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MEDO DO FRACASSO: E SE ELE NÃO EXISTISSE?

O que você faria na sua vida se soubesse que não iria fracassar? Isso mesmo. Quais decisões você tomaria na sua vida, se por algum motivo você tivesse a plena certeza que não haveria a mínima possibilidade de algo dar errado? Medo do fracasso: e se ele não existisse?

Imagine que um belo dia você encontrasse uma lâmpada mágica, um gênio, um anjo ou tivesse a oportunidade de ter uma conversa direta com o Pai Celestial e recebesse a garantia de que não haveria erro. O que você fizesse daria certo.

O que você faria? Você sabe responder? Pense em sua vida pessoal, afetiva, profissional, financeira, qualquer um dos segmentos.

Mais uma vez: O que você faria se soubesse que não iria fracassar?

Pediria aumento? Daria entrada para obter a sua tão sonhada casa própria? Tomaria coragem para convidar para um cinema aquela pessoa que há tanto tempo você vem paquerando? Mudaria de profissão? Investiria em você? Faria aquela reforma tão desejada em sua casa? Viajaria para aquele lugar tão sonhado?

Pois é, talvez as respostas tenham vindo à sua mente, mas talvez você esteja surpreso, justamente por não saber o que você realmente tem desejo de fazer.

Há ainda um agravante. Em certas ocasiões não temos esta resposta ou ainda que tenhamos a resposta, ficamos hesitantes em responder, justamente porque o medo do fracasso é um dos sentimentos que mais paralisa o ser humano.

Sabe aquilo que sentimos quando estamos prestes a tomar uma decisão e na hora “H”, acabamos por não tomá-la? Quando temos algo a fazer e não fazemos? Muitas vezes este sentimento que toma conta de nós é o tal medo do fracasso.

Agora, faça o mecanismo inverso. Pense em alguém que para você seja um símbolo de sucesso. Já lembrou? Agora me responda novamente. Você concorda comigo que em algum momento estas pessoas também tiveram medo de tomar decisões? E você realmente acredita que elas não hesitaram, não titubearam em nenhum momento? Certamente hesitaram e ficaram inclinadas a desistir, mas houve algo maior, mais forte, mais intenso que fez com que elas prosseguissem.

O quê foi esse algo? Desculpe, mas isso você terá de descobrir por si mesmo. Você terá de experimentar. Quando tiver algo a fazer e sentir aquela vontade de desistir, aquele medo de fracassar, terá de ir adiante. Ao menos uma única vez.

Faça a experiência e você vai se surpreender com os resultados. Por experiência pessoal, posso afirmar-lhe uma coisa: Já senti este mesmo medo várias vezes e em certas ocasiões sinto-o até hoje. Mas o que obtive de mais precioso em minha vida, obtive quando rompi a barreira do medo.

Tenho certeza que você também já conquistou coisas e objetivos que nem mesmo você acreditava ser capaz. Lembre-se daqueles momentos.

Certamente, alguma vez na vida, você também já rompeu este “muro” chamado “medo de fracassar”. Talvez esta seja a única distância entre quem tem e quem não tem sucesso, quem alcança e quem não alcança seus objetivos. Decidir romper ou não esta barreira.

Acredite em você e tome decisões.

citação_Elleven

COITADINHO…

Em um dos cursos que ministramos, uma pessoa, conversando informalmente me perguntou: “Qual o comportamento mais nocivo para um ser humano?”

Fiquei surpreso com a pergunta e respondi que em minha opinião havia alguns comportamentos realmente desprezíveis como a agressividade, a arrogância, a desonestidade entre outros. Foi quando tive um daqueles chamados “insights”. Sabe quando de uma hora para outra “a ficha cai” e algumas coisas aparecem muito claramente em nossa mente?

