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FALSOS DILEMAS

Que bom seria se o universo fosse tão simples como certas pessoas o fazem parecer.

Simplesmente reduzimos questões complexas a questões díspares, opostas, como se estivéssemos o tempo todo restritos a falsos dilemas.

Talvez este péssimo hábito seja uma herança da lógica cartesiana ou de uma estrutura social em que temos de nos adequar de uma maneira ‘X’, ou então de maneira contrária a esta maneira ‘X’.
Não é de se espantar que uma das frases mais famosas da história da literatura mundial, a famosa: “Ser ou não ser? Eis a questão”, da obra ‘Hamlet’ de William Shakespeare.

Seja talvez a representação mais célebre destes falsos dilemas que nos impomos a todo instante. Precisamos sempre ser OU não ser. Mas, porque jamais temos a opção de ser E não ser?

Normalmente rotulamos e somos taxados pelas pessoas como: altos ou baixos, bons ou maus, grandes ou pequenos, gordos ou magros, ricos ou pobres, isto ou aquilo.

O fato é que quando reduzimos a questão em rótulos, categorias, opiniões que podem nos levar a caminhos aparentemente opostos, estamos ilusoriamente buscando facilitar situações que nem sempre se resumem à simples escolhas.

Esquecemos que entre em tons contrastantes de preto e branco temos infinitas matizes de tons de cinza. E o pior: Não percebemos que estes tons de cinza são fruto da mistura destas nuances de preto e branco. Às vezes muito escuros, outras vezes mais claros.
Infelizmente estamos sempre tendo de nos posicionar de um lado ou de outro, sendo que há entre o ‘sim absoluto’ e o ‘não absoluto’ uma infindável rede de opções e alternativas a serem consideradas antes de uma escolha ou um posicionamento definitivo.

Digo infelizmente, porque quando resumimos as situações desta forma automaticamente estamos ‘afunilando’ nosso ponto de vista e nos privando de conhecer diversos outras possibilidades situadas entre um extremo e outro.

Seja em discussões, debates ou em uma cotidiana opção entre uma coisa e outra, jamais uma verdade, uma escolha estará totalmente correta e a outra totalmente equivocada. Há sempre pontos benéficos em ambos os posicionamentos, e quando cerceamos a nós ou aos outros da chance de perceber o que há em comum entre os opostos, estamos limitando o aprendizado.

E este é o ponto relevante. Não apenas há normalmente mais opções do que as que são opostas entre si, como há um caminho intermediário entre elas, o Caminho do Meio.
Há simplesmente o dia e a noite? Ou na intersecção existente entre eles há também a aurora e o crepúsculo, quando dia e noite praticamente ‘misturam-se’?

Evite cair na armadilha dos falsos dilemas. Desde os que são simples, até os que são importantes. Ao reduzirmos questões complexas a alternativas diametralmente opostas, não apenas tornamos limitada nossa capacidade de entendimento, como corremos sério risco de nos tornarmos radicais, fanáticos e colaborar para uma realidade com base em conflitos e divergências onde o consenso e o equilíbrio ficam cada vez mais distantes.

FALSAS NECESSIDADES

Nesta semana, bem corrida diga-se de passagem, emendei um papo muito bacana com uma grande amiga sobre algumas questões bem interessantes.

Falamos sobre a questão dos desejos do ser humano e dos objetos ou meios que são utilizados para preencher, atender tais necessidades, na maioria das vezes, falsas. Não por coincidência me deparei com um texto de um mestre zen chamado Osho, que atribui grande parte das dificuldades que sentimos ao ‘conflito – sentir x pensar’. Acompanhe o texto abaixo:

‘O seu sentimento e o seu pensamento tornaram-se duas coisas diferentes e este é o problema básico. Aquele seu lado que pensa e aquele seu lado que sente tornaram-se dois e você identifica-se com a parte que pensa e não com a parte que sente.

