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A nova NR-1 entrou em vigor e a sua empresa precisa se adaptar

A partir de hoje, 26 de maio, entra em vigor a nova atualização da NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1) do Ministério do Trabalho, tornando obrigatório o gerenciamento dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

Conteúdo do artigo

Ou seja: a saúde mental deixa de ser tratada apenas como um benefício opcional e passa a ser considerada oficialmente um risco ocupacional que deve ser prevenido pelas empresas.

Na prática, as organizações precisarão olhar com mais atenção para fatores como:

  • excesso de pressão;
  • estresse ocupacional;
  • assédio;
  • sobrecarga emocional;
  • conflitos internos;
  • ambientes tóxicos;
  • falta de clareza na comunicação;
  • liderança despreparada;
  • desgaste emocional constante.

A nova NR-1 reforça algo que já vinha se tornando evidente há anos: empresas saudáveis dependem de pessoas emocionalmente saudáveis.

E isso exige desenvolvimento humano, capacitação, conscientização e cultura organizacional.

Treinamentos sobre inteligência emocional, liderança, comunicação assertiva, gestão de conflitos, saúde mental, relacionamento interpessoal e desenvolvimento comportamental passam a ter ainda mais importância dentro das organizações.

Prevenir o adoecimento emocional também é responsabilidade da empresa.

E organizações que investem no desenvolvimento das pessoas fortalecem não apenas a saúde do ambiente de trabalho, mas também produtividade, engajamento, retenção de talentos e resultados.

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O poder do trabalho em equipe: Pessoas comuns criam resultados extraordinários

O poder do trabalho em equipe: Como pessoas comuns criam resultados extraordinários

Você já se sentiu invisível em um projeto? Ou, pior ainda, já viu seu esforço individual ser engolido pela ineficiência de um grupo? Talvez você seja aquele profissional com boas ideias, mas que se sente travado porque a engrenagem ao seu redor não gira. Ou, por outro lado, talvez você seja um líder que investe em talentos, mas não vê os resultados aparecerem. Se você se identificou com alguma dessas situações, é importante entender um ponto central: o problema, muitas vezes, não está na capacidade individual, mas na ausência de um verdadeiro trabalho em equipe.

Por que o trabalho em equipe é essencial hoje?

Atualmente, vivemos em um cenário de alta complexidade. Os desafios são cada vez mais dinâmicos, exigem múltiplas competências e, além disso, demandam velocidade na tomada de decisão. Nesse contexto, o modelo do “herói solitário” simplesmente não funciona mais.

Pelo contrário, o que realmente gera resultados consistentes é o trabalho em equipe bem estruturado.

Ou seja, profissionais que sabem colaborar, alinhar expectativas e construir juntos se tornam muito mais valiosos. Afinal, o verdadeiro diferencial não está apenas no conhecimento técnico, mas na capacidade de potencializar o coletivo.

O impacto do trabalho em equipe nas empresas

Por outro lado, empresas que negligenciam o trabalho em equipe enfrentam consequências diretas. Entre elas:

  • queda de produtividade
  • aumento de conflitos
  • retrabalho constante
  • baixa inovação

Além disso, equipes desengajadas tendem a gerar ambientes desgastantes, o que impacta diretamente os resultados e a retenção de talentos.

Portanto, investir em trabalho em equipe não é um custo, mas sim uma estratégia essencial para crescimento sustentável.

Como desenvolver o trabalho em equipe na prática

Agora que isso está claro, surge a pergunta: como desenvolver um trabalho em equipe realmente eficiente?

A resposta não começa em ferramentas ou processos. Na verdade, começa nas pessoas.

1. Autoconhecimento: o ponto de partida

Antes de tudo, é fundamental entender que trabalhar em equipe começa no indivíduo.

Ou seja, quanto mais uma pessoa se conhece — suas forças, limitações e gatilhos — mais preparada ela estará para colaborar.

Além disso, o autoconhecimento facilita o respeito às diferenças, algo essencial em qualquer equipe. Afinal, equipes fortes não são feitas de pessoas iguais, mas de pessoas diferentes que aprenderam a trabalhar juntas.

2. Feedback: ajuste constante de rota

Em seguida, temos um dos pilares mais importantes do trabalho em equipe: o feedback.

De um lado, quem recebe precisa estar aberto a ouvir e evoluir.
Por outro lado, quem dá feedback deve ser claro, respeitoso e objetivo.

Quando bem aplicado, o feedback fortalece o time. No entanto, quando evitado ou mal conduzido, gera ruídos, conflitos e queda de desempenho.

Portanto, equipes maduras utilizam o feedback como ferramenta de crescimento contínuo.

3. Empatia: a base da confiança

Além disso, não existe trabalhar em equipe sem empatia.

Isso porque entender o contexto do outro — suas dificuldades, limitações e momentos — cria um ambiente de segurança psicológica.

Consequentemente, as pessoas se sentem mais à vontade para contribuir, errar e aprender.

Por outro lado, ambientes com julgamentos constantes e falta de respeito destroem a confiança. E sem confiança, o trabalho em equipe simplesmente não acontece.

4. Comunicação: o elo que conecta tudo

Outro ponto crítico é a comunicação.

Na prática, muitos problemas nas empresas não são de competência, mas sim de comunicação.

Informações mal transmitidas, ruídos e interpretações equivocadas prejudicam diretamente o trabalho em equipe.

Por isso, é essencial desenvolver:

  • clareza ao falar
  • objetividade nas mensagens
  • escuta ativa

Ou seja, comunicar bem não é apenas falar. É também saber ouvir.

5. Proatividade: o que eleva o nível do time

Por fim, equipes de alta performance têm algo em comum: proatividade.

Profissionais proativos não esperam o problema acontecer. Pelo contrário, antecipam, se posicionam e contribuem ativamente.

Além disso, a proatividade fortalece o senso de coletividade, essencial para um trabalho em equipe eficiente.

O que diferencia equipes comuns de equipes extraordinárias

Em resumo, o trabalho em equipe de alta performance não surge por acaso.

Ele é construído com base em:

  • autoconhecimento
  • comunicação clara
  • empatia
  • feedback constante
  • proatividade

Quando esses elementos estão presentes, o impacto é visível: melhora no clima organizacional, aumento da produtividade e resultados mais consistentes.

Conclusão

Portanto, dominar o trabalho em equipe é, hoje, uma das competências mais importantes para qualquer profissional ou empresa que deseja crescer.

Mais do que isso, é o que transforma um grupo de pessoas em uma verdadeira força coletiva, capaz de alcançar resultados extraordinários.

Agora, vale a reflexão:

Na sua opinião, o que mais impacta o trabalho em equipe hoje: comunicação, feedback, empatia ou proatividade?

Compartilhe este artigo com seu time e leve essa reflexão para mais pessoas. Afinal, desenvolver o trabalho em equipe é um passo essencial para evoluir juntos.

Criatividade e Inovação: O motor da nova era

Criatividade e Inovação: o motor da nova era

Você já reparou como algumas pessoas têm ideias brilhantes o tempo todo, mas raramente tiram algo do papel? Por outro lado, existem aquelas que, mesmo com soluções simples, conseguem gerar impacto real e transformar contextos. Esse contraste levanta uma questão importante: será que estamos confundindo criatividade e inovação?

