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Quando a disciplina vira obsessão: Até onde a busca por resultado é saudável

Quando a disciplina vira obsessão: até onde a busca por resultado é saudável

Você se considera uma pessoa disciplinada ou, no fundo, sente que, por trás de tanta produtividade, existe uma busca constante por resultados que nunca parecem suficientes? Essa é uma pergunta incômoda, mas necessária. Afinal, quando a disciplina vira obsessão, a linha entre crescimento e esgotamento deixa de ser sutil e passa a impactar diretamente sua saúde, suas relações e a qualidade dos seus resultados. Por isso, entender esse limite não é apenas importante, é estratégico para quem deseja evoluir de forma sustentável.

Antes de mais nada, é preciso reconhecer o contexto em que estamos inseridos. Vivemos em uma cultura que valoriza excessivamente a performance. A todo momento, somos estimulados a fazer mais, produzir mais e conquistar mais. Nesse cenário, a disciplina ganha status de virtude absoluta. E, de fato, ela é essencial. É a disciplina que permite consistência, foco e execução. No entanto, quando a disciplina vira obsessão, ela deixa de ser uma ferramenta e passa a ser um mecanismo de cobrança constante, muitas vezes guiado por medo, comparação e necessidade de validação.

A neurociência explica

Do ponto de vista da neurociência, esse processo faz sentido. A dopamina, neurotransmissor associado à motivação e recompensa, é liberada sempre que estabelecemos e atingimos metas. Inicialmente, isso cria um ciclo positivo: você define um objetivo, age, alcança e se sente recompensado. Consequentemente, seu cérebro aprende que aquele comportamento vale a pena. Porém, à medida que esse ciclo se intensifica, a busca pela recompensa pode se tornar o próprio objetivo. É exatamente nesse ponto que a disciplina vira obsessão. O indivíduo deixa de valorizar o processo e passa a viver apenas em função da próxima conquista, entrando em uma corrida interminável.

Além disso, entra em cena outro fator decisivo: o cortisol, hormônio relacionado ao estresse. Em níveis adequados, ele ajuda na resposta a desafios. Entretanto, quando a pressão por resultados é constante, o organismo permanece em estado de alerta contínuo. Como resultado, surgem sinais claros de desgaste: dificuldade de concentração, irritabilidade, queda de energia e, em casos mais extremos, burnout. Portanto, quando a disciplina vira obsessão, não estamos falando apenas de comportamento, mas de um desequilíbrio fisiológico que compromete o desempenho no médio e longo prazo.

O impacto de quando a disciplina vira obsessão

Outro ponto importante é o impacto psicológico desse padrão. Quando o valor pessoal passa a ser medido exclusivamente pelos resultados, qualquer falha deixa de ser um aprendizado e passa a ser interpretada como incapacidade. Nesse contexto, o erro não é tolerado, o descanso é visto como perda de tempo e a satisfação nunca é suficiente. Ou seja, a disciplina deixa de impulsionar e passa a aprisionar. É por isso que entender quando a disciplina vira obsessão é fundamental para evitar um ciclo silencioso de autossabotagem.

Como manter a disciplina sem cair na obsessão?

Diante disso, surge a pergunta inevitável: como manter a disciplina sem cair na obsessão? Em primeiro lugar, é necessário desenvolver consciência. Observar os próprios padrões é o ponto de partida. Você consegue descansar sem culpa? Consegue celebrar suas conquistas ou já está sempre pensando na próxima meta? Você se sente constantemente exausto, mesmo quando entrega resultados? Essas perguntas ajudam a identificar se a sua disciplina ainda está saudável ou se já ultrapassou o limite.

Em seguida, é fundamental redefinir a relação com metas. Metas continuam sendo importantes, mas precisam estar conectadas a valores e propósito. Quando o objetivo faz sentido, o processo se torna mais leve e sustentável. Além disso, dividir grandes metas em etapas menores permite reconhecer progressos ao longo do caminho, reduzindo a dependência de grandes picos de recompensa.

Outro aspecto decisivo é o desenvolvimento da autocompaixão. Embora muitas pessoas associem isso à fraqueza, na prática, trata-se de inteligência emocional. Pessoas que conseguem lidar melhor com seus erros tendem a manter consistência por mais tempo. Em contrapartida, a autocrítica excessiva aumenta o estresse e reduz a capacidade de recuperação. Portanto, aprender a se tratar com respeito não diminui sua performance, pelo contrário, sustenta ela.

Além disso, é indispensável incluir descanso e lazer como parte da estratégia, e não como exceção. O cérebro precisa de pausas para consolidar aprendizados, gerar novas ideias e manter o equilíbrio emocional. Ignorar isso pode até gerar resultados no curto prazo, mas compromete seriamente a performance no longo prazo. Em outras palavras, produtividade sem recuperação não é alta performance, é desgaste acumulado.

Por fim, vale destacar o papel do propósito. Quando existe um significado claro por trás das ações, a disciplina deixa de ser uma imposição e passa a ser uma escolha. Isso reduz a necessidade de validação externa e torna o processo mais consistente. Assim, a energia não vem apenas da recompensa, mas do sentido atribuído ao que está sendo construído.

Quando a disciplina vira obsessão, o problema não está na disciplina em si

Portanto, quando a disciplina vira obsessão, o problema não está na disciplina em si, mas na forma como ela está sendo utilizada. Disciplina saudável constrói, sustenta e impulsiona. Já a obsessão desgasta, limita e aprisiona. Saber diferenciar essas duas forças é o que permite alcançar resultados sem abrir mão do equilíbrio.

No fim das contas, sucesso não é apenas sobre chegar lá, mas sobre como você chega. E a verdadeira alta performance acontece quando existe resultado com consistência, crescimento com equilíbrio e disciplina com consciência.

Funcionários pedem demissão de líderes despreparados

Funcionários não pedem demissão de empresas. Pedem demissão de líderes despreparados.

Essa frase pode soar dura. Mas os dados mostram que ela está muito mais próxima da realidade do que muitas empresas gostariam de admitir.

Durante anos, organizações tentaram explicar o turnover com fatores como salário, benefícios ou falta de oportunidades. Tudo isso influencia, sim. Mas existe um fator muito mais determinante e muitas vezes ignorado: a liderança.

Segundo um estudo da Gallup, 75% dos pedidos de demissão estão diretamente ligados aos gestores.

Outro dado da mesma linha mostra que cerca de 50% dos profissionais deixam seus empregos por causa do chefe.

E não para por aí.

Uma pesquisa da consultoria Michael Page aponta que 8 em cada 10 profissionais já pediram demissão por causa de um gestor inadequado.

Ou seja, não é um detalhe. É um padrão.

O problema não é a empresa, mas sim a experiência dentro dela.

Quando alguém entra em uma empresa, geralmente entra pela marca, pela proposta, pela oportunidade. Mas quando decide sair, raramente é por isso.

Sai pela experiência diária.

E essa experiência é, em grande parte, definida pelo líder direto.

É o líder que:

  • dá clareza
  • desenvolve pessoas
  • escuta
  • reconhece
  • constrói confiança

Na prática, o líder é a empresa para o colaborador. Mas quando essa relação falha, nenhum benefício compensa.

O impacto direto nos resultados

Muitas empresas ainda tratam liderança como algo intuitivo.

Promovem os melhores técnicos esperando que, automaticamente, se tornem bons líderes, mas os dados mostram o contrário.

Segundo a Gallup, até 70% do engajamento de uma equipe está diretamente relacionado ao seu gestor.

Agora pense nisso:

Se o líder não está preparado, o time perde engajamento. Quando o time perde engajamento, a produtividade cai. Se a produtividade cai, os resultados sofrem.

E, no fim, a empresa paga a conta e, muitas vezes sem entender a origem do problema.

O custo de líderes despreparados

A saída de um colaborador não é apenas uma troca de pessoas. É perda de conhecimento, quebra de ritmo, impacto no clima e custo financeiro.

Substituir um profissional pode custar entre 120% e 200% do seu salário anual.

Agora imagine esse custo sendo gerado não por falta de talento, mas por líderes despreparados.

Além disso, estudos mostram que 42% das saídas poderiam ser evitadas se a empresa (e principalmente o líder) tivesse agido a tempo.

Ou seja: grande parte do turnover não é inevitável. É consequência de gestão.