E sentir é mais real do que pensar; sentir é mais natural do que pensar.
Você nasce com um coração que sente, mas o pensamento é cultivado, ele é-lhe dado pela sociedade. E o seu sentimento tornou-se algo suprimido.

Mesmo quando você diz que sente, você apenas pensa que sente. O sentimento tornou-se morto e isto aconteceu devido a determinadas razões.

Quando uma criança nasce ela é um ser que sente; ela sente coisas, mas ela ainda não é um ser pensante. Ele é natural, como tudo o que é natural, como uma árvore, um animal. Começamos, entretanto, a moldá-la a cultivá-la. Ela terá de suprimir os seus sentimentos, ou se isto não acontecer, estará sempre com dificuldades.

Quando quiser chorar, não poderá fazê-lo, pois os seus pais a censurarão. Será condenada, não será apreciada e nem amada. Não será aceita como é. Deve comportar-se de acordo com determinada ideologia, determinados ideais. Só então será amada.

Do modo como ela é, o amor não se destina a ela. Só pode ser amada se seguir determinadas regras. Tais regras são impostas, não são naturais.

O ser natural dá lugar a um ser suprimido e aquilo que não é natural, o irreal é-lhe imposto.
Esse “irreal” é a sua mente e chega um momento em que a divisão é tão grande que já não se pode mais ultrapassá-la.
Você esquece-se completamente do que a sua verdadeira natureza foi ou é.

Você é um falso rosto; o semblante original perdeu-se. E você também receia sentir o original, pois no momento em que o sentir toda a sociedade se voltará contra si. Você, portanto, coloca-se contra a sua natureza real.

Quando elas são suprimidas, você passa a criar necessidades simbólicas. Por exemplo, você pode começar a compra cada vez mais coisas, enchendo-se de novos itens, e nunca sentir que é o bastante.

Você pode continuar comprando; posto que a necessidade é falsa, ela jamais poderá ser preenchida. E vivemos entregues a falsas necessidades. Por isso não há realizações.

Logicamente o raciocínio não está restrito ao ato de comprar, mas diz respeito aos subterfúgios que nós seres humanos usamos no dia a dia. Explica muita coisa, não é?

UM DIA A MAIS OU A MENOS?

Primeiramente, bom dia. Não sei quando, onde ou em que circunstâncias você está lendo este texto. Não sei também se ao final você irá gostar ou não dele. Obviamente é muito provável que também eu não conheça você pessoalmente. Mesmo com toda esta falta de informações a seu respeito sei algo sobre você que é inexorável: Se está sendo agraciado com o dia de hoje é porque ainda tem algo a fazer.

Pode parecer piegas em um primeiro momento, mas pare e pense: É ou não é verdade? Talvez você ainda não saiba muito bem o que é, menos ainda como vai chegar até lá, mas que você tem algo a fazer, ah isso tem.

Aliás, talvez sejam estas algumas das maiores angústias do ser humano. Não saber ao certo a que veio e muito menos quanto tempo resta para descobrir e efetivamente fazer o que deve ser feito. Um dia a mais que vivemos é um dia a menos que temos para viver. Com base neste raciocínio, pare e pense. Não seria sem sentido a vida se não houvesse um propósito maior?

Tá, tudo bem, concordo que seja bacana em muitos momentos viver. Quando estamos com quem gostamos ou fazendo as coisas que gostamos, passeando, dando gostosas gargalhadas, ou seja  lá o que for. Contudo, há o outro lado da moeda. Dificuldades, lágrimas, sofrimento, incerteza. Faz parte. Não haveria aprendizado se não fosse assim.

Mas, sendo bem objetivo: Você sabe o porquê Dele, Deus, ter permitido a você mais um dia? Sabe qual sua missão aqui na Terra?  Pois é: Esta é a pergunta que provavelmente mais de 80% das pessoas não sabe responder. E dos outros 20% pelo menos metade apenas acha que sabe, pois arrumou um modo mais fácil de fugir deste questionamento. Simplesmente aceitou o destino que lhes foi imposto e acha que é assim mesmo, não há nada a fazer para mudar tal sorte.

