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Vivendo e aprendendo a jogar – Regina Maia

Pois é. Olha em volta e vê tanta bagunça, olha dentro e percebe que tudo começou ali.
Lá naquela época que alguém ou algo chegou e com sua permissão (!) tirou tudo fora do lugar.

Ai você se magoou. Disse que não brincava mais. Como a vida se atreve a devolver com desordem e dor tudo de bom que você fez? Afinal, tudo o que se queria era perfeição. O bom emprego, família linda, aquela pessoa que lhe completaria.
Aí, veio a decepção. O trabalho não satisfazia mais, aquela pessoa de príncipe ou princesa virou sapo. A família revelou seu lado obscuro. E tome decepção. E ai você disse: NÃO BRINCO MAIS!

Pois bem, uma novidade: a vida segue. O movimento é constante. O que pra você não deu certo, vai dar com outra pessoa e (que raiva!) muitas vezes com os mesmos personagens da trama menos você. E não adianta querer deixar de jogar o jogo…
Ele continua ai, rolando a sua revelia.

E se você não joga, vira joguete. O sujeito passivo da oração. Sofrendo com a bagunça interna e externa que o movimento da vida te impõe. Só porque você não quer jogar. Só, porque acreditou que fazendo birra a vida iria te mimar….
A vida é boa pra quem vive. Não permite que se pare com o jogo. É como o rio que para e adoece. Vida é movimento e se você para, seu interior adoece e o exterior reflete a bagunça interna.

Vamos então aprender com a vida. O que está estagnado em você? O que precisa fluir como o rio pra fazer brotar a vida em seu interior e por onde você passar?
Descontar na comida e bebida não vale. Sair pegando qualquer pessoa pra disfarçar a dor também não resolve. Vai fazer o que então? Se tanta coisa não depende de você diretamente?
Pois é. Concordo. Mas isso lá é desculpa pra deixar de fazer o que depende?
Enxergou algo que não agrada? Depende de atitude sua? Então vai lá e arruma do seu jeito. Da maneira que te agrada. É o modo de dizer à vida que você está lá, prestando atenção.

” Tô aqui jogando o jogo”, é esse o recado. E espera o próximo movimento, sempre acertando o que depende de você. Isso gera a segurança pros movimentos incertos da vida. E com segurança as decisões se tornam menos desafiadoras.
Bora ser feliz? Entender que no movimento da vida nem tudo é perfeito, mas, que dá pra fazer limonada com limão?
Volta a jogar e apreciar os movimentos que a vida faz como uma música. É. ela tem seu ritmo, e também refrão . Parece que o refrão é a gente que escolhe, já percebeu? É aquele pedaço que se repete depois de cada estrofe. Esse depende de você. Então depois do poema ela te deixa escrever ; aí escreva o que mais combinar com seu gosto, com seu jeito.

Vai ver como fica bonito. Como diz a música maravilhosamente cantada por Elis Regina.
“Vivendo e aprendendo a jogar
Vivendo e aprendendo a jogar
Nem sempre ganhando,
nem sempre perdendo ,mas
aprendendo a jogar!”

Sobre a autora:
Regina Maia é coach pessoal e profissional.
Graduada em Administração de Empresas e análise de sistemas, Instrutora Estratégica da Universidade CAIXA, pós graduanda em MBA de Gestão de Pessoas e Projetos, contando ainda com cursos livres na área de conhecimento e desenvolvimento humano tais como: Formação holística, Hipnose, Practitioner em PNL pela Elleven Desenvolvimento Humano, EFT (Emotional Freedom Tecnic) entre outros.

A pergunta final – José Carlos Carturan

São seus últimos momentos de vida. De forma totalmente inesperada, inusitada, surpreendente algo acontece com você. Em milésimos de segundos, como se fosse um filme, imagens de pessoas que você ama, de lugares que conheceu, situações importantes e relevantes em sua vida começam a passar em ‘flashes’ diante de seus olhos. No entanto, dentre todas as sensações, a mistura de emoções, sentimentos e receios uma pergunta aparece em destaque na sua mente, que já não consegue manter uma linha de raciocínio. Você tenta desviar a atenção, mas a pergunta novamente aparece em sons, imagens e sentimentos, como se fosse uma cobrança, ou uma autocobrança.

E a pergunta é: Consegui cumprir minha missão?
Logicamente partindo do pressuposto que você tem uma missão a cumprir, aprendizados a receber e a tarefa de compartilhar com os outros alguns dons que lhe foram confiados pelo Grande Pai Celestial. É o milagre da vida que nos foi dada e a missão que temos a cumprir. E a sua mente repete a pergunta: Afinal você cumpriu ou não sua missão de vida? Se tudo terminasse hoje, você teria atingido seu real propósito?

