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Resistência em aprender: Como isso atrapalha o desenvolvimento profissional

A resistência em aprender é um comportamento muito sutil,mas impede profissionais competentes de avançar.

O comportamento que mais impede profissionais competentes de crescerem: a resistência em aprender

Você já se perguntou por que alguns profissionais extremamente competentes parecem estagnados na carreira? E por que, mesmo com talento, algumas pessoas não conseguem avançar no desenvolvimento profissional?

Afinal, estamos falando de pessoas com alto nível técnico, currículo sólido e resultados consistentes. Ainda assim, por mais que se esforcem, o reconhecimento não vem. A promoção não chega. E o crescimento simplesmente trava.

À primeira vista, isso pode parecer injusto. No entanto, existe uma explicação e ela não está na falta de capacidade.

Na verdade, o que impede esses profissionais de avançar é algo muito mais sutil: a resistência em aprender, especialmente no campo comportamental.

A maior mentira: O trabalho fala por si!

Durante muito tempo, fomos levados a acreditar que bons resultados seriam suficientes para garantir crescimento profissional. Porém, na prática, isso não se sustenta.

Isso porque, além da entrega técnica, existe um fator decisivo que muitas vezes é negligenciado: o comportamento.

Em outras palavras, não basta fazer bem o seu trabalho. É preciso saber se comunicar, se relacionar, influenciar e colaborar.

Assim, enquanto a competência técnica constrói a base, são as chamadas soft skills que sustentam e impulsionam a carreira.

O perigo da resistência em aprender

Cuidado com a mentalidade “eu já sei”!

Em um mundo em constante transformação, a capacidade de aprender deixou de ser diferencial e tornou-se essencial. No entanto, muitos profissionais acabam criando uma barreira interna, sustentada por pensamentos como:

  • “Eu já sei o suficiente”

  • “Sou bom no que faço, não preciso mudar”

À primeira vista, essas crenças parecem inofensivas. Contudo, com o tempo, elas se transformam em um bloqueio poderoso.

Isso acontece porque essa mentalidade, essa resistência em aprender, impede o desenvolvimento justamente das habilidades mais exigidas nos níveis mais altos da carreira.

Quando o comportamento limita o talento

Para entender melhor, pense em um profissional tecnicamente brilhante, mas que:

  • tem dificuldade de se comunicar.

  • evita conversas difíceis.

  • não sabe lidar com feedback.

  • ou não consegue trabalhar bem em equipe.

Agora reflita: até onde ele consegue chegar?

Provavelmente, não muito além do nível técnico.

Isso acontece porque, conforme a carreira avança, o que mais importa não é apenas o que você faz, mas como você faz e como você se relaciona com os outros.

Um exemplo: a história de Ana

Considere o caso da Ana, uma engenheira extremamente competente.

Ela sempre acreditou que seus resultados falariam por si. E, de fato, seus projetos eram excelentes.

No entanto, quando surgiu a oportunidade de assumir uma posição de liderança, algo travou.

Ana evitava conflitos, tinha dificuldade em delegar e interpretava feedbacks como ataques pessoais. Como consequência, não se sentia preparada e acabou ficando para trás.

Perceba que o problema não era técnico. Pelo contrário, era a resistência em aprender, em desenvolver habilidades comportamentais que a impedia de crescer.

Enquanto isso, outros profissionais, talvez menos brilhantes tecnicamente, mas mais abertos ao aprendizado, avançavam.

O que realmente diferencia quem cresce

Diante desse cenário, fica claro que o verdadeiro diferencial não está apenas no conhecimento, mas na capacidade de evolução contínua, de estar sempre em desenvolvimento profissional. Ou seja, profissionais que crescem são aqueles que:

  • reconhecem suas limitações

  • estão abertos a feedback

  • desenvolvem inteligência emocional

  • investem em comunicação e relacionamento

Além disso, entendem que o desconforto do aprendizado faz parte do processo.

A importância da humildade para aprender

Antes de mais nada, é preciso compreender que comportamento também é uma habilidade — e, portanto, pode ser desenvolvido.

Nesse sentido, a humildade se torna uma das competências mais poderosas. Afinal, reconhecer que ainda há espaço para evoluir é o primeiro passo para o crescimento real.

Por outro lado, resistir a essa evolução é, na prática, escolher permanecer no mesmo lugar.

Uma reflexão importante

Agora, vale uma pergunta direta:

Qual comportamento você tem evitado desenvolver?

Será que existe alguma soft skill como comunicação, empatia ou liderança, que você vem negligenciando?