Isto é perfeitamente compreensível. É muito mais cômodo atribuir nossos insucessos a fatores externos, a outras pessoas ou a um Deus que supostamente está querendo nos fazer passar por ‘provações’. É mais fácil reclamar da vida e achar que a recompensa virá quando ‘passarmos desta para uma melhor’.

Buscar o que se deseja, ir a fundo para se entender o que realmente viemos fazer nos traz um custo. Só o fato de tentar ser diferente da maioria já traz desconforto. Vivemos buscando caminhos, mas caminhos são trilhas que nos levam a outros caminhos. Este ciclo se repete insistentemente e a jornada só termina quando estamos realmente alinhados ao que realmente viemos fazer neste mundo.

Há também aqueles que no fundo sabem o que tem de ser feito, mas não acreditam em sua intuição, em seu potencial ou acham penoso demais o caminho para alcançar seus objetivos. A pergunta que cabe nestas situações é: Até onde você está disposto a ir para alcançar seus sonhos?  Ressalto que não estou falando apenas de conquistas materiais, mas de algo que transcende isto. Existe algo que fez com que Ele lhe trouxesse a este mundo. Cabe a você desvendar este enigma e ser digno da missão que lhe foi confiada. E ao final de cada dia se perguntar: Este foi um dia a mais que usei da melhor forma possível ou um dia a menos que tenho para descobrir o que quero?

DIA DA NÃO-VIOLÊNCIA | PRATIQUE A PAZ

No Dia Internacional da Não-Violência, criado pela ONU em homenagem a todo o trabalho de GANDHI, nossos Practitioners em PNL prepararam contribuições valiosas. Baseado nos aprendizados e aplicações que compartilharam conosco em suas formações, dizem em voz alta aquilo que querem ver e sentir propagado pelo mundo todo.

 

Receba nossa contribuição para esse importante dia. Compartilhe essa ideia!

 

Quisera a população mundial saber que todos somos conectados e que todos somos um.

 

Quisera a população mundial saber que entendendo isso, deixaríamos de estar “EMSIMESMADOS”.

 

Competição tende a violência. COOPERAÇÃO tende a NÃO-VIOLÊNCIA e sua consequência, é a PAZ. Acredite e multiplique.

 

Muito vem de como aprendemos a ver o mundo e como olhamos para quem está próximo, se olhamos com respeito as diferenças e cada um fazer um pouco para que, juntos, consigamos combater a violência. O amai o próximo como a ti mesmo”que traz muito sentido, pois só fazendo ao próximo o que queremos a nós mesmos conseguiremos ter a tão sonhada PAZ.

 

Pelo esporte, pela educação física e seus ingredientes, é possível perceber e entender melhor o outro. Semeando a paz.

 

E sobre a não violência, que melhor exemplo para citar se não o árduo trabalho e incrível dedicação de Ghandi. Pregar a não-violência em um ambiente que se forma pela brutalidade, sem dúvida foi algo que moveu o planeta com o novo conceito de moralidade para muitos, mas infelizmente não o suficiente para mudar a massa. Internamente sempre estamos em busca da paz, para que possamos com novos olhos enxergar a verdadeira essência da vida, para que possamos atingir a cooperação máxima aos nossos irmãos e trabalhar na imensidão do sentir. Tudo que for preciso para que um dia possamos, de forma concreta, livre e fundamentada, sermos pessoas melhores para os que nos cercam, seja à família, aos amigos, companheiros e aqueles que ainda nem conhecemos.

 

Nós da Elleven Treinamentos, trabalhamos para o desenvolvimento de habilidades comportamentais que mudem o mundo. Que mudem a perspectiva de como nos relacionamos e interagimos para a realidade que desejamos, através de nossos cursos e programas, como também de nossa postura e ética – a cada dia. Nós convidamos você para essa empreitada. Participe: nos escreva para que, juntos, possamos espalhar boas ideias mundo afora.

