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11 DICAS SOBRE PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA (PNL)

Você conhece PNL?

Sabia que se trata de uma das ferramentas mais eficazes e práticas para comunicação, negociação, relacionamentos e conhecimento sobre o comportamento humano? Conheça um pouco mais dessa estratégia utilizada por pessoas de sucesso

A PNL e algumas de suas principais premissas.

1- A PNL (Programação Neurolinguística) foi desenvolvida no início dos anos 70, por Richard Bandler, estudante de matemática na Universidade da Califórnia e que depois decidiu cursar Psicologia e por John Grinder, professor de lingüística.

2- Ainda hoje, depois de aperfeiçoada, a PNL fornece poderosas ferramentas usadas por pessoas de poder e influência, por atuar principalmente em dois dos pontos mais importantes para obtenção do sucesso: Comunicação e Relacionamentos. Pode acreditar.

3- Para a PNL, mente e corpo são partes de um sistema único. O que se passa na mente se reflete no corpo e na saúde. O contrário também é verdadeiro. Ou seja, nossa postura corporal, chamada na PNL de fisiologia também pode interferir em nossos padrões de pensamento.

4- Podemos abandonar padrões de comportamentos que não nos trazem bons resultados e nos fazem mal e adotar novos padrões, voltados àquilo que desejamos melhorar e conquistar. E com a PNL isso é mais simples do que se pode imaginar.

5- As pessoas respondem à sua experiência, não à realidade em si. De acordo com nossas experiências formamos a realidade. Se podemos mudar nossa realidade? Sim, mudando nossas experiências, reaprendendo. Vale salientar: qualquer pessoa pode conseguir, desde que… esteja realmente disposta a isso.

6- Possuímos todos os recursos de que precisamos para realizar mudanças desejadas ou podemos desenvolvê-los. Tudo o que foi aprendido pode ser reaprendido de modo diferente.

7- Em qualquer sistema, o elemento com mais flexibilidade, ou seja, aquele que possui maior número de alternativas influenciará o sistema. Em suma, sutilmente, quem tem mais FLEXIBILIDADE está no controle.

8- A PNL visa modelar excelência. Se alguém faz algo bem, podemos aprender as estratégias utilizadas e repeti-las. Isso talvez não nos faça ser exatamente igual a esse alguém, mas faz com que tenhamos resultados incríveis em um intervalo de tempo menor.

9- Todo comportamento é útil em algum contexto. Sim, todos eles, inclusive aqueles nocivos.

10- O significado da nossa comunicação é dado pela resposta que obtemos, independente de nossa intenção. Resumindo, não importa o que você quis dizer e sim o que seu interlocutor entendeu. Lembrou de alguma vez em que tentou dizer algo bacana a alguém e arrumou confusão? Pois bem, é disso que estou falando…

11- Foi desenvolvido o Novo Código da PNL (NLP New Code) visando a adaptação ao contexto atual moderno e dinâmico. No Brasil, isso é bem pouco conhecido. Seus objetivos? Foco, resultados, tomada de decisão, liberdade à mente inconsciente e qualidade de vida.

 

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UM DIA A MAIS OU A MENOS?

Primeiramente, bom dia. Não sei quando, onde ou em que circunstâncias você está lendo este texto. Não sei também se ao final você irá gostar ou não dele. Obviamente é muito provável que também eu não conheça você pessoalmente. Mesmo com toda esta falta de informações a seu respeito sei algo sobre você que é inexorável: Se está sendo agraciado com o dia de hoje é porque ainda tem algo a fazer.

Pode parecer piegas em um primeiro momento, mas pare e pense: É ou não é verdade? Talvez você ainda não saiba muito bem o que é, menos ainda como vai chegar até lá, mas que você tem algo a fazer, ah isso tem.

Aliás, talvez sejam estas algumas das maiores angústias do ser humano. Não saber ao certo a que veio e muito menos quanto tempo resta para descobrir e efetivamente fazer o que deve ser feito. Um dia a mais que vivemos é um dia a menos que temos para viver. Com base neste raciocínio, pare e pense. Não seria sem sentido a vida se não houvesse um propósito maior?

