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Mero acaso? – José Carlos Carturan

Ultimamente tenho viajado bastante e em certas ocasiões, principalmente nas que estou sozinho, entre uma música e outra (ou um pedágio e outro, se preferir) acabo aproveitando o tempo para refletir sobre algumas decisões, fases e acontecimentos.

Dia desses, parei para pensar em como acabamos por entrar em contato com pessoas, lugares e situações em nossa vida. Já pensou nisso? Será que é por mero acaso que as coisas acontecem em nossa vida?

Já parou para pensar em quantas pessoas passam em nossa vida? Pessoas que são fundamentais em determinados contextos, nos ajudam, nos fazem aprender, nos trazem alegria ou tristeza e que dali algum tempo simplesmente vão se distanciando até perdermos totalmente o contato. Será mero acaso? Será coincidência? Ou será que estou ficando doido, pensei comigo. Honestamente, talvez um pouco de cada. Mas se pensarmos friamente talvez não seja apenas coincidência.

O psicólogo suíço Carl Gustav Jung, definia como “sincronicidade”, os fenômenos não causais que não podem ser explicados pela razão, porém são significativos para o indivíduo que os experimenta, o que usualmente chamamos de coincidência.

Apesar de considerada por muitos estudiosos como uma teoria empírica, a teoria de Jung traz em si algumas explicações bastante interessantes para fatos que acontecem rotineiramente em nossa vida, como por exemplo, quando estamos pensando em alguém e pouco depois esta pessoa liga para nós.

Verdade ou não, o fato é que sem que percebamos nosso destino vai sendo traçado de acordo com as decisões que tomamos e com o contato que temos com as pessoas de nosso convívio. Um “sim” ou um “não” que damos a alguém, aceitar ou não um convite, uma proposta de trabalho, um pedido, vai trilhando um caminho pelo qual vamos percorrendo a distância entre o dia de nosso nascimento e o momento final, ao qual todos nós chegaremos um dia.

Imagine por exemplo, quantas decisões, quantas escolhas, opções (boas ou não tão boas) você tomou para chegar até onde está hoje. E imagine quantas decisões tomadas por outras pessoas, talvez seus pais, cônjuges, amigos também tiveram influência nesta intrincada “teia de aranhas” que é a nossa vida. Este tema é abordado, por exemplo, no filme “Efeito Borboleta”.

Resumindo, todas as nossas decisões interferem em nossa vida, mas também na vida de dezenas, talvez centenas e porque não dizer milhares de pessoas à nossa volta. Exagero? Nem tanto. Pense quantas vidas teriam sido poupadas, por exemplo, se alguém tivesse tomado a decisão de não detonar a bomba atômica. Ou ainda, no início desta mesma história, se alguém tivesse tido a coragem de enfrentar Hitler quando este ainda estava no começo de sua jornada de poder nefasta e desequilibrada.

Percebe? Quando tomamos uma decisão não afetamos apenas a nossa vida. Ao atingirmos as pessoas que nos cercam e sabendo que estas pessoas também influenciarão outras pessoas ao seu redor, nossa responsabilidade ao agir torna-se ainda maior.

Conheça as principais linhas terapêuticas e decida qual a melhor para você – Fernanda Mion

Fonte da imagem: Google

Se você já procurou por algum profissional da minha área, já deve ter visto que alguns psicólogos são psicanalistas, outros Junguianos, outros trabalham com psicoterapia breve, psicoterapia cognitivo comportamental, outros com Gestalterapia, outros com a Hipnose ou PNL (como eu).

… Mas afinal, qual é a melhor para você? Qual linha de terapia você deve buscar???

Primeiro acredito ser importante ressaltar que estas diferentes linhas terapêuticas são as especializações dos psicólogos, que as escolhem muitas vezes por identificação pessoal. O que é importante salientar é que indenpendente da linha que o psicólogo segue nos processos terapêuticos, todas possuem o mesmo objetivo em comum: “Ajudar” e “acolher” quem nos procura e desenvolver um profundo sentimento de bem estar. Além disso, todas as linhas têm o seu mérito e buscam os resultados para os diversos tipos de sintomas, como por exemplo: Estress, ansiedade, depressão, fobias, traumas, dificuldades nos relacionamentos, entre outros.

Os diferenciais estão nas técnicas utilizadas, o que determinará a conduta do psicólogo e o tempo do processo terapêutico.