 

** Os parágrafos foram contribuições, na ordem, de:

 

André Siqueira, PRACTITIONER EM PNL

Ana Lucia Aluotto, PRACTITIONER EM PNL

Paulo Amorim, PRACTITIONER EM PNL

Auro Rodrigues Filho, PRACTITIONER EM PNL

Equipe Editorial Elleven

A todos que colaboraram, recebam nossa gratidão.

SOMOS TODOS SERES COMPLEXOS

Não adianta fazer de conta que é todo organizado, que é totalmente ciente das decisões que toma e ficar zangado quando algo não sai muito bem como você planejava. Somos únicos em nossas virtudes, defeitos e elucubrações. E percebemos as coisas ao nosso redor de modo extremamente particular. E ponto.

 

E para complicar só mais um pouquinho, apesar de sermos fisicamente concretos, somos seres totalmente abstratos, moldados por meio de conceitos familiares, educacionais e religiosos do certo e do errado, com base em idéias e lógicas oriundas de gerações passadas.

 

Isto já seria preocupante, mas a dimensão deste equívoco no processo de estruturação da personalidade humana é muito maior. Tentam nos criar de forma lógica, mas somos essencialmente emocionais.

 

Isto gera um ‘colapso interno’. Nos deparamos constantemente com sentimentos e pensamentos que depõem contra o nosso sistema de crenças, ou aquilo que aprendemos a achar que é o correto. Sentimos raiva de alguém e em uma fração de segundos, lá está o nosso sistema de crenças dizendo que “é feio sentir raiva”.

 

O resultado? Conflito. Afinal penso e sinto algo que aprendi que é errado, que é desaprovado pela ‘moral e os bons costumes’. E isto gera culpa. E a primeira coisa que fazemos é tentar sufocar este pensamento ou sentimento, sem nos questionar o que aquilo quer nos mostrar.

 

Contudo, o que ‘não queremos olhar, ganha uma força extra’. Se você já fez regime e neste período encontrou ‘pelo caminho’ um brigadeiro ou uma lasanha entende o que estou falando. Talvez tenhamos de admitir que somos tão instintivos quanto nossos ancestrais. Ou será que nunca fez ou disse algo por impulso, tomado pela emoção, seja ela qual for?

 

A verdade é que somos seres complexos, repletos de pontos cegos, ângulos escondidos e sentimentos inconfessáveis, difíceis de admitir conscientemente. Somos a eterna batalha entre instintos e princípios, diversas faces de um mesmo personagem. Somos diferentes dilemas de nós mesmos, incomodados pela dificuldade imensa em determinar onde termina a nossa busca do prazer e começa a fuga da dor.

 

Somos vítimas de um poderoso algoz interno que, por fazer parte de nosso eu, e saber exatamente em que acreditamos age de forma impiedosa e cruel, procurando esconder nossas feridas e cicatrizes, mas para isto deixando expostas nossas maiores fraquezas e receios.

 

Somos a imensa distância entre o enredo que idealizam para nós e o espetáculo que estamos dispostos a encenar. Podemos em fração de segundos passar de indefesos cordeiros a astutas raposas. Podemos ser ao mesmo tempo a síntese e a antítese, porque simplesmente somos assim, brutos contrastes entre os aprendizados passados, anseios futuros e um fugaz presente.

 

Jung já afirmava que ‘somos muito mais do que o uno que imaginamos ser’. E todo este contexto está, para o bem ou para o mal, atrelado ao nosso arraigado sistema de crenças. A pergunta é: Em que você acredita? Isto é o mundo real ou a forma pela qual você escolheu interpretá-lo? Saber isto pode ser determinante para que você consiga aquilo que quer e principalmente pare de sofrer.

DEIXAR PARA TRÁS

Talvez um dos grandes desafios em nossa vida seja o de tirar aprendizados das situações em que vivemos. É possível que todos já tenhamos passado por isso. Muitas vezes essas coisas acontecem e marcam muito nossa história. Há inclusive uma frase que diz que ‘quem aprende com os próprios erros é inteligente e quem aprende com os outros é sábio’.

