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Porque o tempo passa tão rápido para você

Por José Carlos Carturan

Li um artigo muito interessante sobre o tempo e nosso cérebro. Entenda a razão científica – para essa sensação de que o tempo está passando mais rápido – no trecho de Airton Mendonça, transcrito a seguir. Vale a pena!

”Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio… você começará a perder a noção do tempo.

Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.

Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.

É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e ‘apagando’ as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.

Como acontece?

Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); o cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).

Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa… são apagados de sua noção de passagem do tempo.

Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir -as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações…

Enfim,  as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a rotina.”

E como tem sido sua vida? O que você vai fazer de diferente hoje?

 

A Cura Mente-Corpo

Em seu cotidiano, você consegue perceber como os comportamentos humanos exercem influência no processo de cura de doenças? Neste artigo estão algumas linhas sobre as bases dos estudos que fundamentam esta  teoria.

Por José Carlos Carturan

O Estudo

 

Depois de observar o desenlace de diversos casos de tratamento de seus pacientes, Milton Erickson, o pai da hipnose moderna, criou a teoria de que há estreita conexão entre o cérebro, a mente e o corpo no processo de recuperação dos indivíduos.

 

Baseado neste conceito, Ernest Rossi, PhD em Psicobiologia passou a pesquisar e estudar casos clínicos onde os pacientes eram submetidos à rigorosa avaliação e passavam por inúmeros processos conjuntos ao tratamento convencional.

 

Nesses estudos, Rossi mediu componentes neurológicos e fisiológicos do organismo do paciente em dois momentos:

 

1. no início do tratamento

2. após ministrar medicação convencional e placebos (que não possuem ação específica nos sintomas ou na doença).

 

Os pacientes dividiam-se entre os que: demonstravam maior confiança na equipe médica, mais otimismo em relação à cura e possuíam maior alegria e bom humor; e aqueles pacientes que se demonstravam pessimistas, céticos e desconfiados em relação ao tratamento.

 

Os resultados

 

Os primeiros pacientes – otimistas, alegres e bem humorados – apresentaram melhora no quadro clínico muito mais significativa, mesmo sob o efeito de placebos, do que aqueles pacientes que se comportaram de maneira pessimista, cética e desconfiada.

 

Os resultados foram medidos através de exames detalhados que apresentaram melhora considerável nos níveis de anticorpos, células de defesa do organismo e imunoglobulinas. Os sintomas das doenças, naquele grupo otimista, também diminuíram visivelmente e eles chegaram ao final do estudo num quadro geral extremamente satisfatório.

 

Na observação criteriosa sobre as reações ao tratamento, os resultados confirmaram a hipótese da influência de determinados fatores ao processo de cura.

 

Rossi afirma que a expectativa positiva de cura por parte do paciente consiste em até 50% de uma recuperação bem sucedida. Nestes casos, o próprio organismo combate o estresse causado pela doença e libera substâncias como as endorfinas (neurotransmissores) responsáveis pelo relaxamento do indivíduo frente aos transtornos que a doença causa.

 

Há vários anos, essa teoria da conexão cérebro-mente-corpo já é adotada na Europa, Estados Unidos e Canadá.  Atualmente, passou a ser mais bem aceita também na América Latina e por profissionais brasileiros na área da saúde.

 

E na sua vida, você sente a conexão corpo-mente? Deixe aqui seu comentário.

 

Gostou? Ouça o podcast sobre o Equilíbrio Emocional.

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01 AGO, 2017 | por José Carlos Carturan
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