A verdade que poucas empresas encaram

Empresas não perdem talentos apenas para o mercado. Elas perdem talentos na comunicação falha, na falta de desenvolvimento, na ausência de escuta, na liderança ineficaz…

E o mais crítico: muitas vezes continuam investindo em processos, ferramentas e estratégias, enquanto ignoram o principal fator que sustenta tudo isso — o comportamento das pessoas, especialmente de quem lidera.

O que diferencia empresas que retêm talentos

Não são as que pagam mais nem necessariamente as que oferecem mais benefícios. São as que desenvolvem líderes que sabem se comunicar, dar feedback, desenvolver pessoas, lidar com pressão sem gerar medo, construir confiança…

Afinal, as pessoas não permanecem apenas por oportunidades. Elas permanecem por relacionamento, crescimento e ambiente.

Se a sua empresa quer reduzir turnover, aumentar engajamento e motivação e melhorar resultados de forma consistente, o caminho passa, inevitavelmente, pelo desenvolvimento de liderança e comportamento.

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Resistência em aprender: Como isso atrapalha o desenvolvimento profissional

A resistência em aprender é um comportamento muito sutil,mas impede profissionais competentes de avançar.

O comportamento que mais impede profissionais competentes de crescerem: a resistência em aprender

Você já se perguntou por que alguns profissionais extremamente competentes parecem estagnados na carreira? E por que, mesmo com talento, algumas pessoas não conseguem avançar no desenvolvimento profissional?

Afinal, estamos falando de pessoas com alto nível técnico, currículo sólido e resultados consistentes. Ainda assim, por mais que se esforcem, o reconhecimento não vem. A promoção não chega. E o crescimento simplesmente trava.

À primeira vista, isso pode parecer injusto. No entanto, existe uma explicação e ela não está na falta de capacidade.

Na verdade, o que impede esses profissionais de avançar é algo muito mais sutil: a resistência em aprender, especialmente no campo comportamental.

A maior mentira: O trabalho fala por si!

Durante muito tempo, fomos levados a acreditar que bons resultados seriam suficientes para garantir crescimento profissional. Porém, na prática, isso não se sustenta.

Isso porque, além da entrega técnica, existe um fator decisivo que muitas vezes é negligenciado: o comportamento.

Em outras palavras, não basta fazer bem o seu trabalho. É preciso saber se comunicar, se relacionar, influenciar e colaborar.

Assim, enquanto a competência técnica constrói a base, são as chamadas soft skills que sustentam e impulsionam a carreira.

O perigo da resistência em aprender

Cuidado com a mentalidade “eu já sei”!

Em um mundo em constante transformação, a capacidade de aprender deixou de ser diferencial e tornou-se essencial. No entanto, muitos profissionais acabam criando uma barreira interna, sustentada por pensamentos como:

  • “Eu já sei o suficiente”

  • “Sou bom no que faço, não preciso mudar”

À primeira vista, essas crenças parecem inofensivas. Contudo, com o tempo, elas se transformam em um bloqueio poderoso.

Isso acontece porque essa mentalidade, essa resistência em aprender, impede o desenvolvimento justamente das habilidades mais exigidas nos níveis mais altos da carreira.

Quando o comportamento limita o talento

Para entender melhor, pense em um profissional tecnicamente brilhante, mas que:

  • tem dificuldade de se comunicar.

  • evita conversas difíceis.

  • não sabe lidar com feedback.

  • ou não consegue trabalhar bem em equipe.

Agora reflita: até onde ele consegue chegar?

Provavelmente, não muito além do nível técnico.

Isso acontece porque, conforme a carreira avança, o que mais importa não é apenas o que você faz, mas como você faz e como você se relaciona com os outros.

Um exemplo: a história de Ana

Considere o caso da Ana, uma engenheira extremamente competente.

Ela sempre acreditou que seus resultados falariam por si. E, de fato, seus projetos eram excelentes.

No entanto, quando surgiu a oportunidade de assumir uma posição de liderança, algo travou.

Ana evitava conflitos, tinha dificuldade em delegar e interpretava feedbacks como ataques pessoais. Como consequência, não se sentia preparada e acabou ficando para trás.

Perceba que o problema não era técnico. Pelo contrário, era a resistência em aprender, em desenvolver habilidades comportamentais que a impedia de crescer.

Enquanto isso, outros profissionais, talvez menos brilhantes tecnicamente, mas mais abertos ao aprendizado, avançavam.

O que realmente diferencia quem cresce

Diante desse cenário, fica claro que o verdadeiro diferencial não está apenas no conhecimento, mas na capacidade de evolução contínua, de estar sempre em desenvolvimento profissional. Ou seja, profissionais que crescem são aqueles que:

  • reconhecem suas limitações

  • estão abertos a feedback

  • desenvolvem inteligência emocional

  • investem em comunicação e relacionamento

Além disso, entendem que o desconforto do aprendizado faz parte do processo.

A importância da humildade para aprender

Antes de mais nada, é preciso compreender que comportamento também é uma habilidade — e, portanto, pode ser desenvolvido.

Nesse sentido, a humildade se torna uma das competências mais poderosas. Afinal, reconhecer que ainda há espaço para evoluir é o primeiro passo para o crescimento real.

Por outro lado, resistir a essa evolução é, na prática, escolher permanecer no mesmo lugar.

Uma reflexão importante

Agora, vale uma pergunta direta:

Qual comportamento você tem evitado desenvolver?

Será que existe alguma soft skill como comunicação, empatia ou liderança, que você vem negligenciando?

Porque, no fim das contas, o seu comportamento está comunicando o tempo todo. E, muitas vezes, ele está dizendo exatamente por que você ainda não avançou.

Conclusão: crescer é, antes de tudo, se transformar

Em resumo, o crescimento profissional não depende apenas de conhecimento técnico. Pelo contrário, ele exige evolução comportamental, abertura ao novo e disposição para mudar.

Portanto, se você sente que existe uma barreira invisível na sua carreira, talvez seja hora de olhar menos para o que você já domina e mais para o que você ainda evita aprender.

O PODER DA ATITUDE: Desperte esse poder transformador dentro de você!

Compreender o poder da atitude pode ser o primeiro passo para transformar sua trajetória pessoal e profissional.

O poder da atitude: A sua postura pode transformar seus resultados na vida e na carreira

Você acredita que, para chegar ao topo, é preciso ser o mais inteligente, o mais forte ou o mais talentoso? Muitas pessoas pensam que o sucesso é reservado apenas para gênios ou para quem possui um QI muito alto. No entanto, quando observamos a história com mais atenção, percebemos algo curioso: pessoas aparentemente comuns foram capazes de conquistar resultados extraordinários.

Então, o que realmente as diferenciou?
A resposta está no poder da atitude.

Mais do que talento, força ou inteligência acima da média, o que impulsiona grandes conquistas é a maneira como alguém se posiciona diante da vida. Ou seja, é a forma como reage aos desafios, toma decisões e assume responsabilidades. Portanto, compreender o poder da atitude pode ser o primeiro passo para transformar sua trajetória pessoal e profissional.

Por que faz tanta diferença?

Desde cedo, somos ensinados a valorizar o currículo, as habilidades técnicas e o conhecimento intelectual. De fato, essas competências são importantes. Entretanto, surge uma pergunta essencial: o que acontece quando o talento encontra um obstáculo? Ou quando a inteligência se depara com uma crise inesperada?

Nesse momento, entra em cena o poder da atitude.

Enquanto algumas pessoas recuam diante das dificuldades, outras escolhem agir, aprender e seguir em frente. Consequentemente, são essas pessoas que encontram novos caminhos, desenvolvem soluções e conquistam resultados que antes pareciam impossíveis.

Em outras palavras, a atitude determina se você ficará paralisado diante dos desafios ou se transformará dificuldades em oportunidades de crescimento.

Protagonista ou coadjuvante: a escolha está na sua atitude

Existe uma diferença clara entre quem se enxerga como protagonista e quem se posiciona como coadjuvante da própria história.

Por um lado, o coadjuvante costuma reagir às circunstâncias. Ele evita riscos, foge de decisões importantes e espera que fatores externos definam seu caminho.

Por outro lado, o protagonista assume a liderança da própria vida. Ele toma decisões, sustenta suas escolhas e influencia o ambiente ao seu redor. Assim, em vez de esperar pelas oportunidades, ele cria novas possibilidades.

