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11 DICAS SOBRE PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA (PNL)

Você conhece PNL?

Sabia que se trata de uma das ferramentas mais eficazes e práticas para comunicação, negociação, relacionamentos e conhecimento sobre o comportamento humano? Conheça um pouco mais dessa estratégia utilizada por pessoas de sucesso

A PNL e algumas de suas principais premissas.

1- A PNL (Programação Neurolinguística) foi desenvolvida no início dos anos 70, por Richard Bandler, estudante de matemática na Universidade da Califórnia e que depois decidiu cursar Psicologia e por John Grinder, professor de lingüística.

2- Ainda hoje, depois de aperfeiçoada, a PNL fornece poderosas ferramentas usadas por pessoas de poder e influência, por atuar principalmente em dois dos pontos mais importantes para obtenção do sucesso: Comunicação e Relacionamentos. Pode acreditar.

3- Para a PNL, mente e corpo são partes de um sistema único. O que se passa na mente se reflete no corpo e na saúde. O contrário também é verdadeiro. Ou seja, nossa postura corporal, chamada na PNL de fisiologia também pode interferir em nossos padrões de pensamento.

4- Podemos abandonar padrões de comportamentos que não nos trazem bons resultados e nos fazem mal e adotar novos padrões, voltados àquilo que desejamos melhorar e conquistar. E com a PNL isso é mais simples do que se pode imaginar.

5- As pessoas respondem à sua experiência, não à realidade em si. De acordo com nossas experiências formamos a realidade. Se podemos mudar nossa realidade? Sim, mudando nossas experiências, reaprendendo. Vale salientar: qualquer pessoa pode conseguir, desde que… esteja realmente disposta a isso.

6- Possuímos todos os recursos de que precisamos para realizar mudanças desejadas ou podemos desenvolvê-los. Tudo o que foi aprendido pode ser reaprendido de modo diferente.

7- Em qualquer sistema, o elemento com mais flexibilidade, ou seja, aquele que possui maior número de alternativas influenciará o sistema. Em suma, sutilmente, quem tem mais FLEXIBILIDADE está no controle.

8- A PNL visa modelar excelência. Se alguém faz algo bem, podemos aprender as estratégias utilizadas e repeti-las. Isso talvez não nos faça ser exatamente igual a esse alguém, mas faz com que tenhamos resultados incríveis em um intervalo de tempo menor.

9- Todo comportamento é útil em algum contexto. Sim, todos eles, inclusive aqueles nocivos.

10- O significado da nossa comunicação é dado pela resposta que obtemos, independente de nossa intenção. Resumindo, não importa o que você quis dizer e sim o que seu interlocutor entendeu. Lembrou de alguma vez em que tentou dizer algo bacana a alguém e arrumou confusão? Pois bem, é disso que estou falando…

11- Foi desenvolvido o Novo Código da PNL (NLP New Code) visando a adaptação ao contexto atual moderno e dinâmico. No Brasil, isso é bem pouco conhecido. Seus objetivos? Foco, resultados, tomada de decisão, liberdade à mente inconsciente e qualidade de vida.

 

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Falsos Dilemas

Que bom seria se o universo fosse tão simples como certas pessoas o fazem parecer.

Simplesmente reduzimos questões complexas a questões díspares, opostas, como se estivéssemos o tempo todo restritos a falsos dilemas.

Talvez este péssimo hábito seja uma herança da lógica cartesiana ou de uma estrutura social em que temos de nos adequar de uma maneira ‘X’, ou então de maneira contrária a esta maneira ‘X’.
Não é de se espantar que uma das frases mais famosas da história da literatura mundial, a famosa: “Ser ou não ser? Eis a questão”, da obra ‘Hamlet’ de William Shakespeare.

Seja talvez a representação mais célebre destes falsos dilemas que nos impomos a todo instante. Precisamos sempre ser OU não ser. Mas, porque jamais temos a opção de ser E não ser?

Normalmente rotulamos e somos taxados pelas pessoas como: altos ou baixos, bons ou maus, grandes ou pequenos, gordos ou magros, ricos ou pobres, isto ou aquilo.