Tá, tudo bem, concordo que seja bacana em muitos momentos viver. Quando estamos com quem gostamos ou fazendo as coisas que gostamos, passeando, dando gostosas gargalhadas, ou seja  lá o que for. Contudo, há o outro lado da moeda. Dificuldades, lágrimas, sofrimento, incerteza. Faz parte. Não haveria aprendizado se não fosse assim.

Mas, sendo bem objetivo: Você sabe o porquê Dele, Deus, ter permitido a você mais um dia? Sabe qual sua missão aqui na Terra?  Pois é: Esta é a pergunta que provavelmente mais de 80% das pessoas não sabe responder. E dos outros 20% pelo menos metade apenas acha que sabe, pois arrumou um modo mais fácil de fugir deste questionamento. Simplesmente aceitou o destino que lhes foi imposto e acha que é assim mesmo, não há nada a fazer para mudar tal sorte.

Isto é perfeitamente compreensível. É muito mais cômodo atribuir nossos insucessos a fatores externos, a outras pessoas ou a um Deus que supostamente está querendo nos fazer passar por ‘provações’. É mais fácil reclamar da vida e achar que a recompensa virá quando ‘passarmos desta para uma melhor’.

Buscar o que se deseja, ir a fundo para se entender o que realmente viemos fazer nos traz um custo. Só o fato de tentar ser diferente da maioria já traz desconforto. Vivemos buscando caminhos, mas caminhos são trilhas que nos levam a outros caminhos. Este ciclo se repete insistentemente e a jornada só termina quando estamos realmente alinhados ao que realmente viemos fazer neste mundo.

Há também aqueles que no fundo sabem o que tem de ser feito, mas não acreditam em sua intuição, em seu potencial ou acham penoso demais o caminho para alcançar seus objetivos. A pergunta que cabe nestas situações é: Até onde você está disposto a ir para alcançar seus sonhos?  Ressalto que não estou falando apenas de conquistas materiais, mas de algo que transcende isto. Existe algo que fez com que Ele lhe trouxesse a este mundo. Cabe a você desvendar este enigma e ser digno da missão que lhe foi confiada. E ao final de cada dia se perguntar: Este foi um dia a mais que usei da melhor forma possível ou um dia a menos que tenho para descobrir o que quero?

MAIS GENTE, MENOS GESTÃO

Ultimamente tenho tido bastante contato em empresas com equipes responsáveis pela área de Recursos Humanos.

A criação desta área em empresas de grande porte e mais recentemente até mesmo nas de média e pequena estrutura já são um grande avanço quando temos como comparativo o cada vez mais obsoleto ‘D.P.’ (departamento pessoal) ainda presente em algumas empresas e em órgãos públicos.

Hoje há departamentos de recursos humanos que participam diretamente de decisões estratégicas de empresas. Cá entre nós isto é uma medida extremamente salutar, mas ainda não são todos os profissionais que conseguem ter a abrangência de visão necessária para isto. Na realidade, vem ocorrendo nos últimos dez anos uma transição conceitual de maneira mais acentuada no modo de encarar a função da área. E como já abordamos em colunas anteriores, mudanças podem gerar desconforto. Principalmente quando esta mudança é estrutural. E neste caso não se trata apenas de uma mudança estrutural, mas uma série de paradigmas que devem ser quebrados.

Durante décadas o foco das empresas era a elaboração dos processos, a parte gerencial, os resultados de modo geral e o desenvolvimento de habilidades diretamente ligadas à questão técnica. Hoje isto mudou e o foco deve ser nas pessoas. Nada mais normal em um mundo cada vez mais competitivo, onde há um nivelamento na qualidade da mão de obra e por inúmeros fatores a comunicação e a relação interpessoal está cada vez mais difícil. Contudo, há alguns itens que devem ser observados para que isto aconteça, dentre os quais está o preparo do gestor da área de recursos humanos.

O fato é que alguns gestores ainda não perceberam isto. Alguns já conseguiram enquanto outros simplesmente ignoram esta tendência. Há outros ainda que estão no meio do trajeto ou construindo uma ponte entre os dois pontos que separam a ideia da realização.