Porque, no fim das contas, o seu comportamento está comunicando o tempo todo. E, muitas vezes, ele está dizendo exatamente por que você ainda não avançou.

Conclusão: crescer é, antes de tudo, se transformar

Em resumo, o crescimento profissional não depende apenas de conhecimento técnico. Pelo contrário, ele exige evolução comportamental, abertura ao novo e disposição para mudar.

Portanto, se você sente que existe uma barreira invisível na sua carreira, talvez seja hora de olhar menos para o que você já domina e mais para o que você ainda evita aprender.

Profissional antifrágil: Como crescer com críticas, crises e caos

O profissional antifrágil

Se você compreender profundamente o que será apresentado neste artigo, críticas, crises e instabilidades deixarão de ser fatores paralisantes e passarão a ser elementos de fortalecimento para você se tornar um profissional antifrágil. Afinal, a grande diferença entre quem quebra sob pressão e quem cresce por causa dela não está na intensidade do impacto, mas na estrutura emocional que sustenta cada pessoa.

Introdução

Em primeiro lugar, é preciso reconhecer algo desconfortável: muitas vezes, o que nos paralisa não é a crítica em si, mas a fragilidade emocional que ela revela. Uma observação direta em uma reunião, um feedback mais duro do que o esperado ou uma avaliação mal interpretada podem ser suficientes para gerar semanas de insegurança, autossabotagem e retração. No entanto, enquanto alguns profissionais se fecham e passam a evitar exposição, outros utilizam exatamente essa experiência como ponto de ajuste e crescimento.

Considere, por exemplo, aquele profissional tecnicamente brilhante, estudioso, competente e reconhecido. Até que, em determinado momento, recebe uma crítica objetiva — nada ofensiva, apenas direta. Ainda assim, algo se rompe internamente. Ele passa a duvidar de si, evita se posicionar e reduz sua presença. Meses depois, quem é promovido não é ele, mas alguém menos técnico, porém emocionalmente mais preparado para lidar com pressão e instabilidade. O mais preocupante é que essa diferença não aparece no currículo. Ela se manifesta quando o caos chega.

Nesse contexto, torna-se fundamental compreender que esperar estabilidade pode ser um dos maiores erros da carreira. Durante muito tempo, aprendemos a valorizar a resiliência, isto é, a capacidade de suportar o impacto e retornar ao estado original. Contudo, em um ambiente cada vez mais instável, apenas resistir já não é suficiente. Ou você cresce com o impacto ou alguém avançará enquanto você permanece no mesmo lugar. É aqui que entra o conceito de antifragilidade.

O filósofo e ensaísta Nassim Nicholas Taleb descreveu sistemas antifrágeis como aqueles que se beneficiam do estresse, do choque e da volatilidade. Em vez de apenas suportar a pressão, eles se fortalecem com ela. Portanto, ser antifrágil significa aprender com o erro, evoluir com a crítica e transformar incerteza em vantagem competitiva.

O Mundo VUCA e o Mundo BANI

Para compreender melhor esse cenário, é importante revisitar dois conceitos amplamente discutidos nas últimas décadas: o Mundo VUCA e o Mundo BANI.

Durante muitos anos, utilizamos o termo Mundo VUCA para descrever uma realidade volátil, incerta, complexa e ambígua. A sigla, derivada de Volatility, Uncertainty, Complexity e Ambiguity, surgiu no contexto militar e, posteriormente, foi incorporada ao universo corporativo e ao desenvolvimento humano. Nesse ambiente, adaptação e flexibilidade já eram competências essenciais.

Entretanto, o cenário evoluiu — e evoluiu rapidamente. Avanços tecnológicos acelerados, transformações sociais profundas e, sobretudo, os impactos globais da pandemia intensificaram a sensação de instabilidade. Surge, então, o conceito de Mundo BANI: Frágil (Brittle), Ansioso (Anxious), Não linear (Nonlinear) e Incompreensível (Incomprehensible). Nesse novo contexto, sistemas aparentemente sólidos colapsam com facilidade; a ansiedade se torna constante; causa e efeito deixam de ser previsíveis; e a sobrecarga de informações dificulta a tomada de decisão.

Se, no mundo VUCA, adaptar-se já era necessário, no mundo BANI adaptar-se é apenas o ponto de partida. Agora, desenvolver antifragilidade tornou-se condição de sobrevivência. Em outras palavras, fortalecer a saúde emocional, investir em aprendizado contínuo e aprender a lidar com a incerteza deixaram de ser diferenciais e passaram a ser exigências básicas para quem deseja se manter relevante.