Portanto, o poder da atitude não está em ser o mais forte ou o mais rápido. Está, acima de tudo, na mentalidade e na postura diante das situações da vida.

O poder da atitude muda sua forma de enxergar desafios

Outro aspecto importante é que o poder da atitude transforma a maneira como interpretamos as situações.

Quando a atitude é positiva e proativa, um obstáculo deixa de ser visto como uma barreira intransponível e passa a ser percebido como um degrau para o próximo nível. Da mesma forma, uma crítica deixa de ser encarada como um ataque pessoal e passa a ser vista como um feedback que pode gerar aprendizado.

Consequentemente, pessoas com uma atitude mais construtiva desenvolvem mais resiliência, aprendem mais rápido e se adaptam melhor às mudanças.

Além disso, essa postura é um dos pilares da liderança verdadeira. Afinal, liderança não é apenas um cargo ou um título. Na prática, liderança é a capacidade de influenciar pessoas por meio da postura, das decisões e das atitudes diárias.

Como desenvolver a atitude na prática

Agora que você já entende a importância da atitude, surge outra pergunta essencial: como desenvolver esse comportamento no dia a dia?

A seguir, veja três estratégias práticas para ativar o poder da atitude na sua vida.

1. Assuma responsabilidade total pela sua história

Antes de tudo, é fundamental entender que a atitude começa quando você decide parar de culpar o ambiente, as pessoas ou o passado.

Claro, nem sempre controlamos tudo o que acontece ao nosso redor. Contudo, sempre podemos escolher como reagir às situações. E é exatamente nesse ponto que nasce o verdadeiro poder pessoal.

Quando você assume responsabilidade pela própria trajetória, sua postura muda. A responsabilidade gera poder. O poder gera ação. E a ação consistente transforma resultados.

2. Reinterprete desafios como treinamento

Além disso, é importante mudar o significado que você dá aos desafios.

Em vez de enxergar as dificuldades como ameaças, experimente vê-las como oportunidades de aprendizado. Cada obstáculo pode ser entendido como um treinamento para desenvolver novas habilidades, fortalecer sua confiança e ampliar sua capacidade de adaptação.

Com o tempo, essa mudança de perspectiva faz com que você enfrente desafios com mais coragem e menos medo.

3. Alinhe atitude e ação todos os dias

Por fim, lembre-se de que grandes transformações não acontecem apenas com discursos motivacionais. Na verdade, elas são construídas por meio de pequenas decisões diárias.

É escolher agir com responsabilidade mesmo quando ninguém está observando.
>É manter a postura diante de conversas difíceis.
>É cumprir compromissos, mesmo quando seria mais fácil desistir.

Dessa forma, pequenas atitudes repetidas com consistência constroem uma identidade forte e um caminho de resultados extraordinários.

A atitude pode transformar seu mundo

Em resumo, o poder da atitude não é apenas uma forma de enxergar a realidade. É uma forma de transformá-la.

A maneira como você pensa, decide e age influencia diretamente os caminhos que se abrem à sua frente. Portanto, ao desenvolver uma atitude mais consciente, responsável e proativa, você começa a criar novas possibilidades para sua vida e sua carreira.

Agora vale a reflexão: qual atitude você pode mudar hoje para impulsionar seus resultados?

Pense nisso e dê o primeiro passo. Afinal, muitas vezes, a diferença entre permanecer no mesmo lugar ou conquistar algo extraordinário está justamente no poder da atitude.

MEMÓRIA DO FUTURO: O futuro que você criou com a Lei da Atração

O futuro que você criou com a Lei da Atração

E se a memória mais poderosa da sua vida não estivesse no passado, mas sim no futuro? À primeira vista, essa ideia pode parecer paradoxal. No entanto, quando olhamos com mais atenção para os avanços da neurociência e para pressupostos amplamente discutidos na Programação Neurolinguística, percebemos que o cérebro humano opera de forma muito mais dinâmica e criativa do que imaginávamos. É justamente nesse contexto que surgem os conceitos de Memória do Futuro e lei da atração — duas abordagens que, embora tenham origens distintas, convergem em um ponto essencial: a ideia de que aquilo que você imagina com intensidade pode influenciar diretamente seus comportamentos, suas decisões e, consequentemente, os resultados que você vive.

De um lado, a lei da atração sustenta que nossos pensamentos e emoções influenciam aquilo que atraímos para a nossa realidade. De outro, a neurociência mostra que a forma como representamos mentalmente o futuro altera nosso estado emocional e, portanto, nosso padrão de ação. Assim, quando conectamos Memória do Futuro e lei da atração, percebemos que ambas apontam para o mesmo princípio: aquilo que você ensaia mentalmente tende a se transformar em direção prática.

O que releva a neurociência

Durante muito tempo, acreditou-se que a memória funcionava como um arquivo estático, guardado em algum compartimento específico do cérebro. Entretanto, pesquisas em neurociência mostram que, cada vez que acessamos uma lembrança, na verdade, nós a recriamos. Em outras palavras, lembrar não é simplesmente recuperar; é reconstruir. E, sendo assim, o ato de recordar é também um ato criativo. Portanto, se recriar o passado já envolve imaginação, projetar o futuro é, inevitavelmente, um processo igualmente criativo. E aqui a lei da atração ganha um novo significado, mais estratégico e consciente.

A partir dessa compreensão, torna-se ainda mais fácil entender por que a visualização criativa exerce tanto impacto sobre nossas ações. Diversos estudos indicam que memória e imaginação ativam circuitos neurológicos semelhantes. Logo, quando você imagina intensamente uma situação, seu cérebro reage como se aquela experiência estivesse, de fato, acontecendo. Consequentemente, suas emoções se ajustam, seu corpo responde e suas decisões começam a se alinhar com aquela representação mental.

Pense, por exemplo, em um momento constrangedor do passado. Provavelmente, ao lembrar, seu corpo reage: o coração acelera, o rosto esquenta, a respiração muda. Da mesma forma, ao recordar uma situação de injustiça ou uma apresentação em que você travou, seu organismo responde com tensão e desconforto. Isso ocorre porque o cérebro não distingue com precisão absoluta uma experiência vivida de uma experiência intensamente imaginada. Portanto, se memórias negativas continuam influenciando seu comportamento no presente, nada impede que memórias futuras positivas façam o mesmo — exatamente como propõe, em essência, a lei da atração.

Memória do Futuro e Lei da Atração

Consequentemente, se essa dinâmica pode reforçar memórias dolorosas, ela também pode e deve ser utilizada para criar memórias futuras de sucesso. É exatamente aqui que o conceito de Memória do Futuro ganha força prática. Se você imagina, com riqueza de detalhes, uma conquista já realizada, seu cérebro começa a alinhar emoções, foco e comportamento na direção dessa “lembrança antecipada”. Assim, a lei da atração deixa de ser apenas uma ideia abstrata e passa a ser compreendida como um processo interno de alinhamento entre pensamento, emoção e ação.

A imaginação, portanto, não é um devaneio improdutivo. Ao contrário, funciona como um verdadeiro simulador de voo mental. Quanto mais você treina mentalmente o “pouso perfeito”, maiores são as chances de executá-lo com precisão na vida real. Dessa maneira, em vez de apenas desejar o futuro, você passa a ensaiá-lo internamente até que ele se torne mais provável externamente. E, nesse ponto, a lei da atração se manifesta não como mágica, mas como consequência de coerência comportamental.

E como aplicar esse princípio?

Mas, afinal, como aplicar esse princípio de forma prática e consistente?

Projeção de 5 Minutos

Primeiramente, podemos utilizar a chamada Projeção de 5 Minutos, que consiste em criar a pré-vitória antes de um desafio. Antes de uma apresentação, por exemplo, feche os olhos e imagine não apenas o discurso, mas, sobretudo, a sensação posterior de dever cumprido. Visualize-se sentindo leveza, satisfação e confiança após concluir com sucesso. Ao fazer isso, você oferece ao seu cérebro uma referência emocional positiva. Assim, quando o momento real chegar, ele buscará reproduzir o estado interno já ensaiado. Dessa forma, você ativa conscientemente o mecanismo que muitos associam à lei da atração: foco direcionado com emoção coerente.