Mas, dentre estes profissionais encontram-se aqueles que ainda não tomaram vulto da importância desta visão global e focam suas atenções apenas em processos, procedimentos, temas menos importantes e em clichês da área.

É preocupante quando em reuniões que participo ao invés de salientar os pontos que devem ser trabalhados e desenvolvidos alguns ficam mais preocupados em demonstrar ‘todo o seu conhecimento’ na área e abusam de termos ‘enlatados’. Já ouvi frases tão recheadas destes termos que perderam totalmente o sentido. Coisa do tipo: “É importante vermos direito o ponto sobre treinamento, porque o target envolvido está fora do meu budget. Acho que esta questão interfere no turn over e nos processos e está diretamente ligada à Geração Y, que tem foco no fator sócio ambiental e no business.”

Confesso que não entendi nada e que fiquei um pouco assustado com a miscelânea gramatical e conceitual que me foi apresentada. Não tive a oportunidade, mas se pudesse teria dito a ela duas coisas: Por favor, mude seu foco. Menos clichês e mais visão. Mais gente e menos gestão.

ACOMODADO OU INCOMODADO?

Nesta semana estive conversando com um amigo que já não via há algum tempo. Sabe aquele papo bacana com uma pessoa querida que apesar de não encontrarmos com frequência, quando encontramos parece que nada mudou?

Pois este amigo é uma destas pessoas. Que traz consigo ainda outra característica bem marcante. É uma daquelas pessoas que transmite uma sabedoria simples, de uma maneira muito especial e cativante.

Em um determinado momento do nosso papo, surgiram alguns assuntos referentes a outros amigos em comum e (Argh!) sobre a situação política do país, o caos que reina em nossa sociedade e sobre a dificuldade que as pessoas têm em partir para a mudança.

Foi aí que surgiu uma questão bastante interessante sobre como as pessoas se portam em relação às circunstâncias como estas. Ficam acomodadas ou incomodadas?

Por característica intrínseca, o ser humano normalmente costuma ser extremamente resistente a mudanças. Principalmente quando atinge certo patamar na vida, seja social, financeiro, idade avançada. Enfim, há diversos motivos que acabam por nos deixar paralisados, acomodados em nossa zona de conforto.

A mudança só acontece quando nos sentimos incomodados com algo. Quer exemplos? A pessoa só começa a fazer uma dieta de modo correto quando se sente incomodada com a parte estética ou as condições de saúde. Só busca uma oportunidade nova de trabalho quando se sente incomodada com as condições de trabalho, com um fato ocorrido ou com a questão salarial em seu emprego atual.

Esta teoria é corroborada, confirmada pelos estudos da Neurociência que demonstram que agimos com base em dois mecanismos: fuga da dor e busca do prazer. Qualquer atitude que tomamos em nossa vida, ou nos levam em direção aos nossos objetivos e sonhos, que seria a busca do prazer, ou então nos livram de alguma situação desagradável, nos fazendo fugir da dor, o que infelizmente ocorre na maioria das vezes.

A pergunta é: O quanto estamos nos sentindo incomodados com as coisas que acontecem ao nosso redor? Será que isto tem nos trazido dissabores suficientes para fazer-nos mudar algumas atitudes em nossa vida? Ou é mais cômodo ficarmos longe disto, acomodados com o que já obtivemos e nos limitarmos apenas a criticar e lamentar sobre a eventual “falta de sorte” a que atribuímos nossos insucessos?

A política está ruim? Fomos nós que elegemos estas pessoas. Não conseguiu passar na entrevista de emprego? Talvez não tenha se preparado da maneira mais adequada. Está insatisfeito com o modo com que as pessoas tratam você? Talvez esta seja apenas a recíproca que está recebendo pelo tratamento que tem dado a elas.

Uma coisa é fato: Você só conseguirá o que realmente deseja quando se der conta que é a única pessoa que pode efetivamente tomar atitudes que o levem até onde você quer ir. Basta apenas que você defina se prefere ficar acomodado ou incomodado com o rumo que sua vida tomou.

TURMA 27 | ODISSEYA I – A BUSCA DO HERÓI

Realizamos no último final de semana os dias 18, 19 e 20 de setembro de 2015, mais uma jornada em busca do herói pessoal: Turma 27 – Módulo I de Liderança Pessoal – Odisseya – A Busca do Herói.