Nesse sentido, emerge uma questão incômoda: o mundo não vai desacelerar. A pergunta não é se você enfrentará pressão, mas se está emocionalmente preparado para lucrar com ela.

O grande erro

O grande erro de muitos profissionais, entretanto, é esperar que a empresa, o gestor ou o mercado invistam em seu crescimento. Embora organizações possam oferecer oportunidades, a responsabilidade pelo desenvolvimento é individual. O mercado não resgata; ele seleciona. Portanto, assumir o protagonismo da própria evolução é o primeiro passo rumo à antifragilidade.

Isso implica investir deliberadamente em autodesenvolvimento. Significa identificar lacunas, aprimorar soft skills como inteligência emocional, comunicação efetiva, análise crítica e liderança adaptativa, além de buscar cursos, certificações e experiências que ampliem repertório. Quando você assume o controle do próprio crescimento, passa a depender menos das circunstâncias externas.

Além disso, há uma prática que diferencia profissionais antifrágeis dos demais: a busca ativa por feedback. Enquanto a maioria evita críticas por receio de desconforto, o antifrágil as procura estrategicamente. Feedback não é ataque; é informação. É a oportunidade de enxergar pontos cegos e ajustar comportamentos antes que se tornem obstáculos maiores.

No ambiente profissional, isso significa perguntar de forma específica: “O que eu poderia ter feito para tornar minha apresentação mais clara?” ou “Qual foi o ponto mais vulnerável da minha proposta?”. Na esfera pessoal, implica solicitar a alguém de confiança uma percepção honesta sobre como você reage sob pressão. Ainda que a dor inicial seja desconfortável, ela representa o preço do crescimento consciente.

Da mesma forma, crises inevitavelmente surgirão. Demissões, mudanças estratégicas, rupturas pessoais, planos que fracassam. A diferença, novamente, está na resposta. O frágil quebra; o resiliente resiste; o antifrágil se beneficia. Em vez de reagir com pânico ou vitimização, o profissional antifrágil pergunta: “O que posso aprender com isso?” e “Como posso sair dessa situação mais preparado do que entrei?”.

Crises revelam fragilidades, mas também expõem oportunidades ocultas. Elas forçam inovação, revisão de prioridades e expansão de competências. Portanto, embora o desconforto seja inevitável, o crescimento é opcional — e depende da postura adotada.

Conclusão

Em síntese, o mundo continuará mudando. Críticas continuarão acontecendo. Instabilidades não desaparecerão. Diante disso, a questão central permanece: você pretende apenas sobreviver ao próximo impacto ou escolherá crescer com ele?

Antifragilidade não é um dom inato, mas uma mentalidade construída por meio de consciência, responsabilidade e aprimoramento contínuo. E, em um cenário cada vez mais imprevisível, ela não é luxo, mas necessidade.

Não espere que o ambiente se torne estável para então evoluir. Aprenda a crescer exatamente na instabilidade.

Futuro do Trabalho: As 5 soft skills mais importantes para 2026 (e como desenvolvê-las)

Conheça as 5 soft skills mais importantes para 2026 que vão fazer de você um profissional indispensável e saiba como desenvolvê-las.

Será que você corre o risco de ser substituído no trabalho?
E não por alguém mais jovem, mas por um algoritmo.

A Inteligência Artificial está redesenhando o mercado de trabalho em uma velocidade sem precedentes. Paradoxalmente, quanto mais a tecnologia evolui, mais cresce a demanda por algo que nenhuma máquina consegue replicar: as habilidades humanas.

Diante desse cenário, surge uma pergunta essencial:
Se a IA fizer 80% do trabalho operacional, o que você fará com os 20% que restam?

Neste artigo, você vai entender quais são as 5 soft skills mais importantes para 2026, segundo o Fórum Econômico Mundial e pesquisas globais recentes, e, principalmente, como desenvolvê-las na prática para se manter relevante, valorizado e indispensável.

A era da indispensabilidade humana

Durante muito tempo, acreditou-se que o segredo do sucesso profissional estava nas hard skills: certificações, domínio técnico e conhecimento especializado. No entanto, esse jogo mudou.

Atualmente, estudos sobre a adoção da IA mostram que ela não elimina pessoas — ela eleva o nível de exigência. A tecnologia assume tarefas repetitivas, previsíveis e operacionais. Em contrapartida, o que sobra para o ser humano é justamente o que exige pensamento, sensibilidade, julgamento e interação social.

