+55 (11) 2626-0211
+55 (12) 3302-0111
+55 (12) 99111-7601
contato@ellevendh.com.br

Coitadinho…- José Carlos Carturan

Em um dos cursos que ministramos, uma pessoa, conversando informalmente me perguntou: “Qual o comportamento mais nocivo para um ser humano?”

Fiquei surpreso com a pergunta e respondi que em minha opinião havia alguns comportamentos realmente desprezíveis como a agressividade, a arrogância, a desonestidade entre outros. Foi quando tive um daqueles chamados “insights”. Sabe quando de uma hora para outra “a ficha cai” e algumas coisas aparecem muito claramente em nossa mente?

Parei um pouco, olhei para a pessoa e disse: “Olha, me veio à cabeça agora um comportamento muito comum no ser humano, mas que sinceramente nunca havia percebido o quanto era prejudicial, a autopiedade”

Na realidade este comportamento é aquela famosa “peninha que sinto de mim mesmo” e do “quanto as coisas são difíceis e dão errado para mim”. Se lembrarmos bem, existe até um desenho animado com uma hiena e um leão (Lippy e Hardy, se não me engano), onde a hiena vive dizendo: “Oh, vida! Oh, azar”. Já assistiu?

E este sentimento é um dos piores que uma pessoa pode ter, por vários motivos: Primeiramente é algo que nos limita, nos coloca sempre em uma posição de vítima e desta maneira tira de nós todo o poder de alterarmos o rumo da nossa vida.

Além disso, traz consigo um sentimento de autodestruição, nos levando a uma infelicidade quase que permanente, já que passamos a achar que estamos fadados a ser “sofredores eternos”.

Tais argumentos já seriam suficientes para justificar minha afirmação, mas a autopiedade traz ainda algumas outras péssimas repercussões. Pode, por exemplo, manter as pessoas em uma constante inércia, em não buscar seus objetivos já que de um jeito ou de outro “nada dá certo mesmo”. Serve também para obter o que algumas linhas da Psicologia chamam de “ganho secundário”. Ou seja, fazemos algo para “receber” algo em troca. E no caso da autopiedade o algo em troca pode ser carinho, atenção, cuidados.

Porém, talvez o mais prejudicial uso da autopiedade, consiste em servir como fator de manipulação. Tenho um grande amigo, um mestre na verdade, que chama isto de “A ditadura da vítima”. São pessoas que usam a autopiedade de maneira hábil, visando gerar nas outras pessoas um sentimento que faça com que fiquem a mercê de suas vontades e caprichos, criando em seu entorno um ambiente totalmente favorável a si própria. A equação é simples: “Tenho pena de mim, sou problemático, nada dá certo para mim e sofro demais.”

E então: alternativa 1: Você faz o que quero e cede aos meus caprichos e então percebo que este mecanismo é eficaz e passo a repetí-lo para conseguir tudo. Ou, alternativa 2: você não entra no “joguinho”, não consigo o que quero e então comprovo a mim mesmo “o quanto ninguém me ama, ninguém se preocupa comigo, as coisas não dão certo para mim, etc,etc,etc”

Percebeu? E fique alerta, pois há mais pessoas que utilizam este ardil do que imaginamos. Podemos ajudar às pessoas, mas cada um deve ser responsável por sua vida.

Como conseguir o que você deseja?

 

Você já parou para pensar no que te impede de agir para conseguir o que deseja?  Qual tarefa você tem que fazer, mas tem evitado a todo custo?

 

Por exemplo, vamos supor que você precise fazer atividade física e sempre acaba deixando para começar na próxima segunda-feira. Quando você adia este momento, está adiando a dor do momento de ter de se levantar e ir, a dor de ter que arranjar um tempo na agenda corrida, ou o cansaço da atividade física. Assim, você sempre arranja uma desculpa e nunca começa.

 

Depois de um tempo, um médico lhe diz que você precisa começar a atividade física imediatamente, pois sua vida está em risco. Você se assusta e finalmente começa a atividade, não é?

 

Sabe por que isso acontece? Porque agora a dor de não fazer a atividade física é maior do que a dor de fazê-la.

 

Então, como você pode usar isso a seu favor? Como esse conhecimento por mudar sua vida?

 

Tony Robbins sugere mudar sua maneira de lidar com esse tipo de situação no futuro. Como?

 

Em vez de sempre arranjar uma desculpa (sim, sua justificativa é uma desculpa), pergunte-se: “Se eu não fizer isso agora, qual a dor que vou sentir no futuro”?

 

Melhor ainda, depois deste exercício com a dor, imagine o prazer que vai sentir quando conseguir o que realmente deseja.

 

dor_elleven

Por Valéria Pinheiro

Sobre a autora:

foto Perfil Elleven

Valéria Pinheiro é redatora (www.facebook.com/conteutil). Formada em Relações Públicas pela Cásper Líbero, pós graduada em Marketing pela FAAP e pós graduanda em Mídias Digitais pela Estácio. Profissional com mais de 15 anos de experiência em grandes empresas nas áreas de Comunicação e Marketing. Tem formação em Practitioner em PNL pela Elleven Desenvolvimento Humano.

