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Funcionários pedem demissão de líderes despreparados

Funcionários não pedem demissão de empresas. Pedem demissão de líderes despreparados.

Essa frase pode soar dura. Mas os dados mostram que ela está muito mais próxima da realidade do que muitas empresas gostariam de admitir.

Durante anos, organizações tentaram explicar o turnover com fatores como salário, benefícios ou falta de oportunidades. Tudo isso influencia, sim. Mas existe um fator muito mais determinante e muitas vezes ignorado: a liderança.

Segundo um estudo da Gallup, 75% dos pedidos de demissão estão diretamente ligados aos gestores.

Outro dado da mesma linha mostra que cerca de 50% dos profissionais deixam seus empregos por causa do chefe.

E não para por aí.

Uma pesquisa da consultoria Michael Page aponta que 8 em cada 10 profissionais já pediram demissão por causa de um gestor inadequado.

Ou seja, não é um detalhe. É um padrão.

O problema não é a empresa, mas sim a experiência dentro dela.

Quando alguém entra em uma empresa, geralmente entra pela marca, pela proposta, pela oportunidade. Mas quando decide sair, raramente é por isso.

Sai pela experiência diária.

E essa experiência é, em grande parte, definida pelo líder direto.

É o líder que:

  • dá clareza
  • desenvolve pessoas
  • escuta
  • reconhece
  • constrói confiança

Na prática, o líder é a empresa para o colaborador. Mas quando essa relação falha, nenhum benefício compensa.

O impacto direto nos resultados

Muitas empresas ainda tratam liderança como algo intuitivo.

Promovem os melhores técnicos esperando que, automaticamente, se tornem bons líderes, mas os dados mostram o contrário.

Segundo a Gallup, até 70% do engajamento de uma equipe está diretamente relacionado ao seu gestor.

Agora pense nisso:

Se o líder não está preparado, o time perde engajamento. Quando o time perde engajamento, a produtividade cai. Se a produtividade cai, os resultados sofrem.

E, no fim, a empresa paga a conta e, muitas vezes sem entender a origem do problema.

O custo de líderes despreparados

A saída de um colaborador não é apenas uma troca de pessoas. É perda de conhecimento, quebra de ritmo, impacto no clima e custo financeiro.

Substituir um profissional pode custar entre 120% e 200% do seu salário anual.

Agora imagine esse custo sendo gerado não por falta de talento, mas por líderes despreparados.

Além disso, estudos mostram que 42% das saídas poderiam ser evitadas se a empresa (e principalmente o líder) tivesse agido a tempo.

Ou seja: grande parte do turnover não é inevitável. É consequência de gestão.

A verdade que poucas empresas encaram

Empresas não perdem talentos apenas para o mercado. Elas perdem talentos na comunicação falha, na falta de desenvolvimento, na ausência de escuta, na liderança ineficaz…

E o mais crítico: muitas vezes continuam investindo em processos, ferramentas e estratégias, enquanto ignoram o principal fator que sustenta tudo isso — o comportamento das pessoas, especialmente de quem lidera.

O que diferencia empresas que retêm talentos

Não são as que pagam mais nem necessariamente as que oferecem mais benefícios. São as que desenvolvem líderes que sabem se comunicar, dar feedback, desenvolver pessoas, lidar com pressão sem gerar medo, construir confiança…

Afinal, as pessoas não permanecem apenas por oportunidades. Elas permanecem por relacionamento, crescimento e ambiente.

Se a sua empresa quer reduzir turnover, aumentar engajamento e motivação e melhorar resultados de forma consistente, o caminho passa, inevitavelmente, pelo desenvolvimento de liderança e comportamento.

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Não investir em comunicação no ambiente de trabalho sai caro!

Por que não investir em comunicação no ambiente de trabalho sai caro

E o que dizem as pesquisas

Em um mundo cada vez mais conectado e competitivo, saber se comunicar não é um diferencial… É uma competência fundamental. E não investir nessa em comunicação no ambiente de trabalho tem um custo real  tanto para indivíduos quanto para organizações.

Vamos ver o que dizem as pesquisas sobre o preço de ignorar a comunicação.

1. Falhas de comunicação custam bilhões

Uma das pesquisas mais impactantes sobre o tema mostra que a falta de comunicação eficaz pode custar até US$ 1,2 trilhão por ano às empresas nos Estados Unidos. Esse valor representa perdas com produtividade, retrabalho, turnover e até perda de clientes, tudo ligado a mensagens mal transmitidas ou mal interpretadas no ambiente de trabalho.