O fato é que quando reduzimos a questão em rótulos, categorias, opiniões que podem nos levar a caminhos aparentemente opostos, estamos ilusoriamente buscando facilitar situações que nem sempre se resumem à simples escolhas.

Esquecemos que entre em tons contrastantes de preto e branco temos infinitas matizes de tons de cinza. E o pior: Não percebemos que estes tons de cinza são fruto da mistura destas nuances de preto e branco. Às vezes muito escuros, outras vezes mais claros.
Infelizmente estamos sempre tendo de nos posicionar de um lado ou de outro, sendo que há entre o ‘sim absoluto’ e o ‘não absoluto’ uma infindável rede de opções e alternativas a serem consideradas antes de uma escolha ou um posicionamento definitivo.

Digo infelizmente, porque quando resumimos as situações desta forma automaticamente estamos ‘afunilando’ nosso ponto de vista e nos privando de conhecer diversos outras possibilidades situadas entre um extremo e outro.

Seja em discussões, debates ou em uma cotidiana opção entre uma coisa e outra, jamais uma verdade, uma escolha estará totalmente correta e a outra totalmente equivocada. Há sempre pontos benéficos em ambos os posicionamentos, e quando cerceamos a nós ou aos outros da chance de perceber o que há em comum entre os opostos, estamos limitando o aprendizado.

E este é o ponto relevante. Não apenas há normalmente mais opções do que as que são opostas entre si, como há um caminho intermediário entre elas, o Caminho do Meio.
Há simplesmente o dia e a noite? Ou na intersecção existente entre eles há também a aurora e o crepúsculo, quando dia e noite praticamente ‘misturam-se’?

Evite cair na armadilha dos falsos dilemas. Desde os que são simples, até os que são importantes. Ao reduzirmos questões complexas a alternativas diametralmente opostas, não apenas tornamos limitada nossa capacidade de entendimento, como corremos sério risco de nos tornarmos radicais, fanáticos e colaborar para uma realidade com base em conflitos e divergências onde o consenso e o equilíbrio ficam cada vez mais distantes.

O que você faria?

O que você faria? – José Carlos Carturan

O que você faria na sua vida se soubesse que não iria fracassar? Você entendeu minha pergunta? Tudo bem, vou repeti-la. O que você faria se soubesse que não iria fracassar?
Isso mesmo. Quais decisões você tomaria na sua vida, se por algum motivo você tivesse a plena certeza que não haveria a mínima possibilidade de algo dar errado?

Imagine que um belo dia você encontrasse uma lâmpada mágica, um gênio, um anjo ou tivesse a oportunidade de ter uma conversa direta com o Pai Celestial e recebesse a garantia de que não haveria erro. O que você fizer dará certo.
Você saberia responder? Pode ser em sua vida pessoal, afetiva, profissional, financeira, qualquer um dos segmentos.

Mais uma vez: O que você faria se soubesse que não iria fracassar?
Pediria aumento? Daria entrada para obter a sua tão sonhada casa própria? Tomaria coragem para convidar para um cinema aquela pessoa que há tanto tempo você vem paquerando? Mudaria de profissão? Investiria em você? Faria aquela reforma tão desejada em sua casa? Viajaria para aquele lugar tão sonhado?

Pois é, talvez as respostas tenham vindo à sua mente, mas talvez você esteja surpreso, justamente por não saber o que você realmente tem desejo de fazer. Mais há ainda um agravante. Em certas ocasiões não temos esta resposta ou ainda que tenhamos a resposta, ficamos hesitantes em responder, justamente porque o medo do fracasso é um dos sentimentos que mais paralisa o ser humano.

Sabe aquilo que sentimos quando estamos prestes a tomar uma decisão e na hora “H”, acabamos por não tomá-la? Quando temos algo a fazer e não fazemos? Muitas vezes este sentimento que toma conta de nós é o tal medo do fracasso.