Diário do Futuro

Em segundo lugar, há a técnica do Diário do Futuro. Nesse exercício, você escreve sobre suas metas como se já tivessem sido alcançadas. Em vez de registrar “quero correr uma maratona”, descreva a cena da linha de chegada como um fato consumado. Inclua detalhes sensoriais: o som da torcida, a sensação do suor, a presença das pessoas importantes. Ao agir dessa maneira, você fortalece a visualização criativa e cria evidências simbólicas que seu cérebro passa a considerar possíveis — e até familiares. Consequentemente, suas ações diárias tendem a se alinhar com essa narrativa futura, reforçando, na prática, o princípio da lei da atração.

Filtro da Crença

Além disso, é fundamental trabalhar o Filtro da Crença. Afinal, se a imaginação pode construir memórias futuras de sucesso, também pode criar cenários de fracasso. Pensamentos automáticos como “eu não consigo” ou “vou travar” funcionam como ruídos internos que sabotam o processo. Portanto, sempre que uma crença limitante surgir, questione: “Se eu já tivesse a memória de ter conseguido, como estaria pensando agora?”. Ao fazer essa pergunta, você interrompe o padrão negativo e redireciona sua energia mental. Gradualmente, essa prática modifica seu padrão emocional e comportamental, tornando a lei da atração um processo consciente de reprogramação interna.

Em síntese, o cérebro é uma máquina de criar realidades internas que influenciam diretamente as externas. Quando você alimenta imagens recorrentes de medo, ele se prepara para evitar riscos. Por outro lado, quando cultiva imagens vívidas de superação e conquista, ele se organiza para buscar essas experiências. Portanto, a lei da atração pode ser entendida como o reflexo externo de uma organização interna consistente.

A visualização criativa como estratégia

Por isso, a visualização criativa não deve ser vista como pensamento mágico, mas como estratégia cognitiva e emocional. Trata-se, acima de tudo, de treinar o cérebro para reconhecer o sucesso como algo familiar e alcançável. Assim, em vez de esperar passivamente por um futuro melhor, você começa a construí-lo a partir das representações mentais que escolhe fortalecer diariamente.

No final das contas, o futuro deixa de ser apenas expectativa e passa a ser memória antecipada. E, quanto mais consistente for essa memória, maior será a coerência entre o que você imagina, o que você sente e o que você faz. Logo, quando pensamento, emoção e ação caminham na mesma direção, aquilo que a lei da atração simboliza começa a se concretizar por meio de atitudes alinhadas.

A pergunta, então, não é se o seu cérebro criará memórias do futuro. Ele já faz isso o tempo todo. A verdadeira questão é: que tipo de memória e, consequentemente, que tipo de realidade você está escolhendo construir hoje?

Não investir em comunicação no ambiente de trabalho sai caro!

Por que não investir em comunicação no ambiente de trabalho sai caro

E o que dizem as pesquisas

Em um mundo cada vez mais conectado e competitivo, saber se comunicar não é um diferencial… É uma competência fundamental. E não investir nessa em comunicação no ambiente de trabalho tem um custo real  tanto para indivíduos quanto para organizações.

Vamos ver o que dizem as pesquisas sobre o preço de ignorar a comunicação.

1. Falhas de comunicação custam bilhões

Uma das pesquisas mais impactantes sobre o tema mostra que a falta de comunicação eficaz pode custar até US$ 1,2 trilhão por ano às empresas nos Estados Unidos. Esse valor representa perdas com produtividade, retrabalho, turnover e até perda de clientes, tudo ligado a mensagens mal transmitidas ou mal interpretadas no ambiente de trabalho.

Essa mesma pesquisa mostra que líderes estimam que suas equipes perdem quase um dia inteiro de trabalho por semana apenas resolvendo problemas de comunicação — o que, em média, chega a US$ 12.500 por funcionário por ano em perdas de tempo e produtividade.

2. A comunicação é um gargalo para empresas grandes e pequenas

Segundo um estudo do Project Management Institute (PMI), 64% das maiores empresas do mundo enfrentam falhas significativas de comunicação em suas operações.

Isso significa que a maior parte das corporações ainda lida com problemas que impedem o fluxo de informações, causam ruídos e atrapalham decisões estratégicas.

3. Produtividade e clima organizacional sofrem

Pesquisas indicam que organizações com comunicação eficaz tendem a ter até 25% mais produtividade do que aquelas que não se comunicam bem.

Quando a comunicação falha, além de perdas de tempo e esforço duplicado, surgem problemas como:

  • retrabalho frequente

  • projetos atrasados ou falhados

  • falta de alinhamento de objetivos

  • queda de inovação

  • desmotivação entre equipes
    Esses efeitos impactam diretamente resultados, cultura e eficiência.

4. Impacto humano: estresse, insatisfação e turnover

A comunicação pobre não afeta apenas números. Ela afeta pessoas. Metade dos trabalhadores relatam aumento de estresse devido a informações incertas, e mais de um terço fala que a falta de comunicação piora sua satisfação no trabalho.

Quando a equipe não entende expectativas, objetivos ou prioridades, isso cria um clima de insegurança, baixa confiança e desengajamento. O que, por sua vez, aumenta as chances de turnover e reduz a retenção de talentos.

5. Projetos falham por falta de comunicação

Dados combinados de relatórios de gestão indicam que uma grande parte dos projetos que não alcançam seus objetivos tem na comunicação a causa principal. Em algumas estimativas do setor, aproximadamente 60% dos projetos mal sucedidos podem ser atribuídos a falhas na forma como as informações foram transmitidas ou interpretadas ao longo do ciclo do projeto.

Conclusão: o custo de não investir é maior do que parece

Enquanto muitos veem comunicação como simples troca de mensagens, as pesquisas mostram que ela é um pilar estratégico:

  • Negligenciar a comunicação significa perder produtividade.

  • Significa pagar mais para fazer duas vezes o mesmo trabalho.

  • Significa ter melhores profissionais deixando a empresa por falta de clareza.

  • Significa perder clientes por mensagens mal transmitidas.

E para você, indivíduo, isso se traduz em:

  • oportunidades que passam despercebidas

  • medo de se posicionar

  • dificuldades em liderar conversas complexas

  • relações profissionais e pessoais menos efetivas

Investir em comunicação não é um custo.
É uma proteção contra perdas e um alicerce para crescimento.

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Ownership: 11 características de profissionais com senso de dono

Você já parou para pensar no que diferencia um profissional comum de alguém que realmente se destaca dentro de uma empresa? São várias competências que podem fazer a diferença. Mas uma vem ganhando cada vez mais destaque no mundo corporativo: ownership ou senso de dono.

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Você já ouviu falar deste termo?

Ownership é a capacidade de tratar as responsabilidades da empresa como se fossem suas, como se o negócio fosse seu. É o senso de responsabilidade e comprometimento que o colaborador tem em relação às suas tarefas, resultados e ao sucesso da empresa como um todo. É a capacidade de se importar com o resultado do trabalho, ser proativo, buscar melhorias e entender o impacto que suas ações causam em toda a organização.

 

Ownership vai além de simplesmente fazer o que foi solicitado; envolve agir como se o trabalho ou o projeto fosse “seu”, tomando decisões, resolvendo problemas e buscando melhorias contínuas sem depender de supervisão constante.

Veja as 11 características de profissionais que têm elevado senso de dono:

