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ELLEVEN INOVA COM 6 SOLUÇÕES EMPRESARIAIS

Elleven coloca à disposição de seus clientes empresariais, seis ferramentas de apoio à tomada de decisão na gestão empresarial e de equipes. São elas: Pesquisa de Clima Organizacional, Avaliação de Competências/Feedback 360o, Avaliação de Desempenho, Análise DISC, Perfil Elleven e Gestão do Tempo.

 

Essas seis soluções são capazes de gerar subsídios e informações atualizadas para se atingir resultados efetivos. Saiba mais sobre elas:

 

Pesquisa de Clima Organizacional: mensura o grau de satisfação e motivação dos colaboradores. Através dos resultados, pode indicar ações de contribuição à melhoria do clima, desenvolvimento de pessoas e consequente melhoria no resultado da empresa.

 

Avaliação 360°: processo em que o colaborador responde a um questionário de autoavaliação em relação a determinadas competências e também é avaliado em relação ao mesmo conjunto de competências por seus subordinados, colegas/pares e superiores. Esse método contribui nos processos de desenvolvimento e práticas de gestão.

 

Avaliação de desempenho: analisa o desempenho individual ou de um grupo de funcionários com base em requisitos da empresa ou gestor.

 

Análise DISC: é uma metodologia de análise de perfil comportamental reconhecida mundialmente e que trabalha com base em quatro fatores predominantes: Dominância, Influência, Estabilidade e Conformidade. Esses aspectos identificam tendências do comportamento humano e como utilizá-las de modo positivo e produtivo.

 

Teste de perfil comportamental Elleven: com base em estudos criteriosos e reconhecidos, verifica quais são as tendências comportamentais  de uma pessoa, além de detectar seus pontos fortes e pontos de melhoria. Excelente recurso utilizado para autoconhecimento e gestão de equipes. Disponível gratuitamente do site da Elleven.

 

Gestão do Tempo: são dois testes da Elleven para verificar como anda o gerenciamento do tempo. Descobrir o atual nível de procrastinação facilita o direcionamento do tempo de forma correta entre as atividades estratégicas, importantes, urgentes e circunstanciais. Disponível gratuitamente do site da Elleven.

 

Para mais informações, visite a página:  >> http://bit.ly/VF8ezx

Ou contate a equipe através dos telefones: (12) 3302-0111 ou (11) 2626-0211

11 DICAS SOBRE PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA (PNL)

Você conhece PNL?

Sabia que se trata de uma das ferramentas mais eficazes e práticas para comunicação, negociação, relacionamentos e conhecimento sobre o comportamento humano? Conheça um pouco mais dessa estratégia utilizada por pessoas de sucesso

A PNL e algumas de suas principais premissas.

1- A PNL (Programação Neurolinguística) foi desenvolvida no início dos anos 70, por Richard Bandler, estudante de matemática na Universidade da Califórnia e que depois decidiu cursar Psicologia e por John Grinder, professor de lingüística.

2- Ainda hoje, depois de aperfeiçoada, a PNL fornece poderosas ferramentas usadas por pessoas de poder e influência, por atuar principalmente em dois dos pontos mais importantes para obtenção do sucesso: Comunicação e Relacionamentos. Pode acreditar.

3- Para a PNL, mente e corpo são partes de um sistema único. O que se passa na mente se reflete no corpo e na saúde. O contrário também é verdadeiro. Ou seja, nossa postura corporal, chamada na PNL de fisiologia também pode interferir em nossos padrões de pensamento.

4- Podemos abandonar padrões de comportamentos que não nos trazem bons resultados e nos fazem mal e adotar novos padrões, voltados àquilo que desejamos melhorar e conquistar. E com a PNL isso é mais simples do que se pode imaginar.

5- As pessoas respondem à sua experiência, não à realidade em si. De acordo com nossas experiências formamos a realidade. Se podemos mudar nossa realidade? Sim, mudando nossas experiências, reaprendendo. Vale salientar: qualquer pessoa pode conseguir, desde que… esteja realmente disposta a isso.

6- Possuímos todos os recursos de que precisamos para realizar mudanças desejadas ou podemos desenvolvê-los. Tudo o que foi aprendido pode ser reaprendido de modo diferente.

7- Em qualquer sistema, o elemento com mais flexibilidade, ou seja, aquele que possui maior número de alternativas influenciará o sistema. Em suma, sutilmente, quem tem mais FLEXIBILIDADE está no controle.