Parei um pouco, olhei para a pessoa e disse: “Olha, me veio à cabeça agora um comportamento muito comum no ser humano, mas que sinceramente nunca havia percebido o quanto era prejudicial, a autopiedade”

Na realidade este comportamento é aquela famosa “peninha que sinto de mim mesmo” e do “quanto as coisas são difíceis e dão errado para mim”. Se lembrarmos bem, existe até um desenho animado com uma hiena e um leão (Lippy e Hardy, se não me engano), onde a hiena vive dizendo: “Oh, vida! Oh, azar”. Já assistiu?

E este sentimento é um dos piores que uma pessoa pode ter, por vários motivos: Primeiramente é algo que nos limita, nos coloca sempre em uma posição de vítima e desta maneira tira de nós todo o poder de alterarmos o rumo da nossa vida.

Além disso, traz consigo um sentimento de autodestruição, nos levando a uma infelicidade quase que permanente, já que passamos a achar que estamos fadados a ser “sofredores eternos”.

Tais argumentos já seriam suficientes para justificar minha afirmação, mas a autopiedade traz ainda algumas outras péssimas repercussões. Pode, por exemplo, manter as pessoas em uma constante inércia, em não buscar seus objetivos já que de um jeito ou de outro “nada dá certo mesmo”.

Serve também para obter o que algumas linhas da Psicologia chamam de “ganho secundário”. Ou seja, fazemos algo para “receber” algo em troca. E no caso da autopiedade o algo em troca pode ser carinho, atenção, cuidados.

Porém, talvez o mais prejudicial uso da autopiedade, consiste em servir como fator de manipulação. Tenho um grande amigo, um mestre na verdade, que chama isto de “A ditadura da vítima”.

São pessoas que usam a autopiedade de maneira hábil, visando gerar nas outras pessoas um sentimento que faça com que fiquem a mercê de suas vontades e caprichos, criando em seu entorno um ambiente totalmente favorável a si própria. A equação é simples: “Tenho pena de mim, sou problemático, nada dá certo para mim e sofro demais.”

E então: alternativa 1: Você faz o que quero e cede aos meus caprichos e então percebo que este mecanismo é eficaz e passo a repetí-lo para conseguir tudo. Ou, alternativa 2: você não entra no “joguinho”, não consigo o que quero e então comprovo a mim mesmo “o quanto ninguém me ama, ninguém se preocupa comigo, as coisas não dão certo para mim, etc,etc,etc”

Percebeu? E fique alerta, pois há mais pessoas que utilizam este ardil do que imaginamos. Podemos ajudar às pessoas, mas cada um deve ser responsável por sua vida.

É PESSOAL???

Um dos motivos que fez com que eu me dispusesse a aceitar o desafio de uma troca de carreira depois de bons anos de formado e com uma trajetória até estável na Odontologia foi a chance de me aprofundar cada vez mais no estudo e na aplicação de processos que fomentam o já absurdo potencial da mente humana. Quanto mais estudo, mais fico fascinado e percebo o quão pouco sei.

Há uma frase que diz: ‘A mente pode ter diferentes níveis, mas não tem limites’. Então a pergunta é: por que um grande número de pessoas acaba menosprezando este potencial por meio de comportamentos auto limitantes?

Obviamente não existe uma resposta única e mágica a esta questão, mas certamente um dos fatores primordiais é a dificuldade que as pessoas têm em aceitar que tem coisas a melhorar. Só posso evoluir e melhorar se souber O QUE devo melhorar. Se descermos ainda mais um degrau, veremos que esta dificuldade em admitir que falhamos está ligada à outra dificuldade, talvez ainda maior: ouvir.

A maioria das pessoas escuta, mas pouquíssimas realmente ouvem. E muitas, quando ouvem de alguém que têm algo a melhorar, entendem como se fosse uma crítica ou até mesmo uma ofensa pessoal. Já reparou?

Em algumas situações parece a 3ª guerra mundial. Cara feia, respostas grosseiras, ofensas e em casos mais extremos até desentendimentos mais sérios. E isto porque estou falando prioritariamente de relacionamentos entre pessoas que se gostam.