  1. Interesse pela história da empresa. Profissionais com ownership buscam compreender verdadeiramente a trajetória, origens, missão e valores da empresa para poder tomar decisões mais alinhadas com os objetivos de longo prazo.
  2. Interesse por outras áreas da organização. Esses profissionais se interessam por suas próprias áreas, mas também por outros setores da empresa, buscando compreender o funcionamento e os desafios deles. Isso contribui para um ambiente de trabalho mais colaborativo.
  3. Vontade de estudar e aprender. Eles estão sempre em busca de aprender e expandir suas habilidades. Eles assumem o controle do próprio desenvolvimento. Assim, são mais preparados para lidar com diversos desafios.
  4. Tentam entender e melhorar métricas e metas. Eles se dedicam a entender as métricas e as metas e buscam formas de melhorar constantemente os resultados, seja no seu próprio desempenho ou nas operações de sua área.
  5. Usam a crítica como ponto de partida para melhorias. Profissionais com alto senso de dono usam os feedbacks que recebem para ajustar processos, melhorar suas fraquezas e resultados e contribuir com o aprimoramento contínuo da empresa.
  6. Organizam-se para dar conta de suas responsabilidades. Profissionais com ownership sabem como organizar o tempo da melhor forma possível para dar conta de suas responsabilidades. Eles buscam garantir que suas entregas estejam sempre no prazo e com qualidade.
  7. Sugerem novas ideias. Esses profissionais têm o hábito de sugerir inovações que podem gerar grandes mudanças para a empresa. Eles sabem que, ao pensar de forma criativa, podem agregar valor em diferentes aspectos do negócio.
  8. Não hesitam em ajudar quando algo sai errado. Profissionais com senso de dono entendem que todos devem trabalhar juntos. Sempre que preciso, mesmo fora da sua área de atuação, eles não hesitam em ajudar. Eles sabem trabalhar bem em equipe, incentivando a sinergia do grupo.
  9. São abertos para escutar novas ideias. Eles estão sempre dispostos a escutar o que os outros têm a dizer. Acreditam que as melhores soluções vêm da colaboração e que sempre há algo novo a aprender.
  10. Não se abatem facilmente com erros e fracassos. Errar faz parte do processo de crescimento. Profissionais com ownership sabem disso e não se abatem diante de falhas. Eles enxergam nos erros oportunidades de aprendizado, ajustam suas abordagens e continuam seguindo em frente com mais confiança e motivação.
  11. São automotivados. Profissionais com senso de dono são automotivados. Eles não esperam que alguém os incentive. Eles têm iniciativa e sabem que o sucesso da empresa depende também da sua dedicação e esforço.

Adote a mentalidade de ownership!

Se você quer ser um profissional de destaque, comece a desenvolver essas características no seu dia a dia. Adote a mentalidade de ownership e veja como isso pode transformar sua carreira e impactar positivamente o seu ambiente de trabalho.

 

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Liderar pelo exemplo – Esta é a melhor forma de liderança?

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Liderar pelo exemplo nem sempre é fácil, mas pode fazer a diferença!

Pare por um instante e procure lembrar de um líder que realmente tenha marcado positivamente a sua vida.

Conseguiu lembrar de um? E será que você consegue se lembrar de mais alguns outros?

Provavelmente, você tenha conseguido puxar no máximo duas ou três pessoas, não é mesmo?

Isso porque ainda existe uma grande dificuldade de encontrarmos bons líderes. E por que será que isso acontece?

Porque ainda há nas empresas uma escassez de bons líderes. Ainda existe muita dificuldade em treinar, em capacitar os líderes para que eles sejam realmente propagadores de coisas boas, inspiradores de outras pessoas.

E o desafio para os que já são líderes é ainda maior, pois eles precisam representar o que a empresa significa ao cliente e o que ela quer passar ao mercado. Eles precisam servir como exemplo às pessoas ao redor dele.

Albert Schweitzer, filósofo alemão, já dizia:

“Liderar pelo exemplo não é a melhor maneira de liderar. É a única.”

Para liderar pelo exemplo os líderes precisam ter os comportamentos, atitudes e valores que desejam ver em sua equipe. Eles devem praticar o que pregam para inspirar seus liderados.

Esta forma de liderança é fundamental para construir relacionamentos saudáveis, credibilidade, confiança e respeito dentro de uma equipe.

Liderar pelo exemplo nem sempre é fácil, mas, acredite, pode fazer a diferença! Afinal, esta maneira de liderar pode realmente inspirar outras pessoas a fazerem o melhor por elas e pelos outros.

Sentido da vida: Um dia a mais ou a menos?

Talvez sejam estas algumas das maiores angústias do ser humano: Não saber ao certo a que veio, o sentido da vida, e muito menos quanto tempo resta para descobrir e efetivamente fazer o que deve ser feito.

Página 4 | Adulto Sozinho Imagens – Download Grátis no Freepik Sentido da vida:

Não sei quando, onde ou em que circunstâncias você está lendo este texto. Não sei também se ao final você irá gostar ou não dele. É muito provável que também eu não conheça você pessoalmente. Mesmo com toda esta falta de informações a seu respeito, sei algo sobre você que é inexorável:

Se está sendo agraciado com o dia de hoje é porque ainda tem algo a fazer.

Pode parecer piegas em um primeiro momento, mas pare e pense. É ou não é verdade? Talvez você ainda não saiba muito bem o que é, menos ainda como vai chegar até lá, mas que você tem algo a fazer, isso tem.

Aliás, talvez sejam estas algumas das maiores angústias do ser humano: Não saber ao certo a que veio, o sentido da vida, e muito menos quanto tempo resta para descobrir e efetivamente fazer o que deve ser feito. Um dia a mais que vivemos é um dia a menos que temos para viver. Com base neste raciocínio, pare e pense. Não seria sem sentido a vida se não houvesse um propósito maior?

Tá, tudo bem. Concordo que seja bacana em muitos momentos viver. Quando estamos com quem gostamos ou fazendo as coisas que gostamos, passeando, dando gostosas gargalhadas, ou seja  lá o que for. Contudo, há o outro lado da moeda. Dificuldades, lágrimas, sofrimento, incerteza. Faz parte. Não haveria aprendizado se não fosse assim.

 

Qual o sentido da vida?

Mas, sendo bem objetivo, você sabe o porquê Dele, Deus, ter permitido a você mais um dia? Sabe qual sua missão aqui na Terra? Qual o sentido da vida?  Pois é… Estas são as pergunta que provavelmente mais de 80% das pessoas não sabem responder. E dos outros 20%, pelo menos metade, apenas acha que sabe, pois arrumou um modo mais fácil de fugir deste questionamento. Simplesmente aceitou o destino que lhes foi imposto e acha que é assim mesmo, não há nada a fazer para mudar tal sorte.

Isto é perfeitamente compreensível. É muito mais cômodo atribuir nossos insucessos a fatores externos, a outras pessoas ou a um Deus que supostamente está querendo nos fazer passar por provações. É mais fácil reclamar da vida e achar que a recompensa virá quando passarmos desta para uma melhor.

Buscar o que se deseja, ir a fundo para se entender o que realmente viemos fazer, nos traz um custo. Só o fato de tentar ser diferente da maioria já traz desconforto. Vivemos buscando caminhos, mas caminhos são trilhas que nos levam a outros caminhos. Este ciclo se repete insistentemente e a jornada só termina quando estamos realmente alinhados ao que realmente viemos fazer neste mundo.

Há também aqueles que no fundo sabem o que tem de ser feito, mas não acreditam em sua intuição, em seu potencial ou acham penoso demais o caminho para alcançar seus objetivos. A pergunta que cabe nestas situações é…

Até onde você está disposto a ir para alcançar seus sonhos?

Ressalto que não estou falando apenas de conquistas materiais, mas de algo que transcende isto. Existe algo que fez com que Ele lhe trouxesse a este mundo. Cabe a você desvendar este enigma e ser digno da missão que te foi confiada. E ao final de cada dia se perguntar: Este foi um dia a mais que usei da melhor forma possível? Ou um dia a menos que tenho para descobrir o que quero?

Autor: José Carlos Carturan Filho

Tesouro de Bresa e a busca pelos nossos sonhos

Perceba como esta história, Tesouro de Bresa, pode dizer muito em relação à nossa busca pelos nossos sonhos.

Tesouro Imagens – Download Grátis no Freepik Tesouro de Bresa

Houve outrora na Babilônia um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim. Homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de vir a ser riquíssimo. Um dia, parou na porta de sua humilde casa um velho mercador da Fenícia, que vendia uma infinidade de objetos extravagantes. Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas. Então, descobriu uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos. Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar, sem demora, o bem que havia adquirido.

E qual não foi sua surpresa quando conseguiu decifrar. Na primeira página, a seguinte legenda.

O segredo do tesouro de Bresa.

Mas as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus. Em função disso, ao final de três anos, Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros. Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável casa.

Continuando a ler o livro, encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras. Para entender o que lia, estudou matemática com os calculistas da cidade. Em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das transformações aritméticas. Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates. Assim, fez com que o rei o nomeasse prefeito. Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.

Passou a viver em suntuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo. Graças ao seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo. No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro.

Certa vez, então, teve a oportunidade de questionar um sábio sacerdote a respeito daquele mistério, que sorrindo esclareceu:

– O tesouro de Bresa já está em seu poder, pois graças ao livro você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui. Afinal, Bresa significa saber…

Com estudo e trabalho pode o homem conquistar tesouros inimagináveis. O tesouro de Bresa é o saber, que qualquer homem esforçado pode alcançar. Por meio da busca do desenvolvimento contínuo, que traz tesouros encantados àqueles que se dedicam à sua busca com amor e persistência.

