+55 (11) 2626-0211
+55 (12) 3302-0111
+55 (12) 99111-7601
contato@ellevendh.com.br

Falsos Dilemas

Que bom seria se o universo fosse tão simples como certas pessoas o fazem parecer.

Simplesmente reduzimos questões complexas a questões díspares, opostas, como se estivéssemos o tempo todo restritos a falsos dilemas.

Talvez este péssimo hábito seja uma herança da lógica cartesiana ou de uma estrutura social em que temos de nos adequar de uma maneira ‘X’, ou então de maneira contrária a esta maneira ‘X’.
Não é de se espantar que uma das frases mais famosas da história da literatura mundial, a famosa: “Ser ou não ser? Eis a questão”, da obra ‘Hamlet’ de William Shakespeare.

Seja talvez a representação mais célebre destes falsos dilemas que nos impomos a todo instante. Precisamos sempre ser OU não ser. Mas, porque jamais temos a opção de ser E não ser?

Normalmente rotulamos e somos taxados pelas pessoas como: altos ou baixos, bons ou maus, grandes ou pequenos, gordos ou magros, ricos ou pobres, isto ou aquilo.

O fato é que quando reduzimos a questão em rótulos, categorias, opiniões que podem nos levar a caminhos aparentemente opostos, estamos ilusoriamente buscando facilitar situações que nem sempre se resumem à simples escolhas.

Esquecemos que entre em tons contrastantes de preto e branco temos infinitas matizes de tons de cinza. E o pior: Não percebemos que estes tons de cinza são fruto da mistura destas nuances de preto e branco. Às vezes muito escuros, outras vezes mais claros.
Infelizmente estamos sempre tendo de nos posicionar de um lado ou de outro, sendo que há entre o ‘sim absoluto’ e o ‘não absoluto’ uma infindável rede de opções e alternativas a serem consideradas antes de uma escolha ou um posicionamento definitivo.

Digo infelizmente, porque quando resumimos as situações desta forma automaticamente estamos ‘afunilando’ nosso ponto de vista e nos privando de conhecer diversos outras possibilidades situadas entre um extremo e outro.

Seja em discussões, debates ou em uma cotidiana opção entre uma coisa e outra, jamais uma verdade, uma escolha estará totalmente correta e a outra totalmente equivocada. Há sempre pontos benéficos em ambos os posicionamentos, e quando cerceamos a nós ou aos outros da chance de perceber o que há em comum entre os opostos, estamos limitando o aprendizado.

E este é o ponto relevante. Não apenas há normalmente mais opções do que as que são opostas entre si, como há um caminho intermediário entre elas, o Caminho do Meio.
Há simplesmente o dia e a noite? Ou na intersecção existente entre eles há também a aurora e o crepúsculo, quando dia e noite praticamente ‘misturam-se’?

Evite cair na armadilha dos falsos dilemas. Desde os que são simples, até os que são importantes. Ao reduzirmos questões complexas a alternativas diametralmente opostas, não apenas tornamos limitada nossa capacidade de entendimento, como corremos sério risco de nos tornarmos radicais, fanáticos e colaborar para uma realidade com base em conflitos e divergências onde o consenso e o equilíbrio ficam cada vez mais distantes.

Plantio opcional. Colheita obrigatória – Ednílson Macedo

Após fazer uma leitura no blog de uma amiga, Daniele Rodrigues (http://danirodrigues.com.br/Blog/page4.aspx), comecei a pensar sobre o que sou e o que posso ser. Há algum tempo não entendia o porquê certas coisas aconteciam em minha vida e o como estas coisas aconteciam, vim percebendo que muitas situações que vivo hoje, são frutos de decisões que tomei. Na maioria das vezes tomava decisões sem pensar. Paguei e pago por algumas até hoje, ainda tenho que entender muito sobre a vida e como devo tratar cada assunto, pois generalizar situações, sentimentos, pessoas, lugares, podem me beneficiar ou fazer com que eu perca chances de melhorar a mim mesmo.

Hoje quando vou falar sim ou não para alguma situação, antes penso no que isso vai pesar no meu futuro. É claro que sempre tomamos decisões para nos beneficiar, mesmo que inconscientemente, este é o maior problema que vejo hoje, pois todas as vezes que disse sim ou não a algo, com certeza associei lugares, situações e sentimentos, bons ou ruins, pensava na maioria das vezes somente em mim, mesmo que inconsciente.

Lembro-me que certa vez tomei uma decisão para ajudar uma determinada pessoa. O motivo que me levou a ajudar está pessoa? Simples. Em determinado momento da minha vida, precisei de ajuda naquela mesma situação e não fui ajudado. Fiquei muito magoado com a pessoa que disse o não, então quando tive a chance de ficar do outro lado da historia, disse sim no primeiro instante.

Você já reparou quantas decisões tomamos por segundo, quantas respostas achamos e de onde vem estas respostas? Algumas delas influenciam pessoas em mudar algo em sua vida, para melhor ou pior. Ter discernimento para diferenciar o certo do errado, seria o ideal, mas o que é certo? E o que é realmente errado? Depende de cada um. Do ambiente e das pessoas com quem foi criado. Copiamos comportamentos, sentimentos, crenças, valores, até que chegamos a uma idade que nos perguntamos, quem somos e o que estamos fazendo aqui.

