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Você é mais do que seus comportamentos

Você é mais do que seus comportamentos

Um dos motivos que fez com que eu me dispusesse a aceitar o desafio de uma troca de carreira foi a chance de me aprofundar cada vez mais no estudo e na aplicação de processos que fomentam o absurdo potencial da mente humana.

Deixei a Odontologia depois de bons anos de formado e uma trajetória estável na área. Hoje, quanto mais estudo a mente e o comportamento humano, mais fascinado fico e percebo o quão pouco sei. Você é mais do que seus comportamentos.

Há uma frase que diz: ‘A mente pode ter diferentes níveis, mas não tem limites’.

Então a pergunta é: por que um grande número de pessoas menospreza esse potencial por meio de comportamentos auto limitantes?
Obviamente não existe uma resposta única e mágica a essa questão, mas certamente um dos fatores primordiais é a dificuldade que as pessoas têm em aceitar que tem coisas a melhorar. Só posso evoluir e melhorar se souber O QUE devo melhorar.

Se descermos ainda mais um degrau, veremos que esta dificuldade em aceitar que tem coisas a melhorar está ligada à outra dificuldade ainda maior: saber ouvir.

A maioria das pessoas escuta, mas pouquíssimas realmente ouvem. E muitas, quando ouvem de alguém que têm algo a melhorar, entendem como se fosse uma crítica ou até mesmo uma ofensa pessoal.  Já reparou?

Em algumas situações parece a 3ª guerra mundial. Cara feia, respostas grosseiras, ofensas e em casos mais extremos até desfechos mais sérios. E isto porque estou falando prioritariamente de relacionamentos entre pessoas que se gostam.

O conceito está confuso? Então deixe-me sintetizar.

Funciona assim: se eu menciono algo a você que pode ser melhorado eu não estou criticando VOCÊ. Estou citando um COMPORTAMENTO seu que pode mudar, para melhor. Mesmo porque, VOCÊ não É apenas seus COMPORTAMENTOS. VOCÊ é muito mais do que isso.

VOCÊ é um ser único, especial, maravilhoso e repleto de potenciais que talvez não estejam sendo utilizados de maneira adequada porque seus COMPORTAMENTOS estão impedindo que isto aconteça. Faz sentido?

Entenda, não é nada pessoal.  É apenas uma dica, um toque, um ‘feedback’ (como se diz atualmente) que alguém está te dando para que você seja ainda melhor.

Mesmo porque só nos preocupamos em dizer algo que precisa ser melhorado a quem gostamos, com quem convivemos e queremos bem.
O problema é que um ‘cara’ que faz parte de você, chamado EGO, faz com que você ache que é a ‘última bolachinha do pacote’ e pense que não precisa melhorar em nada e, portanto, tudo o que te dizem não passa de uma crítica infundada, injusta, exagerada, quase uma calúnia sobre você. Percebe?

Procure ouvir mais e se tiver um bom radar, verá que muito do que falam que você pode melhorar, caso seja melhorado, lhe tornará ainda mais especial.

Autoconhecimento. Quem disse que seria fácil?

Autoconhecimento. Quem disse que seria fácil?

Bem feito. O caminho é tortuoso. Ninguém mandou começar a trilhá-lo. Poderia ter feito como quase todo mundo. Não ter dado o primeiro passo ou, simplesmente ignorado sua existência. Poderia ter continuado a atribuir tudo a sorte, azar, castigos, bênçãos.

Poderia ter permanecido resignado, manso e justificar tudo como vontade d’Ele. Mas não, insistiu em dar o primeiro passo. E então houve mais uma chance de recuar. Teria sido bem mais fácil voltar atrás e dizer a si mesmo que não era nada daquilo. Alguns fazem isso. Colocam o focinho para fora, sentem a brisa da mudança, mas voltam.

Contudo, você não ouviu o clamor que vinha de dentro de você. A voz que insistia em levar você de volta à famigerada ‘zona de conforto’.

O ‘condomínio dos entorpecidos’, o local em que aqueles que sofrem menos e simplesmente acatam tudo residem. Você deu mais um passo. Mais um simples passo. E percebeu então que era tarde demais para voltar atrás. Como pode um simples passo percorrer uma distância tão abissal?
Bem vindo ao caminho. Seus dias jamais serão os mesmos. Você não poderá mais atribuir tudo ao acaso. Você terá de olhar para si mesmo a cada segundo, a cada respiração. E vai doer. Autoconhecimento!

Mesmo se solicitar à ajuda d’Ele, ouvirá a Grande Voz sussurrando em seu ouvido que é VOCÊ que precisa manifestar aqui seus desígnios. Seja feita Vossa Vontade. Que você faça na Terra o que já existe no céu. Não dá mais para ficar parado, olhando para o alto e esperando.

