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11 sinais de inteligência emocional

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Você sabe quais são os sinais de inteligência emocional? Leia o artigo até o fim e descubra.

Já reparou que algumas pessoas parecem levar a vida com mais leveza e parecem estar sempre alegres e equilibradas, enquanto muitas outras parecem estar constantemente estressadas e desanimadas? Já notou que algumas pessoas parecem ter sempre foco e energia para lutar pelos seus sonhos e objetivos, enquanto outras estabelecem várias metas, mas não conseguem alcançá-las?

Mas, afinal, por que isso acontece?

Há uma diferença entre esses grupos.

As pessoas mais felizes e que conseguem alcançar seus objetivos, sabem manter o controle emocional e gerenciar suas emoções. Elas têm a inteligência emocional mais elevada.

É a inteligência emocional que permite que as pessoas tenham mais equilíbrio emocional, que se desenvolvam mais do que as outras, que tenham melhores relacionamentos, mais conquistas e mais sucesso na vida.

As pessoas com a inteligência emocional bem desenvolvida costumam apresentar alguns sinais.

Veja a seguir 11 sinais de inteligência emocional.

1. Alta capacidade de liderança

Os bons líderes têm muito controle sobre suas emoções. Assim, eles conseguem lidar bem com as situações mais delicadas e dar feedbacks realmente eficazes. Além disso, as pessoas com capacidade de liderança elevada conseguem ser muito produtivas, têm sempre foco para alcançar seus objetivos e trabalham bem em equipe e sob pressão.

2. Autoconhecimento elevado

Quem tem alta inteligência emocional conhece bem suas próprias forças e fraquezas e age a fim de melhorar cada vez mais sua personalidade. Essas pessoas também conhecem suas competências e habilidades e as usam para ter mais sucesso. E elas sabem que o autoconhecimento é fundamental para ter uma qualidade de vida melhor.

3. Saber o motivo das emoções indesejadas

Com o autoconhecimento bem desenvolvido, quem tem alta inteligência emocional sempre sabe o motivo das suas emoções indesejadas como tristeza, angústia, ansiedade… Assim, elas conseguem lidar com elas da melhor forma possível.

 

4. Confiança na própria intuição

Com o autoconhecimento elevado, a autoconfiança também aumenta. Assim, quem tem alta inteligência emocional tem mais confiança em sua própria intuição.

 

5. Facilidade para identificar os sentimentos das pessoas.

Inteligência emocional também tem a ver com compreender as emoções dos outros. Por isso, quem tem esta competência bem desenvolvida, consegue identificar com facilidade o que as outras pessoas estão sentindo. Seja através da linguagem corporal ou das expressões faciais, elas conseguem identificar quando uma pessoa está escondendo algo ou quando está chateada ou revoltada com alguma situação.

6. Facilidade com relacionamentos.

Justamente por conseguirem compreender as emoções das outras pessoas, quem tem alta inteligência emocional tem uma maior facilidade em manter bons relacionamentos, com empatia, com respeito, sem atritos e sem desconfianças.

 

7. Agir com ética.

Uma das características das pessoas com alta inteligência emocional é serem sempre boas e morais. Elas gostam de ajudar as pessoas ao redor e agem sempre com ética.

8. Alta resiliência.

Quem tem inteligência emocional elevada consegue se adaptar bem às mudanças e encontrar as melhores soluções superar os desafios.
Diante os obstáculos, essas pessoas seguem em frente sem ficar presas em emoções negativas e conseguindo o equilíbrio emocional. Além disso, sempre acham que as adversidades servem como aprendizado e crescimento.

9. Grande automotivação.

Quem tem grande inteligência emocional tem muita automotivação, o que ajuda a ter foco e energia para conquistar seus objetivos sem desistir, por mais difícil que pareça ser.

10. Autocontrole elevado.

As pessoas com a inteligência emocional bem desenvolvida sabem dizer não quando precisam para manter suas prioridades. Além disso, têm disciplina para evitar hábitos ruins, sempre controlando seus impulsos.

11. Pensam mais no futuro do que no passado.

Quem tem alta inteligência emocional consegue superar o passado, focando em ter um futuro melhor.

Com quantos desses sinais de inteligência emocional você se identificou? Se você se encaixou em apenas alguns deles, fique atento porque talvez você esteja precisando ampliar a sua inteligência emocional.

Confusão e desordem: Quando o caos é bom?

 

Caos nada mais significa do que desordem, confusão. Mas será que isso é bom?

 

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Sua vida está um caos? Isto pode ser muito bom!