Aprendi um pouco sobre isso, mas ainda assim, como podemos explicar pessoas tão diferentes dos pais, dos irmãos, de lugares, enfim, totalmente diferentes as pessoas de onde cresceram?

Algumas destas pessoas dizem entender o que é certo e o que é errado, ou criaram as suas verdades para serem diferentes, pois enxergaram isso através do desprezo. Assim provaram para si mesmas que deveriam fazer algo para não seguir em uma rotina, se afastando e tomando decisões diferentes, buscando todos os dias uma identidade onde ela poderia se destacar e ser exclusiva, assim vivendo bem perante uma nova sociedade, onde ela é agora a principal personagem.

Não seria mais fácil então procurar entender as pessoas que convivemos, respeitando-as e entendendo suas deficiências, apreciar suas qualidades e copia-las, ou respeitar que ela decidiu ser diferente, lutou por uma vida melhor. Não só pra ela, mas a outras pessoas, pois ela aprendeu que seu ambiente não faz bem a sociedade e nem a ela mesma.

Falar da vida dos outros, julgar pessoas, isso tenho certeza que não nos faz bem, pois podemos utilizar este tempo para ajudar pessoas que realmente precisam… dando exemplos! Pois, se for pra falar de outras pessoas, que se fale o bem, procurar as qualidades nestas, isso nos faz bem, pois aprenderemos com estes pequenos gestos como podemos ser melhores e melhorarmos no dia a dia, não só a vida de outros, mas a nós mesmos, pois se a lei do que plantamos colhemos, é verdadeira, então este seria o melhor caminho.

Afinal, para tomar decisões cada uma tem seus métodos. E você, já pensou no que está plantando e no que vai colher de suas escolhas?

Sobre o autor:

Ednílson Macedo é empresário e Master Practitioner em PNL.

Oportunidades escondidas – José Carlos Carturan

Ontem estava tomando café e na mesa ao lado havia duas amigas batendo papo. Pelo volume nada baixo do diálogo, foi impossível não ouvir o teor da conversa. Uma delas, de modo veemente reclamava aos quatro ventos sobre a vida, os problemas, as dificuldades. Ás vezes chegava a praguejar contra a má sorte, que segundo ela, insistia em acompanhá-la.

Até aí tudo bem. Todos nós estamos sujeitos a momentos de desabafo. O que me deixou intrigado foi quando no meio desta onda de lamúrias, a jovem, que pela aparência não passava de seus 22, 23 anos reclamou que a ‘vida não lhe dava oportunidades’. Ao ouvir isto, comecei a refletir sobre aquela afirmação. Pensei: será que a vida não nos dá oportunidades? Ou nós é que não percebemos quando elas aparecem?

E então? O que você acha? Alguns não recebem as tais oportunidades ou todos nós de alguma forma temos sim estas oportunidades, mas por algum motivo as ignoramos?

É bem possível que estas perguntas gerem respostas distintas e controversas. Particularmente, enxergo esta situação por alguns prismas diferentes. Primeiro: acredito que muitas vezes a questão não é esperar pelas oportunidades e sim buscá-las, criá-las, gerar um ambiente propício para que as boas sincronicidades aconteçam.

Segundo ponto: Em certas situações as chances que são criadas por nós ou são geradas pelas nossas ações não são tão nítidas. Aparecem disfarçadas de problemas, obstáculos, dificuldades. E geralmente as pessoas estão tão focadas em problemas cotidianos, reclamando da vida ou dando palpite na vida dos outros, que não têm a percepção suficiente para detectar estas possibilidades que surgem.

Outro fato relevante a ser considerado é que em muitos momentos as pessoas ‘pedem’ oportunidades, mas não se preparam adequadamente para aproveitá-las. Uma das coisas que falo em treinamentos e que talvez as pessoas não deem a devida importância é isto. Que as pessoas tem aquilo que estão PREPARADAS para ter. Sejam oportunidades ou obstáculos, aparecem na nossa vida somente se estivermos preparados para lidar com eles.

E por último. Talvez na maioria das vezes, consideramos ‘oportunidades’ coisas que nós pedimos para acontecer e só encaramos como tal quando são exatamente da maneira que imaginamos. Acabamos limitando nosso campo de visão, já que em alguns momentos as oportunidades são diferentes da que almejávamos, mas até maiores do que estamos esperando.

Cabe a nós estarmos preparados adequadamente e atentos, muito atentos aos pequenos sinais que a vida nos dá. Está com um problema? Procure observá-lo de um ângulo diferente. Pode ser que justamente aí, resida a grande oportunidade de desenvolvimento que tanto você deseja e merece.

Agenda
21 a 22 de OUT, 2017

Blog
10 OUT, 2017 | por José Carlos Carturan
Faça o seu Teste
Endereço
R. Letícia, 61 - Jardim Satelite, São José dos Campos - SP, 12230-840
Telefone
+55 (12) 3302.0111 +55 (11) 2626.0211
© 2017 Elleven Treinamentos. Todos os Direitos Reservados.                 R. Letícia, 61 - Jardim Satelite, São José dos Campos - SP, 12230-840

Newsletter

Insira seu email para receber dicas e artigos exclusivos da Elleven Treinamentos!

X