+55 (11) 2626-0211
+55 (12) 3302-0111
+55 (12) 99111-7601
contato@ellevendh.com.br

Você é mais do que seus comportamentos

Você é mais do que seus comportamentos

Um dos motivos que fez com que eu me dispusesse a aceitar o desafio de uma troca de carreira foi a chance de me aprofundar cada vez mais no estudo e na aplicação de processos que fomentam o absurdo potencial da mente humana.

Deixei a Odontologia depois de bons anos de formado e uma trajetória estável na área. Hoje, quanto mais estudo a mente e o comportamento humano, mais fascinado fico e percebo o quão pouco sei. Você é mais do que seus comportamentos.

Há uma frase que diz: ‘A mente pode ter diferentes níveis, mas não tem limites’.

Então a pergunta é: por que um grande número de pessoas menospreza esse potencial por meio de comportamentos auto limitantes?
Obviamente não existe uma resposta única e mágica a essa questão, mas certamente um dos fatores primordiais é a dificuldade que as pessoas têm em aceitar que tem coisas a melhorar. Só posso evoluir e melhorar se souber O QUE devo melhorar.

Se descermos ainda mais um degrau, veremos que esta dificuldade em aceitar que tem coisas a melhorar está ligada à outra dificuldade ainda maior: saber ouvir.

A maioria das pessoas escuta, mas pouquíssimas realmente ouvem. E muitas, quando ouvem de alguém que têm algo a melhorar, entendem como se fosse uma crítica ou até mesmo uma ofensa pessoal.  Já reparou?

Em algumas situações parece a 3ª guerra mundial. Cara feia, respostas grosseiras, ofensas e em casos mais extremos até desfechos mais sérios. E isto porque estou falando prioritariamente de relacionamentos entre pessoas que se gostam.

O conceito está confuso? Então deixe-me sintetizar.

Funciona assim: se eu menciono algo a você que pode ser melhorado eu não estou criticando VOCÊ. Estou citando um COMPORTAMENTO seu que pode mudar, para melhor. Mesmo porque, VOCÊ não É apenas seus COMPORTAMENTOS. VOCÊ é muito mais do que isso.

VOCÊ é um ser único, especial, maravilhoso e repleto de potenciais que talvez não estejam sendo utilizados de maneira adequada porque seus COMPORTAMENTOS estão impedindo que isto aconteça. Faz sentido?

Entenda, não é nada pessoal.  É apenas uma dica, um toque, um ‘feedback’ (como se diz atualmente) que alguém está te dando para que você seja ainda melhor.

Mesmo porque só nos preocupamos em dizer algo que precisa ser melhorado a quem gostamos, com quem convivemos e queremos bem.
O problema é que um ‘cara’ que faz parte de você, chamado EGO, faz com que você ache que é a ‘última bolachinha do pacote’ e pense que não precisa melhorar em nada e, portanto, tudo o que te dizem não passa de uma crítica infundada, injusta, exagerada, quase uma calúnia sobre você. Percebe?

Procure ouvir mais e se tiver um bom radar, verá que muito do que falam que você pode melhorar, caso seja melhorado, lhe tornará ainda mais especial.

Como tem ‘passado’? – Alan Tadini

Estava revendo alguns materiais do meu curso de Psicanálise, e encontrei uma frase muito interessante que um professor muito sábio disse: “O passado é mutável através da mudança da forma de julgar os acontecimentos passados”.

Comecei a refletir sobre isso, e sobre a nossa crença da imutabilidade do passado e percebo que o passado realmente não é algo fixo. Ok, o fato pode ser fixo, mas em relação ao que importa, que é como o vemos, avaliamos e sentimos, é sim, mutável.

O que levamos conosco é sempre o que percebemos e julgamos. Não temos acesso ao “real” do passado. Temos a realidade interna criada através do que foi entendido e julgado baseado na percepção, e esta irá gerar compreensão interior ao buscar, nas emoções e em toda a realidade conhecida até este momento específico, a forma como esta realidade será incluída no nosso “eu” mental. Uma coisa muito bacana sobre as terapias, seja PNL, Psicanálise, Psicologia e outras é que todas elas atuam de modo a libertar a pessoa desta prisão que a percepção, avaliação e introspecção dos fatos vividos nos colocam.