Embora esses conceitos caminhem juntos, eles não são iguais. E entender essa diferença é, sem dúvida, um dos grandes diferenciais para quem deseja crescer profissionalmente e se manter relevante nos próximos anos.

Criatividade e inovação: o campo das ideias vs. o campo da ação

Antes de mais nada, é importante alinhar os conceitos.

A criatividade está no campo das ideias. Ela representa a capacidade de imaginar, conectar pontos, pensar diferente e gerar possibilidades. É o famoso “e se?”.

Já a inovação acontece quando essas ideias saem da mente e ganham forma no mundo real. Ou seja, inovar é implementar, executar, transformar pensamento em resultado.

Em outras palavras:
criatividade é pensar coisas novas; inovação é fazer coisas novas.

Portanto, existe uma relação direta entre criatividade e inovação, mas também uma hierarquia: normalmente, a criatividade vem primeiro e a inovação dá continuidade.

Por que são tão valorizadas hoje?

Atualmente, empresas do mundo todo estão priorizando cada vez mais essas duas competências. E isso não acontece por acaso.

De acordo com relatórios recentes sobre o futuro do trabalho, habilidades como pensamento analítico, resolução de problemas complexos, aprendizagem contínua, criatividade e inovação estão entre as mais importantes para a próxima década.

Além disso, o avanço da tecnologia, a inteligência artificial e as constantes mudanças no mercado exigem profissionais mais adaptáveis, flexíveis e capazes de pensar de forma estratégica.

Ou seja, quanto mais o mundo evolui, mais as habilidades humanas como criatividade e inovação se tornam essenciais.

Inovação na prática: muito além de grandes invenções

Quando se fala em inovação, é comum imaginar grandes invenções ou tecnologias revolucionárias. No entanto, essa visão é limitada.

Na prática, inovar não significa necessariamente criar algo do zero. Pelo contrário, a inovação pode acontecer de diversas formas:

  • Na melhoria de processos
  • Na forma de liderar equipes
  • Na comunicação com clientes
  • Na organização do tempo
  • Na tomada de decisões

Inclusive, pequenas mudanças podem gerar grandes resultados ao longo do tempo.

Além disso, dados mostram que empresas que investem em inovação tendem a aumentar significativamente sua produtividade e competitividade. Ou seja, inovar não é apenas uma vantagem. É uma necessidade.

Criatividade na prática: muito além da inspiração

Por outro lado, a criatividade ainda é, muitas vezes, vista como um dom ou talento natural. No entanto, isso não poderia estar mais distante da realidade.

A criatividade é uma habilidade que pode e deve ser desenvolvida.

Ela está presente quando você:

  • encontra novas soluções para problemas antigos
  • adapta estratégias diante de mudanças
  • melhora processos no seu dia a dia
  • se comunica de forma mais clara e eficiente

Além disso, a criatividade amplia seu repertório de escolhas, reduz a repetição de padrões e aumenta sua capacidade de adaptação.

Portanto, desenvolver criatividade e inovação não é apenas útil como é também estratégico.

A conexão entre criatividade e inovação

Agora que os conceitos estão mais claros, fica evidente que criatividade e inovação são complementares.

Sem criatividade, não há novas ideias.
Sem inovação, essas ideias não geram impacto.

Por isso, o verdadeiro diferencial está no equilíbrio entre pensar e agir.

Enquanto muitas pessoas ficam presas apenas na fase da ideia, outras conseguem avançar para a execução. E é exatamente aí que os resultados aparecem.

O grande desafio: transformar ideias em ação

Na prática, o maior desafio não está em ter ideias, mas sim em colocá-las em movimento.

Isso exige:

  • método
  • disciplina
  • clareza
  • e, principalmente, ação

Afinal, criatividade sem ação gera frustração.
E inovação sem pensamento gera repetição.

Portanto, desenvolver criatividade e inovação significa também desenvolver consistência na execução.

Conclusão: o que você está fazendo com suas ideias?

Diante de tudo isso, surge uma reflexão essencial:

Você tem mais dificuldade em gerar ideias ou em colocá-las em prática?

Essa resposta pode revelar muito sobre o seu momento atual e, principalmente, sobre o que você precisa desenvolver.

Porque, no final, o mundo não precisa apenas de pessoas criativas.
Precisa de pessoas que pensam diferente e agem diferente.

Se você quer aprofundar esse tema e desenvolver criatividade e inovação de forma prática no seu dia a dia, vale a pena buscar conteúdos, treinamentos e metodologias que te ajudem a transformar conhecimento em ação.

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Funcionários pedem demissão de líderes despreparados

Funcionários não pedem demissão de empresas. Pedem demissão de líderes despreparados.

Essa frase pode soar dura. Mas os dados mostram que ela está muito mais próxima da realidade do que muitas empresas gostariam de admitir.

Durante anos, organizações tentaram explicar o turnover com fatores como salário, benefícios ou falta de oportunidades. Tudo isso influencia, sim. Mas existe um fator muito mais determinante e muitas vezes ignorado: a liderança.

Segundo um estudo da Gallup, 75% dos pedidos de demissão estão diretamente ligados aos gestores.

Outro dado da mesma linha mostra que cerca de 50% dos profissionais deixam seus empregos por causa do chefe.

E não para por aí.

Uma pesquisa da consultoria Michael Page aponta que 8 em cada 10 profissionais já pediram demissão por causa de um gestor inadequado.

Ou seja, não é um detalhe. É um padrão.

O problema não é a empresa, mas sim a experiência dentro dela.

Quando alguém entra em uma empresa, geralmente entra pela marca, pela proposta, pela oportunidade. Mas quando decide sair, raramente é por isso.

Sai pela experiência diária.

E essa experiência é, em grande parte, definida pelo líder direto.

É o líder que:

  • dá clareza
  • desenvolve pessoas
  • escuta
  • reconhece
  • constrói confiança

Na prática, o líder é a empresa para o colaborador. Mas quando essa relação falha, nenhum benefício compensa.

O impacto direto nos resultados

Muitas empresas ainda tratam liderança como algo intuitivo.

Promovem os melhores técnicos esperando que, automaticamente, se tornem bons líderes, mas os dados mostram o contrário.

Segundo a Gallup, até 70% do engajamento de uma equipe está diretamente relacionado ao seu gestor.

Agora pense nisso:

Se o líder não está preparado, o time perde engajamento. Quando o time perde engajamento, a produtividade cai. Se a produtividade cai, os resultados sofrem.

E, no fim, a empresa paga a conta e, muitas vezes sem entender a origem do problema.

O custo de líderes despreparados

A saída de um colaborador não é apenas uma troca de pessoas. É perda de conhecimento, quebra de ritmo, impacto no clima e custo financeiro.

Substituir um profissional pode custar entre 120% e 200% do seu salário anual.

Agora imagine esse custo sendo gerado não por falta de talento, mas por líderes despreparados.

Além disso, estudos mostram que 42% das saídas poderiam ser evitadas se a empresa (e principalmente o líder) tivesse agido a tempo.

Ou seja: grande parte do turnover não é inevitável. É consequência de gestão.