Essa mesma pesquisa mostra que líderes estimam que suas equipes perdem quase um dia inteiro de trabalho por semana apenas resolvendo problemas de comunicação — o que, em média, chega a US$ 12.500 por funcionário por ano em perdas de tempo e produtividade.

2. A comunicação é um gargalo para empresas grandes e pequenas

Segundo um estudo do Project Management Institute (PMI), 64% das maiores empresas do mundo enfrentam falhas significativas de comunicação em suas operações.

Isso significa que a maior parte das corporações ainda lida com problemas que impedem o fluxo de informações, causam ruídos e atrapalham decisões estratégicas.

3. Produtividade e clima organizacional sofrem

Pesquisas indicam que organizações com comunicação eficaz tendem a ter até 25% mais produtividade do que aquelas que não se comunicam bem.

Quando a comunicação falha, além de perdas de tempo e esforço duplicado, surgem problemas como:

  • retrabalho frequente

  • projetos atrasados ou falhados

  • falta de alinhamento de objetivos

  • queda de inovação

  • desmotivação entre equipes
    Esses efeitos impactam diretamente resultados, cultura e eficiência.

4. Impacto humano: estresse, insatisfação e turnover

A comunicação pobre não afeta apenas números. Ela afeta pessoas. Metade dos trabalhadores relatam aumento de estresse devido a informações incertas, e mais de um terço fala que a falta de comunicação piora sua satisfação no trabalho.

Quando a equipe não entende expectativas, objetivos ou prioridades, isso cria um clima de insegurança, baixa confiança e desengajamento. O que, por sua vez, aumenta as chances de turnover e reduz a retenção de talentos.

5. Projetos falham por falta de comunicação

Dados combinados de relatórios de gestão indicam que uma grande parte dos projetos que não alcançam seus objetivos tem na comunicação a causa principal. Em algumas estimativas do setor, aproximadamente 60% dos projetos mal sucedidos podem ser atribuídos a falhas na forma como as informações foram transmitidas ou interpretadas ao longo do ciclo do projeto.

Conclusão: o custo de não investir é maior do que parece

Enquanto muitos veem comunicação como simples troca de mensagens, as pesquisas mostram que ela é um pilar estratégico:

  • Negligenciar a comunicação significa perder produtividade.

  • Significa pagar mais para fazer duas vezes o mesmo trabalho.

  • Significa ter melhores profissionais deixando a empresa por falta de clareza.

  • Significa perder clientes por mensagens mal transmitidas.

E para você, indivíduo, isso se traduz em:

  • oportunidades que passam despercebidas

  • medo de se posicionar

  • dificuldades em liderar conversas complexas

  • relações profissionais e pessoais menos efetivas

Investir em comunicação não é um custo.
É uma proteção contra perdas e um alicerce para crescimento.

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Perfis comportamentais – A importância de conhecer todos eles

Os quatro perfis comportamentais

Já parou para pensar por que algumas pessoas são mais comunicativas, outras mais sensíveis, outras mais organizadas, mais determinadas do que as outras? Isso está relacionado aos quatro perfis comportamentais: águia, lobo, tubarão e gato.

perfis comportamentais

Conhecer as características destes perfis comportamentais pode fazer com que sua comunicação melhore muito. Você pode conseguir passar uma mensagem mais clara de acordo com quem você está se comunicando. Além disso, você aprenderá mais sobre o motivo das pessoas serem como são e agirem como agem, sabendo até como ajuda-las da melhor forma a passarem por mudanças. Assim, todos os seus relacionamentos tendem a melhorar significativamente.

Para uma empresa, entender os perfis comportamentais é fundamental para que ela saiba como lidar com cada colaborador, implantar estratégias de contratação, identificando quais os perfis que se enquadram melhor com a filosofia da empresa, e, até mesmo, para identificar quais os melhores perfis para cada área e trabalho.

 

Quem pode aprender sobre os perfis comportamentais?

Qualquer pessoa que queira melhorar sua comunicação, seus relacionamentos e seu entendimento sobre as pessoas, pode aprender sobre os perfis comportamentais.

Gestão e liderança: Saber identificar as características do perfil de cada colaborador, pode ajudar líderes a terem uma melhor comunicação. Assim, torna-se mais fácil aplicar feedbacks mais claros e de acordo com os traços de cada perfil comportamental. Isso gera maiores resultados e engajamento por parte dos colaboradores. Além disso, os líderes podem lidar mais facilmente com conflitos no ambiente de trabalho, fortalecendo a equipe e a gestão cada vez mais.

Comercial: Identificando o perfil comportamental de cada cliente, os vendedores podem aumentar a performance nas vendas, pois fica mais fácil de estabelecer o rapport com o público. Além disso, fica mais fácil compreender os motivos das objeções dos clientes, ter maior domínio no momento de apresentar soluções. O poder de persuasão e a habilidade de negociação também aumentam muito, pois os vendedores sabem qual a melhor forma de se comunicar com cada cliente.