De que modo? Levando-nos até lá, no passado, de novo(Através de nos levar lá de novo) e nos fazer repensar/reviver o fato percebido fazendo com que o julgamento sobre o mesmo fato possa ser alterado e assim torná-lo menos angustiante para que o indivíduo possa viver sem esta “dor” do passado. Nem todas as vivências causam dor, algumas causam ilusão, outras causam até alegria. Claro que as boas a gente não mexe. Crenças limitantes e ilusões, embora sejam criadas como forma de proteção pelo nosso inconsciente, tem o péssimo hábito de não nos permitir ser plenos. Esta proteção é necessária no momento em que é levantada, mas a medida que nos fortalecemos, podem ser retiradas, porque senão, nos limitam. É angustiante quando uma ilusão cai por terra, principalmente quando se é apegado a ela. E isso é muito comum. Este apego também nubla a percepção de que ela existe. E quanto mais ela se esconde, mais difícil é se livrar dela. Tudo começa com o primeiro passo: reconhecer a crença.

Creio que a quebra de crenças é uma forma muito bacana de crescimento pessoal e nos deixa mais perto de sermos felizes. Se você não se sente pleno, talvez seja o momento de se observar, assim olhando de fora e, quem sabe, descobrir que seus limites são aqueles que você mesmo se impõe.

Abraços!

Sobre o autor:
Alan Tadini é Pós Graduando de MBA em Marketing pela FGV, Engenheiro Elétrico, Psicanalista e Master Practitioner em PNL. Tarólogo, Jedi e empresário no estúdio DigiMax. Nas horas vagas também estuda astrologia e comportamento humano.

Peso nas costas – Ana Carolina Campos Vieira

Muitas vezes nos sentimos pesados, carregados, como se o mundo todo estivesse em nossas costas. Geralmente isto ocorre quando tentamos absorver, além dos nossos, os problemas de outras pessoas.

Costumamos pensar que ajudando os outros a resolverem seus problemas, estaremos contribuindo de forma positiva. Estar fora da situação nos coloca numa posição diferente, e com nossos valores e crenças temos sempre uma solução imediata. Porém, o que é bom para nós, nem sempre é bom para o outro.

Cada pessoa passa pelo que tem que passar. Neste momento, a assertividade é a melhor solução. Ao nos colocarmos no lugar do outro, podemos compreender seu momento, seu sofrimento, seu desabafo. Isso não significa pegar o problema do outro para nós. Significa que compreendendo, podemos ajudá-lo a encontrar o melhor caminho.

Se carregarmos os problemas dos outros em nossas costas, ficaremos com nossa alma arcada de sofrimento, e isso não nos fará bem, e menos ainda a quem precisa da nossa ajuda. As pessoas precisam enfrentar sozinhas seus problemas, pois nada é em vão e tudo tem um sentido, mesmo que possa parecer absurdo, inexplicável e injusto.

Nosso papel é fortalecer nossa energia e sermos transmissores de boas vibrações. Estarmos bem conosco é a melhor forma de ajudarmos nosso próximo.

Errar e acertar faz parte da caminhada, rumo à própria evolução pessoal e espiritual. Por isso cada um deve seguir seu caminho, pisando ora em pedras, ora em pétalas. Nossa função é estarmos prontos, não para carregar problemas que não nos pertencem, e sim estarmos ao lado, de mãos dadas guiando e exalando confiança e determinação.

Durante este processo, que não é nada fácil, surgirão muitas dúvidas, provações, palavras e atitudes rudes e desafiadoras, e será fácil nos sentirmos culpados em não poder ajudar mais, agir mais. Neste momento, só teremos a oferecer nosso amor e nossa compreensão. Qualquer coisa, além disso, irá de encontro ao propósito maior que é ajudar o outro a superar seus limites.

Ter ao nosso lado alguém que nos ouve, nos olha nos olhos e nos transmite confiança é o que nos dá conforto nos momentos mais difíceis.
Temos que dar tempo ao tempo, pois só ele cura as feridas, cicatriza maus sentimentos, nos faz compreender nossas falhas, e mesmo que tardiamente acaba mostrando a cada um, o que e principalmente quem realmente tem valor em nossas vidas.

