Cura de doenças e os comportamentos humanos

Em seu cotidiano, você consegue perceber como os comportamentos humanos exercem influência no processo de cura de doenças?

Neste artigo estão algumas linhas sobre as bases dos estudos que fundamentam esta teoria.

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Os estudos sobre cura de doenças e os comportamentos humanos

Depois de observar o desenlace de diversos casos de tratamento de seus pacientes, Milton Erickson, o pai da hipnose moderna, criou, então, a seguinte teoria. Há estreita conexão entre o cérebro, a mente e o corpo no processo de cura de doenças dos indivíduos.

Baseado neste conceito, Ernest Rossi, PhD em Psicobiologia, passou a pesquisar e estudar alguns casos clínicos. Os pacientes eram submetidos à rigorosa avaliação e passavam por inúmeros processos conjuntos ao tratamento convencional.

Nesses estudos, Rossi mediu componentes neurológicos e fisiológicos do organismo de cada paciente em dois momentos:

1. No início do tratamento.

2. Após ministrar medicação convencional e placebos (que não possuem ação específica nos sintomas ou na doença).

Além disso, os pacientes dividiam-se nos seguintes grupos.

1. Os que demonstravam maior confiança na equipe médica, mais otimismo em relação à cura de doenças e maior alegria e bom humor.

2. Os que se demonstravam ser pessimistas, céticos e desconfiados em relação ao tratamento.

 

Os resultados

Os primeiros pacientes – otimistas, alegres e bem humorados – apresentaram melhora no quadro clínico muito mais significativa, mesmo sob o efeito de placebos.

Os resultados foram medidos através de exames detalhados que apresentaram melhora considerável nos níveis de anticorpos, células de defesa do organismo e imunoglobulinas. Além disso, os sintomas das doenças no grupo otimista, diminuíram visivelmente. Então, eles chegaram ao final do estudo num quadro geral extremamente satisfatório.

Na observação criteriosa sobre as reações ao tratamento, os resultados confirmaram a hipótese da influência de determinados fatores ao processo de cura.

Rossi afirma que a expectativa positiva de cura de doenças por parte do paciente consiste em até 50% de uma recuperação bem sucedida, pois o próprio organismo combate o estresse causado pela doença. Ele libera substâncias como as endorfinas (neurotransmissores) responsáveis pelo relaxamento do indivíduo frente aos transtornos que a doença causa.

Há vários anos, essa teoria da conexão cérebro-mente-corpo já é adotada na Europa, Estados Unidos e Canadá.  Mas, atualmente, passou a ser mais bem aceita também na América Latina e por profissionais brasileiros na área da saúde.

Autor: José Carlos Carturan Filho

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