Agora, faça o mecanismo inverso. Pense em alguém que para você seja um símbolo de sucesso. Já lembrou? Agora me responda novamente. Você concorda comigo que em algum momento estas pessoas também tiveram de tomar decisões? E você realmente acredita que elas não hesitaram, não titubearam em nenhum momento? Certamente hesitaram e ficaram inclinadas a desistir, mas houve algo maior, mais forte, mais intenso que fez com que elas prosseguissem. O quê foi este algo? Desculpe, mas isto você terá de descobrir por si mesmo.

Mas terá de experimentar. Quando tiver algo a fazer e sentir aquela vontade de desistir, aquele medo de fracassar, terá de ir adiante. Ao menos uma única vez. E talvez se surpreenda com os resultados. Por experiência pessoal, posso afirmar-lhe uma coisa: Já senti este mesmo sentimento várias vezes e em certas ocasiões sinto-o até hoje. Mas o que obtive de mais precioso em minha vida, obtive quando rompi esta barreira.

E tenho certeza que você também já conquistou coisas e objetivos que nem mesmo você acreditava ser capaz. Lembre-se destes momentos. Certamente você também já rompeu este “muro” chamado “medo de fracassar”. Talvez esta seja a única distância entre quem tem e quem não tem sucesso, quem alcança e quem não alcança seus objetivos. Decidir romper ou não esta barreira. Acredite em você e tome boas decisões.

Posso, devo, quero – José Carlos Carturan

Posso, devo, quero – Sempre pensei muito nisso. Na dificuldade que o ser humano tem em tomar decisões.

É fato que alguns têm mais que outros. Para alguns a indecisão é um dos grandes adversários e oportunidades são desperdiçadas pela hesitação. E minha dúvida era sobre qual afinal seria o motivo disto acontecer.

Creio que basicamente porque as decisões e outras circunstâncias da vida das pessoas se dividem em uma tríade: o que querem, o que devem e o que podem fazer. Pode reparar. Há coisas que as pessoas querem fazer e às vezes até podem, têm a chance de fazê-la, mas no fundo sabem que não devem. Muitas vezes ainda assim fazem e as consequências podem ser desastrosas.

Um exemplo dentre dezenas? Beber e dirigir. Por mais que as leis impeçam, o livre arbítrio às vezes libera. Há aquelas outras coisas em que as pessoas podem fazer, devem fazer, mas não querem… Exemplos? Fazer exercícios físicos, parar de falar mal da vida alheia, entre outros.

Há também aquelas que as pessoas querem fazer, devem fazer, mas não podem. Por quê? Muitas vezes porque alguns comportamentos como timidez, insegurança, as limitam. Não podem? Pois é, muitas vezes os comportamentos literalmente impedem alguns de realizar coisas.

O mais complexo nesta situação toda é conseguir conciliar estes três fatores: o que podemos, devemos e queremos fazer, ao contexto. Porque o contexto é formado pelo ambiente externo e suas normas, leis e padrões de moral e ética e pelo ‘ambiente interno’ que é o universo particular que existe dentro de cada um de nós.

Às vezes quando internamente as pessoas se sentem preparadas para tomar uma decisão o ambiente externo e suas leis a impede (e cá entre nós, muitas vezes isso é ótimo) e em outras o ambiente externo é até propício, mas as ‘leis’ internas, normalmente calcados em valores e crenças pessoais acerca do mundo e de si mesmo não deixam que esta decisão seja tomada. O que tudo isto tem de importante?

Talvez você nem imagine o quanto. Muita gente sofre demais por ser indeciso, pode acreditar. Alguns simplesmente não conseguem tomar nem pequenas decisões e acabam ficando a mercê das circunstâncias da vida ou pior, das decisões que outras pessoas tomam por elas.

Normalmente as decisões mais acertadas ou ao menos as mais éticas são aquelas que estão ligadas ao que podemos, devemos e queremos fazer. Infelizmente nem sempre estas três variáveis são contempladas simultaneamente. Mas, não deixe que isto atrapalhe suas escolhas. Mesmo porque, pior do que tomar a decisão errada é não tomar nenhuma decisão.

