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Sobre o Estresse e o Poder do Abraço

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o estresse afeta mais de 90% da população mundial e é considerado uma epidemia global. Na realidade, o estresse não pode ser caracterizado como uma doença em si: é muito mais uma forma de adaptação e proteção do corpo contra agentes externos ou internos.

 

No Brasil, os dados são mais preocupantes. Somos o 2º país do mundo com as maiores taxas de estresse, perdendo somente para o Japão. Estima-se que mais de 45% da população pode ser classificada em alguns distúrbios causados pelo estresse.

 

Vale salientar que em níveis normais o estresse não é prejudicial. Biologicamente, pela ação dos hormônios cortisol e noradrenalina, nosso corpo é preparado para lidar com situações de estresse e as reações de luta (enfrentamento de uma situação) e fuga (quando preferimos não enfrentar a tal situação). Diversas reações internas do organismo permitem que consigamos lidar bem com as situações do cotidiano e nos deixam ‘espertos’ para os desafios da vida.

 

O grande problema ocorre quando nosso corpo passa a ficar preparado de maneira ‘exagerada’ para lidar com nossos agressores. E os ‘agressores’ do mundo moderno são a competitividade, as grandes jornadas de trabalho, os ‘chefes’ mal humorados, uma pessoa querida que esteja doente, as contas que insistem em chegar ao final do mês e uma série de outros problemas que ocorrem no nosso dia a dia.

 

Aliados ao estresse estão diversos outros problemas relacionados à ansiedade, transtornos de humor e doenças psicossomáticas. Detalhe importante: Ainda não há nenhum medicamento capaz de combater o estresse de maneira eficaz.

 

Essas são as más notícias.

 

Agora vamos às boas notícias.

 

© Matelly/Corbis

© Matelly/Corbis

 

As boas notícias são que estudos publicados pela revista científica Psychosomatic Medicine comprova que pessoas que se abraçam, e encontram outras formas de se manterem próximos todos os dias podem ter menores níveis de hormônios do estresse no organismo.

 

Eles destacam que o estresse crônico pode ter vários efeitos no organismo, enfraquecendo o sistema imunológico e contribuindo para a doença cardíaca.

 

O simples fato de dar as mãos diminui os níveis de cortisol. E um abraço carinhoso é responsável por aumentar os níveis de oxitocina (em alguns lugares você achará escrito ocitocina) que é o antídoto natural do estresse.

 

Para que tenhamos ideia do poder da oxitocina, este é o hormônio do momento do parto e que ajuda também na amamentação, certamente dois dos momentos mais mágicos da vida. Esses resultados eram ainda mais marcantes para pessoas que apresentavam problemas no trabalho, sugerindo que o contato físico entre parceiros poderia aliviar o estresse do trabalho.

 

Pensando nisso, quantos abraços carinhosos você tem trocado com as pessoas que gosta? Topa um desafio?
Ao ler este artigo, vá até alguém e dê um abraço, preferencialmente acompanhado de um belo e sincero sorriso. Depois me conte nos comentários o que sentiu.

 

Por José Carlos Carturan, palestrante e head trainer da Elleven Treinamentos e Desenvolvimento Humano.

 

Crédito da Imagem: ©-Sean-Justice/Corbis

 

A Cura Mente-Corpo

Em seu cotidiano, você consegue perceber como os comportamentos humanos exercem influência no processo de cura de doenças? Neste artigo estão algumas linhas sobre as bases dos estudos que fundamentam esta  teoria.

Por José Carlos Carturan

O Estudo

 

Depois de observar o desenlace de diversos casos de tratamento de seus pacientes, Milton Erickson, o pai da hipnose moderna, criou a teoria de que há estreita conexão entre o cérebro, a mente e o corpo no processo de recuperação dos indivíduos.

 

Baseado neste conceito, Ernest Rossi, PhD em Psicobiologia passou a pesquisar e estudar casos clínicos onde os pacientes eram submetidos à rigorosa avaliação e passavam por inúmeros processos conjuntos ao tratamento convencional.

 

Nesses estudos, Rossi mediu componentes neurológicos e fisiológicos do organismo do paciente em dois momentos:

 

1. no início do tratamento

2. após ministrar medicação convencional e placebos (que não possuem ação específica nos sintomas ou na doença).

 

Os pacientes dividiam-se entre os que: demonstravam maior confiança na equipe médica, mais otimismo em relação à cura e possuíam maior alegria e bom humor; e aqueles pacientes que se demonstravam pessimistas, céticos e desconfiados em relação ao tratamento.

 

Os resultados

 

Os primeiros pacientes – otimistas, alegres e bem humorados – apresentaram melhora no quadro clínico muito mais significativa, mesmo sob o efeito de placebos, do que aqueles pacientes que se comportaram de maneira pessimista, cética e desconfiada.

 

Os resultados foram medidos através de exames detalhados que apresentaram melhora considerável nos níveis de anticorpos, células de defesa do organismo e imunoglobulinas. Os sintomas das doenças, naquele grupo otimista, também diminuíram visivelmente e eles chegaram ao final do estudo num quadro geral extremamente satisfatório.

 

Na observação criteriosa sobre as reações ao tratamento, os resultados confirmaram a hipótese da influência de determinados fatores ao processo de cura.

 

Rossi afirma que a expectativa positiva de cura por parte do paciente consiste em até 50% de uma recuperação bem sucedida. Nestes casos, o próprio organismo combate o estresse causado pela doença e libera substâncias como as endorfinas (neurotransmissores) responsáveis pelo relaxamento do indivíduo frente aos transtornos que a doença causa.

 

Há vários anos, essa teoria da conexão cérebro-mente-corpo já é adotada na Europa, Estados Unidos e Canadá.  Atualmente, passou a ser mais bem aceita também na América Latina e por profissionais brasileiros na área da saúde.

 

E na sua vida, você sente a conexão corpo-mente? Deixe aqui seu comentário.

 

Gostou? Ouça o podcast sobre o Equilíbrio Emocional.

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10 OUT, 2017 | por José Carlos Carturan
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