Profissionais da saúde física e mental: É possível criar uma forma de comunicação mais clara e assertiva, de acordo com as características de cada perfil comportamental. Aos profissionais da saúde mental, manter uma comunicação de acordo com os traços de cada perfil, pode fazer com que os clientes fiquem mais à vontade para se abrir e mais adeptos para passar por mudanças.

Comunicadores: Fica mais fácil de criar discursos que atraiam a atenção de todo tipo de público, pois os comunicadores podem criar discursos de acordo com as características de todos os perfis comportamentais.

 

Habilidades desenvolvidas

Leia a seguir as principais habilidades desenvolvidas ao aprender sobre os perfis comportamentais.

Nos relacionamentos

    • Manter comunicação mais clara e assertiva

 

    • Solucionar conflitos pessoais na família e no trabalho com mais facilidade

 

    • Entender como as pessoas pensam e agem

 

    • Criar e manter o rapport, a chave para bons relacionamentos

 

 

Na comunicação

    • Eliminar conflitos

 

    • Gerar proatividade

 

    • Aumentar a persuasão e o poder de influenciar

 

    • Comunicação clara para qualquer tipo de público

 

 

No autoconhecimento

    • Melhorar o autoconhecimento e o autodesenvolvimento

 

    • Desenvolver estratégias mentais

 

    • Facilitar e acelerar os processos de aprendizagem

 

    • Identificar suas aptidões

 

    • Criar estados de excelência e alta performance

 

 

Nos negócios

    • Aprimorar a comunicação para lidar melhor com os clientes

 

    • Aumentar a produtividade

 

    • Realizar reuniões efetivas

 

 

Na negociação

    • Ampliar a capacidade de negociação, convencimento e persuasão

 

    • Como intermediar uma negociação com êxito

 

    • Melhorar a performance da venda

 

    • Se comunicar de forma clara e inteligente de acordo com cada cliente

 

 

Quer aprender tudo sobre os quatro perfis comportamentais? Conheça o curso online Relacionamento Interpessoal e Perfil Comportamental. Um curso com metodologia dinâmica e moderna que te ensinará todas as características e a melhor forma de se comunicar com cada perfil.

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Neuromarketing – Como usá-lo para vender mais e melhor

 

As diversas estratégias que te atraem sem que você perceba

 

Use o neuromarketing a seu favor!

Você entra em um shopping e percebe um aroma agradável. Passeia por corredores amplos e com chão meio liso e encontra vitrines criteriosamente preparadas. Entra na loja e está tocando uma música alta e vibrante. Sem se dar conta, acaba envolvido por essa atmosfera. Olha os produtos e até compra algo, que às vezes, não precisa realmente. Depois volta para os corredores sentindo aquela sensação de satisfação. Olha ao redor em busca de um relógio, mas não encontra nenhum.

Não está com fome, mas passa por aquela rede de fast food com cores vibrantes e, seduzido pelo cheirinho agradável, sente um apetite momentâneo. Então, você conversa consigo mesmo e conclui que já abusou nos últimos dias. Negocia internamente e opta por comprar apenas um sorvete de casquinha.

Antes de ir embora, resolve dar uma conferida naquela loja de departamentos que vende chocolates, roupas, videogames, eletrônicos, celulares… Assim, acaba novamente pegando um ou dois itens que achou baratinho. Vai para uma fila de caixas rápidos, agora com corredores estreitos e onde existem nos dois lados outros produtos tentadores (para as crianças principalmente) como chicletes, mais chocolates, revistas e algumas ofertas imperdíveis. Coloca mais algumas dessas coisas no cesto de compras. Espera um bocado na fila e comenta com as pessoas que não entende porque “com tantos caixas, apenas dois estão atendendo”.

Pois bem… Os parágrafos anteriores apenas comprovam que, em poucos momentos, você foi atraído por diversas estratégias de uma poderosa ferramenta chamada neuromarketing.

 

O que é neuromarketing?

Criado na Holanda no início da década de 90 e aperfeiçoado na Universidade de Stanford nos EUA, o neuromarketing tem a característica de conciliar conceitos do marketing com fundamentos da neurociência. Isso mesmo. Atualmente, os profissionais pesquisam como o nosso cérebro funciona e com base nesses dados montam estratégias para divulgar produtos e atrair clientes.

Será coincidência que as maiores redes de fast food, as cervejas campeãs em vendas e o refrigerante mais consumido no mundo têm a cor vermelha predominante em seus logotipos e embalagens? Claro que não. O vermelho ativa áreas cerebrais que nos estimulam a ter comportamentos que levam a comprar, às vezes por impulso.