Coitadinho…- José Carlos Carturan

Em um dos cursos que ministramos, uma pessoa, conversando informalmente me perguntou: “Qual o comportamento mais nocivo para um ser humano?”

Fiquei surpreso com a pergunta e respondi que em minha opinião havia alguns comportamentos realmente desprezíveis como a agressividade, a arrogância, a desonestidade entre outros. Foi quando tive um daqueles chamados “insights”. Sabe quando de uma hora para outra “a ficha cai” e algumas coisas aparecem muito claramente em nossa mente?

Parei um pouco, olhei para a pessoa e disse: “Olha, me veio à cabeça agora um comportamento muito comum no ser humano, mas que sinceramente nunca havia percebido o quanto era prejudicial, a autopiedade”

Na realidade este comportamento é aquela famosa “peninha que sinto de mim mesmo” e do “quanto as coisas são difíceis e dão errado para mim”. Se lembrarmos bem, existe até um desenho animado com uma hiena e um leão (Lippy e Hardy, se não me engano), onde a hiena vive dizendo: “Oh, vida! Oh, azar”. Já assistiu?

E este sentimento é um dos piores que uma pessoa pode ter, por vários motivos: Primeiramente é algo que nos limita, nos coloca sempre em uma posição de vítima e desta maneira tira de nós todo o poder de alterarmos o rumo da nossa vida.

Além disso, traz consigo um sentimento de autodestruição, nos levando a uma infelicidade quase que permanente, já que passamos a achar que estamos fadados a ser “sofredores eternos”.

Tais argumentos já seriam suficientes para justificar minha afirmação, mas a autopiedade traz ainda algumas outras péssimas repercussões. Pode, por exemplo, manter as pessoas em uma constante inércia, em não buscar seus objetivos já que de um jeito ou de outro “nada dá certo mesmo”. Serve também para obter o que algumas linhas da Psicologia chamam de “ganho secundário”. Ou seja, fazemos algo para “receber” algo em troca. E no caso da autopiedade o algo em troca pode ser carinho, atenção, cuidados.

Porém, talvez o mais prejudicial uso da autopiedade, consiste em servir como fator de manipulação. Tenho um grande amigo, um mestre na verdade, que chama isto de “A ditadura da vítima”. São pessoas que usam a autopiedade de maneira hábil, visando gerar nas outras pessoas um sentimento que faça com que fiquem a mercê de suas vontades e caprichos, criando em seu entorno um ambiente totalmente favorável a si própria. A equação é simples: “Tenho pena de mim, sou problemático, nada dá certo para mim e sofro demais.”

E então: alternativa 1: Você faz o que quero e cede aos meus caprichos e então percebo que este mecanismo é eficaz e passo a repetí-lo para conseguir tudo. Ou, alternativa 2: você não entra no “joguinho”, não consigo o que quero e então comprovo a mim mesmo “o quanto ninguém me ama, ninguém se preocupa comigo, as coisas não dão certo para mim, etc,etc,etc”

Percebeu? E fique alerta, pois há mais pessoas que utilizam este ardil do que imaginamos. Podemos ajudar às pessoas, mas cada um deve ser responsável por sua vida.

A história de ‘Comum’ – José Carlos Carturan

Esta é a história de um “Zé Ninguém” chamado “Comum” que vivia na terra de “Conforto”. Em “Conforto” os dias eram iguais.

“Comum” se levantava, ia ao trabalho, fazia sempre as mesmas coisas. Quando voltava do trabalho, “Comum” assistia àquela caixa que emanava imagens e sons e hipnotizava os “Zés Ninguém”. Às vezes tinha a companhia de “Melhor Amigo”. “Comum” acreditava ser feliz e que a rotina era segura, confiável e não precisava nada além daquilo.

Porém numa certa manhã, “Comum” acordou com um sentimento intenso de que faltava algo grandioso em sua vida. Estranhando a situação, “Comum” levantou-se e percebeu em sua escrivaninha uma pena e um bloco de anotações em branco.