Segundo o relatório The Future of Jobs 2025, do World Economic Forum, as soft skills que mais crescem em demanda são aquelas ligadas à cognição avançada, criatividade e relações humanas — não apenas às competências técnicas.

Em outras palavras, a IA pode ser o motor.
Mas você continua sendo o piloto, o estrategista e quem decide a rota.

Assim, o futuro do trabalho não é sobre o que você sabe, mas sobre como você pensa, decide, se comunica e resolve problemas.

É exatamente aqui que entram as 5 soft skills mais importantes para 2026.

As 5 soft skills mais importantes para 2026

1. Pensamento Analítico, Inovação e Resolução de Problemas Complexos

Essas três competências caminham juntas e figuram entre as mais valorizadas para o futuro do trabalho.

Afinal, em um mundo onde todos têm acesso às mesmas ferramentas e dados, o diferencial está em quem consegue:

  • Analisar profundamente informações,

  • Conectar pontos invisíveis,

  • Criar soluções inteligentes para problemas complexos.

Enquanto a IA gera relatórios e previsões, só o ser humano é capaz de compreender:

  • O que realmente importa nos dados,

  • As causas ocultas por trás de comportamentos e tendências,

  • Os impactos emocionais, culturais e estratégicos de cada decisão.

Dica prática:
Antes de buscar respostas, faça perguntas melhores:

  • O que todo mundo está vendo, mas ninguém está questionando?

  • Quais fatores invisíveis estão influenciando esse problema?

Como desenvolver essa soft skill:

  • Questione o óbvio diariamente;

  • Use ferramentas simples de análise (5 Porquês, mapas mentais);

  • Combine ideias de áreas diferentes;

  • Leia fora da sua zona de conforto;

  • Converse com pessoas que pensam diferente;

  • Crie um banco de ideias, mesmo as aparentemente “estranhas”.

2. Aprendizagem Ativa e Estratégias de Aprender a Aprender

Saber aprender rápido se tornou uma vantagem competitiva. Mas saber como você aprende melhor é ainda mais poderoso.

O ritmo de mudanças não vai diminuir. Portanto, quem depende apenas do que já sabe fica obsoleto rapidamente.

Profissionais com aprendizagem ativa não esperam treinamentos prontos. Eles testam, praticam, ajustam e aprendem em movimento.

Dica prática:
Troque a pergunta “O que eu quero aprender?” por “Como eu aprendo melhor?”

Como desenvolver essa soft skill:

  • Teste diferentes formatos (vídeos, leitura, cursos, mapas mentais);

  • Faça revisões semanais;

  • Aplique o que aprendeu em até 48 horas;

  • Use a técnica Feynman: explique em voz alta o que aprendeu.

3. Pensamento Crítico e Capacidade de Análise

Na era da informação em excesso e também da desinformação pensamento crítico virou um ativo valioso.

Essa habilidade permite separar:

  • Fato de opinião,

  • Emoção de evidência,

  • Urgência de importância.

No trabalho, isso evita decisões impulsivas. Na vida, protege você de modismos, pressões externas e ruídos.

Dica prática:
Antes de aceitar uma informação, pergunte:
Qual é a fonte?
Qual é a intenção por trás disso?

Como desenvolver essa soft skill:

  • Busque o ponto de vista oposto antes de concordar;

  • Questione se algo é fato ou interpretação;

  • Evite conclusões rápidas quando estiver emocionalmente envolvido;

  • Leia conteúdos que desafiem sua visão de mundo.

4. Criatividade, Originalidade e Iniciativa

Criatividade não é dom, mas sim treino.
Originalidade não é inventar algo do zero, mas ver o que já existe sob uma nova lente.
E iniciativa é o que transforma ideias em resultados.

No trabalho, essas competências diferenciam quem apenas executa de quem cria soluções.
Na vida, permitem reinvenção, adaptação e inteligência emocional diante dos desafios.

Dica prática:
Todos os dias, faça algo simples de um jeito diferente.

Como desenvolver essa soft skill:

  • Amplie repertório cultural e humano;

  • Reserve tempo para ócio criativo;

  • Transforme problemas em “E se…?”;

  • Separe criação de julgamento;

  • Execute pequenas ideias semanalmente.

5. Liderança e Influência Social

Liderar não é mandar, mas sim inspirar, influenciar, conectar e conduzir pessoas com clareza e empatia.

A IA organiza dados, mas não:

  • Inspira,

  • Cria confiança,

  • Media conflitos,

  • Conduz conversas difíceis.

Essas são competências exclusivamente humanas.