Pretendo neste texto, transmitir algumas informações sobre as mais conhecidas:

Psicanálise: Surgiu através do conhecido Freud. Relacionamos esta linha ao uso do divã no consultório, porém, atualmente muitos psicanalistas deixaram de usá-lo. A técnica de psicanálise busca o autoconhecimento através das associações livres. O paciente fala sobre o que tem vontade ao psicanalista, e este por sua vez, escuta e analisa o significado inconsciente das palavras, ações, sonhos e fantasias de quem os procura. Normalmente a sessão leva 50 (cinquenta) minutos e pode ser realizada mais de uma vez por semana. O tempo do processo terapêutico, varia caso a caso, podendo levar alguns anos. É comum ouvir dizer que uma pessoa está em analise durante 7 (sete) a 10 (dez) anos. Outra informação é que nem todos os psicanalistas são psicólogos. Eles podem ser médicos psiquiatras, matemáticos, físicos ou com qualquer outra formação superior.

Junguiana: Carl Jung foi discípulo de Freud, até desenvolver a sua própria psicologia analítica. Seu interesse são os arquétipos. Segundo Jung temos diferentes tipos dentro da nossa personalidade, e a proposta desta linha terapêutica é a reconciliação dos mesmos. Essa linha é indicada para pessoas com traços ou transtornos de personalidade que causam prejuízos em sua relações interpessoais de modo geral. O tempo do processo também varia de caso a caso. As sessões são semanais em 50 (cinquenta) minutos de duração.

Psicoterapia Cognitiva Comportamental: O psicoterapeuta cognitivo investiga as crenças negativas que as pessoas possuem sobre si mesmas, ajudando o paciente a perceber e corrigi-las para o seu estado melhorar, utilizando diversos tipos de questionamentos. O foco principal na psicoterapia está em descobrir como os problemas (atuais ou não) interferem na vida da pessoa e ajudar a desenvolver maneiras de lidar com eles. O tempo do processo terapêutico com este tipo de terapia costuma ser mais rápido, em aproximadamente 6(seis) meses. Porém tudo depende do problema da pessoa e da forma como ela evolui no tratamento. O processo é semanal com 50 (cinquenta) minutos de duração.

Gestalt terapia: Foi criada por Fritz Perls junto à um grupo de psicoterapeutas na década de 50, propôs uma terapia que fosse focada no tempo presente, “no aqui e no agora”, sem muitas interpretações sobre o passado como propõe a psicanálise por exemplo. Esta terapia trabalha as experiências da pessoa englobando: corpo, sentimento, sensações, emoções, pensamentos, sonhos, fantasias, tudo o que esta presente no momento da terapia e na vida. O tempo total do processo depende de caso a caso, é semanal com 50 (cinquenta) minutos de duração.

Hipnose: A psicoterapia com a Hipnose é uma terapia personalizada e específica. Ela entende que por mais que existam semelhanças entre os humanos, a interação e a interpretação que fazemos do mundo é única. Por isso ela é feita sob medida para cada paciente. O terapeuta busca conhecer as palavras, os recursos que os pacientes querem obter para lidar com a situação e as utiliza nas induções hipnóticas, de forma que a mente inconsciente capte e possibilite criar novas maneiras de pensar, de obter novos aprendizados e assim, obter novas experiências na vida. A hipnose é rápida e eficaz e os resultados poderão ser sentidos nas primeiras sessões. As sessões podem ser semanais ou quinzenais com duração de 1 hora e 40 minutos;

Psicodrama: A psicoterapia com o uso do psicodrama se dá através de dramatizações dos papéis que as pessoas desempenham em seu dia-a-dia. Papéis como pai, mãe, filho(a), líder, empregado, marido/esposa e etc no meio em que se vive. Este tipo de terapia entende que uma maneira de conhecer a si próprio e aos outros, é entender a forma de comportamento assumido em cada papel e como vem agindo nesse meio. O tempo do processo também é variável.

Como você pode notar, cada especialidade tem suas particularidades, mas as premissas para os bons psicólogos são as mesmas: escuta terapêutica, sigilo, vontade em ajudar, acolhimento e amor ao ser humano.

Sua escolha pode ser pela linha terapêutica na qual você mais se identifica, porém o que é mais importante é a sintonia que você encontra no profissional. Se sentir à vontade com o psicoterapeuta é primordial para a obtenção de resultados.

O importante mesmo é procurar help em momentos onde se julgue necessário, ainda mais no mundo conturbado onde vivemos. Cuidar da mente é essencial para se ter uma saúde como um todo e ainda conquistar a tão querida “qualidade de vida”.

Nós psicólogos estamos aqui para isso!

Um grande abraço

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Blog
01 AGO, 2017 | por José Carlos Carturan
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