O sentimento de responsabilidade sobre seu próprio destino só aumenta. E isso traz sofrimento. Bem feito. Ninguém mandou seguir adiante. Deveria ter continuado a dizer ‘amém’ a todos os absurdos que te dizem. Deveria ter aceitado que ‘a vida é assim mesmo’, que ‘ é difícil mudar’, que isso não pode, que aquilo não deve. Era muito melhor quando você era guiado.

Agora você tem recursos. Azar seu. Você se cobra mais. Se cobra porque sabe que pode intervir em sua realidade. Se cobra porque tem subsídios para mudá-la. E sofre porque não consegue.

As pessoas jogam na sua cara, debocham e com olhares e sorrisos jocosos te dizem: ué, você não disse que era esse o caminho da iluminação? Cadê todo seu conhecimento? Cadê seu aprendizado? Se vira….Viu só? Não disse?

Deveria ter continuado ignorante. Ninguém mandou querer trilhar essa jornada. Autoconhecimento? Bobagem…
Faz o seguinte: esquece tudo isso. Volte a ser como era antes. Não dá? Eu sei. Pode acreditar. Boa notícia: você JÁ está no meio do caminho. Má notícia: você AINDA está no meio do caminho. No meio do caminho tinha uma pedra. E um abismo. E um muro. E dúvidas, incertezas. É uma bênção ou uma desgraça? É o que é. É o caminho.

No meio do caminho existe um viajante. Existe um herói. Que às vezes possui companheiros de jornada, mas na maioria está solitário. Ou sente-se como se estivesse. O mestre disse. Você até acreditou. Mas não sabia que era assim. Faz parte. É a lei. O caminho é pessoal. Assim que é. Autoconhecimento!

Mas é estranho. Parece que quando a luz está bem próxima, uma névoa toma conta de tudo. E uma escuridão sepulcral se instala. Luz e trevas. Sempre elas. Olhar para dentro é mais difícil.

Por que ninguém avisou que seria assim? Você foi avisado sim. Só não imaginou que a viagem seria tão longa. Aliás, a jornada nunca termina. É como um ciclo que vai e vem. E mais um passo adiante. E mais um. Mas, parece que os obstáculos ficam maiores. Será?
Viu só, quem mandou? Poderia ter ficado restrito às trevas. E o melhor: é bem provável que te dissessem que estava na luz, que X, Y ou Z eram o verdadeiro caminho. Eles podem estar lá, mas você é o SEU caminho. Estranho. Ou não?

Tarde demais. Como um paradoxo desconcertante os desafios aumentam. As vitórias também. Mas parece que demoram mais a chegar.

Se as dúvidas incomodam, isso é uma certeza. Que você está no caminho. Certo. Assim que é.

Culpa: como lidar com ela?

Hoje o tema é espinhoso, recorrente e faz parte da vida de todo ser humano. Sei que alguns vão se perguntar: ‘Todo ser humano? Você não está generalizando, José Carlos?’- Sim, estou. Todos nós em algum momento já sentimos isso.
Digo mais: Muitos de nós fomos criados com base neste sentimento ardil. A Culpa.

Então, para iniciarmos a prosa, lá vai a definição do dicionário. Culpa: ‘É o sentimento de sofrimento obtido após reavaliação de um comportamento passado tido como reprovável, baseado na frustração causada pela imagem criada daquilo que achamos que deveríamos ter sido. ’

Entendeu? Se não entendeu, repare apenas nas quatro palavras que grifei. Tá bom ou quer mais? Sofrimento, reavaliação, reprovação e frustração. Some-se a estes sentimentos outros que estão correlacionados como autocrítica, repressão, mágoa e perceba o estrago que isto causa.

Poucos dão a devida atenção a este sentimento, mas ouso dizer que é um dos que mais atrapalham nossa vida. E digo mais: É um dos mais difíceis de lidar, de ser trabalhado internamente.

Os motivos são simples: primeiro, a facilidade com que as pessoas têm em nos repreender, desde sempre, quando algo não sai exatamente como deveria. Pais, professores, amigos, familiares. Nosso senso de perfeccionismo e autocrítica então vem e nos colocam ainda mais para baixo.

O segundo é a questão cultural mesmo. A cultura ocidental predominantemente e uma boa parte das culturas orientais se baseiam na culpa. As religiões instituídas multiplicam esta sensação exponencialmente. Pecado, castigo, punição, dívida. Já nascemos do pecado e carregamos isto conosco às vezes por toda a vida. Exagero? Creio que não. Ainda mais quando levamos em consideração que é algo que acontece há séculos, que herdamos de nossos antepassados, que está impregnado em nossas células, que paira no ar.