 

Pois bem. O fato é que muitas pessoas não apenas não conseguem aprender nem com seus erros e nem com o dos outros e além disso passam um bom tempo ‘ruminando’ aquele sentimento ruim.

 

Há pessoas que simplesmente tornam o sentimento ruim que nutrem pelos outros um combustível para viver. Vale a pena? Talvez até valesse caso esse sentimento negativo se transformasse em mola propulsora para seu próprio desenvolvimento. Até conheço algumas  pessoas que se ‘beneficiaram’ disto. Usaram a tristeza, o rancor para provarem para os outros e para si mesmos que seriam capazes de superar dificuldades, dissabores.

 

Contudo, é uma estratégia perigosa. Primeiro porque provar as coisas para os outros não leva a nada. O ideal é que consigamos fazer as coisas por nós mesmos e por pessoas que amamos. O segundo motivo é que isso pode se transformar em uma armadilha. Muitas pessoas acabam se perdendo no caminho.

 

Você já parou para pensar nisso? Conhece alguém que passa ou passou uma boa parte da vida remoendo situações que já fazem parte do passado? Pois é. Complicado. E você tem esse sentimento por alguém ou por alguma situação?

 

Seja franco. Há alguém por quem você ainda guarda alguma mágoa? Reflita. Isso pode estar atrapalhando demais sua vida. Tanto no que diz respeito à parte dos seus relacionamentos quanto na parte referente à sua saúde. Pode parecer bobagem, mas a amargura e a chateação constante com fatos do passado acabam atrapalhando seu desenvolvimento. Há estudos que comprovam que pessoas rancorosas, mal humoradas e pessimistas são mais susceptíveis a doenças como diabetes, derrames, infartos e outras tão ou mais graves. (Leia também a Cura Mente – Corpo)

 

Ainda assim, há outras implicações nessa situação. Acabamos entrando em círculos viciosos e não nos damos conta disso. Vamos ficando mais retraídos, em nossos próprios pensamentos, nos afastando das pessoas e passamos a generalizar acreditando que a maioria das pessoas é parecida com ‘aquela’ por quem você nutre antipatia.

 

Tudo bem, concordo que muitas vezes não é tão simples. Nos sentimos agredidos, desrespeitados e isso torna difícil a tarefa de levar as coisas com leveza e serenidade. É importante que consigamos fazer essa autoavaliação. Procure jogar fora sentimentos que te fazem mal. Livre-se desse peso desnecessário. Já diz a sábia frase que “sentir mágoa é como tomar veneno e querer que o outro morra”

 

E seja sincero consigo mesmo. Lembre-se: quando olhamos para o passado e sentimos rancor, raiva ou mágoa é porque ainda não tiramos o real aprendizado daquela situação. E ainda estamos dominados pelo EGO. Você já aprendeu a deixar para trás?

A ALEGRIA EM UM BALÃO DE CRIANÇA

Você já viu um balão de criança. E muito provavelmente você já tenha inclusive passado aquele barbante em seu pulso e tomado cuidado para que seu balão não fosse embora em direção ao céu.

 

Passamos apressados pelos parques, preocupados com o problemas e quase não reparamos, mas os vendedores de balão continuam em todos os cantos, nas esquinas, no shopping, com balões de princesas, de personagens da moda ou até mesmo alguns aviões e carrinhos.

 

Muito se diz sobre a inocência das crianças, que devemos aprender com elas a verdadeira forma de viver a vida mais leve. Além disso, devemos principalmente nos lembrar da alegria em olhar pra cima e ver um balão flutuando e nos acompanhando para todo lado. Você já reparou em uma criança que acabou de ganhar um balão? Já viu um sorriso sincero enquanto ela observa seu lindo e especial personagem flutuante? Algo que pra nós talvez seja banal, um pedaço de plástico que não custa muito, pra elas proporciona é fonte de alegria e diversão que não tem fim.