8- A PNL visa modelar excelência. Se alguém faz algo bem, podemos aprender as estratégias utilizadas e repeti-las. Isso talvez não nos faça ser exatamente igual a esse alguém, mas faz com que tenhamos resultados incríveis em um intervalo de tempo menor.

9- Todo comportamento é útil em algum contexto. Sim, todos eles, inclusive aqueles nocivos.

10- O significado da nossa comunicação é dado pela resposta que obtemos, independente de nossa intenção. Resumindo, não importa o que você quis dizer e sim o que seu interlocutor entendeu. Lembrou de alguma vez em que tentou dizer algo bacana a alguém e arrumou confusão? Pois bem, é disso que estou falando…

11- Foi desenvolvido o Novo Código da PNL (NLP New Code) visando a adaptação ao contexto atual moderno e dinâmico. No Brasil, isso é bem pouco conhecido. Seus objetivos? Foco, resultados, tomada de decisão, liberdade à mente inconsciente e qualidade de vida.

 

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UM DIA A MAIS OU A MENOS?

Primeiramente, bom dia. Não sei quando, onde ou em que circunstâncias você está lendo este texto. Não sei também se ao final você irá gostar ou não dele. Obviamente é muito provável que também eu não conheça você pessoalmente. Mesmo com toda esta falta de informações a seu respeito sei algo sobre você que é inexorável: Se está sendo agraciado com o dia de hoje é porque ainda tem algo a fazer.

Pode parecer piegas em um primeiro momento, mas pare e pense: É ou não é verdade? Talvez você ainda não saiba muito bem o que é, menos ainda como vai chegar até lá, mas que você tem algo a fazer, ah isso tem.

Aliás, talvez sejam estas algumas das maiores angústias do ser humano. Não saber ao certo a que veio e muito menos quanto tempo resta para descobrir e efetivamente fazer o que deve ser feito. Um dia a mais que vivemos é um dia a menos que temos para viver. Com base neste raciocínio, pare e pense. Não seria sem sentido a vida se não houvesse um propósito maior?

Tá, tudo bem, concordo que seja bacana em muitos momentos viver. Quando estamos com quem gostamos ou fazendo as coisas que gostamos, passeando, dando gostosas gargalhadas, ou seja  lá o que for. Contudo, há o outro lado da moeda. Dificuldades, lágrimas, sofrimento, incerteza. Faz parte. Não haveria aprendizado se não fosse assim.

Mas, sendo bem objetivo: Você sabe o porquê Dele, Deus, ter permitido a você mais um dia? Sabe qual sua missão aqui na Terra?  Pois é: Esta é a pergunta que provavelmente mais de 80% das pessoas não sabe responder. E dos outros 20% pelo menos metade apenas acha que sabe, pois arrumou um modo mais fácil de fugir deste questionamento. Simplesmente aceitou o destino que lhes foi imposto e acha que é assim mesmo, não há nada a fazer para mudar tal sorte.

Isto é perfeitamente compreensível. É muito mais cômodo atribuir nossos insucessos a fatores externos, a outras pessoas ou a um Deus que supostamente está querendo nos fazer passar por ‘provações’. É mais fácil reclamar da vida e achar que a recompensa virá quando ‘passarmos desta para uma melhor’.

Buscar o que se deseja, ir a fundo para se entender o que realmente viemos fazer nos traz um custo. Só o fato de tentar ser diferente da maioria já traz desconforto. Vivemos buscando caminhos, mas caminhos são trilhas que nos levam a outros caminhos. Este ciclo se repete insistentemente e a jornada só termina quando estamos realmente alinhados ao que realmente viemos fazer neste mundo.

Há também aqueles que no fundo sabem o que tem de ser feito, mas não acreditam em sua intuição, em seu potencial ou acham penoso demais o caminho para alcançar seus objetivos. A pergunta que cabe nestas situações é: Até onde você está disposto a ir para alcançar seus sonhos?  Ressalto que não estou falando apenas de conquistas materiais, mas de algo que transcende isto. Existe algo que fez com que Ele lhe trouxesse a este mundo. Cabe a você desvendar este enigma e ser digno da missão que lhe foi confiada. E ao final de cada dia se perguntar: Este foi um dia a mais que usei da melhor forma possível ou um dia a menos que tenho para descobrir o que quero?

MAIS GENTE, MENOS GESTÃO

Ultimamente tenho tido bastante contato em empresas com equipes responsáveis pela área de Recursos Humanos.