As culpas que sentimos o tempo todo, a sensação de que temos de nos redimir mesmo muitas vezes sem saber de quê são apenas resquícios de uma culpa atroz e gigantesca que recai sobre nossos ombros e que por nossa pequenez frente a um Universo tão grandioso jamais teremos condições de lidar. E cá entre nós, nem temos de lidar.

Com base nisso, a sociedade se baseia em uma infinidade de padrões, que variam de um lugar para outro, mas que invariavelmente temos de nos adequar, ainda que em grande parte das vezes não sejamos preparados para isto pela família, pelos educadores e pela falta de exemplos a quem podemos nos espelhar.

Nós seres humanos somos uma obra inacabada e obviamente somos responsáveis por nossos atos e suas conseqüências. Isso por si só já traz uma responsabilidade suficientemente grande.

Por esse motivo, não aceite gratuitamente o sentimento de culpa que alguns insistem em nos colocar nos ombros. Cada um é responsável pelo seu destino e ninguém é obrigado a carregar o fardo alheio. Você pode até ajudar, mas deve ser uma opção sua. É a mesma prerrogativa que tem em dizer não e seguir sua vida adiante. De hoje em diante fique atento em quem quer por a culpa pelo próprio fracasso nas suas costas. E definitivamente, não aceite. Mas, sem sentir-se culpado por isto, ok?

 

EGO

Um assunto sobre o qual venho me questionando muito ultimamente, desde que comecei minha jornada do autoconhecimento é a respeito do Ego. Afinal, o que é o Ego? Ego significa “Eu” e há muitas definições a respeito dele, dependendo da perspectiva em que se olha.

De uma forma simplificada, vertentes psicanalíticas e filosóficas o vê como um mecanismo de defesa, um defensor da personalidade, um mediador dos desejos interiores e a realidade de um indivíduo. Já uma vertente mais espiritualista de Osho, o vê como um reflexo da sociedade, de outros indivíduos em nós, ou um modelo de como gostaríamos de ser vistos pelos outros indivíduos.

Independente do ponto de vista, o ego pode se tornar uma coisa prejudicial na vida de um indivíduo. Muitas vezes, inconscientemente, somos movidos por essa grande força, que acaba nos prejudicando. Ela geralmente age de uma forma sutil, muitas vezes no nosso desejo de aprovação, de nos mostrarmos úteis ou importantes perante a alguém que queremos. Isso acaba trazendo um grande peso para nós mesmos, pois a quantidade de energia e esforços gastos com essas coisas é muito grande, sem contar na frustração e decepção posterior que teremos que lidar, caso nossas expectativas não forem atingidas.

Todos nós temos Ego, mas, como diz um grande sábio que conheço: “Eu tenho um Ego, mas eu não sou meu Ego”. Somos todos muito maiores do que ele, nossa verdadeira essência é muito mais profunda do que a mera superficialidade de um Ego.

Todas as vezes que nos deparamos com situações que nos incomodam, devemos sempre procurar nos questionarmos: “Isso é meu verdadeiro Eu ou meu Ego agindo?”, e devemos sempre ser honestos com as respostas, pois só assim aprenderemos a entender melhor como todo esse mecanismo funciona e saberemos qual a atitude mais sensata a tomar perante quaisquer destas situações. Quanto mais nos habituamos com este exercício, mais inconsciente ele se torna e com o tempo acabamos deixando o Ego de lado, revelando nossa verdadeira essência. É uma caminhada longa, mas com recompensas ilimitadas.

A "Faxina" Interior – Ana Lucia Aluotto

Para nossa casa ficar arrumada e linda, não adianta empurrar a poeira pra debaixo do tapete e nem entulhar as gavetas pra esconder a bagunça. Quando queremos fazer uma boa faxina esvaziamos os armários, jogamos fora tudo o que não nos serve, tiramos o pó e aos poucos vamos recolocando as coisas no lugar, uma dessas faxinas não é possível fazer em poucos minutos, levamos algum tempo pra conseguir organizar tudo.

E com a gente, porque fingimos que não precisamos dessa “faxina” interna, evitamos falar de algo que nos machuca, relutamos em jogar fora aquilo que não nos serve mais, ou pior nos fere, pesa em nossos ombros, não nos acrescenta nada de bom. Muitas vezes esses “entulhos” de nossa vida nem são nossos.

É dolorido, não é algo fácil, mas é preciso fazer essa limpeza interna, abrir todas as gavetas, colocar pra fora, tudo que nos sufoca, nos tira o brilho e emperra nossa vida. Quando entramos em contato com nosso interior descobrimos coisas bem ruins, e só tendo contato com essas “tranqueiras” é que percebemos o quanto elas ocupam espaço dentro de nós, o quanto são pesadas. Em alguns, casos olhamos e pensamos: “Porque estou guardando mesmo isso!” e é nesse momento que começamos a nos livrar, nos libertar de tudo o que não nos serve mais.

