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11 DICAS PARA ELABORAR UM CURRÍCULO

CURRÍCULO ATRAENTE = MAIORES CHANCES

Nos últimos meses tenho trabalhado com recrutamento mais frequentemente e tenho sentido na pele a situação da população brasileira.

Tenho um sentimento dolorido demais por não dar conta de ajudar todas as pessoas a se recolocarem no mercado de trabalho!

Sim… a sensação que tenho é a de que estamos em meio a um caos, muito mais demanda de pessoas disponíveis querendo trabalhar  do que oferta de empregos disponíveis. Mas, percebo que devo contribuir de alguma forma e por isso escrevo este texto especificamente com intenção de orientar aqueles que precisam ou querem se candidatar a alguma oportunidade:

 

1- Não panflete seu currículo. Eu sei e entendo a necessidade de voltar logo ao trabalho formal, mas este não é o melhor caminho. O currículo é o nosso espelho, um documento importante e que não pode ser tratado como uma simples folha de papel;

2-Leia COM ATENÇÃO aos requisitos da vaga. Enviar o currículo apenas por enviar e tirar “o peso da consciência de que está procurando emprego” não trará benefícios a mais e nem o deixará entre os primeiros selecionados;

3- Antes de enviar seu currículo pare e pense se REALMENTE as condições atenderão suas necessidades e são o que você busca e quer (salário, benefícios e horário de trabalho) e se você estará disposto a levantar da cama todos os dias para executar tais atividades sem reclamar (função e local de trabalho);

4- Coloque seu endereço completo e telefone(s) para contato que realmente os recrutadores possam e consigam falar com você. Selecionei vários currículos para chamar para entrevista, mas obtive apenas retorno de mensagens de que o telefone não existe, inclusive os fixos, por isso, recomendo que também mencione algum telefone para recado, de alguém que seja próximo de você;

5- Em seguida, no campo “OBJETIVOS”, basta colocar a área que você quer atuar, por exemplo: Planejamento de materiais, Produção, Contabilidade, Recepção, Manutenção predial, Obra civil, Serviços gerais, etc…

NÃO é necessário escrever frases extensas tentando demonstrar seu interesse e disponibilidade;

6- Não coloque em seu currículo “Qualquer área à disposição da empresa”, isso demonstra que, para você, qualquer coisa serve e isso não é o mais adequado para mencionar no currículo;

7- Ao elaborar um currículo, certifique-se que não há erros “gritantes” de ortografia. Se houver dúvidas, peça ajuda para algum amigo ou parente revisar.

Não sou nenhuma expert em ortografia, gramática, em literatura e nem pretendo ser, mas escrever “proficionais”, “propio”, não é legal;

8- Não exclua do seu currículo os cursos e especializações que você fez achando que poderá “facilitar” a conseguir aquela vaga, mesmo que não seja da sua área.

Mantendo seu histórico profissional e de escolaridade completos, há melhores chances de ser chamado para uma vaga específica que realmente seja do seu perfil;

9- No histórico profissional, onde constam as empresas e cargos, é importante mencionar mês e ano de admissão e demissão;

10- Não é necessário colocar no currículo suas qualidades pessoais e profissionais, como por exemplo: “sou comprometido, organizado, sei trabalhar em equipe, sou bem humorado, determinado”… esqueça. Isso no curriculum não faz diferença;

11- Se seu currículo tem mais de 2 páginas, sugiro revisá-lo.

Claro que dependendo da área e sua “bagagem” profissional, pode ser pouco. Contudo, mantenha as informações relevantes e maiores detalhes podem ser citados durante a entrevista.

A intenção destas dicas é facilitar o caminho para sua chegada a uma nova oportunidade. Espero ter contribuído de alguma forma.

Um abraço e boa sorte nesta jornada!

Use o Neuromarketing como diferencial

Você provavelmente já ouviu falar em Neuromarketing. Mas, o que importa é que tendo ou não ouvido falar a respeito, você vivencia experiências provocadas com base nesta ciência e você também pode usá-lo como diferencial em seu trabalho. Veja:

Você entra em um shopping e percebe um aroma agradável. Passeia por corredores amplos e com chão meio liso e encontra vitrines criteriosamente preparadas. Entra na loja e está tocando uma música alta e vibrante. Sem se dar conta, acaba envolvido por essa atmosfera, olha os produtos, até compra algo (que às vezes não precisa realmente) e volta para os corredores sentindo aquela sensação de satisfação. Olha ao redor em busca de um relógio, mas não encontra nenhum.

Não está com fome, mas passa por aquela rede de fast food com cores vibrantes e seduzido pelo cheirinho agradável, sente um “apetite momentâneo”. Então, você conversa consigo mesmo e conclui que já abusou nos últimos dias. Negocia ‘internamente’ e opta por comprar apenas um sorvete de casquinha.

Antes de ir embora resolve dar uma conferida naquela loja de departamentos que vende DVDs, CDs, chocolates, roupas, videogames, eletrônicos e celulares. Acaba novamente pegando um ou dois itens que achou ‘baratinho’ e vai para uma fila de ‘caixas rápidos’, agora com corredores estreitos e onde existem nos dois lados outros produtos tentadores (para as crianças principalmente) como chicletes, mais chocolates, revistas e algumas ‘ofertas imperdíveis’. Coloca mais algumas dessas coisas no cesto de compras, espera um bocado na fila e comenta com as pessoas que não entende porque “com tantos caixas, apenas dois estão atendendo”. Pois bem, os parágrafos anteriores apenas comprovam que em poucos momentos você foi atraído por diversas estratégias de uma poderosa ferramenta chamada Neuromarketing.