Melhoria contínua

Esta simples história é o símbolo de um sistema de gestão empresarial e pessoal japonês chamado KAIZEN, significando melhoria contínua. Este sistema, adotado por diversas empresas no mundo fez, por exemplo, com que a Toyota se tornasse uma das grandes potências mundiais no segmento automobilístico.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Medo do fracasso: E se ele não existisse?

Medo Imagens – Download Grátis no Freepik Medo do fracasso

Medo do fracasso? Mas e se ele não existisse?

O que você faria na sua vida se soubesse que não iria fracassar? Isso mesmo. Quais decisões você tomaria na sua vida se, por algum motivo, você tivesse a plena certeza que não haveria a mínima possibilidade de algo dar errado?

Imagine que um belo dia você encontrasse uma lâmpada mágica, um gênio, um anjo ou tivesse a oportunidade de ter uma conversa direta com o Pai Celestial e recebesse a garantia de que não haveria erro. O que você fizesse daria certo.

O que você faria? Você sabe responder? Pense em sua vida pessoal, afetiva, profissional, financeira… Qualquer um dos segmentos.

Mais uma vez: O que você faria se soubesse que não iria fracassar?

Pediria aumento? Daria entrada para obter a sua tão sonhada casa própria? Tomaria coragem para convidar para um cinema aquela pessoa que há tanto tempo você vem paquerando? Mudaria de profissão? Investiria em você? Faria aquela reforma tão desejada em sua casa? Viajaria para aquele lugar tão sonhado?

Pois é… Talvez as respostas tenham vindo à sua mente, mas talvez você esteja surpreso, justamente por não saber o que você realmente tem desejo de fazer.

 

O medo do fracasso

Há ainda um agravante. Em certas ocasiões, não temos esta resposta, ou ainda que tenhamos a resposta, ficamos hesitantes em responder, justamente porque o medo do fracasso é um dos sentimentos que mais paralisa o ser humano.

Sabe aquilo que sentimos quando estamos prestes a tomar uma decisão, mas na hora H acabamos por não tomá-la? Quando temos algo a fazer, mas não fazemos? Muitas vezes, este sentimento que toma conta de nós é o tal medo do fracasso.

 

O sucesso

Agora, faça o mecanismo inverso. Pense em alguém que para você seja um símbolo de sucesso. Já lembrou? Agora me responda novamente. Você concorda comigo que em algum momento estas pessoas também tiveram medo de tomar decisões? E você realmente acredita que elas não hesitaram, não titubearam em nenhum momento? Certamente hesitaram e ficaram inclinadas a desistir, mas houve algo maior, mais forte, mais intenso que fez com que elas prosseguissem.

O que foi esse algo? Desculpe, mas isso você terá de descobrir por si mesmo. Você terá de experimentar. Então, quando tiver algo a fazer e sentir aquela vontade de desistir, aquele medo de fracassar, terá de ir adiante. Ao menos uma única vez.

Faça a experiência e você vai se surpreender com os resultados. Por experiência pessoal, posso te afirmar o seguinte. Já senti este mesmo medo várias vezes e em certas ocasiões sinto-o até hoje, mas o que obtive de mais precioso em minha vida, obtive quando rompi a barreira do medo.

Tenho certeza que você também já conquistou coisas e objetivos que nem mesmo você acreditava ser capaz. Então, lembre-se daqueles momentos.

Certamente, alguma vez na vida, você também já rompeu este muro chamado medo do fracasso. Talvez esta seja a única distância entre quem tem e quem não tem sucesso, quem alcança e quem não alcança seus objetivos: decidir romper ou não esta barreira.

Acredite em você e tome as melhores decisões!

Autor: José Carlos Carturan Filho

Procrastinar: Como parar e conseguir sucesso no que você deseja

Você já parou para pensar no que te impede de agir para conseguir o que deseja? Qual tarefa você tem que fazer, mas tem evitado a todo custo? O que você deve parar de procrastinar?

Por exemplo, vamos supor que você precise fazer atividade física e sempre acaba deixando para começar na próxima segunda-feira. Quando você adia este momento, está adiando a dor do momento de ter de se levantar e ir, a dor de ter que arranjar um tempo na agenda corrida, ou o cansaço da atividade física. Assim, você sempre arranja uma desculpa e nunca começa.

Página 2 | Procrastination Imagens – Download Grátis no Freepik Procrastinar

Depois de um tempo, um médico te diz que você precisa começar a atividade física imediatamente, pois sua vida está em risco. Você se assusta e finalmente começa a atividade, não é?

Sabe por que isso acontece? Porque agora a dor de não fazer a atividade física é maior do que a dor de fazê-la.

Então, como você pode usar isso a seu favor? Como esse conhecimento por mudar sua vida?

Tony Robbins sugere mudar sua maneira de lidar com esse tipo de situação no futuro. Como?

Em vez de procrastinar e sempre arranjar uma desculpa (sim, sua justificativa é uma desculpa), faça a si mesmo a seguinte pergunta.

Se eu não fizer isso agora, qual a dor que vou sentir no futuro?

Melhor ainda: Depois deste exercício com a dor, imagine o prazer que vai sentir quando conseguir o que realmente deseja.

 

O segredo do sucesso é aprender como usar a dor e o prazer, em vez de deixar que usem você.

(Tony Robbins)

 

Quer organizar seu tempo da melhor forma possível e parar de vez de procrastinar? Conheça o curso online Gestão do Tempo, disponível na Elleven Academy (clique AQUI) e na 11Flix (clique AQUI).

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

Gestão de equipes – a transição do feedback

O feedback é uma das mais eficazes ferramentas de gestão de equipes e tem custo relativamente baixo. E mesmo assim, o feedback demorou a pegar.

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Feedback também passa por transformações

Certamente podemos afirmar que as coisas mudam, e cada vez mais rapidamente. Torna-se desnecessário falar que a tecnologia, as relações, os valores sociais dentre outros tantos pontos passam por vertiginosa transição. E, embora o contexto corporativo, logicamente, faça parte deste todo, por algum motivo quase inexplicável, parece que ali as coisas demoram um pouco mais para acontecer. Pode ser pela cultura vigente, pelas preocupações com resultados ou, simplesmente, pela dificuldade em mudar hábitos e paradigmas de um padrão que até vem dando certo. Isso acontece em várias esferas e, no que diz respeito ao feedback, também.

Uma poderosa ferramenta de gestão de equipes

O feedback é uma das ferramentas de gestão de equipes e performance de maior eficácia e custo relativamente baixo. Mesmo propagado há vários anos, o feedback demorou a pegar. Aliás, ainda não se consolidou totalmente – o feedback não faz parte de toda empresa, de todo modelo de gestão. Pelo menos, não de modo formal. Porém, inegavelmente, podemos afirmar que o feedback já rompeu aquela zona cinzenta, quase imperceptível, que tira determinadas práticas do ostracismo para o cotidiano.

Hoje, nos trabalhos empresariais que fazemos, ouvimos falar muito mais sobre feedback, em diferentes esferas de gestão. E o melhor: percebemos que mais do que um discurso – o feedback tem se tornado uma prática usual. Talvez isso tenha ocorrido por pura necessidade. Ou, ainda, porque as empresas começaram a perceber que é bem mais inteligente e barato orientar, aprimorar ou gerenciar, do que simplesmente ficar naquele ciclo contrata-demite do qual muitas empresas são reféns.

Fato é que, inegavelmente, gestores, colaboradores e empresas de modo geral, parecem ter despertado para a importância do feedback. Ele deve ser dado não apenas de maneira burocrática e protocolar ou associado à obrigatoriedade do pós-avaliação de desempenho, mas sim de modo habitual, com técnicas, com estrutura, baseado sempre em dados e fatos. Além de ter como objetivo principal, gerar retornos construtivos sobre desempenho, gerar entendimento a respeito dos pontos de melhoria e, principalmente, funcionar como elo entre quem fornece e quem recebe este feedback.

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

Quer saber mais sobre a importância de um feedback bem aplicado? Conheça o nosso curso online Estratégias de Feedback e aprenda a formula eficaz para a sua aplicação.

Este curso está disponível na Elleven Academy (clique AQUI para assinar) e na 11Flix (clique AQUI para assinar).

 

 

 

 

Seja o protagonista no filme da sua própria vida!