Dica prática:
Use a tríade da comunicação consciente:

  • Eu observo

  • Eu sinto

  • Eu proponho

Como desenvolver essa soft skill:

  • Pratique escuta ativa;

  • Desenvolva autoconsciência emocional;

  • Exercite empatia;

  • Aprenda comunicação assertiva;

  • Busque feedback com frequência;

  • Participe de projetos colaborativos;

  • Estude comunicação persuasiva.

Conclusão: Desenvolva as soft skills mais importantes para 2026

A automação é inevitável; porém, a substituição é opcional!

O futuro do trabalho não é sobre competir com máquinas, mas sim sobre superar a sua própria versão de ontem.

Se você entendeu que sua indispensabilidade não está apenas no currículo, mas na sua capacidade humana de pensar, sentir, se adaptar e liderar, o próximo passo é claro: desenvolver essas competências de forma consciente e prática.

A Elleven Treinamentos é especialista no desenvolvimento de habilidades humanas que nenhuma IA consegue substituir. Se você deseja aplicar neurociência, comunicação e liderança adaptativa na sua vida ou na sua equipe, conheça nossos treinamentos. Acesse: https://elleventreinamentos.com.br/

Então, reflita: Qual dessas soft skills você vai começar a desenvolver hoje?

Compartilhe este artigo com quem ainda teme a IA e precisa entender que o futuro pertence a quem desenvolve o que é essencialmente humano.

Ownership: 11 características de profissionais com senso de dono

Você já parou para pensar no que diferencia um profissional comum de alguém que realmente se destaca dentro de uma empresa? São várias competências que podem fazer a diferença. Mas uma vem ganhando cada vez mais destaque no mundo corporativo: ownership ou senso de dono.

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Você já ouviu falar deste termo?

Ownership é a capacidade de tratar as responsabilidades da empresa como se fossem suas, como se o negócio fosse seu. É o senso de responsabilidade e comprometimento que o colaborador tem em relação às suas tarefas, resultados e ao sucesso da empresa como um todo. É a capacidade de se importar com o resultado do trabalho, ser proativo, buscar melhorias e entender o impacto que suas ações causam em toda a organização.

 

Ownership vai além de simplesmente fazer o que foi solicitado; envolve agir como se o trabalho ou o projeto fosse “seu”, tomando decisões, resolvendo problemas e buscando melhorias contínuas sem depender de supervisão constante.

Veja as 11 características de profissionais que têm elevado senso de dono:

  1. Interesse pela história da empresa. Profissionais com ownership buscam compreender verdadeiramente a trajetória, origens, missão e valores da empresa para poder tomar decisões mais alinhadas com os objetivos de longo prazo.
  2. Interesse por outras áreas da organização. Esses profissionais se interessam por suas próprias áreas, mas também por outros setores da empresa, buscando compreender o funcionamento e os desafios deles. Isso contribui para um ambiente de trabalho mais colaborativo.
  3. Vontade de estudar e aprender. Eles estão sempre em busca de aprender e expandir suas habilidades. Eles assumem o controle do próprio desenvolvimento. Assim, são mais preparados para lidar com diversos desafios.
  4. Tentam entender e melhorar métricas e metas. Eles se dedicam a entender as métricas e as metas e buscam formas de melhorar constantemente os resultados, seja no seu próprio desempenho ou nas operações de sua área.
  5. Usam a crítica como ponto de partida para melhorias. Profissionais com alto senso de dono usam os feedbacks que recebem para ajustar processos, melhorar suas fraquezas e resultados e contribuir com o aprimoramento contínuo da empresa.
  6. Organizam-se para dar conta de suas responsabilidades. Profissionais com ownership sabem como organizar o tempo da melhor forma possível para dar conta de suas responsabilidades. Eles buscam garantir que suas entregas estejam sempre no prazo e com qualidade.
  7. Sugerem novas ideias. Esses profissionais têm o hábito de sugerir inovações que podem gerar grandes mudanças para a empresa. Eles sabem que, ao pensar de forma criativa, podem agregar valor em diferentes aspectos do negócio.
  8. Não hesitam em ajudar quando algo sai errado. Profissionais com senso de dono entendem que todos devem trabalhar juntos. Sempre que preciso, mesmo fora da sua área de atuação, eles não hesitam em ajudar. Eles sabem trabalhar bem em equipe, incentivando a sinergia do grupo.
  9. São abertos para escutar novas ideias. Eles estão sempre dispostos a escutar o que os outros têm a dizer. Acreditam que as melhores soluções vêm da colaboração e que sempre há algo novo a aprender.
  10. Não se abatem facilmente com erros e fracassos. Errar faz parte do processo de crescimento. Profissionais com ownership sabem disso e não se abatem diante de falhas. Eles enxergam nos erros oportunidades de aprendizado, ajustam suas abordagens e continuam seguindo em frente com mais confiança e motivação.
  11. São automotivados. Profissionais com senso de dono são automotivados. Eles não esperam que alguém os incentive. Eles têm iniciativa e sabem que o sucesso da empresa depende também da sua dedicação e esforço.