Foi então que “Comum” descobriu que havia sido feito por seu “Criador” para ser “Alguém” e realizar “Grandes Coisas”. Ele já ouvira boatos que na terra de “Conforto” outros “Zés Ninguém” também haviam despertado para seu “Grande Sonho”, mas jamais pensou que isto pudesse acontecer com ele.

Seu trabalho, outrora confortável tornava-se desgastante, porque agora ele sabia que havia nascido para realizar o “Grande Sonho”. No entanto, “Comum” sentia-se paralisado, pois havia responsabilidades e outros “Zés Ninguém” que contavam com ele.

Resolveu contar ao seu pai sobre o “Grande Sonho”. Seu pai então, disse-lhe: “Que bom, meu filho. Desde pequeno você já falava sobre seu “Grande Sonho”. E perguntou a “Comum”: “Ao acordar você encontrou pena e papel?”

“Comum” ficou surpreso e seu pai continuou: “Também já despertei para meu “Grande Sonho”. Deixei então a pena no mesmo lugar, para esperar uma oportunidade de perseguí-lo, mas nunca pareceu-me possível. Ao me dar conta, algum tempo depois, a pena e o papel haviam virado pó.

“Comum” então escreveu detalhadamente seu “Grande Sonho”, para sempre se lembrar da “Verdade”. E para isto “Comum” precisaria fazer escolhas difíceis, fazer sacrifícios, mas percebeu também que seu “Grande Sonho” era grandioso demais para ser esquecido.
Na manhã seguinte, “Comum” iniciou sua caminhada, até que chegou à saída de “Conforto”, local onde a maioria dos “Zés Ninguém” dava meia volta.

Então se deu conta que para conquistar o que mais amava, teria de fazer o que mais temia. Ao chegar à fronteira de “Conforto”, ouviu uma voz, de dentro de si, que questionava: “Será que tenho talento e capacidade para isto? Será que sou digno, merecedor de um sonho tão grande? Não seria melhor continuar tudo como está? Afinal vivo bem em “Conforto”.

Foi então que “Comum” deparou-se com o famoso, temido e invisível “Muro de Medo”. Sair dali rumo a “Desconhecido” parecia muito difícil.

“Comum” se deu conta que teria de optar entre “Conforto” e “Grande Sonho”. Ao imaginar-se conquistando seu sonho,”Comum” deu aquele pequeno, porém decisivo passo, atravessando definitivamente o invisível “Muro de Medo” e percebeu que finalmente havia deixado “Conforto” em busca do “Grande Sonho”. Seguiu seu caminho satisfeito, orgulhoso de si mesmo, acompanhado de “Coragem” e com seu sonho pulsando no peito.

*Baseado –“O doador de sonhos” de Bruce Wilkinson.

MERO ACASO?

Ultimamente tenho viajado bastante e em certas ocasiões, principalmente nas que estou sozinho, entre uma música e outra (ou um pedágio e outro, se preferir) acabo aproveitando o tempo para refletir sobre algumas decisões, fases e acontecimentos.

Dia desses, parei para pensar em como acabamos por entrar em contato com pessoas, lugares e situações em nossa vida. Já pensou nisso? Será que é por mero acaso que as coisas acontecem em nossa vida?

Já parou para pensar em quantas pessoas passam em nossa vida? Pessoas que são fundamentais em determinados contextos, nos ajudam, nos fazem aprender, nos trazem alegria ou tristeza e que dali algum tempo simplesmente vão se distanciando até perdermos totalmente o contato. Será mero acaso? Será coincidência? Ou será que estou ficando doido, pensei comigo. Honestamente, talvez um pouco de cada. Mas se pensarmos friamente talvez não seja apenas coincidência.

O psicólogo suíço Carl Gustav Jung, definia como “sincronicidade”, os fenômenos não causais que não podem ser explicados pela razão, porém são significativos para o indivíduo que os experimenta, o que usualmente chamamos de coincidência.

Apesar de considerada por muitos estudiosos como uma teoria empírica, a teoria de Jung traz em si algumas explicações bastante interessantes para fatos que acontecem rotineiramente em nossa vida, como por exemplo, quando estamos pensando em alguém e pouco depois esta pessoa liga para nós.