Por mais que pareça lugar comum, é inegável que o ser humano é uma criatura instável. Aliás, os que aparentam ser estáveis demais é que mais me preocupam. Alguns poucos são realmente equilibrados, enquanto os demais são apenas personagens forjados que só mostram quem realmente são atrás das cortinas, nos bastidores, quando a luz se apaga e o público se vai. Mas isto são outros quinhentos.

O ponto importante aqui é a tal instabilidade. Estas oscilações malucas que todos vivemos e que, por mais que reclamemos, servem para nos deixar alertas, são essenciais. Tudo bem que, em grande parte das vezes, as tempestades acabam durando mais tempo do que gostaríamos, mas aí também residem duas questões importantes. Primeira: Nenhuma delas é forte demais para nos derrubar totalmente. Às vezes nos tiram um pouco a posição de conforto em que estávamos, mas geralmente não são capazes de nos tirar do jogo da vida. Segunda coisa: Quem disse que o que queremos que aconteça, da forma que queremos é o melhor para se acontecer?

Já reparou nisso? Quantas vezes as coisas saem diferente do que imaginávamos e, depois de um tempo… Pumba! O que nós sempre almejamos acontece. Isto é representado pela velha máxima popular: Deus escreve certo por linhas tortas. Será?

Pessoalmente acho o contrário. Nós é que vivemos querendo que linhas tortas encurtem nosso caminho, sirvam como atalho para que cheguemos aos nossos objetivos e Ele acaba fazendo com que as coisas aconteçam do jeito certo.

A segunda questão importante pode ser resumida por um adágio da sabedoria antiga que diz o seguinte.

Ordo Ab Chao

Em uma tradução livre e apropriada: A ordem vem do caos.

Normalmente a impressão das pessoas em relação à palavra caos é a pior possível, mas caos nada mais significa do que desordem, confusão. E talvez você esteja pensando…

Mas, confusão e desordem são coisas boas?

Depende. Isso mesmo. Depende. Depende da situação, da fase, do ponto de vista. Mas é só por meio das desordens que acontecem em nossas vidas que conseguimos reorganizá-la de modo adequado, por mais demorado e doloroso que seja. Pode lembrar-se de momentos conturbados que teve em sua vida e perceberá que, logo após de tais momentos, sua vida tomou um rumo diferente, que lhe trouxe possibilidades novas. Pode ter sido a troca de trabalho, um término de relacionamento ou até uma perda importante. Esta desordem é que move o mundo. A natureza está em constante movimento, mas é algo imperceptível para nós.

O fato é que muitas vezes temos a impressão de que conosco as coisas são um pouco diferentes e as turbulências demoram a passar. Muito provavelmente é porque ainda nos encontramos na fase do caos. E ela parece demorada e difícil de ser superada. Como disse anteriormente, as coisas não acontecem exatamente quando e como queremos que aconteçam. Elas seguem um propósito maior e tem seu tempo certo de maturação. E acredite, isso pode ser muito bom.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Angústia e a lenda chinesa “Colheres compridas” – Por que temos este sentimento?

Talvez já tenham percebido que gosto muito de fábulas, contos, histórias. Hans Christian Andersen, autor de contos como “O patinho feio” e “O soldadinho de chumbo” dizia que as fábulas servem para que as crianças durmam e os adultos despertem. Penso que há uma sabedoria enorme contida em alguns contos. Lendas que marcam nossa mente inconsciente de maneira muito intensa e geram aprendizados perenes. Por isso, hoje vou mencionar uma lenda chinesa que pode nos ajudar a compreender a angústia dos seres humanos.

 

Colheres compridas

Colher longa prata de metal para sorvete em um fundo de bétula. | Vetor Premium Angústia

Diz a lenda que o discípulo se dirigiu ao mestre e perguntou a este o que era céu e o que era inferno. O sábio homem respondeu:

– Por mais que você fique surpreso a diferença, no final, é pequena, mas traz grandes consequências. Venha, vou lhe mostrar o inferno.

Entraram em um ambiente onde havia uma grande quantidade de pessoas sentadas ao redor de um enorme caldeirão, repleto de uma comida que parecia ser deliciosa pelo maravilhoso aroma que exalava. Todos estavam famintos e desesperados. Cada um tinha uma colher presa pela ponta do cabo à mão, que chegava até a panela. No entanto, os cabos eram tão compridos que ninguém conseguia levar a colher à boca. O sofrimento era terrível.

Passado um instante, o mestre virou-se para o rapaz e disse:

-Venha. Agora vou mostrar-lhe o céu.

Entraram em outro ambiente, idêntico ao primeiro. Ali também havia um caldeirão cheio de comida, muitas pessoas e as mesmas colheres que eram na realidade tão desproporcionais quanto às anteriores. Contudo, ali todos estavam alimentados e aparentavam estar felizes e serenos.

