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Solidariedade – Ana Lucia Aluotto

Hoje me peguei questionando sobre Solidariedade,ser Solidário. Então, resolvi pesquisar o significado desses termos e encontrei:Solidariedade: Sentimento que leva os homens a se auxiliarem mutuamente. Solidário:É aquela pessoa que ajuda o próximo.

Está muito na moda falar em Solidariedade, todos os dias recebemos ligações de instituições pedindo dinheiro para ajudar, para manter crianças, idosos, vemos Criança Esperança, Tele Ton e outras tantos pedidos para colaborarmos.

Não estou criticando, até porque muitas dessas entidades dependem desse dinheiro para continuar ajudando a melhorar, mesmo que pouco, a vida de tantas pessoas. Na verdade esse texto vem no intuito de refletirmos um pouco sobre nossas ações.

Quando vemos grandes tragédias, nosso sentimento de solidariedade vem bem rápido, nos mobilizamos e tentamos ajudar de alguma maneira, mas e no nosso dia a dia…

Será que Solidariedade ou Ser Solidário é só ajudar com dinheiro?
Será que praticamos esse ato tão nobre de Ajudar com quem está próximo a nós?
Ser Solidário não pode ser ouvir seu amigo num momento que ele precisa desabafar?
Abraçar sua mãe naquele dia que ela está mais frágil?
Ajudar seu pai a resolver um problema que o está angustiando?
Dar apoio ao seu irmão para ele atingir o objetivo desejado?
Porque muitas vezes nos sensibilizamos com problemas de pessoas que nem conhecemos e ao mesmo tempo não olhamos pro nosso lado pra ajudar aquela pessoa tão próxima?

É algo simples, mas nem sempre conseguimos. Quando são divulgados os telefones do Criança Esperança, as pessoas ligam, mas no dia a dia não conseguem ver que podem fazer muito mais por aquele amigo, familiar, vizinho…

O ato de Ser Solidário, de praticar a Solidariedade está bem ao alcance de nossas mãos e não precisa ser praticado apenas monetariamente. Ser solidário pode ser até mesmo ajudar uma criança, um idoso, um deficiente a atravessar a rua, doar um pouco do nosso tempo pra visitar e abraçar aqueles que por algum motivo estão tão sozinhos nesse mundo.

A Solidariedade não faz bem ao próximo, faz bem a nós mesmos, pois ajudando o outro trazemos pra nós a paz de espírito. E não existe dinheiro que pague estar bem com seu interior.

Sobre a autora:
Ana Lucia Aluotto é Cirurgiã Dentista formada pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes)com 13 anos de experiência
e formação em Practitioner em PNL pela Elleven Desenvolvimento Humano.

O que você quer ser quando crescer? – Ana Lucia Aluotto

O que você quer ser quando crescer? Essa pergunta feita em nossa infância, nos leva, quase sempre, a pensar em uma profissão rentável, bem sucedida. Mas será mesmo que isso é “SER” alguém? É só a questão de “SER” um profissional? Será que não é preciso “SER” algo mais?

E quando esta busca pelo “SER ALGUÉM” se baseia só no TER, será que isso realmente é o que importa? E quando as pessoas acham que “tudo”, se justifica para alcançar o tão almejado “ sucesso”, vale tudo nessa busca? Mesmo que o preço possa ser, se sentir vazio por dentro?

E quantas pessoas se frustram, pois fazem essa escolha apenas pensando nos bens materiais, e não seguem o seu coração, seus desejos mais íntimos ou até mesmo “loucos”. A questão profissional é algo que pode mudar a qualquer momento, é uma questão de saber ouvir seu coração.

Você já se perguntou o que EU quero SER? Estou feliz com o que SOU? Posso melhorar o que SOU?
Essas são questões bem individuais, pois essa satisfação você só deve a si mesmo. Mas particularmente, já faz algum tempo que venho me questionando, pois, todos os dias, vemos atrocidades sendo cometidas e percebo que algumas questões do “SER” vem sendo esquecidas pelas pessoas, que deveriam ser “PESSOAS HUMANAS”, como diz meu grande amigo e mestre José Carlos.