 

Quando crescemos os balões continuam lá, e por vezes deixamos muito deles subirem e desaparecerem sem nem vermos de qual formatos eram. O segredo da vida é estar atento para perceber os momentos mágicos que irão compor nossa história e aproveitá-los ao máximo, a maioria destes momentos não custam dinheiro e nem precisam de grandes cenários, mas tem como ingrediente principal… você!

 

O fato de saber que nada na vida é eterno e que o tempo passa pra todos não é uma visão pessimista, mas é o empurrão para que você acorde todo dia disposto a amarrar em sua história todos os balões que a vida coloca em seu caminho. Por isto, pule, grite, aproveite cada momento e principalmente se permita ver alegria na simplicidade, na simplicidade de um abraço, de uma conversa ou de um momento com quem você ama.

 

Da próxima vez que você sair na rua, procure por uma criança com um balão e observe sua alegria, isto ajudará você a perceber os balões que flutuam em seu próprio caminho, sorria e aproveite 🙂

 

MANTER ATIVO – SITE JORNAL SANTUÁRIO

A importância de se manter ativo durante a melhor

idade, foi o artigo no site Jornal Santuário

de Aparecida, pelo especialista em medicina comportamental

Dr. José Carlos Carturan

A matéria, busca apontar que não importa quantos anos alguém possa viver, só há uma escolha entre duas alternativas: a primeira é se entregar à velhice, é achar que o fato de já ter se aposentado e estar com os filhos e netos criados é o suficiente para esperar o dia da morte. A segunda alternativa é continuar ativo, trabalhando ou praticando um hobby, viajando, participando de grupos da terceira idade etc.

É possível conferir a matéria completa clicando aqui.

VIVENDO E APRENDENDO A JOGAR

Pois é, olha em volta e vê tanta bagunça, olha dentro e percebe que tudo começou ali.

Lá naquela época que alguém ou algo chegou e com sua permissão, tirou tudo fora do lugar.

Ai você se magoou. Disse que não brincava mais. Como a vida se atreve a devolver com desordem e dor tudo de bom que você fez? Afinal, tudo o que se queria era perfeição. O bom emprego, família linda, aquela pessoa que lhe completaria.

Aí, veio a decepção. O trabalho não satisfazia mais, aquela pessoa de príncipe ou princesa virou sapo. A família revelou seu lado obscuro. E tome decepção. E ai você disse: NÃO BRINCO MAIS!

Pois bem, uma novidade: a vida segue. O movimento é constante. O que pra você não deu certo, vai dar com outra pessoa e (que raiva!) muitas vezes com os mesmos personagens da trama menos você. E não adianta querer deixar de jogar o jogo…

Ele continua ai, rolando a sua revelia.

E se você não joga, vira joguete. O sujeito passivo da oração. Sofrendo com a bagunça interna e externa que o movimento da vida te impõe. Só porque você não quer jogar. Só, porque acreditou que fazendo birra a vida iria te mimar….

A vida é boa pra quem vive. Não permite que se pare com o jogo. É como o rio que para e adoece. Vida é movimento e se você para, seu interior adoece e o exterior reflete a bagunça interna.

Vamos então aprender com a vida. O que está estagnado em você? O que precisa fluir como o rio pra fazer brotar a vida em seu interior e por onde você passar?

Descontar na comida e bebida não vale. Sair pegando qualquer pessoa pra disfarçar a dor também não resolve. Vai fazer o que então? Se tanta coisa não depende de você diretamente?

Pois é. Concordo. Mas isso lá é desculpa pra deixar de fazer o que depende?

Enxergou algo que não agrada? Depende de atitude sua? Então vai lá e arruma do seu jeito. Da maneira que te agrada. É o modo de dizer à vida que você está lá, prestando atenção.

“Tô aqui jogando o jogo”, é esse o recado. E espera o próximo movimento, sempre acertando o que depende de você. Isso gera a segurança pros movimentos incertos da vida. E com segurança as decisões se tornam menos desafiadoras.

Bora ser feliz? Entender que no movimento da vida nem tudo é perfeito, mas, que dá pra fazer limonada com limão?