A verdade que poucas empresas encaram

Empresas não perdem talentos apenas para o mercado. Elas perdem talentos na comunicação falha, na falta de desenvolvimento, na ausência de escuta, na liderança ineficaz…

E o mais crítico: muitas vezes continuam investindo em processos, ferramentas e estratégias, enquanto ignoram o principal fator que sustenta tudo isso — o comportamento das pessoas, especialmente de quem lidera.

O que diferencia empresas que retêm talentos

Não são as que pagam mais nem necessariamente as que oferecem mais benefícios. São as que desenvolvem líderes que sabem se comunicar, dar feedback, desenvolver pessoas, lidar com pressão sem gerar medo, construir confiança…

Afinal, as pessoas não permanecem apenas por oportunidades. Elas permanecem por relacionamento, crescimento e ambiente.

Se a sua empresa quer reduzir turnover, aumentar engajamento e motivação e melhorar resultados de forma consistente, o caminho passa, inevitavelmente, pelo desenvolvimento de liderança e comportamento.

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Resistência em aprender: Como isso atrapalha o desenvolvimento profissional

A resistência em aprender é um comportamento muito sutil,mas impede profissionais competentes de avançar.

O comportamento que mais impede profissionais competentes de crescerem: a resistência em aprender

Você já se perguntou por que alguns profissionais extremamente competentes parecem estagnados na carreira? E por que, mesmo com talento, algumas pessoas não conseguem avançar no desenvolvimento profissional?

Afinal, estamos falando de pessoas com alto nível técnico, currículo sólido e resultados consistentes. Ainda assim, por mais que se esforcem, o reconhecimento não vem. A promoção não chega. E o crescimento simplesmente trava.

À primeira vista, isso pode parecer injusto. No entanto, existe uma explicação e ela não está na falta de capacidade.

Na verdade, o que impede esses profissionais de avançar é algo muito mais sutil: a resistência em aprender, especialmente no campo comportamental.

A maior mentira: O trabalho fala por si!

Durante muito tempo, fomos levados a acreditar que bons resultados seriam suficientes para garantir crescimento profissional. Porém, na prática, isso não se sustenta.

Isso porque, além da entrega técnica, existe um fator decisivo que muitas vezes é negligenciado: o comportamento.

Em outras palavras, não basta fazer bem o seu trabalho. É preciso saber se comunicar, se relacionar, influenciar e colaborar.

Assim, enquanto a competência técnica constrói a base, são as chamadas soft skills que sustentam e impulsionam a carreira.

O perigo da resistência em aprender

Cuidado com a mentalidade “eu já sei”!

Em um mundo em constante transformação, a capacidade de aprender deixou de ser diferencial e tornou-se essencial. No entanto, muitos profissionais acabam criando uma barreira interna, sustentada por pensamentos como:

  • “Eu já sei o suficiente”

  • “Sou bom no que faço, não preciso mudar”

À primeira vista, essas crenças parecem inofensivas. Contudo, com o tempo, elas se transformam em um bloqueio poderoso.

Isso acontece porque essa mentalidade, essa resistência em aprender, impede o desenvolvimento justamente das habilidades mais exigidas nos níveis mais altos da carreira.

Quando o comportamento limita o talento

Para entender melhor, pense em um profissional tecnicamente brilhante, mas que:

  • tem dificuldade de se comunicar.

  • evita conversas difíceis.

  • não sabe lidar com feedback.

  • ou não consegue trabalhar bem em equipe.

Agora reflita: até onde ele consegue chegar?

Provavelmente, não muito além do nível técnico.

Isso acontece porque, conforme a carreira avança, o que mais importa não é apenas o que você faz, mas como você faz e como você se relaciona com os outros.

Um exemplo: a história de Ana

Considere o caso da Ana, uma engenheira extremamente competente.

Ela sempre acreditou que seus resultados falariam por si. E, de fato, seus projetos eram excelentes.

No entanto, quando surgiu a oportunidade de assumir uma posição de liderança, algo travou.

Ana evitava conflitos, tinha dificuldade em delegar e interpretava feedbacks como ataques pessoais. Como consequência, não se sentia preparada e acabou ficando para trás.

Perceba que o problema não era técnico. Pelo contrário, era a resistência em aprender, em desenvolver habilidades comportamentais que a impedia de crescer.

Enquanto isso, outros profissionais, talvez menos brilhantes tecnicamente, mas mais abertos ao aprendizado, avançavam.

O que realmente diferencia quem cresce

Diante desse cenário, fica claro que o verdadeiro diferencial não está apenas no conhecimento, mas na capacidade de evolução contínua, de estar sempre em desenvolvimento profissional. Ou seja, profissionais que crescem são aqueles que:

  • reconhecem suas limitações

  • estão abertos a feedback

  • desenvolvem inteligência emocional

  • investem em comunicação e relacionamento

Além disso, entendem que o desconforto do aprendizado faz parte do processo.

A importância da humildade para aprender

Antes de mais nada, é preciso compreender que comportamento também é uma habilidade — e, portanto, pode ser desenvolvido.

Nesse sentido, a humildade se torna uma das competências mais poderosas. Afinal, reconhecer que ainda há espaço para evoluir é o primeiro passo para o crescimento real.

Por outro lado, resistir a essa evolução é, na prática, escolher permanecer no mesmo lugar.

Uma reflexão importante

Agora, vale uma pergunta direta:

Qual comportamento você tem evitado desenvolver?

Será que existe alguma soft skill como comunicação, empatia ou liderança, que você vem negligenciando?

Porque, no fim das contas, o seu comportamento está comunicando o tempo todo. E, muitas vezes, ele está dizendo exatamente por que você ainda não avançou.

Conclusão: crescer é, antes de tudo, se transformar

Em resumo, o crescimento profissional não depende apenas de conhecimento técnico. Pelo contrário, ele exige evolução comportamental, abertura ao novo e disposição para mudar.

Portanto, se você sente que existe uma barreira invisível na sua carreira, talvez seja hora de olhar menos para o que você já domina e mais para o que você ainda evita aprender.

Não investir em comunicação no ambiente de trabalho sai caro!

Por que não investir em comunicação no ambiente de trabalho sai caro

E o que dizem as pesquisas

Em um mundo cada vez mais conectado e competitivo, saber se comunicar não é um diferencial… É uma competência fundamental. E não investir nessa em comunicação no ambiente de trabalho tem um custo real  tanto para indivíduos quanto para organizações.

Vamos ver o que dizem as pesquisas sobre o preço de ignorar a comunicação.

1. Falhas de comunicação custam bilhões

Uma das pesquisas mais impactantes sobre o tema mostra que a falta de comunicação eficaz pode custar até US$ 1,2 trilhão por ano às empresas nos Estados Unidos. Esse valor representa perdas com produtividade, retrabalho, turnover e até perda de clientes, tudo ligado a mensagens mal transmitidas ou mal interpretadas no ambiente de trabalho.

Essa mesma pesquisa mostra que líderes estimam que suas equipes perdem quase um dia inteiro de trabalho por semana apenas resolvendo problemas de comunicação — o que, em média, chega a US$ 12.500 por funcionário por ano em perdas de tempo e produtividade.

2. A comunicação é um gargalo para empresas grandes e pequenas

Segundo um estudo do Project Management Institute (PMI), 64% das maiores empresas do mundo enfrentam falhas significativas de comunicação em suas operações.