Adote a mentalidade de ownership!

Se você quer ser um profissional de destaque, comece a desenvolver essas características no seu dia a dia. Adote a mentalidade de ownership e veja como isso pode transformar sua carreira e impactar positivamente o seu ambiente de trabalho.

 

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Assista ao vídeo deste artigo:

 

Liderar pelo exemplo – Esta é a melhor forma de liderança?

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Liderar pelo exemplo nem sempre é fácil, mas pode fazer a diferença!

Pare por um instante e procure lembrar de um líder que realmente tenha marcado positivamente a sua vida.

Conseguiu lembrar de um? E será que você consegue se lembrar de mais alguns outros?

Provavelmente, você tenha conseguido puxar no máximo duas ou três pessoas, não é mesmo?

Isso porque ainda existe uma grande dificuldade de encontrarmos bons líderes. E por que será que isso acontece?

Porque ainda há nas empresas uma escassez de bons líderes. Ainda existe muita dificuldade em treinar, em capacitar os líderes para que eles sejam realmente propagadores de coisas boas, inspiradores de outras pessoas.

E o desafio para os que já são líderes é ainda maior, pois eles precisam representar o que a empresa significa ao cliente e o que ela quer passar ao mercado. Eles precisam servir como exemplo às pessoas ao redor dele.

Albert Schweitzer, filósofo alemão, já dizia:

“Liderar pelo exemplo não é a melhor maneira de liderar. É a única.”

Para liderar pelo exemplo os líderes precisam ter os comportamentos, atitudes e valores que desejam ver em sua equipe. Eles devem praticar o que pregam para inspirar seus liderados.

Esta forma de liderança é fundamental para construir relacionamentos saudáveis, credibilidade, confiança e respeito dentro de uma equipe.

Liderar pelo exemplo nem sempre é fácil, mas, acredite, pode fazer a diferença! Afinal, esta maneira de liderar pode realmente inspirar outras pessoas a fazerem o melhor por elas e pelos outros.

Investir no aprendizado da equipe: O caminho para o sucesso

Investir no aprendizado da equipe é um grande diferencial competitivo para qualquer negócio.

O bem mais importante para qualquer empresa são os seus colaboradores.

Contar com profissionais bem preparados, eficientes e dedicados é essencial para que qualquer negócio tenha sucesso. E no mercado de trabalho que anda cada vez mais dinâmico, isso pode ser um diferencial competitivo enorme.

 

O que dizem as pesquisas

Segundo relatório recente do Linkedin, 8 em cada 10 funcionários afirmam que a aprendizagem dá mais propósito ao trabalho deles.

De acordo com a Association for Talent Development, empresas que investem no aprendizado dos colaboradores, têm aumento de até 218% em seus resultados.

Em um estudo recente da Cision PR Newswire, 70% dos colaboradores entrevistados consideravam trocar o emprego atual por outro que investe no desenvolvimento e no aprendizado dos funcionários.

E segundo levantamento da Great Place to Work, 54% dos colaboradores julgam que, para que uma empresa seja um excelente local para trabalhar, é necessário investir no desenvolvimento e na aprendizagem da equipe.

 

Por que investir no aprendizado da equipe?

Quando a empresa investe no desenvolvimento humano, além de diversos benefícios, os colaboradores sentem que a organização realmente se importa com eles. Assim, eles se sentem parte da empresa. E trabalham não só com mais produtividade, mas também mais satisfeitos e com mais motivação.

Para a sua empresa, é importante contar com profissionais motivados e verdadeiramente comprometidos? É importante ter um time realmente engajado e que trabalhe em sinergia? Então, apoie o desenvolvimento e o aprendizado da equipe. Ajude os colaboradores a aprimorarem as competências tão essenciais hoje em dia.

 

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Com a Elleven Academy você pode capacitar a sua equipe de uma forma bem prática e inovadora. A Elleven Academy é uma plataforma virtual moderna e completa voltada à universidade corporativa e também a todas as pessoas que querem ampliar o desenvolvimento profissional e pessoal. Foi criada para as empresas que visam treinar seus colaboradores e líderes, com facilidade e tecnologia, e também para viabilizar os nossos treinamentos para qualquer cliente, não importando a distância física para com a Elleven.