Volta a jogar e apreciar os movimentos que a vida faz como uma música. É. ela tem seu ritmo, e também refrão . Parece que o refrão é a gente que escolhe, já percebeu? É aquele pedaço que se repete depois de cada estrofe. Esse depende de você. Então depois do poema ela te deixa escrever ; aí escreva o que mais combinar com seu gosto, com seu jeito.

Vai ver como fica bonito. Como diz a música maravilhosamente cantada por Elis Regina.

“Vivendo e aprendendo a jogar
Vivendo e aprendendo a jogar
Nem sempre ganhando,
nem sempre perdendo, mas
aprendendo a jogar!”

PAPÉIS

Pode parecer uma comparação simples demais. Mas, talvez seja uma das mais fáceis de ser compreendida. Nossa vida se parece com um filme.

Há um enredo, um Diretor que assiste e nos dá as diretrizes ‘lá de cima’. Existem também cenários diferentes, personagens que fazem parte do elenco principal, alternâncias (às vezes bruscas) de contexto. De aventura para drama, de suspense para romantismo, comédia e até alguns momentos de terror.

Esses enredos vão mudando, às vezes construídos criteriosamente como se fosse uma trilogia ou uma saga. Em outros mudam com velocidade vertiginosa, deixando sem fôlego quem participa da trama. Em certas passagens, a trama está traçada e o Diretor não admite mudanças. As coisas estão nas mãos Dele e Ele às vezes tira de cena personagens que são essenciais na nossa história. Aliás, de forma geral, sabemos o final do filme. Nós também sairemos da história.

Entretanto, ao contrário do que muitos pensam, O Diretor fica muitas vezes esperando qual papel nós queremos encenar no filme. Sim, meu caro, seu papel no filme da SUA vida talvez não seja tão predeterminado quanto parece. Há no mínimo quatro alternativas para que você possa escolher e sua escolha sim, incidirá diretamente no enredo do filme.

E talvez você esteja se perguntando: afinal quais são esses tais papéis que posso encenar no filme da minha vida?

Lá vai. O primeiro deles é aquele que foi reservado para você e só para você, mas que ainda assim muitas pessoas insistem em não assumir. O papel se chama PROTAGONISTA. Para encená-lo, basta tomar definitivamente as rédeas das suas decisões e saber que elas são determinantes no final do filme.

O segundo, algumas pessoas, sem perceber vivem encenando. São COADJUVANTES da própria história. Contentam-se em ficar em segundo plano, relegando as decisões, as sequências do filme a outras pessoas, esperando que elas decidam e simplesmente participando disso. Aparecem de vez em quando, quando deveriam aparecer em todas as cenas.

O terceiro papel, não menos comum, é o papel de FIGURANTE. Muitas pessoas o encenam e deixam a trama correr apenas vez ou outra interagindo com os que se tornam os atores principais. Podem ser familiares, cônjuges, líderes. Acham que só se esses outros personagens assumirem o posto principal o filme andará bem. Não ousam aparecer e ficam dependentes dos outros para que a história se conclua. Acabam ficando sem saber qual rumo devem tomar.

E por último, uma função que talvez nem seja um papel, mas que muitos acabam assumindo no filme de suas próprias vidas. O de ESPECTADOR. São aqueles que simplesmente abdicam do poder de decisão que possuem e ficam apenas e tão somente…vendo a vida passar. São aqueles que olham sua própria vida, como se estivessem apenas a mercê do Grande Diretor ou como se o sucesso de bilheteria dependesse apenas dos demais participantes do filme. Não escolhem, não decidem. Apenas assistem a tudo e acham que estão ao sabor da sorte, sem perceber que só eles podem intervir e mudar o gênero do filme, caso o atual esteja desagradando.

Não adianta apenas contar com o Diretor. ELE sempre orienta, mas não adianta se você não se dispuser a atuar como protagonista. E você, atualmente está em qual dos papéis?


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30 NOV, 2017 | por José Carlos Carturan
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