 

Dias repletos de energia, aprendizados, esperanças renovadas e novos comportamentos a praticar. Uma turma surpreendente, conectada e poderosa…

 

Nós, da Elleven Treinamentos, agradecemos muito a cada treinando pela disponibilidade durante todo o processo e em especial aos nossos PADRINHOS e MADRINHAS pela presença.

 

Vocês são GIGANTES! Muito obrigado a todos!

 

Vejam como foi nosso final de semana, clicando na imagem abaixo para ver a Galeria de Fotos.

 

YAAA!!

odisseya1_t27_blog

DEIXAR PARA TRÁS

Talvez um dos grandes desafios em nossa vida seja o de tirar aprendizados das situações em que vivemos. É possível que todos já tenhamos passado por isso. Muitas vezes essas coisas acontecem e marcam muito nossa história. Há inclusive uma frase que diz que ‘quem aprende com os próprios erros é inteligente e quem aprende com os outros é sábio’.

 

Pois bem. O fato é que muitas pessoas não apenas não conseguem aprender nem com seus erros e nem com o dos outros e além disso passam um bom tempo ‘ruminando’ aquele sentimento ruim.

 

Há pessoas que simplesmente tornam o sentimento ruim que nutrem pelos outros um combustível para viver. Vale a pena? Talvez até valesse caso esse sentimento negativo se transformasse em mola propulsora para seu próprio desenvolvimento. Até conheço algumas  pessoas que se ‘beneficiaram’ disto. Usaram a tristeza, o rancor para provarem para os outros e para si mesmos que seriam capazes de superar dificuldades, dissabores.

 

Contudo, é uma estratégia perigosa. Primeiro porque provar as coisas para os outros não leva a nada. O ideal é que consigamos fazer as coisas por nós mesmos e por pessoas que amamos. O segundo motivo é que isso pode se transformar em uma armadilha. Muitas pessoas acabam se perdendo no caminho.

 

Você já parou para pensar nisso? Conhece alguém que passa ou passou uma boa parte da vida remoendo situações que já fazem parte do passado? Pois é. Complicado. E você tem esse sentimento por alguém ou por alguma situação?

 

Seja franco. Há alguém por quem você ainda guarda alguma mágoa? Reflita. Isso pode estar atrapalhando demais sua vida. Tanto no que diz respeito à parte dos seus relacionamentos quanto na parte referente à sua saúde. Pode parecer bobagem, mas a amargura e a chateação constante com fatos do passado acabam atrapalhando seu desenvolvimento. Há estudos que comprovam que pessoas rancorosas, mal humoradas e pessimistas são mais susceptíveis a doenças como diabetes, derrames, infartos e outras tão ou mais graves. (Leia também a Cura Mente – Corpo)

 

Ainda assim, há outras implicações nessa situação. Acabamos entrando em círculos viciosos e não nos damos conta disso. Vamos ficando mais retraídos, em nossos próprios pensamentos, nos afastando das pessoas e passamos a generalizar acreditando que a maioria das pessoas é parecida com ‘aquela’ por quem você nutre antipatia.

 

Tudo bem, concordo que muitas vezes não é tão simples. Nos sentimos agredidos, desrespeitados e isso torna difícil a tarefa de levar as coisas com leveza e serenidade. É importante que consigamos fazer essa autoavaliação. Procure jogar fora sentimentos que te fazem mal. Livre-se desse peso desnecessário. Já diz a sábia frase que “sentir mágoa é como tomar veneno e querer que o outro morra”

 

E seja sincero consigo mesmo. Lembre-se: quando olhamos para o passado e sentimos rancor, raiva ou mágoa é porque ainda não tiramos o real aprendizado daquela situação. E ainda estamos dominados pelo EGO. Você já aprendeu a deixar para trás?

A ALEGRIA EM UM BALÃO DE CRIANÇA

Você já viu um balão de criança. E muito provavelmente você já tenha inclusive passado aquele barbante em seu pulso e tomado cuidado para que seu balão não fosse embora em direção ao céu.