 

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Zé do Parafuso: A expertise de cada um deve ser valorizada

Nos treinamentos que ministro em empresas, menciono algumas histórias que direta e indiretamente fazem alguma alusão aos contextos profissionais de forma geral, do mais simples ao mais elaborado ofício. Esta é possível que você já tenha ouvido por aí. É a história do Zé do Parafuso.

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A história do Zé do Parafuso

Diz a lenda que esse senhor era um exímio mecânico de máquinas. Consertava tudo, desde liquidificador, até máquinas que valiam milhares de dólares. E como se não bastasse consertar tudo, ainda na maioria das vezes fazia o serviço muito rapidamente. Era um sujeito humilde, simplório, mas muito bom no que fazia. Sua fama corria a boca pequena nas fábricas que se espalhavam pelo país.

Sua técnica? Segredo absoluto. Seus instrumentos e equipamentos de trabalho? Nada de excepcional. Uma pequena mala de ferramentas que qualquer ser humano precavido deve ter em casa. Ou seja, chave de fenda, martelo, grifo. Nada de equipamentos modernos e eletrônicos. Orgulhava-se em dizer que seus equipamentos mais modernos eram seus olhos, ouvidos, mãos e a cabeça que punha para pensar.

Eis que uma grande indústria, daquelas que não podem se dar ao luxo de ter um equipamento danificado, passou por um sério apuro. Justamente a máquina mais cara, que produzia as peças mais minuciosas e que era o centro da produção pifou. Nada a fazia funcionar novamente. A tal máquina era importada e depois da visita mal sucedida de três técnicos, um dos funcionários disse:

– Para arrumar isso aí, só o Zé do Parafuso.

O diretor quis saber de quem se tratava e pediu que o trouxessem imediatamente à fábrica. Assim, Zé do Parafuso, também famoso pela sua presteza, chegou ali pouco tempo depois. A expectativa era grande, afinal quase uma centena de homens estava parada e isso significava muito dinheiro perdido.

Zé do Parafuso perguntou como havia sido o barulho. Então, deu a volta na máquina, tocou-a carinhosamente até que seus olhos pararam em uma das engrenagens. Com um sorriso de canto de boca simplesmente agachou, tirou uma chave da mala, apertou um parafuso e ordenou:

– Liga a danada!

Diante de homens boquiabertos e nem cinco minutos depois de ter chegado, a danada voltou imediatamente a funcionar.

O diretor radiante de felicidade, perguntou qual o valor do serviço. Mas em um segundo a alegria se transformou em indignação e perplexidade. Valor do serviço: 1.000 reais.

– Como assim? Nem cinco minutos de serviço e este caboclo me cobra 1000 reais? Ele está louco!

Ao voltar para a sala, ainda esbravejando, foi ler a nota que discriminava o serviço, escrita em uma folha de caderno toda amassada:

“Ajuste do parafuso: 1,00 real. Saber qual era o parafuso que deveria ser apertado: 999,00 reais.”

O diretor, então, sorriu com a mescla de simplicidade e sabedoria daquele homem.

 

Conclusão

Costumo contar esta história para salientar a importância de cada um dentro da organização. A expertise deve ser valorizada e remunerada de forma justa, de acordo com a qualidade dos profissionais envolvidos. Jamais devemos minimizar a importância ou colocar preço no trabalho dos outros. Quem é bom no que faz deve ser valorizado.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Comprometimento? Difícil!

O que faz a pessoa ser ou não comprometida com o trabalho? E o que é comprometimento?

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Tenho tido a oportunidade de conversar com diversos líderes e gestores de recursos humanos de empresas dos mais variados setores. É bacana perceber a constante ebulição que permeia o mercado e atender às demandas de treinamento e desenvolvimento que auxiliam os profissionais que estão inseridos nesta jornada árdua e competitiva.

Nestas situações, há os assuntos que são campeões de audiência como pontos a serem trabalhados entre as equipes. Relacionamento interpessoal, liderança e comunicação são geralmente temas necessários para que resultados melhores sejam obtidos.

 

Um assunto que vem ganhando destaque

Entretanto, ultimamente um novo assunto vem sendo bastante solicitado e uma palavra vai ganhando cada vez mais força dentro das organizações: comprometimento.

E talvez você, principalmente se estiver atrelado a áreas de gestão de pessoas, pense: “Agora? Isso já é a um bom tempo assunto importante dentro de empresas.” Sem dúvida.