Isso significa que a maior parte das corporações ainda lida com problemas que impedem o fluxo de informações, causam ruídos e atrapalham decisões estratégicas.

3. Produtividade e clima organizacional sofrem

Pesquisas indicam que organizações com comunicação eficaz tendem a ter até 25% mais produtividade do que aquelas que não se comunicam bem.

Quando a comunicação falha, além de perdas de tempo e esforço duplicado, surgem problemas como:

  • retrabalho frequente

  • projetos atrasados ou falhados

  • falta de alinhamento de objetivos

  • queda de inovação

  • desmotivação entre equipes
    Esses efeitos impactam diretamente resultados, cultura e eficiência.

4. Impacto humano: estresse, insatisfação e turnover

A comunicação pobre não afeta apenas números. Ela afeta pessoas. Metade dos trabalhadores relatam aumento de estresse devido a informações incertas, e mais de um terço fala que a falta de comunicação piora sua satisfação no trabalho.

Quando a equipe não entende expectativas, objetivos ou prioridades, isso cria um clima de insegurança, baixa confiança e desengajamento. O que, por sua vez, aumenta as chances de turnover e reduz a retenção de talentos.

5. Projetos falham por falta de comunicação

Dados combinados de relatórios de gestão indicam que uma grande parte dos projetos que não alcançam seus objetivos tem na comunicação a causa principal. Em algumas estimativas do setor, aproximadamente 60% dos projetos mal sucedidos podem ser atribuídos a falhas na forma como as informações foram transmitidas ou interpretadas ao longo do ciclo do projeto.

Conclusão: o custo de não investir é maior do que parece

Enquanto muitos veem comunicação como simples troca de mensagens, as pesquisas mostram que ela é um pilar estratégico:

  • Negligenciar a comunicação significa perder produtividade.

  • Significa pagar mais para fazer duas vezes o mesmo trabalho.

  • Significa ter melhores profissionais deixando a empresa por falta de clareza.

  • Significa perder clientes por mensagens mal transmitidas.

E para você, indivíduo, isso se traduz em:

  • oportunidades que passam despercebidas

  • medo de se posicionar

  • dificuldades em liderar conversas complexas

  • relações profissionais e pessoais menos efetivas

Investir em comunicação não é um custo.
É uma proteção contra perdas e um alicerce para crescimento.

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Empatia: O poder de transformar seus relacionamentos

Empatia: o poder de compreender genuinamente o outro e transformar seus relacionamentos

Você já parou para refletir sobre o impacto que a empatia pode ter na sua vida? Mais do que um conceito abstrato, ela é uma habilidade essencial para construir relacionamentos mais saudáveis, resolver conflitos e se comunicar de forma mais eficaz, tanto no trabalho quanto na vida pessoal.

Em um mundo marcado por pressa, ruídos e julgamentos rápidos, essa habilidade surge como um diferencial humano poderoso. Ao longo deste artigo, você vai entender o que realmente é empatia, por que ela vai muito além de “sentir o que o outro sente” e, principalmente, como aplicá-la de forma prática no seu dia a dia.

Empatia: mais do que sentir, é compreender

Antes de tudo, é importante esclarecer um equívoco comum. Muitas pessoas confundem empatia com simpatia, pena ou simples cordialidade. No entanto, empatia não é sentir pelo outro, mas compreender o mundo a partir da perspectiva do outro.

Enquanto a simpatia se limita a uma reação emocional superficial, a empatia exige um movimento mais profundo: compreender emoções, pensamentos, valores, motivações e contextos, mesmo quando você não concorda com eles.

Em outras palavras, empatia é a capacidade de enxergar pelos olhos do outro, ouvir com abertura genuína e reconhecer experiências sem julgamento. Por isso, ela se torna a base da conexão humana autêntica.

Imagine a empatia como uma ponte. Uma ponte que liga dois mundos diferentes e permite que as pessoas se encontrem em um espaço comum de entendimento. É essa ponte que torna possível o diálogo, o respeito e a confiança.

Por que a empatia é tão importante no trabalho e na vida pessoal

À medida que avançamos para ambientes cada vez mais complexos, a empatia deixa de ser apenas uma virtude pessoal e passa a ser uma competência estratégica.

No ambiente profissional, a empatia está diretamente ligada a:

  • Liderança mais eficaz e humana

  • Colaboração e trabalho em equipe mais produtivos

  • Comunicação clara e menos conflituosa

  • Negociações mais inteligentes e duradouras

  • Ambientes de trabalho mais saudáveis

Já na vida pessoal, a empatia fortalece vínculos, aprofunda relações familiares e amorosas e ajuda a lidar melhor com diferenças, frustrações e conflitos cotidianos.

Portanto, quanto mais empatia você desenvolve, mais capacidade tem de navegar pelas complexidades das relações humanas com equilíbrio, maturidade e consciência.

Empatia no dia a dia: pequenas ações, grandes impactos

Embora muitos pensem que empatia é algo intuitivo ou reservado a poucas pessoas, a verdade é que ela pode — e deve — ser praticada diariamente. Pequenas atitudes fazem uma grande diferença.

Pratique a escuta ativa

Em primeiro lugar, ouvir de verdade é essencial. Isso significa não apenas escutar palavras, mas prestar atenção ao tom de voz, à linguagem corporal e às emoções envolvidas. Além disso, evite interromper e formular respostas enquanto o outro fala.

Frases como “entendo o que você está dizendo” ou “imagino como isso deve ter sido difícil” ajudam a validar a experiência do outro e fortalecem a conexão.

Observe a linguagem não verbal

Frequentemente, emoções são expressas sem palavras. Por isso, observar gestos, expressões faciais e postura corporal amplia a compreensão e evita interpretações equivocadas.

Suspenda o julgamento

Outro ponto fundamental é reconhecer que cada pessoa carrega sua própria história, desafios e referências. Ao suspender julgamentos automáticos, você abre espaço para compreender, em vez de reagir.

Busque novas perspectivas

Além disso, ampliar repertório é um exercício poderoso de empatia. Ler, assistir a conteúdos diversos e conversar com pessoas de diferentes contextos ajuda a enxergar o mundo com mais profundidade e menos rigidez.

Pergunte com curiosidade, não com acusação

Perguntas como “o que te levou a pensar assim?” ou “por qual motivo isso foi importante para você?” criam diálogos construtivos e revelam motivações ocultas. A curiosidade empática abre portas que a crítica fecha.

Reconheça e valide emoções

Por fim, validar emoções não significa concordar com comportamentos, mas reconhecer sentimentos. Frases como “percebo que isso te afetou” criam segurança emocional e fortalecem relações.

Empatia na comunicação: construindo pontes, não muros

A comunicação é o alicerce de qualquer relacionamento. No entanto, sem empatia, ela se torna rígida, defensiva e ineficaz. Quando a empatia está presente, a mensagem não apenas é transmitida, mas realmente compreendida.

No ambiente profissional

  • Liderança empática: líderes empáticos entendem pessoas antes de cobrar resultados

  • Resolução de conflitos: compreender todas as partes abre espaço para soluções colaborativas

  • Negociação: entender motivações gera acordos mais sustentáveis

  • Feedback construtivo: reconhecer esforço antes de apontar melhorias reduz resistência

Na vida pessoal

  • Relacionamentos familiares e amorosos: empatia aprofunda intimidade e confiança

  • Amizades: ouvir sem julgar fortalece laços

  • Comunicação Não Violenta (CNV): ferramenta essencial para expressar necessidades com respeito e ouvir com abertura

Em todos esses contextos, a empatia transforma conversas difíceis em oportunidades de conexão.