A criação desta área em empresas de grande porte e mais recentemente até mesmo nas de média e pequena estrutura já são um grande avanço quando temos como comparativo o cada vez mais obsoleto ‘D.P.’ (departamento pessoal) ainda presente em algumas empresas e em órgãos públicos.

Hoje há departamentos de recursos humanos que participam diretamente de decisões estratégicas de empresas. Cá entre nós isto é uma medida extremamente salutar, mas ainda não são todos os profissionais que conseguem ter a abrangência de visão necessária para isto. Na realidade, vem ocorrendo nos últimos dez anos uma transição conceitual de maneira mais acentuada no modo de encarar a função da área. E como já abordamos em colunas anteriores, mudanças podem gerar desconforto. Principalmente quando esta mudança é estrutural. E neste caso não se trata apenas de uma mudança estrutural, mas uma série de paradigmas que devem ser quebrados.

Durante décadas o foco das empresas era a elaboração dos processos, a parte gerencial, os resultados de modo geral e o desenvolvimento de habilidades diretamente ligadas à questão técnica. Hoje isto mudou e o foco deve ser nas pessoas. Nada mais normal em um mundo cada vez mais competitivo, onde há um nivelamento na qualidade da mão de obra e por inúmeros fatores a comunicação e a relação interpessoal está cada vez mais difícil. Contudo, há alguns itens que devem ser observados para que isto aconteça, dentre os quais está o preparo do gestor da área de recursos humanos.

O fato é que alguns gestores ainda não perceberam isto. Alguns já conseguiram enquanto outros simplesmente ignoram esta tendência. Há outros ainda que estão no meio do trajeto ou construindo uma ponte entre os dois pontos que separam a ideia da realização.

Mas, dentre estes profissionais encontram-se aqueles que ainda não tomaram vulto da importância desta visão global e focam suas atenções apenas em processos, procedimentos, temas menos importantes e em clichês da área.

É preocupante quando em reuniões que participo ao invés de salientar os pontos que devem ser trabalhados e desenvolvidos alguns ficam mais preocupados em demonstrar ‘todo o seu conhecimento’ na área e abusam de termos ‘enlatados’. Já ouvi frases tão recheadas destes termos que perderam totalmente o sentido. Coisa do tipo: “É importante vermos direito o ponto sobre treinamento, porque o target envolvido está fora do meu budget. Acho que esta questão interfere no turn over e nos processos e está diretamente ligada à Geração Y, que tem foco no fator sócio ambiental e no business.”

Confesso que não entendi nada e que fiquei um pouco assustado com a miscelânea gramatical e conceitual que me foi apresentada. Não tive a oportunidade, mas se pudesse teria dito a ela duas coisas: Por favor, mude seu foco. Menos clichês e mais visão. Mais gente e menos gestão.

ACOMODADO OU INCOMODADO?

Nesta semana estive conversando com um amigo que já não via há algum tempo. Sabe aquele papo bacana com uma pessoa querida que apesar de não encontrarmos com frequência, quando encontramos parece que nada mudou?

Pois este amigo é uma destas pessoas. Que traz consigo ainda outra característica bem marcante. É uma daquelas pessoas que transmite uma sabedoria simples, de uma maneira muito especial e cativante.

Em um determinado momento do nosso papo, surgiram alguns assuntos referentes a outros amigos em comum e (Argh!) sobre a situação política do país, o caos que reina em nossa sociedade e sobre a dificuldade que as pessoas têm em partir para a mudança.

Foi aí que surgiu uma questão bastante interessante sobre como as pessoas se portam em relação às circunstâncias como estas. Ficam acomodadas ou incomodadas?

Por característica intrínseca, o ser humano normalmente costuma ser extremamente resistente a mudanças. Principalmente quando atinge certo patamar na vida, seja social, financeiro, idade avançada. Enfim, há diversos motivos que acabam por nos deixar paralisados, acomodados em nossa zona de conforto.

A mudança só acontece quando nos sentimos incomodados com algo. Quer exemplos? A pessoa só começa a fazer uma dieta de modo correto quando se sente incomodada com a parte estética ou as condições de saúde. Só busca uma oportunidade nova de trabalho quando se sente incomodada com as condições de trabalho, com um fato ocorrido ou com a questão salarial em seu emprego atual.

Esta teoria é corroborada, confirmada pelos estudos da Neurociência que demonstram que agimos com base em dois mecanismos: fuga da dor e busca do prazer. Qualquer atitude que tomamos em nossa vida, ou nos levam em direção aos nossos objetivos e sonhos, que seria a busca do prazer, ou então nos livram de alguma situação desagradável, nos fazendo fugir da dor, o que infelizmente ocorre na maioria das vezes.