 

Passamos apressados pelos parques, preocupados com o problemas e quase não reparamos, mas os vendedores de balão continuam em todos os cantos, nas esquinas, no shopping, com balões de princesas, de personagens da moda ou até mesmo alguns aviões e carrinhos.

 

Muito se diz sobre a inocência das crianças, que devemos aprender com elas a verdadeira forma de viver a vida mais leve. Além disso, devemos principalmente nos lembrar da alegria em olhar pra cima e ver um balão flutuando e nos acompanhando para todo lado. Você já reparou em uma criança que acabou de ganhar um balão? Já viu um sorriso sincero enquanto ela observa seu lindo e especial personagem flutuante? Algo que pra nós talvez seja banal, um pedaço de plástico que não custa muito, pra elas proporciona é fonte de alegria e diversão que não tem fim.

 

Quando crescemos os balões continuam lá, e por vezes deixamos muito deles subirem e desaparecerem sem nem vermos de qual formatos eram. O segredo da vida é estar atento para perceber os momentos mágicos que irão compor nossa história e aproveitá-los ao máximo, a maioria destes momentos não custam dinheiro e nem precisam de grandes cenários, mas tem como ingrediente principal… você!

 

O fato de saber que nada na vida é eterno e que o tempo passa pra todos não é uma visão pessimista, mas é o empurrão para que você acorde todo dia disposto a amarrar em sua história todos os balões que a vida coloca em seu caminho. Por isto, pule, grite, aproveite cada momento e principalmente se permita ver alegria na simplicidade, na simplicidade de um abraço, de uma conversa ou de um momento com quem você ama.

 

Da próxima vez que você sair na rua, procure por uma criança com um balão e observe sua alegria, isto ajudará você a perceber os balões que flutuam em seu próprio caminho, sorria e aproveite 🙂

 

COC SÃO JOSÉ DOS CAMPOS REALIZA TREINAMENTO COM A ELLEVEN

Na última segunda feira 09/09 a Elleven Treinamentos por intermédio do Dr. José Carlos Carturan esteve pelo segundo ano consecutivo ministrando um módulo de treinamento para a competente e acolhedora Equipe do COC São José dos Campos.

Para nós da Elleven é gratificante ao extremo sermos chamados a trabalhar novamente em uma empresa. Significa mais do que mais uma oportunidade de demonstrarmos mais uma vez nosso trabalho e potencial, significa principalmente o reconhecimento do trabalho anterior e a comprovação do resultado obtido pela equipe.

Obrigado mais uma vez pela confiança.

Desejamos muito sucesso a todos do COC!!

Equipe Elleven

VIVENDO E APRENDENDO A JOGAR

Pois é, olha em volta e vê tanta bagunça, olha dentro e percebe que tudo começou ali.

Lá naquela época que alguém ou algo chegou e com sua permissão, tirou tudo fora do lugar.

Ai você se magoou. Disse que não brincava mais. Como a vida se atreve a devolver com desordem e dor tudo de bom que você fez? Afinal, tudo o que se queria era perfeição. O bom emprego, família linda, aquela pessoa que lhe completaria.

Aí, veio a decepção. O trabalho não satisfazia mais, aquela pessoa de príncipe ou princesa virou sapo. A família revelou seu lado obscuro. E tome decepção. E ai você disse: NÃO BRINCO MAIS!

Pois bem, uma novidade: a vida segue. O movimento é constante. O que pra você não deu certo, vai dar com outra pessoa e (que raiva!) muitas vezes com os mesmos personagens da trama menos você. E não adianta querer deixar de jogar o jogo…

Ele continua ai, rolando a sua revelia.

E se você não joga, vira joguete. O sujeito passivo da oração. Sofrendo com a bagunça interna e externa que o movimento da vida te impõe. Só porque você não quer jogar. Só, porque acreditou que fazendo birra a vida iria te mimar….

A vida é boa pra quem vive. Não permite que se pare com o jogo. É como o rio que para e adoece. Vida é movimento e se você para, seu interior adoece e o exterior reflete a bagunça interna.

Vamos então aprender com a vida. O que está estagnado em você? O que precisa fluir como o rio pra fazer brotar a vida em seu interior e por onde você passar?