O legado

Mais do que uma habilidade, a empatia é uma escolha diária. Uma escolha por compreender antes de reagir, por ouvir antes de julgar e por se conectar antes de se afastar.

Ao cultivar empatia, você não apenas melhora seus relacionamentos e sua comunicação, mas também contribui para ambientes mais humanos, conscientes e colaborativos. Além disso, ao tentar compreender o outro, você também amplia o autoconhecimento e desenvolve maturidade emocional.

Em resumo, a empatia começa com curiosidade genuína e se concretiza na ação. É um caminho contínuo de aprendizado, presença e transformação.

Agora, reflita: qual pequena atitude você pode adotar hoje para praticar mais empatia no seu dia a dia?

Futuro do Trabalho: As 5 soft skills mais importantes para 2026 (e como desenvolvê-las)

Conheça as 5 soft skills mais importantes para 2026 que vão fazer de você um profissional indispensável e saiba como desenvolvê-las.

Será que você corre o risco de ser substituído no trabalho?
E não por alguém mais jovem, mas por um algoritmo.

A Inteligência Artificial está redesenhando o mercado de trabalho em uma velocidade sem precedentes. Paradoxalmente, quanto mais a tecnologia evolui, mais cresce a demanda por algo que nenhuma máquina consegue replicar: as habilidades humanas.

Diante desse cenário, surge uma pergunta essencial:
Se a IA fizer 80% do trabalho operacional, o que você fará com os 20% que restam?

Neste artigo, você vai entender quais são as 5 soft skills mais importantes para 2026, segundo o Fórum Econômico Mundial e pesquisas globais recentes, e, principalmente, como desenvolvê-las na prática para se manter relevante, valorizado e indispensável.

A era da indispensabilidade humana

Durante muito tempo, acreditou-se que o segredo do sucesso profissional estava nas hard skills: certificações, domínio técnico e conhecimento especializado. No entanto, esse jogo mudou.

Atualmente, estudos sobre a adoção da IA mostram que ela não elimina pessoas — ela eleva o nível de exigência. A tecnologia assume tarefas repetitivas, previsíveis e operacionais. Em contrapartida, o que sobra para o ser humano é justamente o que exige pensamento, sensibilidade, julgamento e interação social.

Segundo o relatório The Future of Jobs 2025, do World Economic Forum, as soft skills que mais crescem em demanda são aquelas ligadas à cognição avançada, criatividade e relações humanas — não apenas às competências técnicas.

Em outras palavras, a IA pode ser o motor.
Mas você continua sendo o piloto, o estrategista e quem decide a rota.

Assim, o futuro do trabalho não é sobre o que você sabe, mas sobre como você pensa, decide, se comunica e resolve problemas.

É exatamente aqui que entram as 5 soft skills mais importantes para 2026.

As 5 soft skills mais importantes para 2026

1. Pensamento Analítico, Inovação e Resolução de Problemas Complexos

Essas três competências caminham juntas e figuram entre as mais valorizadas para o futuro do trabalho.

Afinal, em um mundo onde todos têm acesso às mesmas ferramentas e dados, o diferencial está em quem consegue:

  • Analisar profundamente informações,

  • Conectar pontos invisíveis,

  • Criar soluções inteligentes para problemas complexos.

Enquanto a IA gera relatórios e previsões, só o ser humano é capaz de compreender:

  • O que realmente importa nos dados,

  • As causas ocultas por trás de comportamentos e tendências,

  • Os impactos emocionais, culturais e estratégicos de cada decisão.

Dica prática:
Antes de buscar respostas, faça perguntas melhores:

  • O que todo mundo está vendo, mas ninguém está questionando?

  • Quais fatores invisíveis estão influenciando esse problema?

Como desenvolver essa soft skill:

  • Questione o óbvio diariamente;

  • Use ferramentas simples de análise (5 Porquês, mapas mentais);

  • Combine ideias de áreas diferentes;

  • Leia fora da sua zona de conforto;

  • Converse com pessoas que pensam diferente;

  • Crie um banco de ideias, mesmo as aparentemente “estranhas”.

2. Aprendizagem Ativa e Estratégias de Aprender a Aprender

Saber aprender rápido se tornou uma vantagem competitiva. Mas saber como você aprende melhor é ainda mais poderoso.

O ritmo de mudanças não vai diminuir. Portanto, quem depende apenas do que já sabe fica obsoleto rapidamente.

Profissionais com aprendizagem ativa não esperam treinamentos prontos. Eles testam, praticam, ajustam e aprendem em movimento.

Dica prática:
Troque a pergunta “O que eu quero aprender?” por “Como eu aprendo melhor?”

Como desenvolver essa soft skill:

  • Teste diferentes formatos (vídeos, leitura, cursos, mapas mentais);

  • Faça revisões semanais;

  • Aplique o que aprendeu em até 48 horas;

  • Use a técnica Feynman: explique em voz alta o que aprendeu.

3. Pensamento Crítico e Capacidade de Análise

Na era da informação em excesso e também da desinformação pensamento crítico virou um ativo valioso.

Essa habilidade permite separar:

  • Fato de opinião,

  • Emoção de evidência,

  • Urgência de importância.

No trabalho, isso evita decisões impulsivas. Na vida, protege você de modismos, pressões externas e ruídos.

Dica prática:
Antes de aceitar uma informação, pergunte:
Qual é a fonte?
Qual é a intenção por trás disso?

Como desenvolver essa soft skill:

  • Busque o ponto de vista oposto antes de concordar;

  • Questione se algo é fato ou interpretação;

  • Evite conclusões rápidas quando estiver emocionalmente envolvido;

  • Leia conteúdos que desafiem sua visão de mundo.

4. Criatividade, Originalidade e Iniciativa

Criatividade não é dom, mas sim treino.
Originalidade não é inventar algo do zero, mas ver o que já existe sob uma nova lente.
E iniciativa é o que transforma ideias em resultados.

No trabalho, essas competências diferenciam quem apenas executa de quem cria soluções.
Na vida, permitem reinvenção, adaptação e inteligência emocional diante dos desafios.

Dica prática:
Todos os dias, faça algo simples de um jeito diferente.

Como desenvolver essa soft skill:

  • Amplie repertório cultural e humano;

  • Reserve tempo para ócio criativo;

  • Transforme problemas em “E se…?”;

  • Separe criação de julgamento;

  • Execute pequenas ideias semanalmente.

5. Liderança e Influência Social

Liderar não é mandar, mas sim inspirar, influenciar, conectar e conduzir pessoas com clareza e empatia.

A IA organiza dados, mas não:

  • Inspira,

  • Cria confiança,

  • Media conflitos,

  • Conduz conversas difíceis.

Essas são competências exclusivamente humanas.

Dica prática:
Use a tríade da comunicação consciente:

  • Eu observo

  • Eu sinto

  • Eu proponho

Como desenvolver essa soft skill:

  • Pratique escuta ativa;

  • Desenvolva autoconsciência emocional;

  • Exercite empatia;

  • Aprenda comunicação assertiva;

  • Busque feedback com frequência;

  • Participe de projetos colaborativos;

  • Estude comunicação persuasiva.