A pergunta é: O quanto estamos nos sentindo incomodados com as coisas que acontecem ao nosso redor? Será que isto tem nos trazido dissabores suficientes para fazer-nos mudar algumas atitudes em nossa vida? Ou é mais cômodo ficarmos longe disto, acomodados com o que já obtivemos e nos limitarmos apenas a criticar e lamentar sobre a eventual “falta de sorte” a que atribuímos nossos insucessos?

A política está ruim? Fomos nós que elegemos estas pessoas. Não conseguiu passar na entrevista de emprego? Talvez não tenha se preparado da maneira mais adequada. Está insatisfeito com o modo com que as pessoas tratam você? Talvez esta seja apenas a recíproca que está recebendo pelo tratamento que tem dado a elas.

Uma coisa é fato: Você só conseguirá o que realmente deseja quando se der conta que é a única pessoa que pode efetivamente tomar atitudes que o levem até onde você quer ir. Basta apenas que você defina se prefere ficar acomodado ou incomodado com o rumo que sua vida tomou.

DIA DA NÃO-VIOLÊNCIA | PRATIQUE A PAZ

No Dia Internacional da Não-Violência, criado pela ONU em homenagem a todo o trabalho de GANDHI, nossos Practitioners em PNL prepararam contribuições valiosas. Baseado nos aprendizados e aplicações que compartilharam conosco em suas formações, dizem em voz alta aquilo que querem ver e sentir propagado pelo mundo todo.

 

Receba nossa contribuição para esse importante dia. Compartilhe essa ideia!

 

Quisera a população mundial saber que todos somos conectados e que todos somos um.

 

Quisera a população mundial saber que entendendo isso, deixaríamos de estar “EMSIMESMADOS”.

 

Competição tende a violência. COOPERAÇÃO tende a NÃO-VIOLÊNCIA e sua consequência, é a PAZ. Acredite e multiplique.

 

Muito vem de como aprendemos a ver o mundo e como olhamos para quem está próximo, se olhamos com respeito as diferenças e cada um fazer um pouco para que, juntos, consigamos combater a violência. O amai o próximo como a ti mesmo”que traz muito sentido, pois só fazendo ao próximo o que queremos a nós mesmos conseguiremos ter a tão sonhada PAZ.

 

Pelo esporte, pela educação física e seus ingredientes, é possível perceber e entender melhor o outro. Semeando a paz.

 

E sobre a não violência, que melhor exemplo para citar se não o árduo trabalho e incrível dedicação de Ghandi. Pregar a não-violência em um ambiente que se forma pela brutalidade, sem dúvida foi algo que moveu o planeta com o novo conceito de moralidade para muitos, mas infelizmente não o suficiente para mudar a massa. Internamente sempre estamos em busca da paz, para que possamos com novos olhos enxergar a verdadeira essência da vida, para que possamos atingir a cooperação máxima aos nossos irmãos e trabalhar na imensidão do sentir. Tudo que for preciso para que um dia possamos, de forma concreta, livre e fundamentada, sermos pessoas melhores para os que nos cercam, seja à família, aos amigos, companheiros e aqueles que ainda nem conhecemos.

 

Nós da Elleven Treinamentos, trabalhamos para o desenvolvimento de habilidades comportamentais que mudem o mundo. Que mudem a perspectiva de como nos relacionamos e interagimos para a realidade que desejamos, através de nossos cursos e programas, como também de nossa postura e ética – a cada dia. Nós convidamos você para essa empreitada. Participe: nos escreva para que, juntos, possamos espalhar boas ideias mundo afora.

 

** Os parágrafos foram contribuições, na ordem, de:

 

André Siqueira, PRACTITIONER EM PNL

Ana Lucia Aluotto, PRACTITIONER EM PNL

Paulo Amorim, PRACTITIONER EM PNL

Auro Rodrigues Filho, PRACTITIONER EM PNL

Equipe Editorial Elleven

A todos que colaboraram, recebam nossa gratidão.

TURMA 27 | ODISSEYA I – A BUSCA DO HERÓI

Realizamos no último final de semana os dias 18, 19 e 20 de setembro de 2015, mais uma jornada em busca do herói pessoal: Turma 27 – Módulo I de Liderança Pessoal – Odisseya – A Busca do Herói.