O fato é que o velho e conhecido “vestir a camisa” tem sido um dos pontos mais complicados nesta relação profissional/empresa. Mas afinal, o que faz a pessoa ser ou não comprometida com o trabalho ou com a equipe? E mais: O que é comprometimento?

Há diferentes definições para esta palavra. Entretanto, no ambiente corporativo, comprometimento ganha contornos voltados aos vínculos e à dedicação do funcionário aos objetivos, tarefas e valores preconizados pela empresa. Alguns pontos podem parecer subjetivos, mas é fato que ter um funcionário comprometido é o ideal de qualquer gestor.

 

Mas, por que será então que o comprometimento é um ponto tão nevrálgico?

Confesso que estes anos trabalhando na área do comportamento humano associados a leituras, cursos e o dia a dia que encontramos nas empresas, me fizeram chegar a uma conclusão um pouco diferente do que as pessoas pensam. A resposta para esta pergunta, sobre o motivo que os funcionários não são comprometidos com a empresa é simples.

Boa parte das pessoas não são comprometidas com as empresas porque não são comprometidas nem consigo mesmas! Viu? Simples assim…

Como exigirmos comprometimento para com a causa ou a missão da empresa de alguém que não tem compromisso nem com suas próprias causas?

Do mesmo jeito que muitos vivem os dias apenas olhando o calendário e vendo a vida passar, sem se dedicar a propósitos pessoais, muitos veem na empresa apenas uma maneira de ganhar seu sustento. Sustento suficiente para continuar ver a vida passar e muitas vezes reclamar dela. Até aí, nenhum problema. O destino de cada um depende da qualidade das decisões que toma.

O problema é que essas pessoas sem comprometimento podem por em xeque resultados de empresas e equipes compostas por pessoas essencialmente comprometidas. Sim, essa é a boa notícia. Há pessoas extremamente comprometidas. No trabalho, com sua família, com seus colegas, mas acima de tudo comprometidas com seus propósitos e sua própria felicidade. E você? Em qual das categorias se enquadra?

Autor: José Carlos Carturan Filho

Gestão de equipes – a transição do feedback

O feedback é uma das mais eficazes ferramentas de gestão de equipes e tem custo relativamente baixo. E mesmo assim, o feedback demorou a pegar.

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Feedback também passa por transformações

Certamente podemos afirmar que as coisas mudam, e cada vez mais rapidamente. Torna-se desnecessário falar que a tecnologia, as relações, os valores sociais dentre outros tantos pontos passam por vertiginosa transição. E, embora o contexto corporativo, logicamente, faça parte deste todo, por algum motivo quase inexplicável, parece que ali as coisas demoram um pouco mais para acontecer. Pode ser pela cultura vigente, pelas preocupações com resultados ou, simplesmente, pela dificuldade em mudar hábitos e paradigmas de um padrão que até vem dando certo. Isso acontece em várias esferas e, no que diz respeito ao feedback, também.

Uma poderosa ferramenta de gestão de equipes

O feedback é uma das ferramentas de gestão de equipes e performance de maior eficácia e custo relativamente baixo. Mesmo propagado há vários anos, o feedback demorou a pegar. Aliás, ainda não se consolidou totalmente – o feedback não faz parte de toda empresa, de todo modelo de gestão. Pelo menos, não de modo formal. Porém, inegavelmente, podemos afirmar que o feedback já rompeu aquela zona cinzenta, quase imperceptível, que tira determinadas práticas do ostracismo para o cotidiano.

Hoje, nos trabalhos empresariais que fazemos, ouvimos falar muito mais sobre feedback, em diferentes esferas de gestão. E o melhor: percebemos que mais do que um discurso – o feedback tem se tornado uma prática usual. Talvez isso tenha ocorrido por pura necessidade. Ou, ainda, porque as empresas começaram a perceber que é bem mais inteligente e barato orientar, aprimorar ou gerenciar, do que simplesmente ficar naquele ciclo contrata-demite do qual muitas empresas são reféns.

Fato é que, inegavelmente, gestores, colaboradores e empresas de modo geral, parecem ter despertado para a importância do feedback. Ele deve ser dado não apenas de maneira burocrática e protocolar ou associado à obrigatoriedade do pós-avaliação de desempenho, mas sim de modo habitual, com técnicas, com estrutura, baseado sempre em dados e fatos. Além de ter como objetivo principal, gerar retornos construtivos sobre desempenho, gerar entendimento a respeito dos pontos de melhoria e, principalmente, funcionar como elo entre quem fornece e quem recebe este feedback.

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

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