Já se comprova que tomamos mais de 90% das nossas decisões baseados em nossos sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) e emoções. Sons, odores, imagens, cores, texturas, são minuciosamente escolhidos com o objetivo de nos atrair e levar ao ato de consumir. Muito pouco do que decidimos passa por um processo racional de escolha.

 

Essas estratégias são caras?

Mas essas estratégias estão reservadas a grandes empresas que podem investir pesado? A boa notícia é que não. Geralmente medidas simples, já trazem grande diferença no resultado final. Isto é, ações que façam com que o cliente tenha em seu estabelecimento sensações e sentimentos positivos, cores agradáveis, um cafezinho fresco, música suave, recepção confortável e um atendimento cordial já são bons começos.

A propósito, os corredores de shoppings e supermercados são normalmente largos e têm piso bastante liso para que você não ande muito rápido e possa olhar as vitrines. Além disso, não existem relógios nestes ambientes para perdermos a noção do tempo que estamos lá dentro.

 

Com algumas pequenas atitudes e mudanças em seu ambiente de trabalho você pode gerar grandes diferenciais. Use o neuromarketing a seu favor.

 

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Autor: José Carlos Carturan Filho

Desinteresse x despreparo

Há dezenas de fatores que favorecem o atendimento e a prestação de serviços com baixíssima qualidade. Dois dos piores são o despreparo e o desinteresse.

Sem dúvida alguma, além de todas as questões desfavoráveis com as quais temos de conviver em nosso país de muito discurso e fanfarronice e pouquíssimas leis cumpridas, um ponto que chama a atenção é a (péssima) qualidade da prestação de serviços.

Logicamente, como em tudo, há exceções. No entanto, se analisarmos friamente a qualidade dos serviços que são prestados, o padrão de atendimento a que somos submetidos deixa bastante a desejar. Infelizmente isto acontece em todos os segmentos, desde empresas de grande porte como bancos, empresas de telefonia (fixa e móvel), grandes redes de lojas até em pequenos estabelecimentos, comércio e serviço público.

Mas afinal este é um problema crônico? Ou será que somos daquelas pessoas “azaradas” que acabam sempre sendo atendidos pelo vendedor mal-humorado ou pela atendente desinteressada?

O problema é crônico! E o assustador nisto tudo é que dentre as consultorias e treinamentos que a Elleven executa nas empresas visando melhorar este quadro, um dos mais solicitados é o de atendimento ao cliente. Por um lado isto é bom, sinal que finalmente as empresas e comércio passam a dar mais importância ao cliente. Contudo, o cenário é bem desanimador.

 

Desinteresse x despreparo

Posso afirmar que dentre as dezenas de fatores que favorecem o atendimento e a prestação de serviços com baixíssima qualidade, dois deles (os piores) são gritantes. O primeiro é o despreparo e o segundo o desinteresse.

Em relação ao primeiro fator, o que mais chama a atenção é que o citado despreparo não fica apenas na parte “técnica” da coisa, ou seja, a falta de habilidade para a função exercida, mas abrange também um despreparo cultural e comportamental, tornando evidente o péssimo nível de educação do país e a “tragédia” que acontece quando as pessoas são “jogadas” no mercado de trabalho sem estarem aptas para tal.

Quando direcionamos para o lado do desinteresse então, as coisas ficam ainda piores, pois ao contrário do primeiro caso, onde um bom direcionamento e o interesse e a humildade em aprender podem reverter a situação, quando há desinteresse, não há nada a ser feito.

Algumas pessoas me perguntam: “E como devo agir então, José Carlos?”. E como uma alguém que precisou desenvolver novas habilidades para adequar-se a um novo campo de atuação, mas procurou manter as boas coisas que a área da saúde nos ensina, respondo: Tudo depende de um bom diagnóstico.

E ao ver o semblante de interrogação das pessoas, digo que a grande sacada está em diagnosticar corretamente em qual das duas situações a pessoa se encontra.

Se for a primeira, onde há despreparo, porém há interesse em evoluir, vale a pena investir tempo, recursos e uma boa dose de paciência com aquela pessoa. Entretanto, se houver desinteresse, não perca tempo em tentar ajudar porque o desinteresse da pessoa a impede de aprender. E mais: Logo, logo em se tratando de uma equipe esta conduta desinteressada, desleixada e displicente se espalhará aos demais.
Portanto, fique atento e procure investir e dar oportunidades a quem realmente merece.

Assista ao vídeo deste artigo.

Autor: José Carlos Carturan Filho

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