+55 (11) 2626-0211
+55 (12) 3302-0111
+55 (12) 99111-7601
contato@ellevendh.com.br

Missão: A pergunta final

São seus últimos momentos de vida. De forma totalmente inesperada, inusitada, surpreendente algo acontece com você. Em milésimos de segundos, como se fosse um filme, imagens de pessoas que você ama, de lugares que conheceu, situações importantes e relevantes em sua vida começam a passar em ‘flashes’ diante de seus olhos.

 

Dentre todas as sensações, a mistura de emoções, sentimentos e receios uma pergunta aparece em destaque na sua mente, que já não consegue manter uma linha de raciocínio. Você tenta desviar a atenção, mas a pergunta novamente aparece em sons, imagens e sentimentos, como se fosse uma cobrança, ou uma autocobrança.

 

E a pergunta é: Consegui cumprir minha missão?

 

Estamos partindo do pressuposto que você tem uma missão a cumprir, aprendizados a receber e a tarefa de compartilhar com os outros alguns dons que lhe foram confiados pelo Grande Pai Celestial. É o milagre da vida que nos foi dada e a missão que temos a cumprir.

 

E a sua mente repete a pergunta: Afinal você cumpriu ou não sua missão de vida? Se tudo terminasse hoje, você teria atingido seu real propósito?

 

Realmente há alguns que não tem a mínima ideia de tudo isso, que realmente vivem distantes destes conceitos e talvez seja este um dos maiores motivos de tantas pessoas insatisfeitas, infelizes e amarguradas.

 

No entanto a grande dúvida é: Como posso descobrir minha missão? E há dois pontos relevantes nesta questão:

 

Primeiro. Qualquer função, qualquer profissão, qualquer atividade pode se transformar em um propósito de vida, desde que exercida com respeito, dignidade e competência, ou seja, para cumprir nossa missão não necessariamente precisamos ocupar uma posição de destaque.

 

Segundo ponto: Como tomar a decisão correta? Como saber qual é o caminho a ser seguido? Difícil esta resposta, não é? Talvez a única maneira seja realmente seguir nossa intuição, que insistimos em menosprezar.

 

Há um trecho de um livro de Carlos Castañeda que diz o seguinte: “É inútil desperdiçar a vida em um único caminho, especialmente se este caminho não tiver CORAÇÃO. Antes de tomar um caminho, faça a seguinte pergunta: Este caminho “tem coração”? Se a resposta for não, você saberá e deverá escolher outro caminho. Um caminho “sem coração” jamais é agradável. Você terá que se esforçar muito, até mesmo para iniciá-lo. Por outro lado, o caminho “com coração” é fácil; não o obriga a esforçar-se para dele gostar”.

 

Talvez este seja o único meio de descobrirmos qual nosso real propósito. Buscarmos algo que fazemos com o coração, que nos traga satisfação e prazer.

 

Na pior das hipóteses, ainda que não obtenha total êxito, você estará alinhado a coisas que para você são importantes. E não há nada que traga maior satisfação do que fazer o que se gosta. Mesmo que para isso seja necessário tomar algumas decisões, quebrar alguns paradigmas e mudar completamente de rumo, sabendo ao menos o destino que almeja.

 

As pessoas que se propõem a assumir este risco normalmente tornam suas vidas em algo que vale a pena.

 

Zé do Parafuso

Nos treinamentos que ministro em empresas menciono algumas histórias que direta e indiretamente fazem alguma alusão aos contextos profissionais de forma geral, do mais simples ao mais elaborado ofício. Esta é possível que você já tenha ouvido por aí.

 

É a história do ‘Zé do Parafuso’.

 

Diz a lenda que esse senhor era um exímio mecânico de máquinas. Consertava tudo, desde liquidificador, até máquinas que valiam milhares de dólares. E como se não bastasse consertar tudo, ainda na maioria das vezes fazia o serviço muito rapidamente. Era um sujeito humilde, simplório, mas muito bom no que fazia. Sua fama corria a boca pequena nas fábricas que se espalhavam pelo país.

 

Sua técnica? Segredo absoluto. Seus instrumentos e equipamentos de trabalho? Nada de excepcional. Uma pequena mala de ferramentas que qualquer ser humano precavido deve ter em casa. Chave de fenda, martelo, grifo. Nada de equipamentos modernos e eletrônicos. Orgulhava-se em dizer que seus equipamentos mais modernos eram seus olhos, ouvidos, mãos e a ‘cabeça que punha para pensar’.

 

Eis que uma grande indústria, daquelas que não podem se dar ao luxo de ter um equipamento danificado, passou por um sério apuro. Justamente a máquina mais cara, que produzia as peças mais minuciosas e que era o centro da produção pifou. Nada a fazia funcionar novamente. A tal máquina era importada e depois da visita mal sucedida de três técnicos, um dos funcionários disse: ‘Para arrumar isso aí, só o Zé do Parafuso’.

 

O diretor quis saber de quem se tratava e pediu que o trouxessem imediatamente à fábrica. Zé do Parafuso, também famoso pela sua presteza, chegou ali pouco tempo depois. A expectativa era grande, afinal quase uma centena de homens estava parada e isso significava muito dinheiro perdido.

 

Zé do Parafuso chegou e perguntou como havia sido o barulho. Deu a volta na máquina, tocou-a carinhosamente até que seus olhos pararam em uma das engrenagens. Com um sorriso de canto de boca simplesmente agachou, tirou uma chave da mala, apertou um parafuso e ordenou: ‘Liga a danada!’. Diante de homens boquiabertos e nem cinco minutos depois de ter chegado, a ‘danada’ voltou imediatamente a funcionar.

 

O diretor radiante de felicidade, perguntou qual o valor do serviço. Em um segundo a alegria se transformou em indignação e perplexidade. Valor do serviço: 1.000 Reais.

 

Como? Nem cinco minutos de serviço e este caboclo me cobra 1000 reais? Ele está louco! Ao voltar para a sala ainda esbravejando foi ler a nota que discriminava o serviço, escrita em uma folha de caderno toda amassada.

– Ajuste do parafuso = 1,00 Real

– Saber qual era o parafuso que deveria ser apertado = 999,00 Reais. O diretor então sorriu com a mescla de simplicidade e sabedoria daquele homem.

 

Costumo contar esta história para salientar a importância de cada um dentro da organização. A ‘expertise’ deve ser valorizada e remunerada de forma justa, de acordo com a qualidade dos profissionais envolvidos. Jamais devemos minimizar a importância ou colocar preço no trabalho dos outros. Quem é bom no que faz deve ser valorizado.

 

Agenda
25 à 27 de AGO, 2017

Blog
01 AGO, 2017 | por José Carlos Carturan
Faça o seu Teste
Endereço
R. Letícia, 61 - Jardim Satelite, São José dos Campos - SP, 12230-840
Telefone
+55 (12) 3302.0111 +55 (11) 2626.0211
© 2017 Elleven Treinamentos. Todos os Direitos Reservados.                 R. Letícia, 61 - Jardim Satelite, São José dos Campos - SP, 12230-840

Newsletter

Insira seu email para receber dicas e artigos exclusivos da Elleven Treinamentos!

X