A ditadura do julgamento – Alan Tadini

Dentre as várias áreas de nossa vida que nos tornamos escravos, a do julgamento figura entre as que mais nos afeta. Logicamente, não falo do julgamento legal, com juiz, advogado e todo o aparato que conhecemos. Fazemos julgamentos o tempo todo, não apenas do outro, mas de nós mesmos e de nossos atos. Procuramos sempre classificá-los entre certo e errado sem, no entanto, pensar sobre o que significa “certo” e “errado”. Qual é a regra para esta classificação? O que faz a ação ser certa? O que faz ser errada? Certo para quem? Como prever o resultado?

Particularmente, prefiro pensar em consequência. Toda ação gera uma consequência e ponto. Curiosamente, como estamos muito atrelados a este julgamento, buscando fazer o que é considerado “certo”, seja por nós mesmos ou pela sociedade, a consequência do ato acontece de duas formas: Uma pelo resultado daquela ação, e outra pelas ações geradas pelas outras pessoas devido ao julgamento que fazem desta ação, ao classificarem aquilo como certo ou errado. E esta classificação provém do nível de conhecimento do atuante e dos observadores sobre os fatores envolvidos na situação. Este julgamento todo, inconsciente e automático, leva a outro sentimento muito conhecido de todo ser humano vivo: A culpa.

Sim, esta conhecida… A culpa. Que nada mais é aquilo que você sente quando acha que poderia ter feito algo diferente do que você fez, mas que na verdade, não podia. Porque se você fez o que fez, fez porque naquele momento é o que você tinha condições de fazer, por todos os fatores: conhecimento, informação, momento, situação, necessidade, emoção… Tudo. Quando a consequência da ação não é o resultado esperado, o julgado como “certo”, sente-se esta angustia até arrogante, por acreditar que é (ou deveria ter sido ) mais do que realmente é???

Esta Ilusão que criamos e somos de certo modo incentivados a criar por toda a nossa vida, ao nos compararmos aos outros apenas pelo limite de nossa percepção da vida do outro. Afinal, consideramos, a nível inconsciente, que tudo que há pra saber sobre o outro nós já sabemos.
E é com base nesta ‘pseudo certeza’, que julgamos. Julgamos a nós, julgamos os outros, e julgamos os acontecimentos. Quanta onisciência e onipotência, não ? E muita gente ainda acha que “aos humildes o reino do céu”, significa pobreza material.

Será que seguindo este raciocínio, também não podemos considerar o tal do “bom senso” mais uma forma de julgamento ilusório? Esta que é uma das grandes armadilhas dos relacionamentos humanos. Quem nunca se sentiu numa saia justa quando o chefe ou o professor diz assim: “Faça esta tarefa usando seu bom senso.”?

Ok. Onde está o livro de regras do bom senso? Será que podemos perguntar: Bom senso de quem? Claro que é o do chefe… mas, como você vai saber qual é a percepção de bom senso sobre determinado assunto de outra pessoa? Bom senso é a forma como você acredita que percebe a forma com que os outros percebem determinado assunto.

E se o que você percebe como bom senso é diferente do bom senso do outro? Percebeu? E lá vamos nós julgando de novo… automaticamente… dentro do universo que existe dentro de cada um de nós.

A ditadura do julgamento faz parte de nossa formação de personalidade. É inconsciente, defensivo e automático, mas é possível praticar por toda a vida para não ser escravo dela. Você pode e irá julgar, e se estiver atento, perceber o julgamento.

A boa notícia é que você tem dentro de si todas as ferramentas necessárias para escolher seus atos, considerando o momento em que percebe que está julgando.

Afinal, você não é a sua mente, mas tem uma mente. Uma mente que pensa, mas a percepção não é da mente. A percepção é sua. Quem é que manda aí? Você ou a sua mente?

Que a Força esteja com você !

Alan Tadini é Pós Graduando de MBA em Marketing pela FGV, Engenheiro Elétrico, Psicanalista e Master Practitioner em PNL. Tarólogo, Jedi e empresário no estúdio DigiMax. Nas horas vagas também estuda astrologia e comportamento humano.

A mente e as emoções na cura das doenças – Podcast – Dr. José Carlos Carturan
Agenda
25 à 27 de AGO, 2017

Blog
01 AGO, 2017 | por José Carlos Carturan
Faça o seu Teste
Endereço
R. Letícia, 61 - Jardim Satelite, São José dos Campos - SP, 12230-840
Telefone
+55 (12) 3302.0111 +55 (11) 2626.0211
© 2017 Elleven Treinamentos. Todos os Direitos Reservados.                 R. Letícia, 61 - Jardim Satelite, São José dos Campos - SP, 12230-840

Newsletter

Insira seu email para receber dicas e artigos exclusivos da Elleven Treinamentos!

X