Conclusão: Desenvolva as soft skills mais importantes para 2026

A automação é inevitável; porém, a substituição é opcional!

O futuro do trabalho não é sobre competir com máquinas, mas sim sobre superar a sua própria versão de ontem.

Se você entendeu que sua indispensabilidade não está apenas no currículo, mas na sua capacidade humana de pensar, sentir, se adaptar e liderar, o próximo passo é claro: desenvolver essas competências de forma consciente e prática.

A Elleven Treinamentos é especialista no desenvolvimento de habilidades humanas que nenhuma IA consegue substituir. Se você deseja aplicar neurociência, comunicação e liderança adaptativa na sua vida ou na sua equipe, conheça nossos treinamentos. Acesse: https://elleventreinamentos.com.br/

Então, reflita: Qual dessas soft skills você vai começar a desenvolver hoje?

Compartilhe este artigo com quem ainda teme a IA e precisa entender que o futuro pertence a quem desenvolve o que é essencialmente humano.

Vulnerabilidade: A autenticidade e a coragem de ser imperfeito que transformam sua vida

A vulnerabilidade não é fraqueza, mas sim o que te leva à autenticidade.

Você já se sentiu exposto, como se cada erro ou falha fosse um holofote apontado para você? Em um mundo que cobra perfeição o tempo todo — no trabalho, na família e nas redes sociais — ser humano parece quase um risco. No entanto, e se a sua maior força não estivesse em esconder suas imperfeições, mas exatamente em reconhecê-las e aceitá-las?

Ao contrário do que muitos acreditam, a vulnerabilidade não é fraqueza. Pelo contrário, ela é um caminho direto para a autenticidade, para conexões mais profundas e para uma vida mais coerente com quem você realmente é. E é justamente essa coragem de ser imperfeito que pode transformar sua forma de viver, se relacionar e trabalhar.

A armadura da perfeição

Desde muito cedo, aprendemos a construir uma imagem impecável. No ambiente corporativo, demonstrar dúvidas costuma ser interpretado como insegurança. Em casa, tentamos ser pais, parceiros e filhos irrepreensíveis. Assim, pouco a pouco, vestimos uma armadura pesada, feita de expectativas externas e cobranças internas.

No entanto, manter essa armadura tem um custo alto. Para sustentar a aparência de controle e perfeição, escondemos medos, inseguranças e fragilidades. Fingimos ter todas as respostas, mesmo quando estamos confusos ou sobrecarregados. Com o tempo, isso gera exaustão, ansiedade constante e uma sensação profunda de isolamento.

Além disso, a busca incessante pela perfeição nos afasta da autenticidade. Afinal, quanto mais tentamos parecer algo que não somos, mais nos desconectamos de quem realmente somos. A perfeição, nesse sentido, não passa de uma ilusão que nos impede de criar vínculos verdadeiros e de viver com mais leveza.

Vulnerabilidade não é fraqueza, é coragem

Felizmente, existe um caminho para sair dessa armadura. Esse caminho não exige perfeição, mas coragem. Coragem para ser vulnerável. Ser vulnerável significa se permitir ser visto como você é, com acertos e erros, forças e limitações.

Quando você aceita a vulnerabilidade, algo muda profundamente. Você deixa de gastar energia tentando sustentar uma imagem irreal e passa a investir em relações mais honestas, em decisões mais alinhadas e em uma vida mais autêntica. A seguir, veja cinco atitudes práticas que ajudam a usar a vulnerabilidade a seu favor.

1. Admita erros, mesmo os pequenos

Antes de tudo, admitir um erro não diminui sua credibilidade. Pelo contrário, aumenta a confiança que as pessoas têm em você. No trabalho, reconhecer um equívoco e mostrar o aprendizado gerado por ele abre espaço para soluções mais rápidas e para um ambiente mais colaborativo. Em casa, pedir desculpas fortalece vínculos e ensina maturidade emocional.

Além disso, assumir erros tira um peso invisível das costas. A verdade, mesmo quando desconfortável, cria alívio e aproxima as pessoas.

2. Peça ajuda quando necessário

A cultura do “eu dou conta de tudo sozinho” pode parecer admirável, mas costuma ser insustentável. Pedir ajuda é um sinal de inteligência emocional e humildade. No trabalho, buscar orientação acelera aprendizados. Na vida pessoal, dividir responsabilidades reduz a sobrecarga e fortalece relações.

Ao pedir ajuda, você não apenas se alivia, como também permite que o outro se sinta útil e valorizado. Dessa forma, a colaboração se torna uma via de mão dupla.

3. Compartilhe dificuldades e aprendizados

Quando você compartilha uma dificuldade ou um aprendizado recente, cria pontes de conexão. Histórias reais geram identificação, empatia e confiança. Em ambientes profissionais, isso humaniza lideranças. Em relações pessoais, aprofunda vínculos.

Além disso, ao dividir sua jornada, você dá permissão para que outras pessoas também se abram. Assim, a vulnerabilidade deixa de ser solitária e se transforma em um espaço seguro de troca.

4. Reconheça e celebre pequenas vitórias

Nem toda conquista precisa ser grandiosa para ser valorizada. Celebrar pequenos avanços reforça a autoconfiança e a motivação. No trabalho, reconhecer esforços — mesmo antes da perfeição — fortalece o engajamento. Em casa, valorizar gestos simples constrói um ambiente mais positivo.

Com o tempo, essa prática ajuda a quebrar a lógica de que só o resultado final importa. Afinal, o progresso acontece passo a passo.

5. Estabeleça limites e aprenda a dizer não

A vulnerabilidade também envolve dizer não ao que não te serve. Aceitar tudo, por medo de desagradar, é uma forma silenciosa de se abandonar. Estabelecer limites é um ato de autorrespeito e coragem.

Quando você diz não ao excesso, diz sim à sua saúde mental, à sua energia e à sua integridade. Isso fortalece sua relação consigo mesmo e, consequentemente, com os outros.

A recompensa da autenticidade

À medida que você pratica a vulnerabilidade, a armadura da perfeição começa a se dissolver. No lugar dela, surge uma força mais sólida e sustentável: a autenticidade. Você passa a direcionar sua energia para conexões reais, decisões mais conscientes e uma vida alinhada com seus valores.

No trabalho, ambientes que acolhem a vulnerabilidade tendem a ser mais inovadores, resilientes e produtivos. As pessoas se sentem seguras para compartilhar ideias, admitir erros e aprender juntas. Na vida pessoal, a vulnerabilidade aprofunda laços, promove empatia e cria espaços de aceitação genuína.

Vale lembrar que ser vulnerável não significa se expor indiscriminadamente ou desabafar sem critério. Trata-se de escolher as pessoas certas, os momentos certos e agir com intenção. É optar pela conexão em vez da perfeição.

No fim das contas, suas imperfeições não te diminuem. Elas te humanizam, te aproximam das pessoas e te tornam, paradoxalmente, mais forte. A coragem de ser imperfeito pode, sim, transformar sua vida.

