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FALSAS NECESSIDADES

Nesta semana, bem corrida diga-se de passagem, emendei um papo muito bacana com uma grande amiga sobre algumas questões bem interessantes.

Falamos sobre a questão dos desejos do ser humano e dos objetos ou meios que são utilizados para preencher, atender tais necessidades, na maioria das vezes, falsas. Não por coincidência me deparei com um texto de um mestre zen chamado Osho, que atribui grande parte das dificuldades que sentimos ao ‘conflito – sentir x pensar’. Acompanhe o texto abaixo:

‘O seu sentimento e o seu pensamento tornaram-se duas coisas diferentes e este é o problema básico. Aquele seu lado que pensa e aquele seu lado que sente tornaram-se dois e você identifica-se com a parte que pensa e não com a parte que sente.

E sentir é mais real do que pensar; sentir é mais natural do que pensar.
Você nasce com um coração que sente, mas o pensamento é cultivado, ele é-lhe dado pela sociedade. E o seu sentimento tornou-se algo suprimido.

Mesmo quando você diz que sente, você apenas pensa que sente. O sentimento tornou-se morto e isto aconteceu devido a determinadas razões.

Quando uma criança nasce ela é um ser que sente; ela sente coisas, mas ela ainda não é um ser pensante. Ele é natural, como tudo o que é natural, como uma árvore, um animal. Começamos, entretanto, a moldá-la a cultivá-la. Ela terá de suprimir os seus sentimentos, ou se isto não acontecer, estará sempre com dificuldades.

Quando quiser chorar, não poderá fazê-lo, pois os seus pais a censurarão. Será condenada, não será apreciada e nem amada. Não será aceita como é. Deve comportar-se de acordo com determinada ideologia, determinados ideais. Só então será amada.

Do modo como ela é, o amor não se destina a ela. Só pode ser amada se seguir determinadas regras. Tais regras são impostas, não são naturais.

O ser natural dá lugar a um ser suprimido e aquilo que não é natural, o irreal é-lhe imposto.
Esse “irreal” é a sua mente e chega um momento em que a divisão é tão grande que já não se pode mais ultrapassá-la.
Você esquece-se completamente do que a sua verdadeira natureza foi ou é.

Você é um falso rosto; o semblante original perdeu-se. E você também receia sentir o original, pois no momento em que o sentir toda a sociedade se voltará contra si. Você, portanto, coloca-se contra a sua natureza real.

Quando elas são suprimidas, você passa a criar necessidades simbólicas. Por exemplo, você pode começar a compra cada vez mais coisas, enchendo-se de novos itens, e nunca sentir que é o bastante.

Você pode continuar comprando; posto que a necessidade é falsa, ela jamais poderá ser preenchida. E vivemos entregues a falsas necessidades. Por isso não há realizações.

Logicamente o raciocínio não está restrito ao ato de comprar, mas diz respeito aos subterfúgios que nós seres humanos usamos no dia a dia. Explica muita coisa, não é?

PORQUE O TEMPO PASSA TÃO RÁPIDO PARA VOCÊ

Li um artigo muito interessante sobre o tempo e nosso cérebro.

Entenda a razão científica – para essa sensação de que o tempo está passando mais rápido – no trecho de Airton Mendonça, transcrito a seguir. Vale a pena!

”Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio… você começará a perder a noção do tempo.

Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.

Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.

É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e ‘apagando’ as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.

Como acontece?

Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); o cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).

Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa… são apagados de sua noção de passagem do tempo.

Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir -as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações…

Enfim,  as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a rotina.”

E como tem sido sua vida? O que você vai fazer de diferente hoje?

MANTER ATIVO – SITE JORNAL SANTUÁRIO

A importância de se manter ativo durante a melhor

idade, foi o artigo no site Jornal Santuário

de Aparecida, pelo especialista em medicina comportamental

Dr. José Carlos Carturan

A matéria, busca apontar que não importa quantos anos alguém possa viver, só há uma escolha entre duas alternativas: a primeira é se entregar à velhice, é achar que o fato de já ter se aposentado e estar com os filhos e netos criados é o suficiente para esperar o dia da morte. A segunda alternativa é continuar ativo, trabalhando ou praticando um hobby, viajando, participando de grupos da terceira idade etc.