O conceito está confuso? Então deixe-me tentar sintetizar. Funciona assim: se eu menciono algo a você que pode ser melhorado eu não estou criticando VOCÊ. Estou citando um COMPORTAMENTO seu que pode mudar, para melhor. Mesmo porque, VOCÊ não É apenas seus COMPORTAMENTOS. VOCÊ é muuuuuito mais do que isso. VOCÊ é um ser único, especial, maravilhoso e repleto de potenciais que talvez não estejam sendo utilizados de maneira adequada porque seus COMPORTAMENTOS estão impedindo que isto aconteça. Faz sentido?

Entenda, não é nada pessoal. É apenas uma dica, um toque, um ‘feedback’ (como se diz atualmente) que alguém está te dando para que você seja ainda melhor. Mesmo porque só nos preocupamos em dizer algo que precisa ser melhorado a quem gostamos, com quem convivemos e queremos bem.

O problema é que um ‘cara’ que faz parte de você, chamado EGO, faz com que você ache que é a ‘última bolachinha do pacote’ e pense que não precisa melhorar em nada e, portanto, tudo o que te dizem não passa de uma crítica infundada, injusta, exagerada, quase uma calúnia sobre você. Percebe? Procure ouvir mais e se tiver um bom radar, verá que muito do que falam que você pode melhorar, caso seja melhorado, lhe tornará ainda mais especial.

 

Processo de Decisão: porque às vezes é tão difícil decidir.

Não sei se já parou para pensar nisso, mas muitos de nós padecemos de um problema crônico: a dificuldade na tomada de decisões. Por que temos tanta dificuldade em decidir?

 

Há fatores neurológicos e circunstanciais em que nos baseamos para decidir. O assunto aqui é sobre as estruturas cerebrais envolvidas no processo de decisão. E isso é mais fácil de entender do que se imagina e explica muita coisa do nosso cotidiano. Nosso cérebro é um “descendente”, uma “edição melhorada” dos cérebros dos animais primitivos.

 

Didaticamente podemos dizer que trazemos conosco resquícios do cérebro dos répteis e anfíbios que estão situados próximos à nossa nuca e diretamente ligados à nossa coluna vertebral por meio da medula. Assim como em nossos distantes amigos “escamosos” esta parte do nosso cérebro é responsável pelo comportamento instintivo, ligado aos nossos cinco sentidos (visão, tato, olfato, audição e paladar), que eram os requisitos necessários para que cobras e jacarés entre outros conseguissem sobreviver a seus predadores, alimentar-se e manter viva sua espécie.

 

Há também em nosso cérebro outra porção, denominada sistema límbico, da qual fazem parte diversas estruturas ligadas ao conteúdo emocional e ao comportamento afetivo, que já aparecem desenvolvidas nos mamíferos e que pode ser observada na maneira como os cães demonstram carinho a seus donos e como os ursos e macacos, por exemplo, brincam entre si.

 

Já nos mamíferos uma parte chamada córtex aparece ainda de forma pouco desenvolvida e é justamente esta porção, denominada pelos neurocientistas de neocórtex que acabou tendo um salto em seu desenvolvimento e que acaba por diferenciar  neurofisiologicamente a espécie humana das demais.

 

Este neocórtex é responsável pelo nosso raciocínio lógico, pelo cálculo matemático, pelo pensamento abstrato e principalmente pela comunicação através da fala. Isto deu ao ser humano uma imensa vantagem competitiva em relação às demais espécies, mas trouxe também alguns inconvenientes no momento de nossa tomada de decisões, ainda mais quando levamos em consideração que a porção esquerda do nosso cérebro toma decisões de modo lógico e racional e a porção direita decide de maneira intuitiva e criativa.