Burnout: Ligue o alerta e evite que aconteça

Burnout: A exaustão silenciosa que está roubando sua vida

Você já sentiu como se estivesse “funcionando no automático”? Como se a energia que antes te movia tivesse sido drenada aos poucos, até sobrar apenas a obrigação de continuar? Se sim, você não está sozinho, mas talvez essa seja a hora de ligar o alerta: isso pode ser burnout.

Para entender essa síndrome de um jeito real, vamos começar com uma história — uma que talvez pareça familiar demais.

A História de Ana (e de milhões de pessoas que enfrentam o burnout)

Ana era aquela profissional brilhante.
Primeira a chegar, última a sair.
Respondia e-mails de madrugada como se fosse meio-dia.
Dizia “sim” para tudo.
Entregava tudo.
Ajudava todos.

Por fora, parecia impecável, mas, por dentro, estava derretendo.

O que começou como paixão se transformou em peso. O brilho virou cansaço. A criatividade virou bloqueio. O entusiasmo virou vazio.

E esse é o primeiro grande sinal do burnout: Quando o que te apaixonava começa a te consumir.

A história de Ana é a história de 30% dos trabalhadores brasileiros. É a história de pessoas que estão vivendo exaustão profunda física, mental e emocional e que muitas vezes não sabem nem dar nome ao que está acontecendo.

O que é burnout?

Burnout não é “cansaço”. Não é “frescura”. Não é “preguiça”. Burnout é esgotamento extremo causado por estresse crônico relacionado ao trabalho.

Segundo a OMS, é uma síndrome ocupacional diretamente ligada ao ambiente de trabalho, às exigências, à pressão e ao desequilíbrio entre demanda e capacidade.

No Brasil, os números são alarmantes:

  • 30% dos trabalhadores sofrem burnout

  • O país é o 2º do mundo em casos diagnosticados

  • Afastamentos por burnout quadruplicaram entre 2020 e 2023

  • Em 10 anos, o aumento foi de mais de 1.000%

Estamos vivendo uma crise silenciosa e, muitas vezes, invisível.

Os 11 sinais de burnout que você não pode ignorar

Burnout não chega de repente. Ele te desgasta aos poucos.

Veja os sinais mais comuns:

1. Exaustão física e mental intensa

Você acorda cansado. Dorme, mas não recupera energia. Tarefas simples parecem pesadas.

2. Negatividade constante

Nada te motiva. Tudo irrita. Você passa a duvidar de tudo — trabalho, pessoas, propósito.

3. Queda de desempenho

Coisas simples viram enormes desafios. Você sabe que consegue, mas não consegue.

4. Falhas na memória e concentração

A mente trava. Os pensamentos embaralham. As ideias fogem.

5. Irritabilidade e explosões emocionais

Pequenas coisas desencadeiam grandes reações.

6. Insônia ou sono excessivo

Nenhuma opção te descansa.

7. Isolamento

Você evita pessoas, conversas, convites… até quem ama.

8. Sintomas físicos recorrentes

Dores, enxaquecas, palpitações, queda de imunidade.

9. Sensação de inutilidade

Por mais que entregue, sente que nada é suficiente.

10. Cinismo e desapego

Você se torna frio, irônico, distante — como um mecanismo de defesa.

11. Perda de propósito

Você se pergunta: “Por que estou fazendo isso?” e não encontra resposta.

Se você se identificou com cinco ou mais sinais, isso não é coincidência. Pode ser um pedido de socorro do seu corpo.

Como prevenir, enfrentar e superar o burnout

A boa notícia: burnout não é sentença, mas sim um aviso. E aviso é chance de mudança.

Aqui estão os caminhos mais importantes:

1. Reconheça e peça ajuda

Pedir ajuda não é fraqueza, mas é maturidade emocional.
Converse com alguém de confiança.
Busque um psicólogo.
O burnout exige acompanhamento profissional.

2. Estabeleça limites claros

Limites são proteção e não egoísmo.

  • Tenha horário para parar de trabalhar

  • Desative notificações

  • Respeite seu descanso

  • Aprenda a dizer não

Seu tempo é finito. Sua energia também.

3. Priorize autocuidado

Autocuidado não é luxo, mas é sobrevivência.

  • Durma bem

  • Movimente seu corpo

  • Se alimente melhor

  • Tenha hobbies

  • Reserve momentos de prazer e descanso

Seu corpo é sua ferramenta de vida. Por isso, cuide dele.

4. Gerencie o estresse de forma inteligente

O estresse não some, mas ele pode ser administrado.

  • Meditação

  • Respiração consciente

  • Técnica de grounding

  • Organização e planejamento

Clareza reduz ansiedade. Rotina reduz caos.

5. Cultive relações e conexões

O isolamento alimenta a exaustão.
A conexão alimenta a alma.

  • Fale com amigos

  • Participe de encontros

  • Compartilhe preocupações

  • Peça companhia

  • Ria mais

Gente cura gente.

Conclusão: Você ainda pode reacender sua chama

Burnout não é “fim”. É um convite urgente para mudar.

A Ana da nossa história não só se recuperou como reconstruiu uma vida que a nutre, não que a consome.
E você também pode.

A pergunta agora é: Qual desses passos você vai começar hoje?

A sua vida, sua saúde e seu futuro dependem disso.

Se esse conteúdo te ajudou, compartilhe com alguém que pode estar sofrendo em silêncio.
Você pode ser a razão pela qual outra pessoa desperte antes de apagar de vez.

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Zé do Parafuso: A expertise de cada um deve ser valorizada

Nos treinamentos que ministro em empresas, menciono algumas histórias que direta e indiretamente fazem alguma alusão aos contextos profissionais de forma geral, do mais simples ao mais elaborado ofício. Esta é possível que você já tenha ouvido por aí. É a história do Zé do Parafuso.

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A história do Zé do Parafuso

Diz a lenda que esse senhor era um exímio mecânico de máquinas. Consertava tudo, desde liquidificador, até máquinas que valiam milhares de dólares. E como se não bastasse consertar tudo, ainda na maioria das vezes fazia o serviço muito rapidamente. Era um sujeito humilde, simplório, mas muito bom no que fazia. Sua fama corria a boca pequena nas fábricas que se espalhavam pelo país.

Sua técnica? Segredo absoluto. Seus instrumentos e equipamentos de trabalho? Nada de excepcional. Uma pequena mala de ferramentas que qualquer ser humano precavido deve ter em casa. Ou seja, chave de fenda, martelo, grifo. Nada de equipamentos modernos e eletrônicos. Orgulhava-se em dizer que seus equipamentos mais modernos eram seus olhos, ouvidos, mãos e a cabeça que punha para pensar.

Eis que uma grande indústria, daquelas que não podem se dar ao luxo de ter um equipamento danificado, passou por um sério apuro. Justamente a máquina mais cara, que produzia as peças mais minuciosas e que era o centro da produção pifou. Nada a fazia funcionar novamente. A tal máquina era importada e depois da visita mal sucedida de três técnicos, um dos funcionários disse:

– Para arrumar isso aí, só o Zé do Parafuso.

O diretor quis saber de quem se tratava e pediu que o trouxessem imediatamente à fábrica. Assim, Zé do Parafuso, também famoso pela sua presteza, chegou ali pouco tempo depois. A expectativa era grande, afinal quase uma centena de homens estava parada e isso significava muito dinheiro perdido.

