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Como conseguir o que você deseja?

 

Você já parou para pensar no que te impede de agir para conseguir o que deseja?  Qual tarefa você tem que fazer, mas tem evitado a todo custo?

 

Por exemplo, vamos supor que você precise fazer atividade física e sempre acaba deixando para começar na próxima segunda-feira. Quando você adia este momento, está adiando a dor do momento de ter de se levantar e ir, a dor de ter que arranjar um tempo na agenda corrida, ou o cansaço da atividade física. Assim, você sempre arranja uma desculpa e nunca começa.

 

Depois de um tempo, um médico lhe diz que você precisa começar a atividade física imediatamente, pois sua vida está em risco. Você se assusta e finalmente começa a atividade, não é?

 

Sabe por que isso acontece? Porque agora a dor de não fazer a atividade física é maior do que a dor de fazê-la.

 

Então, como você pode usar isso a seu favor? Como esse conhecimento por mudar sua vida?

 

Tony Robbins sugere mudar sua maneira de lidar com esse tipo de situação no futuro. Como?

 

Em vez de sempre arranjar uma desculpa (sim, sua justificativa é uma desculpa), pergunte-se: “Se eu não fizer isso agora, qual a dor que vou sentir no futuro”?

 

Melhor ainda, depois deste exercício com a dor, imagine o prazer que vai sentir quando conseguir o que realmente deseja.

 

dor_elleven

Por Valéria Pinheiro

Sobre a autora:

foto Perfil Elleven

Valéria Pinheiro é redatora (www.facebook.com/conteutil). Formada em Relações Públicas pela Cásper Líbero, pós graduada em Marketing pela FAAP e pós graduanda em Mídias Digitais pela Estácio. Profissional com mais de 15 anos de experiência em grandes empresas nas áreas de Comunicação e Marketing. Tem formação em Practitioner em PNL pela Elleven Desenvolvimento Humano.

Expectativas – José Carlos Carturan

Segundo o dicionário, o significado de expectativa é: Esperança fundada em promessas, viabilidades ou probabilidades; Ação de esperar, ter esperança. Conceituação conhecida para uma palavra bastante usual em nosso vocabulário. Vivemos falando de nossas expectativas e esperanças. Muitas vezes estas expectativas são o combustível, a mola propulsora que nos move em direção aos nossos sonhos. E isso é muito bom.

Mas, como em tudo na vida há o outro lado e queiramos nós ou não, também somos alvo de expectativas de outras pessoas. Mesmo sem saber, estamos inseridos nas expectativas dos outros, vivendo algo como um ‘sonho alheio’.

Isto é inerente ao ser humano. Faz parte de nossa natureza. Quando crianças idealizávamos o par perfeito, fosse este par a menina mais bonita e inteligente da classe ou para as meninas o protótipo do príncipe encantado, que atendesse aos anseios e…..expectativas.

Até aí também, nenhum problema. Vivemos em comunidade e, portanto, somos passíveis de participar da vida de outrem. As coisas começam a tomar um rumo meio delicado quando as pessoas passam a exigir de nós papéis exatamente iguais aos que elas imaginavam ou pensavam para nós em seus roteiros pessoais.

Sem sermos avisados somos rotulados como isto ou aquilo e passamos a viver um enredo paralelo ao que escolhemos para nós. Digo até que na melhor das hipóteses somos protagonistas do ‘filme’ de nossa própria vida e coadjuvantes no da vida dos outros. Contudo, às vezes isto se inverte. E as pessoas passam a esperar de nós algo exatamente igual ao que elas almejavam. E quando não cumprimos o (não) combinado, isto as chateia. Será que poderiam ao menos perguntar se topamos participar deste filme, concordamos com esta sinopse em que fomos incluídos?

Mas há algo ainda mais preocupante. Parece que quanto mais atendemos às tais expectativas alheias, mais somos cobrados. E as pessoas esperam de nós condutas ainda mais irretocáveis. É verdadeiro dizer também que, se esperam de nós algo é porque julgam que temos recursos para tal. Entretanto em alguns momentos, parece que nossos recursos para lidar com algumas situações estão crescendo em progressão aritmética enquanto as expectativas das pessoas em relação a nós aumentam em progressão geométrica.

E chega um momento onde fazer o possível não basta. Exigem de nós posturas, atitudes e até sentimentos. Se não fazemos ‘assim ou assado’ as pessoas acham absurdo, se não gostamos de alguém então, é o fim do mundo.

Isto vale para a vida profissional e o convívio pessoal. Creio que alguns dos grandes distúrbios como depressão, ansiedade, estresse sejam causados por esta dificuldade em administrar entre o que queremos/desejamos e o que os outros querem/desejam de nós.

E o resultado é bem complexo. Na maioria das vezes, não dá para conciliar as duas coisas e quanto mais pendemos para um lado mais o outro fica comprometido. E a questão final fica: Suprir as expectativas dos outros ou as nossas? Uma destas respostas lhe dará a chance de ser feliz. Já a outra…

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10 OUT, 2017 | por José Carlos Carturan
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