaching pode ajudar qualquer pessoa a desenvolver a competência da liderança, independentemente do cargo hierárquico. E todos dentro da organização se beneficiam deste processo.

A empresa passa ter melhores gestores e os colaboradores passam ter mais senso de responsabilidade para com suas atividades cotidianas. Além disto, eles sentem-se mais valorizados, o que aumenta a motivação e o engajamento. Assim, o trabalho em equipe também melhora. E tudo isto junto, ajuda muito a aumentar o crescimento e os resultados da organização.

 

Principais benefícios do Coaching para líderes

  • Melhora na comunicação

Os líderes aprendem a se comunicar de forma mais clara e assertiva.

  • Melhores relacionamentos

A comunicação mais clara dentro da empresa ajuda a melhorar o relacionamento entre todos os membros da equipe, inclusive, entre líderes e liderados.

  • Implantação de cultura de feedbacks

Os líderes desenvolvem a habilidade de aplicar feedbacks eficazes nos colaboradores para ajuda-los a se desenvolver cada vez mais.

  • Melhora o ambiente de trabalho

Os colaboradores sentem-se mais motivados e percebem com mais facilidade sua importância para a empresa. E isto não só ajuda no crescimento deles, como também ajuda a criar um ambiente de trabalho melhor.

  • Mais resultados para a empresa

Além destes benefícios citados que já ajudam a empresa a ter melhores resultados, o Coaching auxilia a organização a alcançar objetivos.

O coach, profissional que aplica o Coaching, ajuda os líderes na definição das metas e objetivos, de acordo com as necessidades da empresa. Eles também apoiam os líderes a traçar planos de ações adequados e a alinha-los com os colaboradores.

 

Curso online

A Elleven conta com uma formação completa online em Coaching integral, que capacita o aluno para atuar tanto como coach corporativo quanto coach de vida. O aluno tem acesso a ferramentas e metodologias de uso prático e imediato para utilização no âmbito pessoal (Life Coaching) e corporativo (Executive Coaching).

 

Para saber mais e se inscrever, clique AQUI.

Educação corporativa à distância

Educação corporativa à distância: a solução mais buscada pelas empresas

A solução mais buscada pelas empresas para continuar com o desenvolvimento dos colaboradores é a educação corporativa à distância.

 

2020 foi um ano de grandes mudanças na vida de todos. Com a pandemia de Covid-19 tivemos de readaptar nossas rotinas e as formas de trabalhar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Betania Tanure Associados (BTA), 43% das empresas no Brasil adotaram o trabalho remoto durante a pandemia. E estudos feitos pela FGV apontam que esta modalidade apresentará um aumento de 30% após a pandemia.

E com o aumento do trabalho remoto, as empresas do mundo todo também tiveram de se reinventar. Para muitas, essa nova forma de trabalho trouxe inúmeros benefícios, mas também, vários desafios. Mudanças nos horários, nas relações de trabalho, nos processos internos, no fluxo das atividades… E com tudo isso, como continuar ou implantar os treinamentos empresariais neste momento?

A solução mais buscada pelas empresas para continuar com o desenvolvimento dos colaboradores é a educação corporativa à distância. Assim, com o isolamento social, esta forma de ensino ganhou ainda mais destaque em 2020.

Segundo pesquisa realizada pela Future Education sobre o impacto da Covid-19 na aprendizagem no Brasil, durante a quarentena 49,4% das empresas entrevistadas contrataram ao menos uma solução para implantar o processo de ensino.

A Elleven, inclusive, atendeu um número considerável de empresas buscando tais soluções.

 

Vantagens da educação corporativa à distância

Mas, você sabe de verdade quais são algumas das vantagens da educação corporativa à distância?

Leia a seguir algumas delas.

 

Alcance

Para as empresas que têm filiais, esta é uma grande vantagem, já que profissionais de diferentes lugares podem ter acesso aos treinamentos. Assim, os colaboradores que moram longe da empresa, não têm a necessidade de se deslocarem para estudar.

 

Facilidade de uso

Cursos online costumam ser mais fáceis de serem acessados. Geralmente, o aluno não precisa instalar nenhum programa para assistir às aulas. Basta acessar o curso em uma plataforma de ensino. Além disso, os colaboradores podem assistir às aulas sempre e quantas vezes quiserem.