É possível conferir a matéria completa clicando aqui.

A Cura Mente-Corpo

Em seu cotidiano, você consegue perceber como os comportamentos humanos exercem influência no processo de cura de doenças? Neste artigo estão algumas linhas sobre as bases dos estudos que fundamentam esta  teoria.

Por José Carlos Carturan

O Estudo

 

Depois de observar o desenlace de diversos casos de tratamento de seus pacientes, Milton Erickson, o pai da hipnose moderna, criou a teoria de que há estreita conexão entre o cérebro, a mente e o corpo no processo de recuperação dos indivíduos.

 

Baseado neste conceito, Ernest Rossi, PhD em Psicobiologia passou a pesquisar e estudar casos clínicos onde os pacientes eram submetidos à rigorosa avaliação e passavam por inúmeros processos conjuntos ao tratamento convencional.

 

Nesses estudos, Rossi mediu componentes neurológicos e fisiológicos do organismo do paciente em dois momentos:

 

1. no início do tratamento

2. após ministrar medicação convencional e placebos (que não possuem ação específica nos sintomas ou na doença).

 

Os pacientes dividiam-se entre os que: demonstravam maior confiança na equipe médica, mais otimismo em relação à cura e possuíam maior alegria e bom humor; e aqueles pacientes que se demonstravam pessimistas, céticos e desconfiados em relação ao tratamento.

 

Os resultados

 

Os primeiros pacientes – otimistas, alegres e bem humorados – apresentaram melhora no quadro clínico muito mais significativa, mesmo sob o efeito de placebos, do que aqueles pacientes que se comportaram de maneira pessimista, cética e desconfiada.

 

Os resultados foram medidos através de exames detalhados que apresentaram melhora considerável nos níveis de anticorpos, células de defesa do organismo e imunoglobulinas. Os sintomas das doenças, naquele grupo otimista, também diminuíram visivelmente e eles chegaram ao final do estudo num quadro geral extremamente satisfatório.

 

Na observação criteriosa sobre as reações ao tratamento, os resultados confirmaram a hipótese da influência de determinados fatores ao processo de cura.

 

Rossi afirma que a expectativa positiva de cura por parte do paciente consiste em até 50% de uma recuperação bem sucedida. Nestes casos, o próprio organismo combate o estresse causado pela doença e libera substâncias como as endorfinas (neurotransmissores) responsáveis pelo relaxamento do indivíduo frente aos transtornos que a doença causa.

 

Há vários anos, essa teoria da conexão cérebro-mente-corpo já é adotada na Europa, Estados Unidos e Canadá.  Atualmente, passou a ser mais bem aceita também na América Latina e por profissionais brasileiros na área da saúde.

 

E na sua vida, você sente a conexão corpo-mente? Deixe aqui seu comentário.

 

Gostou? Ouça o podcast sobre o Equilíbrio Emocional.

PSICOTERAFINS POR TATIANA ALVARES

Na atual e nova etapa profissional que vivencio, uma grande revisão de valores e postura tem sido o que dá o tom nos meus dias.

Me dedico até a uma certa exaustão em ler e estudar os conceitos que me caem bem hoje e que desejo oferecer de maneira integrada a clientes, pacientes, parceiros. Isso não significa, de modo algum, que sou totalmente conhecedora de algum deles. Apenas talvez signifique que já é suficiente para tecer opiniões e tomar decisões sobre a direção que darei às minhas especialidades, seja na prática clínica, consultiva ou “treinativa”.