 

Dias repletos de energia, aprendizados, esperanças renovadas e novos comportamentos a praticar. Uma turma surpreendente, conectada e poderosa…

 

Nós, da Elleven Treinamentos, agradecemos muito a cada treinando pela disponibilidade durante todo o processo e em especial aos nossos PADRINHOS e MADRINHAS pela presença.

 

Vocês são GIGANTES! Muito obrigado a todos!

 

Vejam como foi nosso final de semana, clicando na imagem abaixo para ver a Galeria de Fotos.

 

YAAA!!

odisseya1_t27_blog

SOBRE A DECEPÇÃO

Sempre recebo sugestões de amigos muito queridos para escrever sobre temas bem interessantes.

Hoje vou abordar um tema também interessante, pelo qual nós todos já tivemos alguns minutos, horas, dias ou anos de desassossego. E aí é que está o cerne da questão. A reflexão e a decisão de quanto tempo levaremos este sentimento adiante. Mas de qual sentimento afinal estamos falando? Simples. Falamos sobre a decepção.

 

Mas afinal o que é decepção? De modo bem simples, para mim ‘decepção é a surpresa ao contrário’. Parece bem lógico, mas há algumas variáveis bem sutis em tudo isto. Justamente porque a decepção está diretamente ligada às expectativas que nós temos do outro e que este outro, ou não tem potencial ou não está comprometido suficientemente para atender.

 

Isso abre mais uma janela para discussão, sobre um erro bastante recorrente em nossa vida que acontece quando há uma lacuna e estamos ansiosos para que ela seja preenchida.

 

Quantas pessoas não se sentem sós e acabam ‘amarrando o burro’ em uma pessoa que projetam ter os predicados que buscam, mas que na verdade está mais para sapo do que príncipe? E no trabalho? Quantas vezes vislumbramos que aquela é ‘a pessoa certa’ para determinada função, ainda mais se a função diz respeito a um ponto nevrálgico da organização e no dia a dia fica bastante claro que os atributos e a conduta estão bem aquém do esperado? Isso fica ainda mais fácil de acontecer, em ambos os casos, quando a pessoa fala e demonstra ser exatamente aquilo que almejávamos. Pronto.

 

Porém se formos analisar friamente, quais as maiores causas da decepção?

 

Certamente, a primeira delas é ter de admitir para si mesmo que errou (e às vezes erramos feio) e suas percepções estavam equivocadas. E somado a isto o nível de decepção é diretamente proporcional aos compromissos assumidos pelo outro e aos nossos valores pessoais que foram diretamente atingidos. Bob Marley, um dos ícones da cultura alternativa e que, conduta pessoal à parte, foi um dos grandes nomes da música internacional dizia a respeito da decepção: “Às vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas. O tempo passa. E descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!” Pode ser.

 

No entanto, prefiro adotar a definição do sábio chinês Confúcio, que dizia “Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos”. Este sim, um grande conselho. As decepções às vezes nos custam bem caro, mas são extremamente válidas, pois geram aprendizados. Aprendemos que devemos afinar ainda mais a sintonia do nosso ‘radar’,  estar atentos a discursos vazios, nos lembrar que são poucos que mantém o antigo (e salutar) hábito de honrar a palavra e principalmente nos lembrar que não são todos os seres humanos que dão a mesma relevância à palavra COMPROMISSO.

 

Em suma, a decepção é um sentimento que reside dentro de nós e jamais deve ser creditado aos outros. E isto é muito bom, porque no final das contas, a decisão em mantê-lo ou não conosco está em nossas mãos.

SOMOS TODOS SERES COMPLEXOS

Não adianta fazer de conta que é todo organizado, que é totalmente ciente das decisões que toma e ficar zangado quando algo não sai muito bem como você planejava. Somos únicos em nossas virtudes, defeitos e elucubrações. E percebemos as coisas ao nosso redor de modo extremamente particular. E ponto.

 

E para complicar só mais um pouquinho, apesar de sermos fisicamente concretos, somos seres totalmente abstratos, moldados por meio de conceitos familiares, educacionais e religiosos do certo e do errado, com base em idéias e lógicas oriundas de gerações passadas.

 

Isto já seria preocupante, mas a dimensão deste equívoco no processo de estruturação da personalidade humana é muito maior. Tentam nos criar de forma lógica, mas somos essencialmente emocionais.