Verdade ou não, o fato é que sem que percebamos nosso destino vai sendo traçado de acordo com as decisões que tomamos e com o contato que temos com as pessoas de nosso convívio. Um “sim” ou um “não” que damos a alguém, aceitar ou não um convite, uma proposta de trabalho, um pedido, vai trilhando um caminho pelo qual vamos percorrendo a distância entre o dia de nosso nascimento e o momento final, ao qual todos nós chegaremos um dia.

Imagine por exemplo, quantas decisões, quantas escolhas, opções (boas ou não tão boas) você tomou para chegar até onde está hoje. E imagine quantas decisões tomadas por outras pessoas, talvez seus pais, cônjuges, amigos também tiveram influência nesta intrincada “teia de aranhas” que é a nossa vida. Este tema é abordado, por exemplo, no filme “Efeito Borboleta”.

Resumindo, todas as nossas decisões interferem em nossa vida, mas também na vida de dezenas, talvez centenas e porque não dizer milhares de pessoas à nossa volta. Exagero? Nem tanto. Pense quantas vidas teriam sido poupadas, por exemplo, se alguém tivesse tomado a decisão de não detonar a bomba atômica. Ou ainda, no início desta mesma história, se alguém tivesse tido a coragem de enfrentar Hitler quando este ainda estava no começo de sua jornada de poder nefasta e desequilibrada.

Percebe? Quando tomamos uma decisão não afetamos apenas a nossa vida. Ao atingirmos as pessoas que nos cercam e sabendo que estas pessoas também influenciarão outras pessoas ao seu redor, nossa responsabilidade ao agir torna-se ainda maior.

Decepção – José Carlos Carturan

Nesta semana recebi sugestões de amigos muito queridos para escrever sobre temas bem interessantes. No entanto, optei por abordar um tema também interessante, pelo qual nós todos já tivemos alguns minutos, horas, dias ou anos de desassossego. E aí é que está o cerne da questão. A reflexão e a decisão de quanto tempo levaremos este sentimento adiante. Mas de qual sentimento afinal estamos falando? Simples. Falamos sobre a decepção.

Mas afinal o que é decepção? De modo bem simples, para mim ‘decepção é a surpresa ao contrário’. Parece bem lógico, mas há algumas variáveis bem sutis em tudo isto. Justamente porque a decepção está diretamente ligada às expectativas que nós temos do outro e que este outro, ou não tem potencial ou não está comprometido suficientemente para atender.

E isto abre mais uma janela para discussão, sobre um erro bastante recorrente em nossa vida que acontece quando há uma lacuna e estamos ansiosos para que ela seja preenchida. Quantas pessoas não se sentem sós e acabam ‘amarrando o burro’ em uma pessoa que projetam ter os predicados que buscam, mas que na verdade está mais para sapo do que príncipe? E no trabalho? Quantas vezes vislumbramos que aquela é ‘a pessoa certa’ para determinada função, ainda mais se a função diz respeito a um ponto nevrálgico da organização e no dia a dia fica bastante claro que os atributos e a conduta estão bem aquém do esperado? Isso fica ainda mais fácil de acontecer, em ambos os casos, quando a pessoa fala e demonstra ser exatamente aquilo que almejávamos. Pronto.

Porém se formos analisar friamente, quais as maiores causas da decepção? Certamente a primeira delas é ter de admitir para si mesmo que errou (e às vezes erramos feio) e suas percepções estavam equivocadas. E somado a isto o nível de decepção é diretamente proporcional aos compromissos assumidos pelo outro e aos nossos valores pessoais que foram diretamente atingidos. Bob Marley, um dos ícones da cultura alternativa e que conduta pessoal à parte foi um dos grandes nomes da música internacional dizia a respeito da decepção: “Às vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas. O tempo passa. E descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!” Pode ser.