Descontar na comida e bebida não vale. Sair pegando qualquer pessoa pra disfarçar a dor também não resolve. Vai fazer o que então? Se tanta coisa não depende de você diretamente?

Pois é. Concordo. Mas isso lá é desculpa pra deixar de fazer o que depende?

Enxergou algo que não agrada? Depende de atitude sua? Então vai lá e arruma do seu jeito. Da maneira que te agrada. É o modo de dizer à vida que você está lá, prestando atenção.

“Tô aqui jogando o jogo”, é esse o recado. E espera o próximo movimento, sempre acertando o que depende de você. Isso gera a segurança pros movimentos incertos da vida. E com segurança as decisões se tornam menos desafiadoras.

Bora ser feliz? Entender que no movimento da vida nem tudo é perfeito, mas, que dá pra fazer limonada com limão?

Volta a jogar e apreciar os movimentos que a vida faz como uma música. É. ela tem seu ritmo, e também refrão . Parece que o refrão é a gente que escolhe, já percebeu? É aquele pedaço que se repete depois de cada estrofe. Esse depende de você. Então depois do poema ela te deixa escrever ; aí escreva o que mais combinar com seu gosto, com seu jeito.

Vai ver como fica bonito. Como diz a música maravilhosamente cantada por Elis Regina.

“Vivendo e aprendendo a jogar
Vivendo e aprendendo a jogar
Nem sempre ganhando,
nem sempre perdendo, mas
aprendendo a jogar!”

A “FAXINA” INTERIOR

Para nossa casa ficar arrumada e linda, não adianta empurrar a poeira pra debaixo do tapete e nem entulhar as gavetas pra esconder a bagunça.

Quando queremos fazer uma boa faxina esvaziamos os armários, jogamos fora tudo o que não nos serve, tiramos o pó e aos poucos vamos recolocando as coisas no lugar, uma dessas faxinas não é possível fazer em poucos minutos, levamos algum tempo pra conseguir organizar tudo.

E com a gente, porque fingimos que não precisamos dessa “faxina” interna, evitamos falar de algo que nos machuca, relutamos em jogar fora aquilo que não nos serve mais, ou pior nos fere, pesa em nossos ombros, não nos acrescenta nada de bom. Muitas vezes esses “entulhos” de nossa vida nem são nossos.

É dolorido, não é algo fácil, mas é preciso fazer essa limpeza interna, abrir todas as gavetas, colocar pra fora, tudo que nos sufoca, nos tira o brilho e emperra nossa vida. Quando entramos em contato com nosso interior descobrimos coisas bem ruins, e só tendo contato com essas “tranqueiras” é que percebemos o quanto elas ocupam espaço dentro de nós, o quanto são pesadas. Em alguns, casos olhamos e pensamos: “Porque estou guardando mesmo isso!” e é nesse momento que começamos a nos livrar, nos libertar de tudo o que não nos serve mais.

E não existe melhor sensação do que a de liberdade, a leveza e o desapego de tudo aquilo que nos trava. Quando uma “faxina” interior é feita além de nos libertar do ruim também nos traz a grata surpresa de encontrar tudo o que de mais belo e brilhante existe dentro de nós e esse reencontro é ainda mais gratificante.

E somente conseguiremos colocar coisas boas em nossas vidas se nos livrarmos de tudo que não nos serve e ocupa um espaço precioso dentro de nós. Quando fazemos essa arrumação em nosso interior é que nosso exterior se torna ainda mais belo, afinal refletimos o que está dentro de nós.

Só há um detalhe nisso tudo. Não é o tipo de serviço que possa ser terceirizado. Ninguém pode fazer isso por nós. É uma responsabilidade e acima de tudo uma atitude de nobreza e determinação que temos de ter conosco. Essa é limpeza mais importante e fique tranquilo…

Não existe um período mínimo pra se fazer. Contudo, quanto mais fazemos mais aprendemos a não “sujar” e não deixar que outros deliberadamente sujem nossa moradia interna. Uma coisa é certa, para o bem e para o mal. A cada limpeza feita nos conhecemos ainda melhor, e esse é o grande segredo para a felicidade.


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30 NOV, 2017 | por José Carlos Carturan
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