 

Só por isso já é possível imaginar os conflitos internos para tomarmos uma decisão. Uma parte de nós é puro instinto; agressiva, impulsiva e voraz. Outra parte reage de modo emocional e sensível e para complicar mais, tudo ainda passa por um processamento lógico e racional de um lado e intuitivo e criativo do outro.

 

Dependendo da parte do cérebro que predomina é que tomamos as decisões: de maneira mais impulsiva, emocional, intuitiva ou lógica.

 

E por isso as pessoas reagem à mesma situação de modo tão diferente, muitas vezes diferente do modo que nós agimos ou da maneira que gostaríamos que agissem.

O que você vai fazer hoje?

Fique atento a esta palavra: hoje. Considere-a relevante e fundamental em sua vida. Afinal é tudo que você tem. O ontem já se foi e o amanhã é incerto.

Aliás, seu ontem já foi um ‘hoje’. E a pergunta é: O que você fez para tornar sua vida melhor? A dimensão de tempo é algo extremamente significativo para nós. Conscientemente sabemos dividir o tempo entre passado, presente e futuro.

No entanto, para nossa mente inconsciente tudo acontece no agora. Tudo é hoje. Quer a prova? Sofremos, ficamos ansiosos, pré ocupados por algo que vai acontecer talvez daqui a alguns dias. E sentimos os reflexos ‘hoje’.

O contrário também acontece. Lembramos algo do passado, seja uma perda ou uma conquista e o sentimento, a emoção correlacionada a esta lembrança às vezes surge no ‘hoje’. Ou seja, de uma maneira ou de outro estamos inexoravelmente ligados ao hoje, justamente porque é a única dimensão de tempo que temos. O passado é uma lembrança e serve-nos como base, como referência e o futuro é uma perspectiva, uma esperança.

O que você está fazendo hoje?

E você? Como tem levado a vida? Tem buscado constantemente seus objetivos ou como dizem por aí, está “empurrando com a barriga”?

Pois bem, saiba que sua colheita do amanhã depende do plantio ‘hoje’. Sabendo disso, pense bem. Quais são seus melhores atributos, seus maiores talentos, suas grandes qualidades? Você as tem utilizado para obter os resultados que deseja? Ou sente-se limitado, sem saída, infeliz e descontente com o estágio que sua vida se encontra agora? Por mais doloroso que seja admitir, o que somos hoje é fruto de sementes plantadas no nosso passado.

A boa notícia é que a mudança está em suas mãos. E talvez você esteja pensando: ‘Mas como posso fazer isto?’ Aí vão algumas dicas: Primeiramente, saiba onde quer chegar. O que almeja para você e as pessoas que ama? Inclua nesta reflexão o segmento familiar, profissional, intelectual, saúde, financeiro e afetivo. Inclua também objetivos pessoais como lazer, cursos, bens que quer adquirir e principalmente as mudanças que quer realizar.

Comece hoje!

E a partir destes pontos obtidos, comece ‘hoje’ a verificar quais atitudes deve tomar para alcançar seus objetivos. Algumas demandam um esforço maior, mas outras são extremamente simples e podem gerar mudanças e resultados imediatos. Comece por estas. Comece pelas pequenas coisas e habitue-se a ter atitude para mudar.

Outra dica importante: Reavalie seu estágio atual. Perceba como seus hábitos, suas amizades, sua rotina, seus contatos, a maneira como você utiliza seu tempo têm influenciado nos resultados que você tem obtido. E seja muito imparcial ao responder essas perguntas. Seu estágio de vida atual, as atitudes que têm tomado ultimamente te aproximam ou te afastam dos seus sonhos?

Pense nisso e comece a criar novos hábitos para si mesmo, ter novas posturas em relação aos desafios que a vida nos impõe. Não hesite em tentar novas alternativas. Seus resultados dependem exclusivamente das suas atitudes e das possibilidades que cria para resolver suas questões.

Um detalhe. Tudo isto deve ser feito HOJE.