 

Motivação da equipe

Cursos online são uma ótima forma para motivar os colaboradores. Por ser fácil de usar, pode se tornar uma boa experiência para eles. Além disso, a equipe fica mais motivada por notar a preocupação da empresa para com ela e seu desenvolvimento. Assim, os colaboradores sentem ainda mais que fazem parte e que são importantes para a empresa.

 

Menor custo

Como os cursos online não têm necessidade de ter uma infraestrutura nem materiais impressos e presença física de instrutores, eles têm um valor de investimento mais baixo.

 

Instrutores

Sem a barreira da distância, fica mais fácil de contratar aquele instrutor específico que a empresa precisa, independentemente de onde ele estiver localizado, já que não há necessidade de deslocamento dos colaboradores até ele ou vice-versa.

 

Conclusão

Antes da pandemia, o mercado de trabalho já vinha passando por algumas mudanças. Agora mais do que nunca as empresas têm de se adaptar ao novo ritmo e às novas formas de trabalho.

Seja por trabalho remoto ou presencial, motivar os colaboradores e manter a equipe engajada é fundamental para que a empresa tenha resultados. E uma das melhores formas de se fazer isso, é investir no desenvolvimento dos funcionários.

Foi pensando nisso que desenvolvemos a Elleven Academy – uma plataforma com diversos cursos digitais voltados ao desenvolvimento pessoal e profissional

A plataforma pode ser personalizada de acordo com cada empresa e os cursos podem ser customizados conforme as necessidades da organização.

Para saber mais, clique AQUI.

Feedback – Dicas de aplicação e como pode ajudar em melhorias na empresa

O que é feedback

Feedback é uma das técnicas de gestão de pessoas e equipes mais importantes, pois fornece a quem recebe, a possibilidade de desenvolvimento pessoal, profissional e de performance. E tudo isso de maneira econômica.

Naquele momento em que o líder conversa com o colaborador, pode surgir pressão e rejeição por parte de alguns colaboradores. Mas, se aplicado corretamente, o feedback ajuda a identificar os pontos fortes e os pontos de melhoria de cada um, e quem o recebe, poderá ter a chance de se desenvolver e alcançar mais resultados.

feedback tem como principal função informar a quem recebe sobre seus resultados, desempenho e conduta, fornecendo a essa pessoa a percepção de como é visto pelos outros. Além disso, ele fornece a possibilidade de alterar comportamentos inadequados, o que pode melhorar o relacionamento entre a equipe e entre colaborador e líder.

E, para facilitar esse momento, seguem algumas dicas.

  • Escolha um ambiente tranquilo e neutro para a conversa, pois isso pode ajudar a diminuir a tensão por parte da pessoa que vai escutar.
  • Pense com cuidado no que você vai falar. Destaque as qualidades da pessoa antes de apontar os pontos a serem mudados, pois isso auxilia a diminuir a resistência de quem está escutando o feedback. Seja parcial. Um dos erros mais comuns, é focar mais no caráter de quem o recebe e não em suas ações. Lembre-se também de explicar de forma clara e objetiva quais mudanças estão sendo sugeridas para a pessoa.
  • Escute com atenção a outra pessoa e finalize a conversa expondo sua sugestão de mudança.

Como o feedback pode ajudar a empresa

Maior engajamento

Quando bem aplicado, pode aumentar a confiança da equipe pela empresa, aumentando o engajamento dos colaboradores. E uma equipe engajada tem maior produtividade.

Direcionamento do trabalho

Ao deixar claro quais são as expectativas para o trabalho de cada colaborador e entender o que cada um espera da empresa, o direcionamento do trabalho fica mais fácil.

Maior performance

Ajuda muito a empresa a melhorar sua estrutura organizacional, e, com isso, a desenvolver a alta performance.

Reter os melhores talentos

Ajuda a reter os melhores talentos na empresa. Mas lembre-se que se aplicado incorretamente, pode gerar disputas na empresa.

Estabelecer a cultura organizacional

A empresa pode destacar os valores que ela espera que eles desenvolvam. Assim, a cultura organizacional da empresa vai se fortalecendo cada vez mais.