Psicologia analítica, psicanálise, programação neurolinguística (PNL), hipnose, coaching, física quântica, misticismo, teorias do comportamento. Para alguns, ler esta frase e ver essa ‘miscelanea’ antípoda pode parecer o oitavo pecado capital, mas me deixe estruturar alguns pensamentos que me são possíveis, convergindo o melhor de cada uma dessas ciências:

1) Responsabilidade: seja em qualquer uma das ciências citadas acima, responsabilizar-se por si, conhecer-se e parar de se queixar do mundo é unânime. Conheça-se, aja, resolva e isso será apenas e unicamente responsabilidade SUA. Quem é responsivo leva a vida de maneira mais qualificada e satisfatória, mantendo foco no que é se SEU controle e cessando os escapes de energia que insistem todas as vezes que nos incomodamos e não fazemos nada com isso ou, pior, responsabilizamos o outro por nosso cansaço ou desânimo. Ah! E é responsabilidade de CADA UM DE NÓS também quando não nos conhecemos.

2) Escolha: acompanhada da responsabilidade, somos nós os donos das escolhas que fazemos, sejam elas conscientes ou não. A todo momento decidimos por A ou por B e, olha só, somos NÓS mesmos que as fazemos, uma a uma. Aumentar nossa capacidade de fazer escolhas melhores e mais congruentes conosco é a missão que os seres humanos todos tem em comum.

3) Vontade: predominantemente nos assuntos de física quântica, mas também presente nas demais, a vontade é aquela força que empreendemos sobre qualquer aspecto de nossa vida. Ela está acima das condições do nosso corpo, acima das estruturas da personalidade, acima dos tipos psicológicos. E isso porque ela é um elemento de estâncias superiores daquelas mentais. Vontade é aquele negócio que, muito além do querer, opera sobre em qual frequência vibraremos e quais coisas/pessoas/acontecimentos atrairemos até nós.

4) Repetição: na PNL, na psicanálise, no misticismo, a repetição serve como a grande porta que estoura outras portas. Na psicanálise estoura a porta para o recordar e elaborar, na PNL a porta da excelência, no místico a porta da evolução. Grande prima da vontade, a repetição é um instrumento poderoso de autoconhecimento, desde que seja utilizada como RECURSO e não como um bom motivo para nos vitimizarmos com coisas do tipo: “Não consigo fazer diferente…”

5) Perguntação: se a grande porta do desenvolvimento humano é a boa repetição, a chave dela é a ‘perguntação’. NADA substitui, em TODAS as ciências que listei, os resultados positivos que a habilidade de fazer boas perguntas traz. E boas perguntas significa levar em conta o mundo psi do outro, esquecendo-se do seu. É garantir o direito das pessoas de sentir e pensar como sentem e pensam. É honroso e, só assim, possível encaixar a chave na porta correta.

6) Emoção: exceto para uma das ciências que citei e em uma das suas modalidades, para todas as outras o conteúdo emocional é a alavanca daquela porta onde a chave entra.  É o qualitativo para uma vida qualificada (não usei a palavra feliz, pois – acredite – tem gente que não dá a mínima para isso. E isso deve ser respeitado). É o decisivo para que nós ofereçamos à vida algum sentido e a nós mesmos, a humanidade.

Em anos de divã e aposta certa em programas comportamentais, uma questão foi evidenciada em minha personalidade: eu não gosto de perder. Portanto, fazer escolhas é sempre algo altamente angustiante e hoje em dia mais ainda desafiante para mim. E aí, creio eu, usei esse meu “defeito” para fazer o que é uma – modéstia a parte – boa característica: empreendedorismo. Meu negócio é juntar as melhores coisas, resolver e ponto.

Ouvi uma frase numa novela (grande representante das boas tolices da nossa vida) que encerra as questões sobre desenvolvimento, na minha visão: “O simples aproveitamos. O complicado resolvemos. E essa é a vida.”

Que todos aqueles envolvidos nos “psicoterafins” e ”desenvolvefins” estejam ocupados única e exclusivamente com uma ética: oferecer ao outro condições de inventar-se e responsabilizar-se por isso. É o caminho, no meu modelo mental, para se viver bem.

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21 a 22 de OUT, 2017

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10 OUT, 2017 | por José Carlos Carturan
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