Ana Carolina Campos Vieira é coordenadora de Departamento Pessoal, Administradora de Empresas, Pós Graduanda em Direito do Trabalho para Gestão de Pessoas no INPG (Instituto Nacional de Pós-Graduação). Practitioner em PNL pela Elleven Treinamentos e Nível II de Reiki.

Velhas verdades – José Carlos Carturan

Há muito tempo você possui exatamente as mesmas crenças, faz as mesmas coisas, do mesmo jeito? Mau sinal. Desculpe ser tão direto assim, mas infelizmente se sua vida está estagnada é muito provável que você tenha caído em uma das duas armadilhas muito comuns ao ser humano. A primeira é o conformismo, onde achamos que tudo está bom e adotamos o perigoso ‘ Deixa como está para ver como fica’. E a segunda, esta sim é extremamente problemática. O medo de se abrir a novas verdades, quebrar velhos paradigmas, mudar padrões de comportamento e atitude e principalmente de enfrentar novos desafios. E estas questões ‘pegam’ justamente nos pontos mais delicados. Exemplos? Religião, política, sexo.

Assuntos que são considerados tabus e permeados por uma aura de proibição, punição e falso puritanismo, que levam a discussões acaloradas, normalmente hipócritas e preconceituosas, por parte de uma sociedade que se diz moderna, mas tem base em leis e normas do início do século passado (ou retrasado?).

Quer mais exemplos? Mulheres em pleno século XXI são apedrejadas em praça pública, casos de corrupção, enriquecimento ilícito e pedofilia, nas mais variadas religiões são encobertos em nome da “fé”.

Concordo que é muito mais fácil se apegar a velhos costumes, situações já conhecidas e circunstâncias onde ilusioriamente, estamos no controle. Mas a única verdade irrefutável é que todas as verdades são apenas ‘meia verdade’. O que era absoluto ontem, hoje não é mais.

Não se assuste. Nossos ancestrais também passaram por isso. Tiveram de aceitar que a Terra era redonda e não plana. Foram obrigados a aceitar que era a Terra que girava em torno do Sol e não o contrário. Passaram anos acreditando que mente e corpo eram duas entidades separadas quando hoje a neurociência comprova que há uma relação de interdependência entre ambos.

E é normal que sejamos relutantes a mudanças. Mudanças trazem desconforto, receio, insegurança. Mas sejamos honestos, sem rodeios. O ´bicho pega’ mesmo é quando alguns valores, crenças, paradigmas e dogmas são tocados de forma direta e nos deparamos com uma realidade que era totalmente contrária à que acreditávamos até então.

E então há duas saídas: Virar as costas e ignorar o que apareceu de novidade ou mergulhar de cabeça nesta nova oportunidade de aprender algo novo e entender as coisas de modo diferente. Ouso dizer que hoje o mundo está como está, porque a imensa maioria das pessoas prefere a primeira opção. Acham melhor ficar presas a velhos conceitos do que arriscar-se em caminhos desconhecidos.
Em âmbito comportamental é bastante simples entender. Geralmente o questionamento inconsciente é o seguinte: “Mas se isso for verdade, como fica tudo em que acreditei até hoje?” É muito mais fácil adotarmos uma postura crítica e incrédula do que mudarmos nosso ponto de vista. Faz parte.

Pois é. Há várias maneiras estabelecidas e legais de coagir nossa liberdade de raciocínio, de pensarmos e decidirmos livremente. No entanto, reflita com carinho. A falta de conhecimento é circunstancial e compreensível. A eterna ignorância é opcional.

Agenda
25 à 27 de AGO, 2017

Blog
01 AGO, 2017 | por José Carlos Carturan
Faça o seu Teste
Endereço
R. Letícia, 61 - Jardim Satelite, São José dos Campos - SP, 12230-840
Telefone
+55 (12) 3302.0111 +55 (11) 2626.0211
© 2017 Elleven Treinamentos. Todos os Direitos Reservados.                 R. Letícia, 61 - Jardim Satelite, São José dos Campos - SP, 12230-840

Newsletter

Insira seu email para receber dicas e artigos exclusivos da Elleven Treinamentos!

X