O filme da sua vida

Quais são os papéis que você pode encenar para ser protagonista no filme da sua vida?

Claquete Imagens – Download Grátis no Freepik protagonista

Pode parecer uma comparação simples demais, mas talvez seja uma das mais fáceis de ser compreendida. Nossa vida se parece com um filme.

Há um enredo, um diretor que assiste e nos dá as diretrizes lá de cima. Existem também cenários diferentes, personagens que fazem parte do elenco principal, alternâncias (às vezes bruscas) de contexto. De aventura para drama, de suspense para romantismo, comédia e até alguns momentos de terror.

Esses enredos vão mudando, às vezes construídos criteriosamente como se fosse uma trilogia ou uma saga. Em outros, mudam com velocidade vertiginosa, deixando sem fôlego quem participa da trama. Em certas passagens, a trama está traçada e o diretor não admite mudanças. As coisas estão nas mãos Dele e Ele às vezes tira de cena personagens que são essenciais na nossa história. Aliás, de forma geral, sabemos o final do filme. Nós também sairemos da história.

Entretanto, ao contrário do que muitos pensam, o Diretor fica muitas vezes esperando qual papel nós queremos encenar no filme. Ou seja, seu papel no filme da SUA vida, talvez não seja tão predeterminado quanto parece. Há no mínimo quatro alternativas para que você possa escolher. E sua escolha sim, incidirá diretamente no enredo do filme.

Os papéis

E talvez você esteja se perguntando…

Afinal, quais são esses tais papéis que posso encenar no filme da minha vida?

Lá vai. O primeiro deles é aquele que foi reservado para você e só para você, mas que, ainda assim, muitas pessoas insistem em não assumir. O papel se chama PROTAGONISTA. Para encená-lo, basta tomar definitivamente as rédeas das suas decisões e saber que elas são determinantes no final do filme.

O segundo, algumas pessoas, sem perceber vivem encenando. São COADJUVANTES da própria história. Contentam-se em ficar em segundo plano, relegando as decisões, as sequências do filme a outras pessoas, esperando que elas decidam, e simplesmente participando disso. Aparecem de vez em quando, mas deveriam aparecer em todas as cenas.

O terceiro papel, não menos comum, é o papel de FIGURANTE. Muitas pessoas o encenam e deixam a trama correr, apenas vez ou outra interagindo com os que se tornam os atores principais. Podem ser familiares, cônjuges, líderes. Acham que só se esses outros personagens assumirem o posto principal, o filme andará bem. Não ousam aparecer e ficam dependentes dos outros para que a história se conclua. Então, acabam ficando sem saber qual rumo devem tomar.

E por último, uma função que talvez nem seja um papel, mas que muitos acabam assumindo no filme de suas próprias vidas: o de ESPECTADOR. São aqueles que simplesmente abdicam do poder de decisão que possuem e ficam apenas e tão somente vendo a vida passar. São aqueles que olham sua própria vida, como se estivessem apenas a mercê do grande Diretor. Ou então como se o sucesso de bilheteria dependesse apenas dos demais participantes do filme. Não escolhem, não decidem. Apenas assistem a tudo e acham que estão ao sabor da sorte, sem perceber que só eles podem intervir e mudar o gênero do filme, caso o atual esteja desagradando.

Você está sendo protagonista?

Não adianta apenas contar com o Diretor. Ele sempre orienta, mas não adianta se você não se dispuser a atuar como protagonista. E você? Atualmente está em qual dos papéis?

Assuma o papel de protagonista no filme da sua própria vida!

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

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Neuromarketing – Como usá-lo para vender mais e melhor

 

As diversas estratégias que te atraem sem que você perceba

 

Use o neuromarketing a seu favor!

Você entra em um shopping e percebe um aroma agradável. Passeia por corredores amplos e com chão meio liso e encontra vitrines criteriosamente preparadas. Entra na loja e está tocando uma música alta e vibrante. Sem se dar conta, acaba envolvido por essa atmosfera. Olha os produtos e até compra algo, que às vezes, não precisa realmente. Depois volta para os corredores sentindo aquela sensação de satisfação. Olha ao redor em busca de um relógio, mas não encontra nenhum.

Não está com fome, mas passa por aquela rede de fast food com cores vibrantes e, seduzido pelo cheirinho agradável, sente um apetite momentâneo. Então, você conversa consigo mesmo e conclui que já abusou nos últimos dias. Negocia internamente e opta por comprar apenas um sorvete de casquinha.

Antes de ir embora, resolve dar uma conferida naquela loja de departamentos que vende chocolates, roupas, videogames, eletrônicos, celulares… Assim, acaba novamente pegando um ou dois itens que achou baratinho. Vai para uma fila de caixas rápidos, agora com corredores estreitos e onde existem nos dois lados outros produtos tentadores (para as crianças principalmente) como chicletes, mais chocolates, revistas e algumas ofertas imperdíveis. Coloca mais algumas dessas coisas no cesto de compras. Espera um bocado na fila e comenta com as pessoas que não entende porque “com tantos caixas, apenas dois estão atendendo”.

Pois bem… Os parágrafos anteriores apenas comprovam que, em poucos momentos, você foi atraído por diversas estratégias de uma poderosa ferramenta chamada neuromarketing.

 

O que é neuromarketing?

Criado na Holanda no início da década de 90 e aperfeiçoado na Universidade de Stanford nos EUA, o neuromarketing tem a característica de conciliar conceitos do marketing com fundamentos da neurociência. Isso mesmo. Atualmente, os profissionais pesquisam como o nosso cérebro funciona e com base nesses dados montam estratégias para divulgar produtos e atrair clientes.

Será coincidência que as maiores redes de fast food, as cervejas campeãs em vendas e o refrigerante mais consumido no mundo têm a cor vermelha predominante em seus logotipos e embalagens? Claro que não. O vermelho ativa áreas cerebrais que nos estimulam a ter comportamentos que levam a comprar, às vezes por impulso.

Já se comprova que tomamos mais de 90% das nossas decisões baseados em nossos sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) e emoções. Sons, odores, imagens, cores, texturas, são minuciosamente escolhidos com o objetivo de nos atrair e levar ao ato de consumir. Muito pouco do que decidimos passa por um processo racional de escolha.

 

Essas estratégias são caras?

Mas essas estratégias estão reservadas a grandes empresas que podem investir pesado? A boa notícia é que não. Geralmente medidas simples, já trazem grande diferença no resultado final. Isto é, ações que façam com que o cliente tenha em seu estabelecimento sensações e sentimentos positivos, cores agradáveis, um cafezinho fresco, música suave, recepção confortável e um atendimento cordial já são bons começos.

A propósito, os corredores de shoppings e supermercados são normalmente largos e têm piso bastante liso para que você não ande muito rápido e possa olhar as vitrines. Além disso, não existem relógios nestes ambientes para perdermos a noção do tempo que estamos lá dentro.

 

Com algumas pequenas atitudes e mudanças em seu ambiente de trabalho você pode gerar grandes diferenciais. Use o neuromarketing a seu favor.

 

– O curso online Neuromarketing e Comportamentos do Consumidor está disponível na Elleven Academy e na 11Flix. Garanta já sua assinatura.

 

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Autor: José Carlos Carturan Filho

Feedback- Como aplicar e como pode ajudar

 

O que é feedback

Feedback é uma das técnicas de gestão de pessoas e equipes mais importantes, pois fornece a quem recebe, a possibilidade de desenvolvimento pessoal, profissional e de performance. E tudo isso de maneira econômica.

Naquele momento em que o líder conversa com o colaborador, pode surgir pressão e rejeição por parte de alguns colaboradores. Mas, se aplicado corretamente, o feedback ajuda a identificar os pontos fortes e os pontos de melhoria de cada um. E quem o recebe, poderá ter a chance de se desenvolver e alcançar mais resultados.

O feedback tem como principal função informar a quem recebe sobre seus resultados, desempenho e conduta, fornecendo a essa pessoa a percepção de como é vista pelos outros. Além disso, ele fornece a possibilidade de alterar comportamentos inadequados, o que pode melhorar o relacionamento entre a equipe e entre colaborador e líder.

E, para facilitar esse momento, seguem algumas dicas.

 

 

– Escolha um ambiente tranquilo e neutro: Um local tranquilo pode diminuir a tensão por parte da pessoa que vai escutar.