E não existe melhor sensação do que a de liberdade, a leveza e o desapego de tudo aquilo que nos trava. Quando uma “faxina” interior é feita além de nos libertar do ruim também nos traz a grata surpresa de encontrar tudo o que de mais belo e brilhante existe dentro de nós e esse reencontro é ainda mais gratificante.

E somente conseguiremos colocar coisas boas em nossas vidas se nos livrarmos de tudo que não nos serve e ocupa um espaço precioso dentro de nós. Quando fazemos essa arrumação em nosso interior é que nosso exterior se torna ainda mais belo, afinal refletimos o que está dentro de nós.

Só há um detalhe nisso tudo. Não é o tipo de serviço que possa ser terceirizado. Ninguém pode fazer isso por nós. É uma responsabilidade e acima de tudo uma atitude de nobreza e determinação que temos de ter conosco. Essa é limpeza mais importante e fique tranquilo… Não existe um período mínimo pra se fazer. Contudo, quanto mais fazemos mais aprendemos a não “sujar” e não deixar que outros deliberadamente sujem nossa moradia interna. Uma coisa é certa, para o bem e para o mal. A cada limpeza feita nos conhecemos ainda melhor, e esse é o grande segredo para a felicidade.


Sobre a autora:
Ana Lucia Aluotto é Cirurgiã Dentista formada pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes)com 13 anos de experiência
e formação em Practitioner em PNL pela Elleven Desenvolvimento Humano.

Pedras Brutas – José Carlos Carturan

Cheguei a dizer em uma das colunas anteriores que algumas pessoas simplesmente não percebem tudo que se passa ao redor delas. Ouso até dizer que a maioria das pessoas se enquadra nesta categoria. Umas por completa comodidade, falta de iniciativa e pró-atividade e outras por desconhecimento e falta de informação.

Logicamente todos os tipos de aprendizado que obtemos são importantes, porém desta vez refiro-me aos aprendizados pessoais, voltados ao autoconhecimento que requerem alguns requisitos essenciais que transpõem capacidade técnica, conteúdo intelectual e sucesso profissional e financeiro.

Quer um exemplo do quanto isto é importante? Pessoas que têm destaque em seu ambiente profissional conseguem sucesso financeiro e tecnicamente exercem com maestria suas atividades. E ainda assim não se sentem felizes, plenas e realizadas. Conhece algum caso assim? Na realidade eles existem aos montes, espalhados por aí e em certas situações estão bem próximos a nós.

Esta busca pelo autoconhecimento existe desde a Grécia Antiga, há quase 4000 anos, onde no Templo de Apolo em Delfos estavam gravadas nas paredes as frases: “Conhece-te a ti mesmo” e “Vence-te se quiseres vencer”, atribuídas ao filósofo Sócrates.
A grande verdade é que em nosso caminho pela vida, durante percalços e conquistas estamos, percebendo ou não, buscando desenvolvimento. Somos semelhantes a pedras brutas, repletos de imperfeições e arestas que precisam a todo momento ser desbastadas.

Contudo, para que tenhamos a chance de trilhar este caminho é necessário que tomemos algumas atitudes e principalmente estejamos livres para buscar nosso verdadeiro propósito. É fundamental que estejamos dispostos a romper alguns paradigmas e nos livrar do fanatismo, das superstições, da ignorância e de vícios que fazem com que nosso caminho seja repleto de dissabores e dificuldades.

As arestas devem ser aparadas incansável e constantemente com base em virtudes nobres, princípios firmes e propósitos dignos para que em algum momento esta pedra bruta transforme-se em pedra polida.

O autoconhecimento requer retidão, postura exemplar e principalmente uma incessante busca pelo equilíbrio nos quesitos que compõem nossa verdadeira essência. Este conceito é tão relevante que vem sendo difundido há milênios pelos mais importantes e iluminados seres humanos que passaram por este planeta. Há trechos que ressaltam esta importância nos livros sagrados das principais religiões do mundo como a hinduísta, judaica, muçulmana e cristã.

O tal “Vence-te se quiseres vencer” refere-se aos desafios diários que enfrentamos para não nos deixar influenciar por tantas situações que colocam à prova o famigerado livre-arbítrio de que tanto se fala e que em tão poucas vezes é exercido com a devida importância e respeito a si mesmo ou aos outros. Certamente o autoconhecimento é o primeiro passo para transformar cada um de nós em pedras polidas, que juntas servirão para edificar uma nova realidade livre, justa e fraterna.

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17 a 18 de OUT, 2017

Blog
10 OUT, 2017 | por José Carlos Carturan
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