O discípulo então perguntou:

– Mestre, como podem estar felizes e tranquilos em relação às pessoas da outra casa, se ambos têm exatamente o mesmo?

O mestre sorrindo respondeu:

– Então você não percebeu? A resposta é simples, meu jovem. Como o cabo da colher é muito comprido é impossível levar comida à própria boca. Mas aqui eles aprenderam a alimentar uns aos outros.

 

Será que isso é um dos fatores da angústia?

Pois bem. Será que um dos fatores da angústia do ser humano não é algo semelhante a isto? Será que as pessoas não andam tão preocupadas em alimentar a si mesmas que não conseguem perceber que há outros seres humanos ao redor, que na pior das hipóteses, precisam ser alimentados com respeito, dignidade, carinho?

Muitas vezes, as pessoas parecem tão focadas em si mesmas que são incapazes de olhar ao redor e perceber que senso de colaboração, esforços somados e um mínimo que seja de altruísmo sincero, sem demagogia e nem interesses secundários podem ser um combustível poderosíssimo para que vivam em paz.

Vaidade, cobiça, busca desmesurada pelo dinheiro, sucesso a qualquer preço, apelação, falsos valores. Para estas pessoas, que preocupam-se apenas consigo mesmas, tais sentimentos são extremamente nocivos. Mesmo porque não percebem que dia após dia envenenam a si próprias com estes perfumes que parecem tão inebriantes, mas que com o passar do tempo são venenos fatais.

Autor: José Carlos Carturan Filho

Oscilações – as idas e vindas da vida

São as oscilações que fazem de nossa caminhada uma trajetória formada por altos e baixos.

Hoje, ao ler estas palavras, talvez você esteja se sentindo maravilhosamente bem. Talvez ontem você se sentisse meio chateado, mesmo sem saber o porquê. É possível que você nem repare nisto ou no quanto estas coisas interferem na sua vida. Porém, acontece com todos nós. É inevitável.

Ora nos sentimos confiantes, determinados, focados. Ora estamos ali, cabisbaixos, desanimados, sem saber muito bem que rumo tomar. E não venha me dizer que não funciona assim. Todos nós passamos por isso. São as oscilações que fazem de nossa caminhada uma trajetória formada por altos e baixos.

Para a maioria das pessoas, estas idas e vindas são bem sutis. Mas, para outras, são tão extremas que podem ser diagnosticadas como doença.

Repito: faz parte da estrutura comportamental do ser humano. E se alguém lhe disser que não está sujeito a estas oscilações, desconfie. Uns vivem no lado mais down desta frequência por mais tempo e, sem perceber, acabam entrando em processos como depressão e síndrome do pânico. Outros vivem a maioria do tempo na parte up deste pêndulo e, se dizem que não têm seus momentos de incerteza e introspecção, há algo que pode estar errado.

Tudo que é exagerado para um lado ou para outro, não é benéfico. Ou estas pessoas estão utilizando toda esta parte ativa, otimista para esconder alguns fantasminhas pessoais, ou estão de tal forma dominadas pelo ego que já ultrapassaram há muito tempo a suave (e quase imperceptível) linha entre a autoconfiança e a arrogância.

Mas, afinal, o que faz com que tenhamos tantas oscilações?

Novamente, a resposta não é exata, pois há diversos componentes envolvidos na formação da realidade pessoal. A maneira como cada um de nós interpreta os estímulos externos e as situações cotidianas que se apresentam em nossa vida, certamente, é um dos fatores preponderantes para que formemos nossa realidade. Simplesmente pelo fato de vivermos não com base na realidade como ela é, mas sim em como esta realidade é para nós, sob o nosso ponto de vista.

Se, por exemplo, partimos do centro e vamos visitar outro bairro, quanto mais distante for o tal bairro, obviamente, maior será nossa dificuldade e o tempo para retornarmos. No âmbito comportamental, funciona da mesma forma. Quanto mais extrema for a maneira que interpretamos as coisas, mais distantes estaremos do tão almejado ponto de equilíbrio.

Este equilíbrio é que permite que as oscilações, como já dito, inevitáveis, sejam mais brandas. Há pessoas que ficam extremamente felizes e radiantes quando algo bom lhes acontece e sofrem demasiadamente, absurdamente, quando passam por algum dissabor. Estas pessoas vivem a vida de maneira mais intensa?

Podemos até interpretar desta forma, mas, certamente, estão muito mais sujeitas a se desequilibrar e a ter rompantes frente às situações que a vida lhes apresentará.

Perceba isso em você. Qual tem sido o grau de suas oscilações? Você tem ido muito a estes extremos?

 

Assista ao vídeo deste artigo:

Autor: José Carlos Carturan Filho

 

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