 

– Pense com cuidado no que você vai falar: Destaque as qualidades da pessoa antes de apontar os pontos a serem mudados. Assim, quem está escutando o feedback, ficará menos resistente às mudanças propostas.

– Um dos erros mais comuns ao dar feedbacks, é focar mais no caráter de quem o recebe e não em suas ações. Por isso, seja parcial. Além disso, explique de forma clara e objetiva quais mudanças estão sendo sugeridas para a pessoa.

– Escute a outra pessoa: Escute com atenção a outra pessoa e finalize a conversa expondo sua sugestão de mudança.

 

Como o feedback pode ajudar a empresa

 

Maior engajamento

Quando bem aplicado, pode aumentar a confiança da equipe pela empresa, aumentando o engajamento dos colaboradores. E uma equipe engajada tem maior produtividade.

 

Direcionamento do trabalho

Ao deixar claro quais são as expectativas para o trabalho de cada colaborador e entender o que cada um espera da empresa, o direcionamento do trabalho fica mais fácil.

 

Maior performance

Ajuda muito a empresa a melhorar sua estrutura organizacional, e, assim, a desenvolver a alta performance.

 

Reter os melhores talentos

Ajuda a reter os melhores talentos na empresa. Mas lembre-se que se aplicado incorretamente, pode gerar disputas na empresa.

 

Estabelecer a cultura organizacional

A empresa pode destacar os valores que ela espera que eles desenvolvam. Assim, a cultura organizacional da empresa vai se fortalecendo cada vez mais.

 

Mais sobre como aplicar feedback

 

 

Clique AQUI e assista ao vídeo “11 pontos para aplicar um feedback eficaz”.

 

 

 

 

feedback

 

 

 

Quer saber qual a fórmula realmente eficaz para a aplicação de um bom feedback? Inscreva-se no curso online Estratégias de Feedback, que está disponível na Elleven Academy e na 11Flix.

 

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

Como NÃO ter sucesso – Cuidado com esses hábitos que atrapalham sua vida!

Já li nos mais diversos lugares, dos mais variados tipos, dos mais variados autores as famosas “Dicas para alcançar o sucesso”. Considero dicas importantes, afinal são diretrizes simples de como em tese podemos alcançar determinado objetivo ou fazer algo de maneira adequada.

Entretanto, quando falamos em ter sucesso, há dois pontos a se considerar. Primeiro: O conceito de sucesso é subjetivo ao extremo. Varia de pessoa para pessoa. Logo, as dicas não servem para todos. Segundo: Se fosse tão simples assim não haveria tantas pessoas com a vida tão enrolada e repleta de insucessos. Obviamente há vários outros fatores envolvidos em se ter ou não sucesso. As tais dicas podem ajudar-nos, mas serão apenas uma base, ainda mais em um mundo tão competitivo e dinâmico.

Desta forma, resolvi fazer o contrário: Vou apontar algumas dicas para NÃO ter sucesso. Se estou ficando louco? Acho que não. Só me propus a enumerar alguns fatos, algumas dicas que certamente afastarão você cada dia mais do tal sucesso, seja lá qual for o conceito de sucesso para você.

Quanto maior a quantidade de pontos que você seguir, menor sua chance de ser bem sucedido. Está curioso? Então lá vai:

1 – Aja como um perdedor. Lamente, se queixe, reclame e fique sempre focado em seus problemas. Jamais busque soluções.

2- Trate as pessoas com desrespeito, impessoalidade, indiferença. Não dê atenção a ninguém que não represente para você uma boa oportunidade de negócios. Considere-as meros números em sua estratégia.

3- Seja mal humorado, arrogante e mal educado. Viva se achando a “última bolacha do pacote”. Faça questão de não guardar o nome das pessoas, próximas ou não.

4- Deixe sua saúde para depois. Afinal, dinheiro, trabalho, TV, relatórios, baladas, bebida, cigarro são muito mais importantes.

5- Gaste seu dinheiro sem planejamento e critério. De preferência gaste bem mais do que ganha. Faça dívidas, muitas dívidas, principalmente no cartão de crédito. Faça crediários intermináveis e pague por uma coisa três vezes seu real valor.

6- Use constantemente frases do tipo: “Não sei”, ‘”não posso”, “não consigo”, “não sei se vai dar”, “isso é muito difícil”.

7- Coloque a culpa de seus fracassos nos outros. Esta é fundamental. Jamais assuma seus erros e aprenda com eles.

8- Aja como vítima. Viva dizendo que todos estão contra você, que nada dá certo, que você é azarado etc.

9- Esteja sempre distante de pessoas que ama, como familiares e amigos. Visite-os apenas para cumprir obrigação.

10- Deixe tudo para amanhã. Adie tudo o máximo que puder. Seja um procrastinador nato.

Logicamente esta é uma brincadeira e um alerta.

Perceba ao seu redor pessoas que adotam alguns destes comportamentos e veja em que condições elas se encontram. E se você estiver pensando: “Conheço alguns que fazem muitas destas coisas e obtém relativo sucesso”, tenha certeza de que é algo fugaz, efêmero. Não se pode enganar as pessoas por muito tempo. E talvez o preço a ser pago por isso seja muito mais caro no futuro.

 

Assista ao vídeo deste artigo:

Autor: José Carlos Carturan Filho

Expectativas

 

Expectativas – significado

Segundo o dicionário, o significado de expectativas é esperanças fundadas em promessas, viabilidades ou probabilidades, ação de esperar, ter esperança. Conceituação conhecida para uma palavra bastante usual em nosso vocabulário.

Vivemos falando de nossas expectativas e esperanças. Muitas vezes, estas expectativas são o combustível, a mola propulsora que nos move em direção aos nossos sonhos. E isso é muito bom. Mas, como em tudo na vida, há o outro lado. Queiramos nós ou não, também somos alvo de expectativas de outras pessoas. Mesmo sem saber, estamos inseridos nas expectativas dos outros, vivendo algo como um sonho alheio.

Isto é inerente ao ser humano – faz parte de nossa natureza. Quando crianças, idealizávamos o par perfeito, fosse este a menina mais bonita e inteligente da classe, ou, o protótipo do príncipe encantado, que atendesse aos anseios e expectativas.

 

Um rumo delicado

Até aí, também nenhum problema. Vivemos em comunidade e, portanto, somos passíveis de participar da vida dos outros. As coisas começam a tomar um rumo meio delicado quando as pessoas passam a exigir de nós, papeis exatamente iguais aos que elas imaginavam ou pensavam para nós em seus roteiros pessoais. Sem sermos avisados, somos rotulados como isto ou aquilo. Assim, passamos a viver um enredo paralelo ao que escolhemos para nós. Digo até que, na melhor das hipóteses, somos protagonistas do filme de nossa própria vida e coadjuvantes no da vida dos outros. Contudo, às vezes, isto se inverte. As pessoas passam a esperar de nós algo exatamente igual ao que elas almejavam. E quando não cumprimos o (não) combinado, isto as chateia. Será que poderiam, ao menos, perguntar se topamos participar deste filme e se concordamos com esta sinopse em que fomos incluídos?

Mas há algo ainda mais preocupante. Parece que quanto mais atendemos às tais expectativas alheias, mais somos cobrados, e as pessoas esperam de nós, condutas ainda mais irretocáveis. É verdadeiro dizer também que, se esperam de nós algo, é porque julgam que temos recursos para tal. Entretanto, em alguns momentos, parece que nossos recursos para lidar com algumas situações estão crescendo em progressão aritmética, enquanto as expectativas das pessoas em relação a nós, aumentam em progressão geométrica.

E chega um momento onde fazer o possível não basta. Exigem de nós posturas, atitudes e até sentimentos. Se não fazemos assim ou assado, as pessoas acham absurdo. Se não gostamos de alguém, então, é o fim do mundo. Isto vale para a vida profissional e para o convívio pessoal.

Creio que alguns dos grandes distúrbios como depressão, ansiedade e estresse sejam causados por esta dificuldade em administrar entre o que queremos/desejamos e o que os outros querem/desejam de nós. E o resultado é bem complexo. Na maioria das vezes, não dá para conciliar as duas coisas e, quanto mais pendemos para um lado, mais o outro fica comprometido. Sendo assim, a questão final fica: Suprir as expectativas dos outros ou as nossas? Uma destas respostas te dará a chance de ser feliz. Já a outra…

 

Autor: José Carlos Carturan Filho

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