Zé do Parafuso perguntou como havia sido o barulho. Então, deu a volta na máquina, tocou-a carinhosamente até que seus olhos pararam em uma das engrenagens. Com um sorriso de canto de boca simplesmente agachou, tirou uma chave da mala, apertou um parafuso e ordenou:

– Liga a danada!

Diante de homens boquiabertos e nem cinco minutos depois de ter chegado, a danada voltou imediatamente a funcionar.

O diretor radiante de felicidade, perguntou qual o valor do serviço. Mas em um segundo a alegria se transformou em indignação e perplexidade. Valor do serviço: 1.000 reais.

– Como assim? Nem cinco minutos de serviço e este caboclo me cobra 1000 reais? Ele está louco!

Ao voltar para a sala, ainda esbravejando, foi ler a nota que discriminava o serviço, escrita em uma folha de caderno toda amassada:

“Ajuste do parafuso: 1,00 real. Saber qual era o parafuso que deveria ser apertado: 999,00 reais.”

O diretor, então, sorriu com a mescla de simplicidade e sabedoria daquele homem.

 

Conclusão

Costumo contar esta história para salientar a importância de cada um dentro da organização. A expertise deve ser valorizada e remunerada de forma justa, de acordo com a qualidade dos profissionais envolvidos. Jamais devemos minimizar a importância ou colocar preço no trabalho dos outros. Quem é bom no que faz deve ser valorizado.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Decepção – A surpresa ao contrário

Nesta semana recebi sugestões de amigos muito queridos para escrever sobre temas bem interessantes. No entanto, optei por abordar um pelo qual nós todos já tivemos alguns minutos, horas, dias ou anos de desassossego. E aí é que está o cerne da questão. A reflexão e a decisão de quanto tempo levaremos este sentimento adiante. Mas de qual sentimento afinal estamos falando? Simples. Falamos sobre a decepção.

 

Sad Imagens – Download Grátis no Freepik decepção

 

Mas afinal o que é decepção?

De modo bem simples, para mim decepção é a surpresa ao contrário. Parece bem lógico, mas há algumas variáveis bem sutis em tudo isto. Justamente porque a decepção está diretamente ligada às expectativas que nós temos do outro e que este outro, ou não tem potencial ou não está comprometido suficientemente para atender.

E isto abre mais uma janela para discussão, sobre um erro bastante recorrente em nossa vida que acontece quando há uma lacuna e estamos ansiosos para que ela seja preenchida. Quantas pessoas não se sentem sós e acabam amarrando o burro em uma pessoa que projeta ter os predicados que buscam, mas que na verdade está mais para sapo do que príncipe?

E no trabalho? Quantas vezes vislumbramos que aquela é a pessoa certa para determinada função? Ainda mais se a função diz respeito a um ponto nevrálgico da organização e, no dia a dia, fica bastante claro que os atributos e a conduta estão bem aquém do esperado. Isso fica ainda mais fácil de acontecer, em ambos os casos, quando a pessoa fala e demonstra ser exatamente aquilo que almejávamos. Pronto.

Porém, se formos analisar friamente, quais as maiores causas da decepção?

Certamente, a primeira delas é ter de admitir para si mesmo que errou e suas percepções estavam equivocadas. E somado a isto, o nível de decepção é diretamente proporcional aos compromissos assumidos pelo outro e aos nossos valores pessoais que foram diretamente atingidos.

Bob Marley, um dos ícones da cultura alternativa e que, conduta pessoal à parte, foi um dos grandes nomes da música internacional, dizia o seguinte a respeito da decepção.

Às vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas. O tempo passa. E descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!

Pode ser. No entanto, prefiro adotar a definição do sábio chinês Confúcio, que dizia o seguinte.

Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos.

Este sim, um grande conselho. As decepções às vezes nos custam bem caro, mas são extremamente válidas, pois geram aprendizados.

Aprendemos que devemos afinar ainda mais a sintonia do nosso radar, estar atentos a discursos vazios, nos lembrar que são poucos que mantém o antigo (e salutar) hábito de honrar a palavra e principalmente nos lembrar que não são todos os seres humanos que dão a mesma relevância à palavra compromisso.

Em suma, a decepção é um sentimento que reside dentro de nós e jamais deve ser creditado aos outros. E isto é muito bom! Afinal de contas, a decisão em mantê-lo ou não conosco está em nossas mãos.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Feedback- Como aplicar e como pode ajudar

 

O que é feedback

Feedback é uma das técnicas de gestão de pessoas e equipes mais importantes, pois fornece a quem recebe, a possibilidade de desenvolvimento pessoal, profissional e de performance. E tudo isso de maneira econômica.

Naquele momento em que o líder conversa com o colaborador, pode surgir pressão e rejeição por parte de alguns colaboradores. Mas, se aplicado corretamente, o feedback ajuda a identificar os pontos fortes e os pontos de melhoria de cada um. E quem o recebe, poderá ter a chance de se desenvolver e alcançar mais resultados.

O feedback tem como principal função informar a quem recebe sobre seus resultados, desempenho e conduta, fornecendo a essa pessoa a percepção de como é vista pelos outros. Além disso, ele fornece a possibilidade de alterar comportamentos inadequados, o que pode melhorar o relacionamento entre a equipe e entre colaborador e líder.

E, para facilitar esse momento, seguem algumas dicas.

 

 

– Escolha um ambiente tranquilo e neutro: Um local tranquilo pode diminuir a tensão por parte da pessoa que vai escutar.

 

– Pense com cuidado no que você vai falar: Destaque as qualidades da pessoa antes de apontar os pontos a serem mudados. Assim, quem está escutando o feedback, ficará menos resistente às mudanças propostas.

– Um dos erros mais comuns ao dar feedbacks, é focar mais no caráter de quem o recebe e não em suas ações. Por isso, seja parcial. Além disso, explique de forma clara e objetiva quais mudanças estão sendo sugeridas para a pessoa.

– Escute a outra pessoa: Escute com atenção a outra pessoa e finalize a conversa expondo sua sugestão de mudança.

 

Como o feedback pode ajudar a empresa

 

Maior engajamento

Quando bem aplicado, pode aumentar a confiança da equipe pela empresa, aumentando o engajamento dos colaboradores. E uma equipe engajada tem maior produtividade.

 

Direcionamento do trabalho

Ao deixar claro quais são as expectativas para o trabalho de cada colaborador e entender o que cada um espera da empresa, o direcionamento do trabalho fica mais fácil.

 

Maior performance

Ajuda muito a empresa a melhorar sua estrutura organizacional, e, assim, a desenvolver a alta performance.

 

Reter os melhores talentos

Ajuda a reter os melhores talentos na empresa. Mas lembre-se que se aplicado incorretamente, pode gerar disputas na empresa.

 

Estabelecer a cultura organizacional

A empresa pode destacar os valores que ela espera que eles desenvolvam. Assim, a cultura organizacional da empresa vai se fortalecendo cada vez mais.

 

Mais sobre como aplicar feedback

 

 

Clique AQUI e assista ao vídeo “11 pontos para aplicar um feedback eficaz”.

 

 

 

 

feedback

 

 

 

Quer saber qual a fórmula realmente eficaz para a aplicação de um bom feedback? Inscreva-se no curso online Estratégias de Feedback, que está disponível na Elleven Academy e na 11Flix.

 

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

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