Confesso que a primeira vez que ouvi o José Carlos dizer “PESSOAS HUMANAS”, pensei: ué, se são pessoas só podem ser humanas. Mas com o tempo entendi que “SER UMA PESSOA HUMANA” é necessário ter alguns requisitos.
Para SER uma PESSOA HUMANA, é preciso : Ser educado, civilizado, amigo, solidário, companheiro, respeitador, bom filho(a), bom pai , boa mãe, amoroso, compreensivo, “ser humano”, ser uma pessoa do bem.
Parece simples, não é? Mas será que realmente fazemos essas escolhas? Será que a cada dia somos as melhores pessoas que podemos ser?

A cada dia devemos, ou pelo menos tentar, ser o melhor, se conseguirmos, mesmo que aos poucos, nos tornamos melhores “PESSOAS HUMANAS”, contagiaremos quem está ao nosso redor, formando assim uma grande corrente de pessoas melhores, e só assim é que com certeza conseguiremos “SER” verdadeiramente.

Sobre a autora:
Ana Lucia Aluotto é Cirurgiã Dentista formada pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes)com 13 anos de experiência
e formação em Practitioner em PNL pela Elleven Desenvolvimento Humano.

A "Faxina" Interior – Ana Lucia Aluotto

Para nossa casa ficar arrumada e linda, não adianta empurrar a poeira pra debaixo do tapete e nem entulhar as gavetas pra esconder a bagunça. Quando queremos fazer uma boa faxina esvaziamos os armários, jogamos fora tudo o que não nos serve, tiramos o pó e aos poucos vamos recolocando as coisas no lugar, uma dessas faxinas não é possível fazer em poucos minutos, levamos algum tempo pra conseguir organizar tudo.

E com a gente, porque fingimos que não precisamos dessa “faxina” interna, evitamos falar de algo que nos machuca, relutamos em jogar fora aquilo que não nos serve mais, ou pior nos fere, pesa em nossos ombros, não nos acrescenta nada de bom. Muitas vezes esses “entulhos” de nossa vida nem são nossos.

É dolorido, não é algo fácil, mas é preciso fazer essa limpeza interna, abrir todas as gavetas, colocar pra fora, tudo que nos sufoca, nos tira o brilho e emperra nossa vida. Quando entramos em contato com nosso interior descobrimos coisas bem ruins, e só tendo contato com essas “tranqueiras” é que percebemos o quanto elas ocupam espaço dentro de nós, o quanto são pesadas. Em alguns, casos olhamos e pensamos: “Porque estou guardando mesmo isso!” e é nesse momento que começamos a nos livrar, nos libertar de tudo o que não nos serve mais.

E não existe melhor sensação do que a de liberdade, a leveza e o desapego de tudo aquilo que nos trava. Quando uma “faxina” interior é feita além de nos libertar do ruim também nos traz a grata surpresa de encontrar tudo o que de mais belo e brilhante existe dentro de nós e esse reencontro é ainda mais gratificante.

E somente conseguiremos colocar coisas boas em nossas vidas se nos livrarmos de tudo que não nos serve e ocupa um espaço precioso dentro de nós. Quando fazemos essa arrumação em nosso interior é que nosso exterior se torna ainda mais belo, afinal refletimos o que está dentro de nós.

Só há um detalhe nisso tudo. Não é o tipo de serviço que possa ser terceirizado. Ninguém pode fazer isso por nós. É uma responsabilidade e acima de tudo uma atitude de nobreza e determinação que temos de ter conosco. Essa é limpeza mais importante e fique tranquilo… Não existe um período mínimo pra se fazer. Contudo, quanto mais fazemos mais aprendemos a não “sujar” e não deixar que outros deliberadamente sujem nossa moradia interna. Uma coisa é certa, para o bem e para o mal. A cada limpeza feita nos conhecemos ainda melhor, e esse é o grande segredo para a felicidade.


Sobre a autora:
Ana Lucia Aluotto é Cirurgiã Dentista formada pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes)com 13 anos de experiência
e formação em Practitioner em PNL pela Elleven Desenvolvimento Humano.

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30 NOV, 2017 | por José Carlos Carturan
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