Realmente há alguns que não tem a mínima ideia de tudo isso, que realmente vivem distantes destes conceitos e talvez seja este um dos maiores motivos de tantas pessoas insatisfeitas, infelizes e amarguradas.
No entanto a grande dúvida é: Como posso descobrir minha missão? E há dois pontos relevantes nesta questão: Primeiro. Qualquer função, qualquer profissão, qualquer atividade pode se transformar em um propósito de vida, desde que exercida com respeito, dignidade e competência, ou seja, para cumprir nossa missão não necessariamente precisamos ocupar uma posição de destaque.
Segundo ponto: Como tomar a decisão correta? Como saber qual é o caminho a ser seguido? Difícil esta resposta, não é? Talvez a única maneira seja realmente seguir nossa intuição, que insistimos em menosprezar.

Há um trecho de um livro de Carlos Castañeda que diz o seguinte: “É inútil desperdiçar a vida em um único caminho, especialmente se este caminho não tiver CORAÇÃO. Antes de tomar um caminho, faça a seguinte pergunta: Este caminho “tem coração”? Se a resposta for não, você saberá e deverá escolher outro caminho. Um caminho “sem coração” jamais é agradável. Você terá que se esforçar muito, até mesmo para iniciá-lo. Por outro lado, o caminho “com coração” é fácil; não o obriga a esforçar-se para dele gostar”

Talvez este seja o único meio de descobrirmos qual nosso real propósito. Buscarmos algo que fazemos com o coração, que nos traga satisfação e prazer. Na pior das hipóteses, ainda que não obtenha total êxito, você estará alinhado a coisas que para você são importantes. E não há nada que traga maior satisfação do que fazer o que se gosta. Mesmo que para isso seja necessário tomar algumas decisões, quebrar alguns paradigmas e mudar completamente de rumo, sabendo ao menos o destino que almeja. As pessoas que se propõem a assumir este risco normalmente tornam suas vidas em algo que vale a pena.

Bem vindo 2013 – José Carlos Carturan

Costumo iniciar o ano saudando o ciclo que se inicia. Porém, antes de escrever o artigo fui reler o que havia escrito para o início do ano de 2012. Confesso que fiquei impressionado… Como acredito que nem todos tenham lido no ano passado e os que leram talvez tenham esquecido e principalmente pelo fato de ter dado ‘tão certo’ em 2011 e 2012 (quem esteve comigo vai entender) , transcrevo com as adaptações necessárias para este 2013.  Algo que é pessoal, mas que talvez represente alguns dos anseios comuns a tantos de nós, pessoas humanas. Antes de tudo, porém, agradeço ao ciclo que se finda, chamado ‘2012’.
Confesso que o texto serve também de guia pessoal, visando à estrita observância de alguns itens que obviamente não servem como receita infalível para uma vida perfeita, mas são preceitos razoáveis para um cotidiano mais aprazível.
Então, que seja bem vindo este 2013, que outrora pareceu tão distante, mas agora já é e deve ser usado como…presente. Que traga consigo as lições que devo aprender, para quem sabe com muita dedicação melhorar um pouco, frente ao muito que é necessário, a pessoa que sou.
 E que para isto, como sempre ouço de um grande mestre e amigo, eu tenha dentro do meu coração as cordas afinadas no mesmo diapasão que toca o “Grande Violão”. E que eu consiga diferenciar os ritmos; aliás, que eu esteja sempre no ritmo, no ritmo certo, seguindo o fluxo das coisas, nem tão veloz como normalmente exige a ardil ansiedade, nem tão lento como manda a sagaz displicência.
Que meus sonhos continuem vivos. E se estes sonhos estiverem em desacordo com minha missão, que eu passe a ter novos sonhos, que atendam o meu real propósito em estar vivo. Falando em sonhos, que eu perceba sempre, dormindo ou acordado, que meus sonhos são a mais pura ligação entre minha alma e meu destino. E sabendo disso que eu não seja precipitado e nem leviano com estes sonhos.
Que eu saiba desfrutar dos bons momentos com alegria e discernimento e consiga assimilar os golpes que virão com dignidade e o mesmo discernimento. Além disso, que eu tenha sensibilidade suficiente para perceber quando os golpes de outras pessoas são desferidos contra mim, por algo que tenha feito (ou deixado de fazer) e quando sirvo apenas como recipiente para as confusões, desacertos e inseguranças delas. Lembrando, claro, de rogar ao Pai Celestial que mantenha em meu caminho os reais companheiros de jornada, mas que também continue a abençoar e guardar, sem nenhum ressentimento, os que optaram por outras trilhas. Ah! Importante! Que minha percepção seja suficiente para diferenciá-los quando cruzarem meu caminho.
Que os ventos e tempestades de mudança sejam de intensidade suportável e me mantenham com os pés no chão, disposto a colocar mais uma pedra, depois de polida, em minha edificação pessoal, que deve obedecer a um complexo paradoxo entre a consistência firme de caráter, unida à flexibilidade em saber como e quando devo mudar. Tudo isto, sem sucumbir aos sorrateiros venenos da vaidade, deslealdade e outros tão traiçoeiros quanto. E que o ímpeto, como uma chama que brilha intensa e continuamente continue a guiar meus passos, sempre em equilíbrio, nesta Odisseia chamada vida. 
Que assim seja.  
Adversidades – José Carlos Carturan

Um filho se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ele. Ele já não sabia mais o que fazer e queria desistir.
Estava cansado de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia. Seu pai, um “chef”, levou-o até a cozinha. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo as panelas começaram a ferver.
Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra. O filho deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.

Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em uma tigela. Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela.
Virando-se para ele, perguntou “Querido, o que você está vendo?” “Cenouras, ovos e café,” ele respondeu. Ele o trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.

Ele obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ele obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ele sorriu ao provar seu aroma delicioso. Ele perguntou humildemente: “O que isto significa pai?” Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.

A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil. Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.

O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água. “Qual deles é você?” ele perguntou a seu filho. “Quando a adversidade bate a sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café?” Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha, se torna frágil e perde sua força?

Será que você é como o ovo, que começa com um coração maleável, um espírito maleável, mas depois de alguma morte, uma falência, um divórcio ou uma demissão, você se tornou mais difícil e duro? Sua casca parece a mesma, mas você está mais amargo e obstinado, com o coração e o espírito inflexíveis?

Ou será que você é como o pó de café? Ele muda a água fervente, a coisa que está trazendo a dor, para conseguir o máximo de seu sabor, a 100 graus centígrados. Quanto mais quente estiver a água, mais gostoso se torna o café.
Se você é como o pó de café, quando as coisas se tornam piores, você se torna melhor e faz com que as coisas em torno de você também se tornem melhores. E nós?Como será que estamos lidando com as adversidades? Como a cenoura, o ovo ou o café?

EQUAÇÕES – José Carlos Carturan
A vida não é uma ciência exata.  Para alguns, nenhuma novidade nesta afirmação, enquanto para outros o que acabo de escrever é um tremendo absurdo. Não adianta: por mais que planejemos, e acredito que planejamento é uma ferramenta realmente eficaz, há variáveis que não estão no nosso controle. Podemos agir, tentar impor nossa Vontade, mas há coisas que definitivamente fogem à nossa alçada.

O motivo de tal reflexão? Porque hoje, por motivos que não vem ao caso, em uma bela noite de quinta feira, encontro-me assistindo uma aula de álgebra linear. O que é álgebra linear? Confesso que não faço idéia. Desde pequeno penso que eu e a matemática não nascemos um para o outro. Deparo-me com funções, senos, cossenos e fórmulas matemáticas completamente malucas. Nada poderia parecer mais obscuro.

Contudo, se antigamente isso me causava arrepios, hoje me traz serenidade. Entendo claramente que minha inabilidade com tais assuntos, certamente foi um dos motivos que me fizeram cursar Odontologia e posteriormente enveredar para o caminho de treinamento e desenvolvimento humano.

Vale ressaltar. Nada contra as ciências exatas. Segundo Howard Gardner, estudioso do comportamento humano e ‘pai’ da Teoria das Inteligências Múltiplas, cada um de nós possui alguns ‘tipos’ de inteligência mais desenvolvida, dentre as quais a inteligência matemática é uma delas. Admiro quem desenvolveu esta vertente de inteligência, mas sinceramente não é o meu caso.

Não sou um homem de exatas. Não sou guiado por números e valores matemáticos. Sou guiado por sentimentos e pessoas. E o que me fez trilhar o caminho que trilho hoje é que acredito que o ser humano, seja biologicamente ou em sua psique não é uma criatura linear, exata. Não se pode colocar o ser humano dentro de uma equação ou de qualquer outra operação matemática.

Olhando para o quadro e vendo esta infinidade de números que não me dizem nada, entendo porque estou aqui. Para ter certeza que sou um homem que não vivo DE e POR números. Para sedimentar minha linha de conduta que prima por tratar pessoas como pessoas humanas e não como números, estatísticas. Não sou um homem de exatas. Sou um homem de biológicas e humanas. Não sou cálculo. Sou cura e relacionamentos, tudo que há de mais inexato e subjetivo em relação ao ser humano em seus aspectos orgânicos, afetivos e sociais. Não há operação matemática capaz de explicar sentimentos como altruísmo e amor.

Há teorias que dizem que o Universo funciona segundo leis matemáticas e mesmo fenômenos naturais se enquadrariam em tais leis. Sinceramente não duvido disto. Apenas acredito que algumas destas equações da vida, habilmente criadas por um Grande Arquiteto, jamais serão solucionadas por nós. E que não precisamos sofrer por causa disso. 
Agenda
25 à 27 de AGO, 2017

Blog
01 AGO, 2017 | por José Carlos Carturan
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