No entanto, prefiro adotar a definição do sábio chinês Confúcio, que dizia “Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos”. Este sim, um grande conselho. As decepções às vezes nos custam bem caro, mas são extremamente válidas, pois geram aprendizados. Aprendemos que devemos afinar ainda mais a sintonia do nosso ‘radar’, estar atentos a discursos vazios, nos lembrar que são poucos que mantém o antigo (e salutar) hábito de honrar a palavra e principalmente nos lembrar que não são todos os seres humanos que dão a mesma relevância à palavra COMPROMISSO.

Em suma, a decepção é um sentimento que reside dentro de nós e jamais deve ser creditado aos outros. E isto é muito bom, porque no final das contas, a decisão em mantê-lo ou não conosco está em nossas mãos.

A PNL e os comportamentos que interferem no desempenho do ser humano

Vivemos numa época onde o crescente interesse pelo auto desenvolvimento, pelo “cuidar” do SER humano, nos impulsiona cada vez mais na busca do auto conhecimento, saber a origem de sentimentos que limitam a vontade e a capacidade produtiva do ser humano.

Qual a origem e porque se proliferam de forma assustadora manifestações como estresse, depressão, ansiedade, insônia, doenças psicossomáticas, enfim, desequilíbrios psíquicos que interferem no desempenho do ser humano?

De onde surgem os pensamentos que colocam dúvidas em nossa capacidade de realização? Como evitar padrões destrutivos que limitam a capacidade de autossuperação? Como manter a vontade em realizar e manter o crescimento pessoal? Como se comunicar de forma efetiva? Como entender o comportamento das pessoas com as quais nos relacionamos? Como ajudar as crianças de hoje a se tornarem adultos livres de problemas psicológicos e das dúvidas que nos afligem? Como se livrar de crenças e padrões de comportamento que desequilibram nossas ações? Como enfrentar os problemas do cotidiano com tranquilidade? Como evitar o estresse, insônia, depressão?

Diante deste quadro surgem inúmeras alternativas sobre técnicas curativas, métodos de superação pessoal, cursos para capacitação e desenvolvimento profissional, para melhorar os relacionamentos, a comunicação, cursos de liderança, técnicas de visualização, pensamento positivo, aumento do poder mental, etc,etc,etc
Com o crescente número de pessoas buscando essas respostas e tentando resolver dois dos grandes dilemas da humanidade, surgem duas perguntas fundamentais: porque fazemos e sentimos coisas que não gostaríamos de fazer ou sentir e por inúmeras vezes e não conseguimos mudar? – e a segunda pergunta; -Porque deixamos de fazer coisas que sabemos que deveríamos fazer para conquistar resultados que almejamos e então poder experimentar sentimentos agradáveis de conquista e bem estar?

A PNL -Programação Neuro Linguística- vinda do trabalho de um estudante de Psicologia e de um professor de linguística da Universidade de Santa Cruz na Califórnia, que sistematizaram conhecimentos milenares numa metodologia para tornar simples e eficaz seus efeitos sobre o comportamento humano, nos dá a oportunidade de aplicar inúmeros métodos de mudança comportamental, cursos e técnicas de comunicação, de negociação, relacionamento pessoal, auto cura e outros tantos pontos que tangem este segmento do desenvolvimento pessoal.

A PNL é uma forma para qualquer pessoa colocar em prática novos modelos para uma melhor comunicação que permitirá entender como são construídos os pensamentos. Assim é possível desconstruir referências limitantes, como traumas, compulsões, crenças, etc.
Por meio da PNL podemos nos conscientizar de habilidades próprias e inatas, mas na maioria das vezes adormecidas, e gerar mudanças positivas, criativas e evolutivas em nossas vidas. Podemos dizer que a PNL é a ciência da arte da excelência humana.

A PNL possibilita o desenvolvimento de habilidades pessoais para alcançarmos resultados que nos propomos, seja no campo terapêutico, profissional ou pessoal. Por meio das técnicas da PNL, podemos identificar com precisão o processo de pensamento interno das pessoas e ajudá-las a se capacitarem com opções conscientes para a busca de soluções, aumentando assim a flexibilidade para criarem um estado interno de motivação, melhores tomadas de decisões, aprendizagem, comunicação, criatividade e desenvolvimento emocional.