 

 

Comunicação: uma das competências mais buscadas em 2021

A comunicação como uma das competências mais visadas

A comunicação é uma das competências comportamentais mais visadas em profissionais de todas as áreas. Dentre inúmeros benefícios, a comunicação eficaz possibilita bons relacionamento e melhora o trabalho em equipe. E se essa competência já era tão visada antes de tantas mudanças no mercado de trabalho, que dirá agora.

2020 foi um ano de mudanças para o mundo inteiro. A tecnologia que já fazia parte do nosso dia a dia, passou a ser ainda mais presente e mais importante, principalmente, no meio corporativo.

O trabalho remoto ganhou ainda mais destaque. Muitas empresas puderam ver de perto tantos benefícios que isto pode trazer, como diminuição de custos e aumento da produtividade.

E esse novo cenário do mercado de trabalho, traz também a necessidade de desenvolver e/ou aprimorar competências cada vez mais requisitadas.

Com o aumento do trabalho remoto, a comunicação está sendo ainda mais importante e procurada pelas empresas de diversos setores, para que seus colaboradores possam enfrentar com mais facilidade os desafios do trabalho à distância.

 

O que dizem as pesquisas

Pesquisas apontam que, em 2021, a comunicação continuará sendo uma das competências mais valorizadas. Veja a seguir o que algumas delas mostram.

Linkedin: Em agosto de 2020, foi feito um estudo que analisou as exigências de aproximadamente 12 milhões de vagas disponíveis na plataforma. Dentre as dez competências comportamentais mais valorizadas por empregadores, a mais citada foi comunicação.

TalentLMS: Pesquisas recentes mostram que a comunicação é uma das habilidades sociais mais importantes que faltam aos funcionários. O que é bem preocupante, já que esta competência é uma das mais fundamentais para qualquer empresa.

Forbes: Depois da pandemia, a comunicação será uma das sete capacidades mais necessárias em todos os ambientes de trabalho.

 

A boa comunicação é necessária em qualquer ambiente de trabalho, seja ele físico ou virtual. O bom comunicador é capaz de transmitir a mensagem com eficácia e expor suas ideias com clareza. Além disso, é capaz de se comunicar com diferentes públicos, de muitas a poucas pessoas.

 

Conclusão

Saber se comunicar bem hoje em dia é essencial para quem quer se destacar no mercado de trabalho, seja alcançando cargos mais altos, tendo mais oportunidades de crescimento ou aprimorando a carreira.

A comunicação eficaz ajuda o ambiente de trabalho a funcionar melhor, melhorando os relacionamentos e o trabalho em equipe, contribuindo para que a empresa tenha mais resultados.

Quais são os maiores desafios que você enfrenta na comunicação? Quais suas maiores dificuldades? Sente que perde oportunidades por não conseguir expor seu raciocínio de forma clara? Sente-se ansioso e nervoso ao falar em público?

Pois saiba que é possível desenvolver ou aprimorar essa competência tão importante nos tempos de hoje. Te convidamos a conhecer o Comunicação e Oratória com PNL – um curso que vai transformar a sua forma de se comunicar.

Durante o treinamento, diversos momentos são propostos para que você possa:

  • minimizar o nervosismo e a ansiedade em qualquer apresentação.
  • elevar a qualidade da comunicação com técnicas profissionais.
  • transmitir a mensagem de forma clara.
  • aumentar o poder pessoal e a capacidade de influenciar positivamente.
  • desenvolver relacionamentos pela empatia na comunicação, conquistando a atenção e admiração.
  • falar no improviso.
  • aumentar a segurança e autoconfiança na comunicação.
  • manter postura para a comunicação nas mais diversas situações em público, em uma palestra ou em uma sala de aula, com filhos, amigos, colegas de trabalho etc.
  • eliminar vícios de linguagem.

Clique AQUI para saber mais e se inscrever.

Por que a Elleven?

Solicite sua proposta:

contato@ellevendh.com.br
(12) 3600-2521
(11) 2626-0211
ou preencha o formulário de contato

Conecte-se
e fique por dentro.

Elleven Elleven Elleven Elleven Elleven Elleven

Procurando
algo mais?

Elleven
Elleven

A Elleven Treinamentos utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência, de acordo com a nossa Política de Privacidade e nossos Termos de uso e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.