 

Isto gera um ‘colapso interno’. Nos deparamos constantemente com sentimentos e pensamentos que depõem contra o nosso sistema de crenças, ou aquilo que aprendemos a achar que é o correto. Sentimos raiva de alguém e em uma fração de segundos, lá está o nosso sistema de crenças dizendo que “é feio sentir raiva”.

 

O resultado? Conflito. Afinal penso e sinto algo que aprendi que é errado, que é desaprovado pela ‘moral e os bons costumes’. E isto gera culpa. E a primeira coisa que fazemos é tentar sufocar este pensamento ou sentimento, sem nos questionar o que aquilo quer nos mostrar.

 

Contudo, o que ‘não queremos olhar, ganha uma força extra’. Se você já fez regime e neste período encontrou ‘pelo caminho’ um brigadeiro ou uma lasanha entende o que estou falando. Talvez tenhamos de admitir que somos tão instintivos quanto nossos ancestrais. Ou será que nunca fez ou disse algo por impulso, tomado pela emoção, seja ela qual for?

 

A verdade é que somos seres complexos, repletos de pontos cegos, ângulos escondidos e sentimentos inconfessáveis, difíceis de admitir conscientemente. Somos a eterna batalha entre instintos e princípios, diversas faces de um mesmo personagem. Somos diferentes dilemas de nós mesmos, incomodados pela dificuldade imensa em determinar onde termina a nossa busca do prazer e começa a fuga da dor.

 

Somos vítimas de um poderoso algoz interno que, por fazer parte de nosso eu, e saber exatamente em que acreditamos age de forma impiedosa e cruel, procurando esconder nossas feridas e cicatrizes, mas para isto deixando expostas nossas maiores fraquezas e receios.

 

Somos a imensa distância entre o enredo que idealizam para nós e o espetáculo que estamos dispostos a encenar. Podemos em fração de segundos passar de indefesos cordeiros a astutas raposas. Podemos ser ao mesmo tempo a síntese e a antítese, porque simplesmente somos assim, brutos contrastes entre os aprendizados passados, anseios futuros e um fugaz presente.

 

Jung já afirmava que ‘somos muito mais do que o uno que imaginamos ser’. E todo este contexto está, para o bem ou para o mal, atrelado ao nosso arraigado sistema de crenças. A pergunta é: Em que você acredita? Isto é o mundo real ou a forma pela qual você escolheu interpretá-lo? Saber isto pode ser determinante para que você consiga aquilo que quer e principalmente pare de sofrer.

A ALEGRIA EM UM BALÃO DE CRIANÇA

Você já viu um balão de criança. E muito provavelmente você já tenha inclusive passado aquele barbante em seu pulso e tomado cuidado para que seu balão não fosse embora em direção ao céu.

 

Passamos apressados pelos parques, preocupados com o problemas e quase não reparamos, mas os vendedores de balão continuam em todos os cantos, nas esquinas, no shopping, com balões de princesas, de personagens da moda ou até mesmo alguns aviões e carrinhos.

 

Muito se diz sobre a inocência das crianças, que devemos aprender com elas a verdadeira forma de viver a vida mais leve. Além disso, devemos principalmente nos lembrar da alegria em olhar pra cima e ver um balão flutuando e nos acompanhando para todo lado. Você já reparou em uma criança que acabou de ganhar um balão? Já viu um sorriso sincero enquanto ela observa seu lindo e especial personagem flutuante? Algo que pra nós talvez seja banal, um pedaço de plástico que não custa muito, pra elas proporciona é fonte de alegria e diversão que não tem fim.

 

Quando crescemos os balões continuam lá, e por vezes deixamos muito deles subirem e desaparecerem sem nem vermos de qual formatos eram. O segredo da vida é estar atento para perceber os momentos mágicos que irão compor nossa história e aproveitá-los ao máximo, a maioria destes momentos não custam dinheiro e nem precisam de grandes cenários, mas tem como ingrediente principal… você!

 

O fato de saber que nada na vida é eterno e que o tempo passa pra todos não é uma visão pessimista, mas é o empurrão para que você acorde todo dia disposto a amarrar em sua história todos os balões que a vida coloca em seu caminho. Por isto, pule, grite, aproveite cada momento e principalmente se permita ver alegria na simplicidade, na simplicidade de um abraço, de uma conversa ou de um momento com quem você ama.

 

Da próxima vez que você sair na rua, procure por uma criança com um balão e observe sua alegria, isto ajudará você a perceber os balões que flutuam em seu próprio caminho, sorria e aproveite 🙂

 


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30 NOV, 2017 | por José Carlos Carturan
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