Como ciência aplicada, a PNL oferece procedimentos práticos e específicos para a educação, treinamento, terapia, trabalho e negócios.

Na área educacional e terapêutica, oferece soluções para ansiedade, estresse, fobias, problemas de relacionamento com filhos ou cônjuge, depressão, falta de confiança e autoestima, dificuldade de aprendizagem, problemas no trabalho, problemas de relacionamento chefe-subordinado, melhora da qualidade de vida, definição de projeto de vida, mudança de crenças limitantes, etc.

Na área organizacional; motivação e persuasão entre companheiros, subordinados ou superiores, conflitos de personalidade, coordenação de encontros e reuniões de negócios, preparação de entrevistas, estabelecimento de um sistema de comunicação claro e convincente, mudança de atitude, processos de avaliação de candidatos e tantas outras situações do nosso cotidiano.

Podemos dizer seguramente que a PNL é a disciplina cujo campo de ação é diretamente na estrutura da experiência subjetiva do homem. A PNL apresenta e trabalha com ferramentas específicas que podem ser aplicadas efetivamente em qualquer interação humana.

Vale a pena conhecer esta tecnologia que gera resultados práticos, objetivos e consistentes.

É pessoal???

Um dos motivos que fez com que eu me dispusesse a aceitar o desafio de uma troca de carreira depois de bons anos de formado e com uma trajetória até estável na Odontologia foi a chance de me aprofundar cada vez mais no estudo e na aplicação de processos que fomentam o já absurdo potencial da mente humana. Quanto mais estudo, mais fico fascinado e percebo o quão pouco sei.

Há uma frase que diz: ‘A mente pode ter diferentes níveis, mas não tem limites’. Então a pergunta é: por que um grande número de pessoas acaba menosprezando este potencial por meio de comportamentos auto limitantes?
Obviamente não existe uma resposta única e mágica a esta questão, mas certamente um dos fatores primordiais é a dificuldade que as pessoas têm em aceitar que tem coisas a melhorar. Só posso evoluir e melhorar se souber O QUE devo melhorar. Se descermos ainda mais um degrau, veremos que esta dificuldade em admitir que falhamos está ligada à outra dificuldade, talvez ainda maior: ouvir.

A maioria das pessoas escuta, mas pouquíssimas realmente ouvem. E muitas, quando ouvem de alguém que têm algo a melhorar, entendem como se fosse uma crítica ou até mesmo uma ofensa pessoal. Já reparou?
Em algumas situações parece a 3ª guerra mundial. Cara feia, respostas grosseiras, ofensas e em casos mais extremos até desentendimentos mais sérios. E isto porque estou falando prioritariamente de relacionamentos entre pessoas que se gostam.

O conceito está confuso? Então deixe-me tentar sintetizar. Funciona assim: se eu menciono algo a você que pode ser melhorado eu não estou criticando VOCÊ. Estou citando um COMPORTAMENTO seu que pode mudar, para melhor. Mesmo porque, VOCÊ não É apenas seus COMPORTAMENTOS. VOCÊ é muuuuuito mais do que isso. VOCÊ é um ser único, especial, maravilhoso e repleto de potenciais que talvez não estejam sendo utilizados de maneira adequada porque seus COMPORTAMENTOS estão impedindo que isto aconteça. Faz sentido?

Entenda, não é nada pessoal. É apenas uma dica, um toque, um ‘feedback’ (como se diz atualmente) que alguém está te dando para que você seja ainda melhor. Mesmo porque só nos preocupamos em dizer algo que precisa ser melhorado a quem gostamos, com quem convivemos e queremos bem.

O problema é que um ‘cara’ que faz parte de você, chamado EGO, faz com que você ache que é a ‘última bolachinha do pacote’ e pense que não precisa melhorar em nada e, portanto, tudo o que te dizem não passa de uma crítica infundada, injusta, exagerada, quase uma calúnia sobre você. Percebe? Procure ouvir mais e se tiver um bom radar, verá que muito do que falam que você pode melhorar, caso seja melhorado, lhe tornará ainda mais especial.

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10 OUT, 2017 | por José Carlos Carturan
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