Criado na Holanda no início da década de 90 e aperfeiçoado na Universidade de Stanford nos EUA o Neuromarketing tem a característica de conciliar conceitos do Marketing com fundamentos da Neurociência. Isso mesmo: atualmente os profissionais pesquisam como o nosso cérebro funciona e com base nesses dados montam estratégias para divulgar produtos e atrair clientes.

Ou será coincidência que as maiores redes de lanchonetes fast food, as cervejas campeãs em vendas e o refrigerante mais consumido no mundo têm a cor vermelha predominante em seus logotipos e embalagens? Claro que não. O vermelho ativa áreas cerebrais que nos estimulam a ter comportamentos que levam a comprar, às vezes por impulso.

Já se comprova que tomamos mais de 90% das nossas decisões baseados em nossos sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) e emoções. Sons, odores, imagens, cores, texturas, são minuciosamente escolhidos com o objetivo de nos atrair e levar ao ato de consumir. Muito pouco do que decidimos passa por um processo racional de escolha.

Mas essas estratégias estão reservadas a grandes empresas, que podem investir pesado? A boa notícia é que não. Geralmente medidas simples, já trazem grande diferença no resultado final. Ações que façam com que o cliente tenha em seu estabelecimento sensações e sentimentos positivos. Cores agradáveis, um cafezinho fresco, música suave, recepção confortável e um atendimento cordial já são bons começos.

A propósito: os corredores de shoppings e supermercados são normalmente largos e tem piso bastante liso para que você não ande muito rápido e possa olhar as vitrines e não existem relógios nestes ambientes para perdermos a noção do tempo que estamos lá dentro.

Com algumas pequenas atitudes e mudanças em seu ambiente de trabalho você pode gerar grandes diferenciais. Use o Neuromarketing a seu favor. Sucesso!!

Zé do Parafuso

Nos treinamentos que ministro em empresas menciono algumas histórias que direta e indiretamente fazem alguma alusão aos contextos profissionais de forma geral, do mais simples ao mais elaborado ofício. Esta é possível que você já tenha ouvido por aí.

 

É a história do ‘Zé do Parafuso’.

 

Diz a lenda que esse senhor era um exímio mecânico de máquinas. Consertava tudo, desde liquidificador, até máquinas que valiam milhares de dólares. E como se não bastasse consertar tudo, ainda na maioria das vezes fazia o serviço muito rapidamente. Era um sujeito humilde, simplório, mas muito bom no que fazia. Sua fama corria a boca pequena nas fábricas que se espalhavam pelo país.

 

Sua técnica? Segredo absoluto. Seus instrumentos e equipamentos de trabalho? Nada de excepcional. Uma pequena mala de ferramentas que qualquer ser humano precavido deve ter em casa. Chave de fenda, martelo, grifo. Nada de equipamentos modernos e eletrônicos. Orgulhava-se em dizer que seus equipamentos mais modernos eram seus olhos, ouvidos, mãos e a ‘cabeça que punha para pensar’.

 

Eis que uma grande indústria, daquelas que não podem se dar ao luxo de ter um equipamento danificado, passou por um sério apuro. Justamente a máquina mais cara, que produzia as peças mais minuciosas e que era o centro da produção pifou. Nada a fazia funcionar novamente. A tal máquina era importada e depois da visita mal sucedida de três técnicos, um dos funcionários disse: ‘Para arrumar isso aí, só o Zé do Parafuso’.

 

O diretor quis saber de quem se tratava e pediu que o trouxessem imediatamente à fábrica. Zé do Parafuso, também famoso pela sua presteza, chegou ali pouco tempo depois. A expectativa era grande, afinal quase uma centena de homens estava parada e isso significava muito dinheiro perdido.

 

Zé do Parafuso chegou e perguntou como havia sido o barulho. Deu a volta na máquina, tocou-a carinhosamente até que seus olhos pararam em uma das engrenagens. Com um sorriso de canto de boca simplesmente agachou, tirou uma chave da mala, apertou um parafuso e ordenou: ‘Liga a danada!’. Diante de homens boquiabertos e nem cinco minutos depois de ter chegado, a ‘danada’ voltou imediatamente a funcionar.

 

O diretor radiante de felicidade, perguntou qual o valor do serviço. Em um segundo a alegria se transformou em indignação e perplexidade. Valor do serviço: 1.000 Reais.

 

Como? Nem cinco minutos de serviço e este caboclo me cobra 1000 reais? Ele está louco! Ao voltar para a sala ainda esbravejando foi ler a nota que discriminava o serviço, escrita em uma folha de caderno toda amassada.

– Ajuste do parafuso = 1,00 Real

– Saber qual era o parafuso que deveria ser apertado = 999,00 Reais. O diretor então sorriu com a mescla de simplicidade e sabedoria daquele homem.

 

Costumo contar esta história para salientar a importância de cada um dentro da organização. A ‘expertise’ deve ser valorizada e remunerada de forma justa, de acordo com a qualidade dos profissionais envolvidos. Jamais devemos minimizar a importância ou colocar preço no trabalho dos outros. Quem é bom no que faz deve ser valorizado.

 

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21 a 22 de OUT, 2017

Blog
10 OUT, 2017 | por José Carlos Carturan
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