Imagem agenda: © Gregor Schuster/Corbis

hoje Elleven

 

Como conseguir o que você deseja?

 

Você já parou para pensar no que te impede de agir para conseguir o que deseja?  Qual tarefa você tem que fazer, mas tem evitado a todo custo?

 

Por exemplo, vamos supor que você precise fazer atividade física e sempre acaba deixando para começar na próxima segunda-feira. Quando você adia este momento, está adiando a dor do momento de ter de se levantar e ir, a dor de ter que arranjar um tempo na agenda corrida, ou o cansaço da atividade física. Assim, você sempre arranja uma desculpa e nunca começa.

 

Depois de um tempo, um médico lhe diz que você precisa começar a atividade física imediatamente, pois sua vida está em risco. Você se assusta e finalmente começa a atividade, não é?

 

Sabe por que isso acontece? Porque agora a dor de não fazer a atividade física é maior do que a dor de fazê-la.

 

Então, como você pode usar isso a seu favor? Como esse conhecimento por mudar sua vida?

 

Tony Robbins sugere mudar sua maneira de lidar com esse tipo de situação no futuro. Como?

 

Em vez de sempre arranjar uma desculpa (sim, sua justificativa é uma desculpa), pergunte-se: “Se eu não fizer isso agora, qual a dor que vou sentir no futuro”?

 

Melhor ainda, depois deste exercício com a dor, imagine o prazer que vai sentir quando conseguir o que realmente deseja.

 

dor_elleven

Por Valéria Pinheiro

Sobre a autora:

foto Perfil Elleven

Valéria Pinheiro é redatora (www.facebook.com/conteutil). Formada em Relações Públicas pela Cásper Líbero, pós graduada em Marketing pela FAAP e pós graduanda em Mídias Digitais pela Estácio. Profissional com mais de 15 anos de experiência em grandes empresas nas áreas de Comunicação e Marketing. Tem formação em Practitioner em PNL pela Elleven Desenvolvimento Humano.

Curso de Neuromarketing e Mídias Sociais concluído com sucesso absoluto

Na noite de ontem, 24/09 foi concluído o curso de Neuromarketing e Mídias Sociais realizado pela Elleven na sede da Claris Reabilitação Oral de Taubaté e em parceria com a Regence – Espaço Intelectual e a Aukubo, empresa de Mídias Digitais de São Paulo.

O curso teve adesão maciça de empresários, profissionais liberais e da área de comunicação que puderam desenvolver estratégias baseadas no comportamento do consumidor, nos mecanismos de tomada de decisão na hora da compra e sobre como usar as mídias sociais como importante ferramenta de divulgação e venda de produtos e serviços.

O resultado foi extremamente positivo e alguns resultados satisfatórios de tais estratégias puderam ser percebidos já durante o andamento do curso, ministrado pelos Drs. José Carlos Carturan e Thales Wilson Cardoso.

Agradecemos mais uma vez a participação e a confiança de todos.

Curso de Neuromarketing e Mídias Sociais

Em mais uma atitude pioneira a Elleven Treinamentos em parceria com a Aukubo e a Regence Espaço Intelectual de Taubaté trazem para o Vale do Paraíba o 1º Curso de Neuromarketing e Mídias Sociais.

O curso ministrado pelos Drs. José Carlos Carturan e Thales Wilson Cardoso, está sendo ministrado na sede da Claris Odontologia,em Taubaté.

O conteúdo, direcionado a profissionais de todas as áreas, traz o mecanismo comportamental de tomada de decisão do ser humano no momento da compra, recursos para tornar seu produto ou serviço mais atraente e também como desenvolver uma estratégia eficaz de divulgação e vendas no ambiente das mídias sociais.

As vagas foram esgotadas em poucos dias e o aproveitamento da turma tem sido incrível!!

Em breve teremos a 2ª turma…

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16 de DEZ, 2017

Blog
30 NOV, 2017 | por José Carlos Carturan
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